(Review) As aventuras de um motorista solitário em Bus Simulator 16

Monte sua própria empresa de transportes. Dirija seu próprio ônibus neste ótimo simulador.

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SUPERHOT - tempos de elegância vermelha e branca em um FPS

Um dos mais inovadores e diferentes shooters dos últimos tempos.

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Elite: Dangerous - expandindo horizontes

Mais histórias de um comandante em Elite: Dangerous.

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Elite: Dangerous – exploração e imersão em uma galáxia “recém nascida”

Elite: Dangerous – imersivo, grandioso, belíssimo. Mais uma parte do nosso “diário de bordo”. Mais aventuras, belezas e perigos, além do começo de uma grande exploração.

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(Review) Life Is Strange - Episódio 1: Chrysalis - Escolhas, escolhas...

Life Is Strange é um trabalho realmente sem igual, sensível e inteligente. Um jogo que possui uma uma trama rica e envolvente, com “tentáculos” escuros que vão saindo aos poucos das sombras.

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Elite Dangerous: Arena – não chega a 400 bilhões de sistemas, mas é grátis (por tempo limitado)

Elite Dangerous: Arena – não chega a 400 bilhões de sistemas, mas é grátis (por tempo limitado)

Você deve ter acompanhado minhas aventuras em Elite Dangerous aqui no XboxPlus. O jogo, um dos melhores e maiores títulos ambientados no espaço sideral já lançados (muitos o chamam também de simulador espacial), é envolvente, gigantesco, cativante, lindo, repleto de belezas e perigos. Elite Dangerous consegue atrair uma gama enorme de jogadores, que se dedicam também a uma enorme variedade de atividades. São piratas, comerciantes, combatentes, mineradores, contrabandistas: todos tentando seu lugar ao sol. Bem, em E:D você escolhe o sol, a estrela, o sistema, a nebulosa. Você traça seu caminho. E é livre para “passear” por cerca de 400 bilhões de sistemas. Você também pode visitar uma enorme variedade de planetas. E neles aterrissar, vale lembrar. São planetas fantásticos, e ainda é possível neles passear com um veículo pra lá de bacana (um SRV). Enfim, E:D é um jogo praticamente sem fim, e se você  aprecia combates entre naves, dogfights em primeira pessoa extremamente movimentados, bem, você deve dar uma olhada no modo de jogo CQC (Close Quarter Combat). Uma experiência Elite: Dangerous de graça O CQC, aliás, também está disponível separadamente para compra, através do Elite Dangerous: Arena. Trata-se de um título originalmente pago, veja bem. E que independe do jogo principal. Entretanto, a Frontier Developments está de bom humor, e quando recebi o press release hoje pela manhã, pensei que não poderia deixar de avisar aos leitores do XBP, tamanha é minha paixão por este título: Elite Dangerous: Arena está de graça, por tempo limitado, no Steam. E, não apenas isso: você pode baixá-lo totalmente de graça, até a próxima segunda-feira, 11 de Julho de 2016....
(Review) As aventuras de um motorista solitário em Bus Simulator 16

(Review) As aventuras de um motorista solitário em Bus Simulator 16

Simuladores. Jogos que permitem a reprodução e/ou a representação, em maior ou menor grau, no mundo virtual, de diversos aspectos da vida real.  Simulação de acontecimentos, papéis, rotinas, profissões e elementos do mundo real. Ocupações, locais inacessíveis por um ou outro motivo, etc. Nos simuladores, muitas coisas se tornam acessíveis, para todos, à distância de poucos cliques. Guardadas as devidas dificuldades e proporções relacionadas às mecânicas, obviamente, ao estilo do jogo, daquilo que está sendo simulado (simuladores de voo costumam exigir bastante do jogador, por exemplo), etc. Simuladores de caminhões, como Euro Truck Simulator 2, por exemplo. são excepcionais. Títulos como Elite Dangerous, que podem ser considerados também como “simuladores espaciais”, também são excelentes exemplos. Mas existem mais tipos de simuladores. Simuladores de voo, de corrida, de vida (The Sims, por exemplo), de navios, de ferrovias, militares (a franquia Arma, por exemplo), de construção e gerenciamento de cidades. A lista pode ser bem longa. Existem simuladores para todos os gostos (e bolsos). E existem simuladores como Bus Simulator 16, um jogo onde você assume o controle de uma empresa de transportes e dirige seu próprio ônibus, podendo chegar a manter diversas linhas em operação, em diversos distritos de uma enorme cidade, contratando vários motoristas, adquirindo e trocando ônibus, gerenciando itinerários, e por aí vai. O jogo foi desenvolvido pela austríaca Stillalive Studios, e tem como publisher a empresa alemã Astragon Entertainment. A Astragon, aliás, possui diversos outros simuladores em seu catálogo, alguns deles bem interessantes, como por exemplo “Dive to the Titanic” e “Construction Simulator”. Sim, existem simuladores para quase tudo, pode acreditar. Voltando a Bus Simulator 16, devo...
SUPERHOT – tempos de elegância vermelha e branca em um FPS

SUPERHOT – tempos de elegância vermelha e branca em um FPS

Alguns games chegam imbuídos de ideias, conceitos e realizações tão diferentes, e são executados de maneira tão única, que somos pegos realmente “de jeito”, chegando quase que ao ponto do vício. É o que acontece com SUPERHOT, título independente criado por empresa homônima, que foi lançado no último dia 25 de Fevereiro. Já acumulo mais de uma dezena de horas de jogo, de acordo com o Steam, e parece que não enjoarei tão cedo. Até mesmo porque, existe bem pouca coisa para se enjoar, ali, apesar da campanha curta, tida por alguns como um “defeito”. SUPERHOT começou como um produto da game jam 7DFPS 2013, um evento no qual o objetivo era o desenvolvimento de um FPS em 7 dias. Um protótipo foi então lançado na web, o qual foi bastante aclamado. E, é sério, mesmo aquele protótipo, com cerca de 5 ou 6 níveis, era algo espetacular. Tenho-o até hoje em um de meus HDs, e o guardo com enorme carinho. A partir daí, a pequena equipe de desenvolvedores poloneses iniciou uma campanha no Kickstarter, a qual foi concluída com sucesso em 2014, com a arrecadação de cerca de US$ 250 mil. O jogo ficou, segundo seus desenvolvedores, 30 meses em desenvolvimento, e o que temos em mãos atualmente é algo extremamente inovador, diferente, único. Imperdível, realmente. Obs: gravei o vídeo de gameplay abaixo, com a “jogabilidade normal”, diferente daquela exibida nos vídeos gerados pelo jogo, com o tempo acelerado. Abaixo você pode conferir um pouco de como é, realmente, jogar SUPERHOT: Um daqueles jogos de tiro em primeira pessoa que você certamente precisa jogar, principalmente se está...
Elite: Dangerous – expandindo horizontes, continuando a jornada

Elite: Dangerous – expandindo horizontes, continuando a jornada

Olá novamente, caros amigos. Ou, pelos menos, dada a ausência de postagens por tanto tempo, olá novamente, quem quer que você seja, você que porventura está lendo este texto. Leitor que acompanha o site há algum tempo ou novo leitor. Seja muitíssimo vem vindo! Já faz muito tempo desde que publiquei a respeito de Elite: Dangerous aqui no XboxPlus. O último texto a respeito foi publicado há cerca de 10 meses atrás, mas, não, não parei de jogar E:D durante este período. Tenho muitas histórias para contar, muita coisa aconteceu ao Comandante Nyhone Maulerant na galáxia criada pela Frontier Developments durante este tempo. Passei inclusive por momentos de puro terror, digamos, durante os quais fui de pacato e desconhecido piloto a criminoso indesejado em vários sistemas. Iniciei uma jornada ao centro da galáxia (Sagittarius A), a qual foi interrompida após cerca de 6000 anos-luz de “estrada”, devido a um acontecimento bastante especial. Tal acontecimento, bem, foi o lançamento da primeira expansão do jogo. Elite Dangerous: Horizons foi lançado durante o último mês de Dezembro, e trouxe consigo algo que praticamente toda a comunidade de jogadores aguardava com enorme ansiedade: a possibilidade de aterrissar em planetas (a tão falada “Planetary Landings”). O que temos no jogo agora, através da Horizons, é algo espetacular. Tenho comigo, desde seu lançamento, que trata-se de um sonho de infância finalmente realizado. Imagine ser capaz de pegar sua nave, escolher um ponto qualquer, um sistema qualquer, nele entrar e então escolher um planeta qualquer, aleatoriamente, quem sabe, e ir para lá sabendo que poderá nele pousar. Que poderá conferir sua superfície bem de perto. Que...
Aniversário do XboxPlus – 6 anos

Aniversário do XboxPlus – 6 anos

E lá vamos nós para outro post “estranho”, assim como foi “estranho” aquele que fiz no aniversário de 5 anos do XboxPlus. Bem, meus caros, quase tudo aquilo que disse no post de 5 anos, em 2014, se mantém agora em 2015, inclusive hoje, dia em que o XboxPlus faz 6 anos. Infelizmente, o blog/site não é mais o mesmo. Eu não sou mais o mesmo, também. Mas posso dizer que apesar de tudo a vontade de mantê-lo no ar continua. Tudo bem que ando devendo conteúdo há tempos, mas a vontade, pelo menos, ainda continua dentro de mim. É até bem estranho postar a respeito de um novo aniversário do XboxPlus se, bem, se o site não está na ativa, ou, pelo menos, não como costumava ser. Não tenho muito o que comemorar, aqui, hoje (na verdade, o sentimento é mais de tristeza). A queda na frequência de postagem, que começou, pelo que me lembro bem, naquele fatídico ano de 2013 (mais detalhes aqui e aqui), foi bem acentuada, infelizmente. Problemas continuam (desânimo também), e não posso dizer que a hipótese de encerramento deixou minha cabeça. Digamos que ela briga constantemente com o que eu disse acima, a respeito de manter o site no ar, e até mesmo de continuar, voltando a publicar com frequência (se bem que esta vontade de continuar esbarra constantemente no quesito “qual a relevância?”, em minha cabeça – é, sou um cara complicado, também). Enfim, obrigado a todos que ainda acompanham (ou que, pelo menos, passam por aqui vez ou outra) e à todos os que já passaram por aqui. Este é um...
StarDrive 2: novo título de estratégia espacial 4X chega ao Steam

StarDrive 2: novo título de estratégia espacial 4X chega ao Steam

Jogos de estratégia espacial (em tempo real e/ou em turnos), 4X e derivados costumam possuir um público cativo, um público que ano após ano permanece ligado, interessado, jogando, apoiando, participando de comunidades, muitas vezes desenvolvendo mods e clamando por novos lançamentos. A “Homeworld Remastered Collection” foi lançada em Fevereiro, falando nisso. Um trabalho fantástico, um colírio para os olhos. Mas muitos outros “jogos espaciais” e franquias (e não vou nem mencionar Elite: Dangerous aqui – ok, já mencionei) fazem a alegria dos fãs do gênero: Galactic Civilizations, Endless Space, Sins of a Solar Empire, Sword of the Stars, Master of Orion, etc. A lista pode ser bem grande. StarDrive 2, sequência de StarDrive, lançado em 2013, chegou hoje ao Steam. O jogo, exclusivo para PC, oferece batalhas espaciais em tempo real, construção de impérios em turnos e 9 raças alienígenas, dentre outras coisas. O jogador pode construir seu próprio império galático do zero, sendo inclusive possível cuidar do design e da construção de naves em particular, alterando, por exemplo, características diversas para fazer com que cada uma seja boa em determinada tarefa. Planetas também podem ser terraformados em StarDrive 2, outras civilizações podem ser conquistadas, recursos podem ser roubados e tecnologias podem ser pesquisadas. Isto tudo, claro, já é do conhecimento de quem gosta do gênero. “Criar StarDrive 2 na engine Unity foi uma experiência rica e gratificante, e agora que ele está completo, estou muito animado para ver fãs da franquia e do gênero 4X mergulharem nele. Há muito mais aqui que os jogadores vão curtir: o projeto de naves oferece uma interface melhor e mais rápida, as...
Elite: Dangerous – devaneios e experiências de um comandante solitário

Elite: Dangerous – devaneios e experiências de um comandante solitário

Às vezes me pego pensando no que Elite: Dangerous tem de tão especial para me fazer “perder” tanto tempo. Quer dizer, a resposta às perguntas que surgem após tal pensamento são várias, e eu consigo entender plenamente o porquê do jogo da Frontier Developments me ser tão caro. Eu nem preciso me preocupar muito com estes porquês, é claro. Afinal, o jogo me diverte bastante, me proporciona momentos excelentes. Enfim, não tenho arrependimento algum, não fico pensando: “-Ah, deveria estar jogando outra coisa ao invés disso”. Muito pelo contrário. Mas mesmo assim fico surpreso com o tanto que estou jogando. Me surpreende o fato de novamente ter encontrado um título extremamente imersivo. Um título que me pegou de jeito, que me cativou bastante. Um título que, pelo menos por enquanto, não enjoa. Jogo todos os dias, cada vez mais fascinado, e o interesse só aumenta. Já escrevi vários textos sobre ele, textos que também acabam sendo “diários de gameplay” (ou diários de bordo?), narrando experiências, acontecimentos (alguns engraçados), etc. Parece que quanto mais exploro o enorme universo aberto do jogo, mais certeza tenho de que há muito mais a ser explorado. OBS: grande parte das screenshots deste texto foram capturadas através da utilização da debug camera, recurso introduzido recentemente no jogo. Experiência de jogo melhorada com um Joystick Hotas Já fazem cerca de 15 dias que estou jogando ED com um Hotas (Hands On Throttle-And-Stick), mais precisamente um Thrustmaster T.flight Hotas X. Apesar de um início bastante conturbado, posso dizer que tudo melhorou bastante. A experiência de jogo foi muito melhorada com o Hotas, a imersão aumentou, e pilotar...
O que você está jogando (Março/2014)?

O que você está jogando (Março/2014)?

Ola pessoal. Já faz algum tempo, mas eis que estamos de volta com um novo OQVEJ! E aí, o que vocês estão jogando? Muitas novidades, várias plataformas? Ou estão focados em apenas uma? Sugestões, dicas, etc, são também muitíssimo bem vindas! Eu estou jogando (e cada vez ficando mais impressionado) Elite: Dangerous, mais do que qualquer outra coisa. Acho que já deu para perceber como o jogo da Frontier Developments me pegou de jeito, não? Além dele, também estou jogando Dragon Age: Inquisition (excelente), Middle: Earth, Shadow of Mordor, The Marvellous Miss Take, Far Cry 4 e Dying Light. Tudo no PC. No iPad continuo jogando o viciante Clash of Clans. E vocês?...
Dying Light: boa noite, boa sorte e não se preocupe

Dying Light: boa noite, boa sorte e não se preocupe

Dying Light, da Techland, não é um jogo ruim. Também não é um jogo espetacular. Eu diria que ele é pouco mais que um bom jogo e, é claro, tudo isto é bem relativo. Ao jogá-lo você poderá se irritar, poderá se divertir, poderá se arrepender por não ter ter optado por algumas horas de Euro Truck Simulator 2 (caso precise se acalmar) e poderá também pensar se fez uma boa escolha ao adquiri-lo. Mas não se preocupe (esta frase soa até engraçada, além de me lembrar do review de Amnesia: A Machine for Pigs escrito pelo Artur Carsten): se você já comprou o survival horror em primeira pessoa da criadora de Dead Island, bem, não tem mais jeito. O negócio é fazer de tudo para aproveitá-lo ao máximo. E se você ainda não comprou, bom, a aquisição pode até mesmo representar algo bom, quem sabe passando na frente de outros jogos presentes em sua fila, talvez quando alguma promoção surgir. Dying Light é uma grande mistura. Com ótimas mecânicas e semelhanças com Assassin’s Creed, Far Cry e Mirror’s Edge, ele brilha em vários momentos. Seu mundo aberto é capaz de fazer com que os maníacos por exploração se sintam em casa. O combate e a movimentação do personagem, passado o período em que ainda temos pouca “estamina”, poucas armas e upgrades, é excelente (imagine como deve ser chutar a cara feia de um morto-vivo). Conforme vamos desbloqueando novas habilidades, novos movimentos e melhorias para as armas, o game vai ficando melhor. Saltar de um casebre a outro fica mais fácil. Fugir dos zumbis fica mais fácil. O jogo...
Elite: Dangerous, em breve em um Xbox One perto (ou não) de você

Elite: Dangerous, em breve em um Xbox One perto (ou não) de você

A Frontier Developments anunciou durante a GDC 2015 que Elite: Dangerous será lançado ainda este ano para o Xbox One. Não pretendo adquirir o console da Microsoft tão cedo (pelo menos, isto é o que me passa pela cabeça neste momento). Além do mais, o jogo está indo muito bem no PC. Bem demais, devo dizer, considerando o tempo escasso para dividir entre trabalho online e offline, além de diversas outras tarefas (também online e offline). Não nego, entretanto, que o tempo gasto com o jogo é extremamente prazeroso. Você pode conferir mais detalhes a respeito do anúncio no Código Fonte. Confesso que quando ouvi falar a respeito do anúncio fiquei com medo. Medo de que a desenvolvedora passasse a se dedicar mais, em algum momento, à versão de ED para o XONE, deixando um pouco de lado a versão para PC, a versão onde estão concentrados também os antigos fãs da série. A versão que estou jogando. Mas este deve ser um medo infundado, afinal de contas (assim espero). Embora não tenha dito nada a este respeito, David Braben postou no fórum do jogo, e ali diz o seguinte (além de dizer que mais jogadores em mais plataformas significam mais recursos para o desenvolvimento, o que pode ajudar um pouco a acabar com os medos): “Também estou feliz em anunciar que os jogadores no PC, no Mac [sim, também haverá uma versão do título para OS X] e no Xbox One irão compartilhar a mesma narrativa abrangente e o mesmo estado da galáxia. Isto significa mais jogadores ainda contribuindo para as guerras, para as disputas pelo poder e...
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