Entrevista com Jakub Dvorsky, diretor da desenvolvedora do game “Machinarium”

Bom amigos, eis que chegamos com mais uma entrevista.
Desta vez o entrevistado é Jakub Dvorsky, fundador e diretor da Amanita Design, desenvolvedora do maravilhoso indie game “Machinarium”. Já comentei a respeito do game aqui no XboxPlus algumas vezes, possuo o mesmo e posso dizer que esta criação da Amanita é de deixar qualquer pessoa literalmente maravilhada.
Gráficos belíssimos, trilha sonora também muito bonita, jogabilidade simples e um simpático robozinho em busca de sua namorada. Estes são alguns dos ingredientes que fazem de “Machinarium” um game indispensável a quem aprecia belos e instigantes games repletos de puzzles.
Aliás, vale lembrar que em breve teremos outra promoção e/ou sorteio aqui no XboxPlus, e o próximo game a ser dado, de graça, será o “Machinarium”. O ganhador levará as três versões do game, ou seja, Windows, Linux e Mac. E, além disso, ganhará também a trilha sonora completa.
Bom, vamos à entrevista:
Leia maisConheça o felizardo que vai levar na faixa uma cópia do game para PC Zombie Driver

Olá amigos!
Como prometido, o resultado saiu rápido. Utilizamos o sistema do “Random.org“, no modo avançado, através do botão Switch to Advanced Mode, o qual permite que a lista gerada seja exibida nos formatos .html ou .txt.
Bom, inserimos os nomes de todos os 14 concorrentes, ou seja, todos aqueles que, através de suas contas no Twitter, deram RT na URL http://migre.me/kPjb e clicamos no botão “Randomize”. O sistema do site, então, gerou uma lista aleatória e, desta forma, o concorrente que apareceu em primeiro lugar vai ganhar o game Zombie Driver, da “EXOR Studios“. E ele é o @fernandosb!
É possível a todos conferirem os concorrentes. Na verdade, utilizamos a lista de RT’s gerada pelo migre.me e também a pesquisa no Twitter, pois algumas pessoas constavam em uma lista e na outra não, e vice-versa. Então, fomos a fundo a fim de não cometer nenhuma injustiça.
Vale ressaltar que excluímos o @XboxPlus e o @EvandroCesar, pois ambos fazemos parte da mesma equipe.
Sobre o sorteio
Aí vão screenshots de todo o processo:
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Valve talvez comece a caminhar em direção ao Playstation 3

Segundo o que se pode deduzir das palavras de Chet Faliszek, desenvolvedor de Left 4 Dead 2, é possível que a Valve comece a olhar com mais carinho para o console da Sony, e a desenvolver títulos para ele. “Antes de fazermos qualquer coisa no PS3, temos de ser capazes de oferecer suporte a ele da maneira correta“, disse Faliszek.
A Valve não é muito bem vista pelos fãs/donos de um Playstation 3, devido a algumas declarações do fundador e diretor da Valve, Gabe Newell, o qual disse, dentre outras coisas, que o Playstation 3 é um total disastre. Mas isto foi a 3 anos atrás, e opiniões e tecnologias podem mudar constantemente. Isto sem falar no fator “mercado”, que talvez esteja por trás desta possível aproximação da Valve com o console da Sony.
Bom, vamos esperar para ver. Eu acredito que independentemente do console que uma pessoa possua, ela deveria ter acesso a todos os jogos que desejasse. Um universo gamer “multi-plataforma” seria bem mais justo e sensato. Mas creio que isto é querer demais, não?
(Via: Eurogamer)
Leia maisUbisoft: como matar o mercado de games para PC com a ajuda da internet
O título deste artigo pode até parecer exagerado, mas é o que a Ubisoft deixa transparecer, apesar de dizer que o sistema de DRM que será incluído em seus games para PC daqui em diante “não vai chatear seus clientes”.
Caramba, o cara compra um game para o seu PC e é obrigado a estar constantemente online, com sua conexão à internet ativa e em boas condições enquanto estiver jogando, mesmo que esteja jogando um modo campanha, offline, por exemplo? E se a conexão do gamer cai? E se ele acorda um dia na fissura de jogar seu game da Ubisoft recém comprado, liga seu computador, descobre que está sem internet, liga na prestadora do serviço e descobre que o reestabelecimento do mesmo ainda vai demorar algumas horas?

Créditos da imagem: Shi Yali
De quem é a culpa?
O que acontece então? Nada além disso: o gamer vai ficar sem jogar enquanto sua conexão à internet não for normalizada. A Ubisoft ainda menciona que está frustrada com o mercado de games para PC, e culpa a pirataria por isso. Ok, a pirataria não é legal mesmo. Os caras gastam milhões e milhões de dólares, levam anos desenvolvendo um determinado game para, em determinado momento, vê-lo sendo distribuido nos torrents da vida (ou, talvez, no camelô mais próximo da sua casa, por 10 reais
). É triste e horrível mesmo.
Ninguém quer ver seu trabalho jogado na lama, nas mãos de “piratas”, sendo vendido por uma miséria. Concordo totalmente com este pensamento contra a pirataria. Mas daí a penalizar também quem compra jogos originais, como é o caso? O cara que parcela um game em 5, 6, 7, 10 vezes, ou o cara que compra, de repente, na Estarland e ainda corre o risco de ser taxado?
Leia maisPrimeiras impressões: será “The Misadventures of PB Winterbottom” um novo Braid?

Joguei Braid e adorei. O game, repleto de puzzles, muitos deles difíceis pra caramba, encanta qualquer um, seja pela jogabilidade simples ao extremo, seja pelos belíssimos gráficos, lembrando pinturas a óleo. Realmente, é um dos melhores games que já joguei em meu Xbox 360.
Há poucos dias atrás foi lançado um XBLA chamado “The Misadventures of PB Winterbottom”, o qual é uma mistura de plataforma e puzzle. O jogo da “The Odd Gentlemen” possui belíssimos e inusitados gráficos, primando bastante pelo preto e branco, o que ajuda a dar um charme sem igual ao mesmo.
Sobre o game
“The Misadventures of PB Winterbottom” possui diversos elementos interessantes, e o principal deles é o controle do tempo. É por isto que eu mencionei Braid. Mas, entretanto, este tal controle do tempo ocorre de uma maneira diferente da que ocorre em Braid.
Você cria clones de si mesmo. Você grava seus movimentos, ou até mesmo o personagem parado, e logo em seguida é criado um clone. Se você criou este clone “se movimentando”, ele executará indefinidamente tal movimento até que você, digamos, o “mate”, através do botão “Y”. Se você criou um clone estático, ele ficará ali, onde você o criou, parado.
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