As conquistas, ou “achievements”, do Xbox 360, são importantes pra você?

Sei que posso estar navegando contra a maré, e até mesmo indo contra o pensamento da maioria dos donos de um Xbox 360, ao escrever este post, e posso até receber muitas críticas, mas tudo bem. Um blog é para isto mesmo: é um espaço para a divulgação de opiniões, sejam do autor sejam dos leitores. E aqui vai uma pergunta: você dá muita importância às conquistas (ou achievements) implementadas nos jogos do Xbox 360?
Inovação
Sei que foi uma das coisas mais notáveis e inovadoras implementadas no console da Microsoft (a Sony também aproveitou a deixa e implementou algo semelhante em seu Playstation 3). Sei que muitas pessoas jogam um game pensando principalmente em acumular conquistas e aumentar seu gamerscore. Muitas vezes, um jogo se torna, para algumas pessoas, apenas uma arena para “caçar conquistas”. Tem também aquele lance “do meu ser maior do que o seu”, em relação ao gamerscore.

Crédito da imagem: Stasys Eidiejus – Photoxpress.com
Os pontos, as conquistas e o gamerscore
Geralmente, um jogo retail possui a capacidade de liberação de 1000 pontos, os quais são liberados através da realização das tarefas necessárias para a obtenção das tais conquistas e adicionados ao seu gamerscore. Um XBLA possui, geralmente, 200 pontos. Sei de gente que não descansa enquanto não obter os tais 1000 ou 200 pontos, respectivamente, muitas vezes jogando o mesmo jogo 2, 3, 4, ou mais vezes, apenas para executar todos os procedimentos necessários para a obtenção da(s) conquista(s) faltante(s). É claro que existem jogos que valem a pena serem finalizados muitas vezes, mas a questão aqui não é esta.
Leia maisNada de demos de Modern Warfare 2
Quem esperava dar uma espiada em Modern Warfare 2 antes do lançamento, antes de comprar, etc, pode esquecer. Ou seja, dizendo claramente: quem esperava, por exemplo, baixar a demo deste aguardado game na Live, vai ficar “só na vontade”.
Ontem, a desenvolvedora “Infinity Ward“, em resposta a alguém que perguntou se haveria alguma demo antes do lançamento, disse em seu Twitter oficial que “não existem planos para uma demo antes do lançamento”.

Os motivos? Parece que querem “polir” o jogo ao máximo. Não que a intenção não seja louvável, mas será que precisa de tanto? Há pouco menos de dois meses do lançamento, que ocorrerá em 10/11/2009, será que já não tiveram tempo suficiente, isto sem contar com mais ou menos um mês e meio que ainda resta para tal data? Parece que não, não é verdade?
Não quero levantar hipóteses infundadas, mas acredito que a resposta da Infinity Ward ao fã no Twitter não é nada definitiva. O fato de “não existirem planos” no momento não quer dizer que estes não venham a existir, neste curto espaço de tempo que resta, antes do lançamento. De qualquer forma, fique com o vídeo abaixo e sinta um pouco do que está por vir:
http://www.youtube.com/watch?v=TiFSSpYdPuc
Fonte: Destructoid
Leia maisLucidity: trailer de lançamento

Lembra do Lucidity, aquele XBLA da Lucas Arts que vai ser lançado na Live agora em 07 de outubro/2009? Aquele game bem interessante no qual você não controla a protagonista, uma singela menininha, mas sim interage com o cenário de forma a ajudá-la a caminhar em segurança?
Bom, já existe um “debut trailer“, ou trailer de estréia, do jogo. Veja abaixo o vídeo:
Leia maisHalo 3: ODST – Alguns comentários: gráficos, enredo, mais impressões, etc
Conforme vou jogando a campanha de Halo 3: ODST, mais boas impressões vou tendo a respeito deste game exclusivo para o Xbox 360. Para quem inicialmente não iria comprar o game, e até mesmo não tinha muitas expectativas em relação ao mesmo, é um grande salto. Me surpreendi desde o primeiro momento, desde quando carreguei o jogo pela primeira vez. A introdução, com as “letras subindo” na tela, já dá uma boa idéia do que vem pela frente, e o que se segue é uma sucessão de acertos por parte da Bungie e da Microsoft.
Um pouco do enredo
É simplesmente fenomenal caminhar pela cidade de Nova Mombasa abandonada após uma invasão dos Covenant. Como ressaltei anteriormente, você “encarna” diversos personagens, e um deles é o “novato” (ou rookie). Na verdade, o principal é o novato, o restante são “flashbacks jogáveis”. Mas é com o novato que você passeia solitariamente por New Mombasa. É fantástico caminhar pela cidade desolada e passar por carros abandonados no meio da rua com o alarme tocando incessantemente. A imersão provocada pelo conjunto cenário + música + enredo é fantástica.
É muito legal topar com grupos de inimigos durante as perambulações pela cidade, e participar de um instigante tiroteio. O mapa, acessível através do botão “Back” do controle, permite que a “navegação” seja segura, e dá uma idéia bem clara dos objetivos.
Tais objetivos, é claro, são objetos os mais diversos deixados pelo pessoal do seu pelotão, objetos estes que possuem um dispositivo sinalizador que permite, então, que você chegue até eles. Nestes momentos, então, rolam os tais “flashbacks”, onde você assume a personalidade dos outros integrantes do pelotão, voltando assim algumas horas antes no tempo.
Romeo, Mickey, Dutch, etc: todos integrantes do mesmo pelotão que você, com os quais você, uma hora ou outra, irá interagir, seja controlando-os, seja participando ao lado deles de alguma missão. Não existem palavras para descrever a sensação de, junto com alguns do seu pelotão, no topo de um prédio e no controle de uma torreta lança-foguetes (você pode, é claro, escolher outra arma, posicionamento ou tática, no momento), atirar contra naves inimigas que, além de atirarem contra seu grupo ainda fazem desembarque dos alienígenas para que estes tentem derrotar seu grupo no local.

A mira do lança-foguetes é um outro show à parte: ela até se trava no inimigo.
Só mesmo jogando para sentir a emoção, a ansiedade, o frenesi e tudo de bom que o jogo oferece.
Halo 3: ODST – Primeiras impressões – O game é sensacional

Acabei pensando melhor e hoje cedi a um impulso consumista: comprei o game Halo 3: ODST.
Coloquei o CD do modo campanha na bandeja, mandei executar, voltei para a dashboard do meu Xbox 360, instalei o jogo no HD, aguardei alguns minutos e logo em seguida mandei carregar o mesmo do HD: foi aí, então, que o show começou. Versão nacional, totalmente dublada em português do Brasil, gráficos um pouco melhores do que os de Halo 3 (principalmente no tocante à iluminação), músicas maravilhosas e a mesma (ou quase a mesma) jogabilidade.
Vários protagonistas
Vale ressaltar que em Halo 3: ODST o protagonista não é o grandalhão Master Chief com o qual estamos acostumados. Aliás, vários são os protagonistas, ou seja, “controlamos” diversos personagens no decorrer do game. Diversos soldados, dependendo do momento. E em todas estas “ocasiões”, somos sempre um ODST, ou “Orbital Drop Shock Trooper”: aqueles soldados “normais” que nos games anteriores da franquia estão sempre ali por perto, auxiliando o famoso Master Chief.

O jogo
Após uma aterrissagem mal sucedida, encarnando um novato, você é obrigado a explodir sua cápsula para poder, então, sair pelas ruas de New Mombasa em busca do restante de seu pelotão. Existe um mapa onde é possível definirmos pontos de interesse (existe uma bússola também), e temos de encarar o fato de que somos, em Halo 3: ODST, muito mais fracos do que o Chief.
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