Aventuras em Elite: Dangerous – da felicidade à quase desgraça entre um salto e outro

Aventuras em Elite: Dangerous – da felicidade à quase desgraça entre um salto e outro

Não há como negar: Elite: Dangerous é capaz de fazer com que um jogador vá rapidamente da euforia extrema ao desespero total (ou quase) em questão de minutos (ou até mesmo segundos). Seu universo persistente não perdoa. Não esquece. O jogo não hesita quando devemos ser punidos ou absolvidos. Aliás, uma das coisas mais bacanas neste tipo de jogo é justamente isto: a sensação de que estamos fazendo algo meio que perene. O medo, a cautela, a ansiedade, as análises cuidadosas que forçosamente antecedem cada decisão. Não temos como “brincar”, achando que bastará, após a bagunça feita, carregar um save anterior e tudo estará bem novamente. Eu jogo Elite: Dangerous realizando anotações no Evernote e, muitas vezes, até mesmo em papel. Mas até mesmo estes perigos e desastres com os quais podemos nos deparar em ED rendem momentos e histórias fascinantes. E, bem: explodiu sua linda e equipada nave, adquirida após saltos e mais saltos transportando mercadorias de um sistema a outro? Aquela nave na qual você gastou mais de 350.000 CR (ou mais), à qual você havia se apegado tanto? Pague o seguro e obtenha outra igual. “Fácil”. Mas, se você não tiver o valor necessário para tal transação em sua conta bancária, terá de amargar um triste recomeço, com uma Sidewinder básica. Terá, praticamente, de recomeçar. Do zero. É justamente devido a isso que eu recomendo sempre: tenha sempre pelo menos o dinheiro do seguro em sua conta. Tenha mais, se puder, é melhor ainda. Bem, por falar em desastres, perigos, etc, algo nestes moldes aconteceu comigo há uns dias atrás. Um quase desastre, felizmente. E apesar...
Entre Korwey e Alpha Centauri – Elite: Dangerous é lançado

Entre Korwey e Alpha Centauri – Elite: Dangerous é lançado

Hoje, finalmente o estupendo Elite: Dangerous, da Frontier Developments, foi lançado. O lançamento da versão 1.0 do jogo “me pegou” no meio de uma viagem que começou no sistema de Korwey e vai “terminar” em Alpha Centauri. Daí, pretendo seguir para o Sistema Solar. Mais um pedaço da história do CMDR Nyhone Maulerant Desde que adquiri minha Cobra Mk. III, falando nisso, fiz muitas coisas. Viajei por diversos sistemas e perdi dinheiro também. Acabei abandonando um pouco minha rota comercial que envolvia os sistemas de Aulin e Styx, e explorei vários outros sistemas, muitas vezes descobrindo novos corpos celestes para depois vender dados à Universal Cartographics. Infelizmente (e voltando à perda de dinheiro), eu acabei cometendo alguns erros e vendendo mercadorias com prejuízo. Acabei, também, destruindo uma Cobra dentro de uma estação espacial, após uma das últimas atualizações Gamma. Não sei bem ao certo o que aconteceu, mas a atualização bagunçou todo o mapeamento de teclas que eu havia configurado. Até percebi que algo estava errado antes de decolar, mas infelizmente resolvi ir adiante, dentro de uma estação Coriolis, e botões errados, além do desespero, fizeram com que minha nave se chocasse com as paredes violentamente, várias vezes, e explodisse. Bem, dos 60 e poucos mil que estavam em minha conta até aquele momento (eu já havia gastado mais de 370 mil na compra da Cobra), tive de gastar cerca de 26.000 para readquirir tudo novamente, todos os módulos que havia instalado (incluindo o preço de uma nova nave). Coisas da vida. A partir daí, comecei a realizar algumas entregas nos sistemas de Asellus Primus, Chi Herculis, LHS 3006,...
Assista ao espetacular trailer de lançamento de Elite: Dangerous

Assista ao espetacular trailer de lançamento de Elite: Dangerous

Quem acompanha o XboxPlus sabe que estou fissurado em Elite: Dangerous. O jogo da Frontier Developments será lançado no próximo dia 16, mas já está sendo jogado por muita gente. Backers do Kickstarter, compradores de uma versão vendida há até alguns dias atrás que fornecia acesso ao beta (atualmente estamos na fase gama), etc. Já fiz diversas coisas na enorme galáxia de Elite: Dangerous. Já aprendi a aterrissar uma simples Sidewinder (acredite, o processo requer treino), já comprei e vendi muitas coisas, já estive em uma longa jornada durante a qual explorei bastante e já adquiri uma nave Cobra MK III e participei de combates. O jogo é fabuloso, podemos viajar livremente através de uma miríade de sistemas solares. São 400 bilhões de sistemas, e estações espaciais funcionam como abrigos temporários quando estamos cansados, bem como servem para realizarmos reparos nas naves, reabastecermos, ficarmos por dentro das últimas notícias da galáxia e, claro, para pegarmos trabalhos, que podem ser desde simples entregas até a eliminação de certos alvos. E hoje a Frontier Developments divulgou o trailer de lançamento de Elite: Dangerous, o qual é realmente espetacular. Para quem está jogando, é sensacional ouvir os sons externos da nave, ou melhor, ouvir os sons do lado de fora, enquanto a opção de câmera externa não é implementada (me pergunto o quão fiel, aliás, este trailer é neste quesito). O trailer começa exibindo um comandante (no caso, um de nós – vamos sonhar) indo de encontro à sua nave. Logo depois aparecem outros. Outras naves, também. Este início parece ser dentro de uma estação Coriolis, e logo em seguida temos cenas...
The Crew e Euro Truck Simulator 2: pistas virtuais em jogos com propostas diferentes

The Crew e Euro Truck Simulator 2: pistas virtuais em jogos com propostas diferentes

Jogos de corrida existem aos montes. Para os mais variados gostos e estilos de jogadores. Temos simuladores, títulos que levam bem a sério detalhes que também são levados a sério na vida real, com carros recém-­lançados e pilotos reais, temos jogos arcade, mais leves, nos quais a diversão impera, acima de tudo (na grande maioria das vezes, pelo menos), e temos também games que misturam estas duas características e/ou permitem que o jogador decida como quer jogar (mais simulação, menos simulação, um meio termo, etc). O prazer de dirigir em pistas virtuais pode ser bem grande. Pode ser um tanto quanto frustrante, é claro. Ou melhor, a experiência pode frustrar, de repente, um jogador que não está acostumado com o gênero. Diversas desenvolvedoras e publishers já investiram (e continuam investindo) neste “nicho”. Pequenas, médias, grandes, indies, etc: as empresas sempre conseguem maneiras criativas de colocar jogadores atrás de volantes virtuais, em pistas virtuais, de alguma maneira, perseguindo objetivos os mais diversos. Neste artigo gostaria de comentar a respeito de dois títulos excelentes porém com propostas diametralmente opostas. Dois jogos que nos colocam em pistas virtuais e que, no entanto, contam com objetivos e jogabilidade muito diferentes um do outro. Em um somos impelidos a correr, a ultrapassar limites. No outro temos de agir com calma, com paciência, respeitando limites de velocidade. The Crew: carros e mundo aberto Recentemente tivemos o lançamento de The Crew, da Ubisoft (leia texto a respeit0). Um jogo de corrida que oferece ao jogador um enorme mundo aberto; na verdade, trata-se dos Estados Unidos da América, “na íntegra”. The Crew é um jogo de corrida no...
Elite: Dangerous – vida nova, nave dos sonhos e combates, após a longa jornada

Elite: Dangerous – vida nova, nave dos sonhos e combates, após a longa jornada

Pouco tempo se passou desde que comecei a jogar Elite: Dangerous. Mas posso dizer que o jogo já me proporcionou muitos momentos de prazer intenso e muita diversão (e muita raiva, também – malditos piratas!), além de momentos em que simplesmente “parei tudo” e fiquei observando maravilhas diversas no espaço sideral. Você pode dar uma olhada nos textos que já escrevi a respeito do “game espacial” da Frontier Developments através dos links abaixo: Elite: Dangerous – primeiras impressões de um comandante novato; Elite: Dangerous – viagens fantásticas, sistemas incríveis e os prazeres do comércio; Elite: Dangerous – novidades, Gamma, ferramentas e aplicativos; Solidão, exploração e o longo caminho de volta para casa em Elite: Dangerous; Aliás, fica aqui a dica de um excelente texto escrito pelo Carlos Aquino, do Retina Desgastada, sobre o passado da série, incluindo passagens sobre David Braben e Ian Bell, os criadores (Braben é o CEO da Frontier Developments, vale lembrar). Bem, em meu artigo mais recente, narrei minha longa jornada (talvez nem tanto) desde o sistema de Aiabiko até Eranin. Algo em torno de 70 anos luz, mais ou menos. Um “pulinho”? Talvez. Durante esta viagem, me deparei com diversas maravilhas no espaço, incluindo sistemas binários e anãs brancas. Foi uma jornada um tanto quanto estranha, também, dada a enorme solidão. Sistemas vazios, estações que pareciam totalmente automatizadas e nas quais vez ou outra eu topava com calados NPCs. Tudo isto à bordo de uma Hauler, uma nave cargueira, totalmente despreparada para o combate (nesta minha segunda Hauler, nem mesmo um mining laser cheguei a instalar). Também cheguei a fazer algum dinheiro, durante este...
The Crew: acabando de chegar no novo playground da velocidade

The Crew: acabando de chegar no novo playground da velocidade

The Crew é um jogo que chamou minha atenção desde quando dele ouvi falar pela primeira vez. Um jogo de corrida em um enorme mundo aberto. Um “playground da velocidade”. Um jogo de corrida em um mundo online gigantesco e persistente. Com muita força, o título me lembra de Test Drive Unlimited, valendo também lembrar que ele foi desenvolvido pela francesa Ivory Tower com o apoio da Ubisoft. A Ivory Tower, por sua vez, conta com muitos profissionais que trabalharam em TDU, na Eden Games. The Crew apresenta ao jogador um mapa imenso. O jogador pode viajar pelos Estados Unidos, “na íntegra” (sabe como é, existe algo chamado “escala”), atravessando diversos tipos de terrenos, usando diversos carros. Quem anda reclamando de jogos que apresentam “muitas coisas para fazer”, provavelmente não vai se dar lá muito bem com o novo título (e eu ainda quero entender algumas dessas reclamações que ando lendo por aí 😉 ). Constantemente, durante o jogo, somos avisados de novas missões, de novas oportunidades, de novas corridas. Contatos pelo rádio, avisos em tela, etc. Como pilotos, podemos possuir diversos carros e melhorá-los. Trocar peças pouco a pouco, de maneira tal a subir o nível dos carros, fazendo com que eles se tornem mais poderosos e possam participar de cada vez mais eventos. Em cada missão, em cada atividade, ganhamos dinheiro e/ou pontos que podem ser utilizados em upgrades ou na compra de novos veículos. Missões podem ser concluídas junto com outros jogadores, visando melhores ganhos, melhores pontuações, maior chances de sucesso, maior diversão. The Crew parece um MMO. A0liás, alguns chegam a classificá-lo assim. Existe até...
Solidão, exploração e o longo caminho de volta para casa em Elite: Dangerous

Solidão, exploração e o longo caminho de volta para casa em Elite: Dangerous

O espaço realmente é frio. Escuro. Solitário. Hostil. Esta certeza cresce cada vez mais dentro de mim, sessão após sessão de Elite: Dangerous. Mas aquele Comandante que mal sabia aterrissar uma Sidewinder agora ficou mais esperto, digamos. Posso dizer que já viajei bastante, também, e que pouco a pouco pego mais gosto pelo comércio, pelas entregas de uma estação a outra, pelos “fretes”. Pelo jogo como um todo, é claro. É bem verdade que, na imensidão do espaço, mesmo ferramentas construídas para nos auxiliar a encontrar as melhores rotas falham, principalmente com novas versões do jogo sendo lançadas com frequência. O título deste artigo tem a ver com um retorno. O retorno de meu personagem, CMDR Nyhone Maulerant. Não à Terra, não ao Sistema Solar, como pode parecer a princípio. Mas sim aos sistemas nos quais comecei. Nos quais me deparei com minha primeira nave espacial, onde aprendi a pilotá-la, onde comecei a tomar gosto por rotas comerciais e afins. Um retorno aos sistemas onde comecei a jogar Elite: Dangerous. Uma casa? Talvez, mesmo que temporária. Uma casa gigantesca, diga-se de passagem. É uma jornada, obviamente, que tem apenas o objetivo de diversão. De tentar algum tipo de planejamento dentro do game. Uma jornada, quem sabe, desnecessária? Depende. Mas ela já foi iniciada e com certeza será finalizada. Estou me divertindo muito, enquanto isso. E sei que isso vai continuar. Tudo começou, para mim, na famosa estação Azeban City, no sistema de Eranin. Elite: Dangerous, para mim, começou aí. Uma estação do tipo Coriolis, a partir da qual fiz uma série de viagens para Azeban Orbital e também para...
Far Cry 4: começando a desbravar um paraíso vertical

Far Cry 4: começando a desbravar um paraíso vertical

Quando a Ubisoft anunciou Far Cry 4, sem saber porque nem como, eu tinha certeza de que iria adorá-lo, assim que nele pusesse as mãos. Algumas vezes isto ocorre comigo, principalmente quando se trata de jogos de mundo aberto e/ou franquias das quais gosto muito. Tudo bem, fiz diversas suposições em minha mente me baseando em praticamente nada, e eu poderia “ter dado com os burros n’água”. Felizmente eu não estava errado. Dois anos depois de Vaas Montenegro e das paradisíacas ilhas Rook de Far Cry 3 (sem contar com aquela ótima “brincadeira de primeiro de Abril que virou realidade), Far Cry 4 chega com tudo. Um petardo, como costumo dizer. Sai o grupo de amigos de Jason Brody (protagonista de Far Cry 3) e entra em cena Ajay Ghale, um nativo de Kyrat (local onde se passa o jogo) que, no entanto, cresceu nos Estados Unidos. Não que isto seja importante, claro. A história em Far Cry 4 pode funcionar apenas como um pretexto para que o jogador explore aquele gigantesco mundo aberto e se maravilhe com as belezas e as novidades introduzidas. Podemos tentar pensar em FC4 como uma espécie de Just Cause 2 da Ubisoft, por exemplo, no qual a narrativa está presente como algo secundário, um mero pano de fundo para o caos, os tiroteios, os fantásticos passeios e os cenários deslumbrantes que nos convidam à exploração. O modo como a história começa, aliás, a maneira como Ajay Ghale tem seu primeiro contato com o Caminho Dourado, o grupo de guerrilheiros que luta contra o regime ditatorial de Pagan Min (um personagem bem interessante, até),...
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