Pelo que se pode deduzir das palavras de Jordan Thomas, produtor de BioShock 2, ele considera a guerra dos consoles como algo que só trás malefícios (e eu concordo, totalmente), pois “parece inundar os canais críticos e abafar outras discussões criativas“. Thomas também espera que que o lançamento multiplataforma de BioShock 2, que ocorre hoje, não represente nenhum tipo de divisão (em outras palavras, mimimi’s de fanboys).

BioShock 2, como se sabe, acaba de ser lançado simultâneamente para Xbox 360, Playstation 3 e PC, o que, em minha opinião, é ótimo. Por que privar-se pessoas que possuem apenas um console, ou têm o PC como sua única plataforma de games, de um determinado título? Existe algum motivo realmente racional pra isto? Em minha opinião, não.

Enquanto fanboys ficam se digladiando em sites, blogs e fóruns por aí, afirmando veementemente que “o meu console é melhor que o seu”, e que “nenhum game hoje exclusivo deveria ser lançado jamais para outra plataforma”, outras pessoas encontram diversão com o console que têm em mãos, seja ele qual for. E estas pessoas poderiam ser enormemente beneficiadas sempre que um exclusivo tivesse uma sequência multiplataforma, por exemplo.

De que adianta um game ser exclusivo? Perdem todos: desenvolvedores, distribuidores, vendedores e gamers. Bato palmas com veemência para o lançamento multiplataforma de BioShock 2, ao contrário do primeiro BioShock, que foi lançado exclusivamente para o Xbox 360 e o console da Sony.

E espero sinceramente que isto se torne uma regra, de hoje em diante. 🙂

(Via: Joystiq)

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