1C Company lança “Men of War: Assault Squad Game of the Year Edition”
Isso é o que eu chamo de uma “dose cavalar” de estratégia. A 1C Company lançou a “Men of War: Assault Squad Game of the Year Edition” (para quem não conhece o game principal, eu o analisei, há algum tempo atrás). Men of War: Assault Squad, título desenvolvido pela Digitalmindsoft, por si só já é um jogo fantástico, grandioso e altamente desafiador, sem falar em seus belíssimos gráficos.
O jogo custa cerca de 35 dólares, e posso dizer que este é um valor muito mais do que apropriado para um game como este. Assault Squad é magnífico. Desafiador e complexo, mas magnífico. Durante o gameplay o jogador se sente tentado por diversas vezes a aproximar o zoom ao máximo, tamanha a beleza dos cenários e unidades, bem como seu nível de detalhes.
É um game que requer um bom PC, é claro, mas este é um preço a se pagar por algo tão fantástico. Não me canso de elogiar Men of War: Assault Squad, e o recomendo a todos os meus amigos que apreciam jogos de estratégia em tempo real.
É interessante também mencionar que fui introduzido na série justamente através deste título, e a partir daí pude perceber o quão fantástica é a mesma. Os gráficos de Assault Squad não servem apenas para promover um belíssimo espetáculo visual, eles também ajudam a aumentar a imersão.
O jogo conta com nações que participaram da segunda guerra mundial, e também conta com uma novidade: a primeira aparição do Japão em um título da franquia. O modo multiplayer suporta partidas com até 16 jogadores, e algo muito bacana, também, é o fato de que cada unidade no jogo possui, digamos, sua própria identidade: nome, patente, ocupação, etc. O controle sobre cada uma das unidades também é fantástico: deixe-as de pé, deitadas ou ajoelhadas. Crie diversas estratégias para derrotar os inimigos. O game é repleto de opções.
A Men of War: Assault Squad Game of the Year Edition conta com o seguinte conteúdo:
- O game principal;
- Pacote de expansão “MP Supply Pack Alpha”;
- Pacote de expansão “MP Supply Pack Bravo”;
- Pacote de expansão “MP Supply Pack Charlie”;
- Pacote de expansão “Skirmish Pack”;
- Pacote de expansão “Skirmish Pack 2″;
Ou seja, temos aqui um bundle contendo o game principal + todos os pacotes de expansão lançados para ele até agora. Isto representa um total de 25 missões Skirmish, mais de 50 mapas multiplayer, cinco nações jogáveis, mais de 100 armas diferentes para utilização pela infantaria e mais de 200 veículos.
Esta é uma bela GOTY Edition de um jogo que deve ser jogado por quem aprecia bons RTSs dotados de uma IA fantástica, diga-se de passagem. O controle direto sobre as unidades, então, é algo único, sensacional e extremamente útil. A 1C Company não mencionou o preço desta GOTY Edition, entretanto.

Também não consegui encontrar a edição à venda em nenhum lugar a não ser na loja da própria 1C, e lá ela se encontra em pré-venda. Vou verificar estes detalhes junto à empresa e atualizo este artigo assim que obtiver a resposta. Vale lembrar também que, separadamente, todos os itens acima representam um gasto de US$ 59,94. A GOTY Edition certamente custará menos que isso.
E, de qualquer forma, temos aqui um “pacote estratégico” fantástico. E altamente recomendado.
[Editado]: o jogo já está disponível no Steam, pessoal. E custa US$ 39,99.
Leia maisConheça os ganhadores das quatro Steam keys para King Arthur II: The Role-Playing Wargame

Bom, meus caros, acabei de realizar o sorteio das quatro Steam keys para o jogo King Arthur II: The Role-Playing Wargame, da Neocore Games. Estas keys nos foram cedidas gentilmente pela Paradox Interactive, e os ganhadores são:
- Edilson Jr;
- Arthur Bezeerra;
- Heitor;
- Omar Scher;
Parabéns, amigos. Já estou enviando um e-mail a vocês, e fico no aguardo das respostas. Obrigado a todos por participarem, e abaixo segue o vídeo do sorteio:
Leia maisAnunciados finalistas da décima edição do “Game Audio Network Guild”
Adoro música, e como resultado desta paixão, presto extrema atenção à trilha sonora dos títulos que jogo. Comprar OSTs, aliás, é algo que costumo fazer com certa frequência, e para quem possui este mesmo interesse, vale lembrar que o “Indie Game Music Bundle” está oferecendo trilhas sonoras de games fantásticos por preços super bacanas. As trilhas sonoras de Aquaria, Machinarium, To The Moon e Jamestown fazem parte do pacote.
E por falar nisto, a ”Game Audio Network Guild (G.A.N.G.)” anunciou os finalistas de sua décima edição. A G.A.N.G. é uma espécie de comunidade focada em músicas relacionadas a games. Uma organização sem fins lucrativos que também apoia profissionais de áudio que tem intenção de trabalhar ou já trabalham com jogos eletrônicos.
Os finalistas do “G.A.N.G. Awards” deste ano foram escolhidos por membros da própria organização e também por profissionais da indústria de games, e a cerimônia de premiação acontecerá no dia 08 de Março de 2012, durante a Game Developers Conference, em São Francisco.
O processo de escolha dos finalistas contou com cerca de 70 pessoas e centenas de horas de pesquisa, audição e, é claro, jogatina. Os destaques deste ano ficam com Uncharted 3: Drake’s Deception, com 9 indicações, além de Portal 2, L.A. Noire, Battlefield 3, Star Wars: The Old Republic e The Elder Scrolls V: Skyrim.
Acho muito bacana uma premiação como esta, pois muitos games possuem trilhas sonoras que são simplesmente fantásticas. Trilhas sonoras que conseguem nos fazer sentir vontade de ouvi-las diversas vezes, mesmo quando o jogo em questão já foi até mesmo desinstalado de nossos consoles ou PCs.
Abaixo segue a lista completa com todos os finalistas:
Leia maisSó na indústria de games? Notch quer ajudar Tim Schafer a desenvolver Psychonauts 2
Não sei se este tipo de coisa costuma ocorrer com muita frequência, e/ou se é algo que ocorre (se for o caso) com mais frequência fora da indústria de jogos eletrônicos. Só o que sei é que trata-se de algo realmente curioso e espetacular. Markus Persson, também conhecido como Notch, quer ajudar o game designer Tim Schafer a desenvolver Psychonauts 2.
Markus Persson é o famoso e milionário criador de Minecraft, e pode-se dizer que ele entrou para o restrito grupo dos que possuem muitíssimo dinheiro justamente devido a seu fenomenal jogo sandbox, o qual já vendeu milhões e milhões de cópias. Tim Schafer, por sua vez, é o fundador da Double Fine Productions, e já trabalhou em diversos games, como por exemplo Costume Quest, Stacking, Brutal Legend e Psychonauts.
Psychonauts foi lançado em 2005, e é um título muito bacana. Schafer recentemente disse que “as publishers estão com medo de novas IPs“, e ainda afirmou que um dos desafios enfrentados pela Double Fine sempre foi conseguir fazer com que uma publisher investisse milhões de dólares em um novo jogo.
Os problemas do game designer norte americano, entretanto, podem ser resolvidos, pelo menos parcialmente, devido à ajuda de um desenvolvedor independente. Markus Persson publicou em seu Twitter uma frase que dispensa tradução. Tim Schafer, por sua vez, se mostrou interessado.
A partir daí, pelo que parece, as discussões se iniciaram fora do Twitter, e a Double Fine anunciou: “Tim e Markus estão conversando. Quem sabe o que pode acontecer“? O que salta aos olhos aqui não é nem tanto o possível lançamento de Psychonauts 2, mas sim o fato de um desenvolvedor independente oferecer ajuda a alguém como Tim Schafer e este a aceitar.
Aliás, nem mesmo este é o elemento principal, aqui. O mais sensacional disto tudo é o fato de que os papéis foram invertidos. O (supostamente) menor está ajudando o (também supostamente) maior. Alguém que criou sozinho um game que é um sucesso mundial ofereceu ajuda a um famoso game designer.
Se Psychonauts 2 será lançado ou não, ninguém sabe. Se ele será lançado com a ajuda do criador de Minecraft, também ninguém sabe, por enquanto. Mas uma grande barreira foi aqui quebrada. Enquanto grandes publishers têm medo de investir em novidades e preferem repetir velhas fórmulas todos os anos, os menores (com grande ressalvas neste ponto) não possuem este medo.
Enquanto a THQ vai mal das pernas e Brian Farrell reduz seu salário pela metade, o “mundo dos independentes” está repleto de novas ideias e pode se dar ao luxo de oferecer ajuda a quem bem entender. O problema não está no fato de uma desenvolvedora trabalhar ou não com uma pequena ou grande publisher. O problema está no fato de que muitas publishers têm muito medo de novidades, e não desejam jamais sair de suas zonas de conforto.
Tal doença não é compartilhada por muita gente, é claro, e temos aqui, no recém iniciado relacionamento de Tim Schafer e Markus Persson um grande exemplo disto. Talvez a indústria de jogos eletrônicos comece a mudar sua maneira danosa de agir em relação aos jogadores (pelo menos em grande parte) quando ações como esta começarem a se tornar comuns. Talvez o mundo dos games não esteja perdido, e talvez a festa que muitas empresas promovem com DLCs caça-niqueis e desnecessários comece a sofrer alguns golpes.
Tudo pode acontecer neste nosso mundo, inclusive a transformação (mesmo que demorada) de uma indústria voraz em outra mais comedida e respeitosa. Vamos ver qual será o resultado desta conversa entre o criador de Psychonauts e o criador de Minecraft.
Leia maisGame de corrida Ignite será lançado para dispositivos iOS

O game de corrida Ignite, da Nemesys Games, foi lançado para PC em 28 de Outubro de 2011. Sua desenvolvedora, responsável pela série Fortix, anunciou que o jogo será também lançado para dispositivos iOS. O pessoal da Nemesys iniciou o port de Ignite para o iOS durante o mês passado, e mencionou que somente um dos engenheiros da empresa foi o responsável por fazer o título rodar na engine proprietária utilizada pelo estúdio.
Tal processo levou cerca de 3 semanas para ser concluído, e o novo projeto ainda está em um estágio inicial. De qualquer maneira, é muito bacana saber que um game de corrida tão legal como Ignite será lançado para iPhone e iPad. Ignite é um jogo de corrida estilo arcade, no qual o jogador tem também de se preocupar com sua pontuação.
Drifts, manobras e destruição de objetos presentes na pista rendem pontos, e estes pontos podem ser gastos de diversas maneiras. Existem diferentes tipos de eventos no game. Corridas normais, Knock-Out Races (uma espécie de modo survival) e Run-Out Races, durante as quais o jogador vai perdendo pontos e é eliminado caso chegue a zero. Para que isto não aconteça, é necessário usar o nitro com cautela, realizar drifts e bater em diversos objetos, para recuperar os pontos perdidos.

Este jogo é muito legal, e fico me perguntando como será a experiência de jogá-lo em um iPhone, por exemplo. Espero que o carro também possa ser controlado através do acelerômetro, pois é muito bacana jogar um título assim, no iPhone ou no iPad. Opções para aceleração e frenagem automática também não seriam uma má ideia.
Mas vamos aguardar. A Nemesys Games prometeu divulgar mais informações tão logo novidades surjam.
Leia mais























