AMY é um survival horror em desenvolvimento pelo estúdio francês VectorCell. Trata-se de um jogo que conta com a direção de Paul Cuisset, criador de diversos jogos, dentre eles o clássico Flashback. O título será lançado até o final de 2011, para Playstation 3 e Xbox 360 (através da PSN e da Xbox Live, respectivamente), e será um lançamento, em minha opinião, extremamente interessante. Segundo a VectorCell, AMY também será lançado para PC, posteriormente.

AMY será distribuído pela publisher européia Lexis Numérique, e contará com a presenta de diversos elementos perturbadores. A história ocorrerá em Dezembro de 2034, em uma pequena cidade chamada Silver City. Até aqui, tudo bem. O problema é que desastres naturais atingiram a terra, causando grandes problemas à humanidade e liberando um vírus mortal que infectou quase todas as pessoas. Os jogadores assumirão o papel de uma mulher chamada Lana, a qual recupera a consciência em meio a toda a grande loucura.

O mundo que ela conhecia já não existe mais, pelo que parece, e grande parte das pessoas que ela conhecia se tornaram parte de uma horda extremamente selvagem. Lana, aliás, sente que o vírus começa a infectá-la. Ela sabe que deve correr para algum lugar distante, o mais rápido possível, para escapar do pesadelo, se é que isto é possível.

Existe, entretanto, a presença de uma pequena garota autista de 8 anos, a qual acaba forçando a protagonista a fazer algumas escolhas que afetarão a vida de ambas. A pequena menina, aliás, possui alguns estranhos poderes, vale ressaltar. Juntas, as duas devem fugir ou lutar contra humanos infectados, demônios e até mesmo contra os próprios militares. É meio que uma corrida que tem por objetivo salvar o mundo da destruição total.

AMY conta com uma atmosfera cinematográfica, além de ambientes e personagens muito bonitos. Trata-se de um jogo que poderá proporcionar muita imersão ao jogador, além de grandes sustos. No título da VectorCell foi utilizada uma tecnologia de captura de movimentos, além de modelos extremamente detalhados. Isto fará com que o game apresente gráficos e animações de altíssima qualidade, e temos de nos lembrar de que estamos falando de um jogo que será distribuído digitalmente.

AMY também contará com elementos stealth. Devido à fragilidade das duas personagens, muitas vezes será necessário correr ou se esconder. Além disso, os jogadores poderão tentar equilibrar o nível de infecção de Lana, e assim entrarem em “quase segurança” em áreas repletas de monstros. Já quando Lana sucumbir totalmente ao vírus, separando-se de Amy, ela não será atacada pelas criaturas. Existe um pequeno porém, entretanto: é óbvio que Lana não poderá deixar que tais momentos durem muito.

Trata-se de um game muito interessante, em minha opinião. Aliás, a simples presença de Paul Cuisset como diretor do projeto já é o suficiente para criar um grande hype em torno do mesmo. O gameplay de AMY também parece ser muito bacana, e o fato de Lana possuir o vírus dentro de si e poder, em determinados momentos, deixar que este mal venha à tona para poder realizar coisas que de outra maneira não seria capaz, representa um elemento interessantíssimo e inusitado.

O mal servindo como aliado na luta contra o próprio mal, e no meio de tudo isto, uma pequena garota indefesa. Às vezes sinto falta de títulos assim. Inovadores. Diferentes. Empolgantes. A Lexis Numérique divulgou um teaser trailer de AMY, bem como algumas novas screenshots do game. Dê uma olhada:

Link para o vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=jWjrOzgGH4M&hd=1

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