Demo de Gears of War 3 disponível na Xbox Live (missão Shipwreck)

Publicado por em Dec 29, 2011 em Demos, xbox | Comente agora

A demo de Gears of War 3 está disponível para download na Xbox Live, e nela é possível jogar-se a missão “Shipwreck“. Por enquanto, entretanto, a demo está disponível apenas para assinantes Gold. Eu não sei por que desenvolvedoras e publishers insistem em não liberar demos antes do lançamento de um game. Ou, na pior das hipóteses, após o seu lançamento.

Tenho certeza total de que a Epic Games não teria problema algum com o lançamento de uma demo de Gears of War 3 antes do lançamento do título, em 20 de Setembro de 2011. É claro que estamos falando a respeito de uma das maiores franquias do Xbox 360, de uma série consagrada e famosa. Mas, de qualquer forma, uma demo cairia muito bem, e não só a Gears of War 3.

Bom, “já caiu”, não é? Mas com 3 meses de atraso. É claro que grande parte dos jogadores que estava ou está disposto a comprar Gears of War 3 não se preocupará em baixar a demo, e aí, talvez, ela se transforme em algo inútil. Trata-se de um título que dispensa apresentações, pelo menos para quem jogou seus antecessores e acompanhou todo o hype sobre o último lançamento da franquia. Mas ainda insisto na ideia de que uma demo deveria ser lançada para todos os jogos eletrônicos, sejam eles “AAA” ou não.

(Via: Joystiq)

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2011: inovações, decepções, altos e baixos na indústria de games e mais algumas coisas

Publicado por em Dec 28, 2011 em Artigos, Indústria de games | Comente agora

2011 foi um ano interessantíssimo para quem acompanha a indústria de games. É claro que diversos acontecimentos e lançamentos de níveis similares também ocorreram em anos passados, mas podemos dizer que 2011 foi um grande ano. Aqui no XboxPlus, aliás, pude analisar 46 games durante 2011, e em cerca de 2 anos e meio de existência do site, já escrevi mais de 100 reviews. Isto dá uma média de cerca de 3 reviews por mês. Tive o privilégio, também, de analisar jogos desenvolvidos por grandes e pequenas empresas, e tive o enorme prazer de conhecer trabalhos fantásticos através do XboxPlus.

Posso dizer que, em 2011, também tive surpresas e decepções em relação aos jogos eletrônicos. Grande hype foi criado em cima de jogos que, na verdade, ofereceram pouca ou nenhuma diversão, inovação e valor enquanto trabalho artístico multimídia, digamos, enquanto verdadeiras obras primas foram lançadas e passaram despercebidas pelo grande público. Battlefield 3 conseguiu justificar todo o hype criado pela indústria e pelos jogadores, e durante a E3 2011, por exemplo, tivemos o anúncio de diversos títulos bacanas, como Hitman: Absolution, por exemplo.

Ainda durante a E3 2011, um promissor jogo free-to-play foi anunciado, e a Electronic Arts conseguiu aumentar ainda mais a ansiedade dos fãs de Mass Effect, com dois fenomenais trailers de Mass Effect 3. A  Nintendo anunciou o sucessor do Nintendo Wii, o Wii U, e o já lançado Assassin’s Creed: Revelations também marcou uma bela presença no maior evento anual com a participação da indústria de games. A Microsoft, infelizmente, me causou grande desânimo durante sua conferência de imprensa, ao dar enorme ênfase ao Kinect e seus jogos.

Podemos dizer que 2011 foi um ano muito eclético, em relação aos jogos eletrônicos. Diversos estilos fizeram grande sucesso e mostraram ao mundo que nem só de First Person Shooters e MMOs vive o mundo dos games. Jogos estilo tower defense como Anomaly: Warzone Earth, Sanctum, Orcs Must Die!, Defenders of ArdaniaUnstoppable Gorg (estes dois últimos ainda não lançados) também ajudaram bastante a revigorar a biblioteca de muitos jogadores, ao inserir elementos únicos e inovadores em jogos que, a princípio, nada teriam a ver com eles. Também tivemos bons puzzles em 2011, como EDGE e SpaceChem, por exemplo.

A Electronic Arts, por sua vez, foi uma das empresas que mais, digamos, “aprontou” em 2011. Ela lançou seu próprio serviço de distribuição digital, o Origin, e apesar da promessa de que já a partir de Novembro passado o novo serviço começaria a vender jogos de outras publishers, tudo o que temos até agora é um único game de terceiros: da Capcom. Além disso, a EA iniciou uma espécie de “briga” com a Valve e com o Steam, removendo Crysis 2 desta plataforma, o que é algo totalmente estranho.

Battlefield 3 também não foi lançado no Steam, apesar de ter sido lançado em outros sites de distribuição digital de games, o que denota que o problema é mesmo com o Steam e seus termos de serviço. De qualquer maneira, perdem os jogadores, que não podem mais contar com o Steam para comprarem títulos da EA, e a própria Electronic Arts, que não possui seu fantástico jogo na maior “vitrine virtual” de jogos eletrônicos do mundo.

Dead Island, um dos jogos mais aguardados de 2011, acabou de certa forma tendo grande parte de seu hype alavancado por um único e, certamente, fantástico trailer. Trailer este que, entretanto, enganou a muitos jogadores, pois transmite uma sensação e um estilo de jogo que não são condizentes com o título da polonesa Techland. Aliás, por falar em decepções, Brink, da Splash Damage / Bethesda Softworks, representou uma das maiores do ano, para mim.

Seus trailers eram fantásticos e enganadores. No final, Brink acabou se mostrando uma espécie de colcha de retalhos. Um jogo focado no multiplayer cuja “campanha” é revestida de uma espécie de capa que a faz parecer também com uma partida multiplayer. Brink é um jogo repleto de boas idéias. Idéias que, entretanto, não funcionaram como deveriam. Como disse em meu review do título, “Brink também mostra que, mais do que nunca, todo game deveria possuir uma demo“. Quanta gente não foi enganada por trailers, informações esparsas e imagens do jogo? Ainda na seção “decepção”, não poderia faltar o horrível Duke Nukem Forever, bomba que após mais de uma década acabou explodindo nas mãos da talentosa Gearbox.

Duke Nukem Forever é o típico jogo que jamais deveria ter sido lançado. Seria muito melhor permanecermos naquela espera e imaginarmos como seria um hipotético DNF, do que colocarmos as mãos nesta porcaria que já chegou a ser vendida por 5 dólares no Steam. Longe de mim afirmar, é claro, que o preço determina a qualidade de um jogo. Mas digamos que Duke Nukem Forever deveria ser um título através do qual os jogadores pudessem receber dinheiro para jogá-lo, tão terrível é a experiência.

A Paradox Interactive realizou um belo trabalho em 2011, também, com sua line-up focada em estratégia e similares. Sword of the Stars II: Lords of WinterMount & Blade: With Fire & SwordPirates of Black CoveCities in MotionSengokuSupreme Ruler: Cold WarPride of Nations e Magicka são alguns dos sensacionais títulos lançados este ano pela publisher sueca, a qual também conta com belos jogos já anunciados para 2012.

Dois estúdios não independentes responsáveis por games sensacionais também foram fechados este ano. A THQ fechou a Kaos Studios, empresa responsável por Homefront e Frontlines: Fuel of War, por exemplo, e já anunciou que a Crytek desenvolverá Homefront 2. Outro fechamento ocorrido este ano e que, pelo menos a mim, causou grande tristeza, foi o da Bizarre Creations, pela Activision. A Bizarre Creations criou dois jogos que adoro: PGR4 e Blur. Jogos de corrida arcade extremamente divertidos e bonitos, diga-se de passagem.

Este ano também tivemos, é claro, mais um lançamento anual da grande franquia Call of Duty. Modern Warfare 3 se mostrou um bom jogo, e talvez um dos motivos para que ele tenha vendido mais que seu oponente Battlefield 3, além do fator “tradição”, seja o fato deste último ser um jogo cujos gráficos maravilhosos somente podem ser vistos em PCs com configurações parrudas.

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Próxima rodada da “Steam Holiday Sale” terá Dungeon Defenders por US$ 3,75

Publicado por em Dec 28, 2011 em Notícias, PC | 2 comentários

Hoje, 28 de Dezembro de 2012, a partir das 16:00 hrs (horário de Brasília), o game Dungeon Defenders, da Trendy Entertainment, começará a ser vendido por apenas US$ 3,75 no Steam. Mais uma vez este fenomenal jogo híbrido será vendido no site de distribuição digital da Valve com um fantástico desconto de 75%, o qual será aplicado somente hoje. Portanto, trata-se da última oportunidade de adquirir Dungeon Defenders durante a Steam Holiday Sale com 75% de desconto.

A partir de amanhã o jogo volta a ser vendido com 50% de desconto, até o dia 02 de Janeiro de 2012. Juntamente com o game principal, alguns de seus pacotes de expansão também serão vendidos com 75% de desconto somente hoje. Veja a lista abaixo:

- Dungeon Defenders New Heroes DLC – US$ 1,25

- Dungeon Defenders Warping Core Challenge Mission Pack – US$ 0,49

- Dungeon Defenders The Great Turkey Hunt! Mission & Costumes – US$ 0,49

- Dungeon Defenders Halloween Mission Pack – US$ 0,49

- Dungeon Defenders Halloween Costume Pack – US$ 0,25

Preços muito legais. É hora dos jogadores verem quais DLCs lhes interessam mais e, então, tentarem driblar o escorpião de seus bolsos. Aliás, haja tempo e dinheiro para tantos games e promoções, hein?

De qualquer maneira, Dungeon Defenders é muito bacana. Comprá-lo por US$ 3,75, então, é muito bom. Com este valor em mãos não conseguimos comprar nem um lanche decente.

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S.T.A.L.K.E.R. e GSC Game World: talvez ainda haja esperança

Publicado por em Dec 28, 2011 em Indústria de games, Notícias | Comente agora

O (hipotético?) fim da desenvolvedora ucraniana GSC Game World, criadora da fantástica série S.T.A.L.K.E.R., causou muito barulho e tristeza, há cerca de 3 semanas atrás. A empresa foi fechada por seu proprietário, Sergei Grigorovich, e Sergey Galenkin, da 1C Ucrânia, também confirmou seu fechamento. O fechamento da GSC, além de tudo, significaria o fim de qualquer esperança em relação ao lançamento de S.T.A.L.K.E.R. 2. Pelo menos a princípio.

No mesmo dia do anúncio do fechamento, Joe Mullin, da GSC Game World, já estava procurando emprego no Twitter. A GSC também chegou a negar seu fechamento, através de seu Twitter oficial, mas o tweet em questão foi apagado. Entretanto, talvez ainda exista esperança. A empresa divulgou um texto muito animador, também através de seu Twitter oficial:

Prezados Stalkers, nós não lançaremos nenhuma notícia oficial até meados de Janeiro. Entretanto, existe motivo para esperança! Boa caça!

Creio que uma frase como esta não seria divulgada caso a empresa não tivesse a intenção de retornar à ativa, se é que ela chegou algum dia a encerrar suas atividades. Além disso, as menções a “notícia oficial”, “motivo para esperança” e a finalização da frase com “boa caça” são mais do que suficientes para deixarem os fãs em polvorosa.

Um tweet anterior ao acima dizia: ”Nós faremos o nosso melhor para continuar. Entretanto, neste momento, nada é certo“.

Pelo que podemos perceber, houve uma certa evolução no caso, e talvez os problemas que levaram ao anúncio do fim da GSC Game World estejam sendo resolvidos aos poucos. Torço sinceramente para que a empresa não feche as portas, e para que S.T.A.L.K.E.R. 2 seja lançado. O trabalho desta desenvolvedora ucraniana é algo único, e percebe-se claramente que S.T.A.L.K.E.R.: Shadow of ChernobylS.T.A.L.K.E.R.: Call of Pripyat não são jogos comuns.

Estamos falando de títulos que lidam com um grande e real desastre. Obras de pessoas extremamente corajosas, tanto durante o desenvolvimento quanto em relação ao próprio game e sua temática. Afinal, lidar com um desastre de tamanha magnitude, o qual ocorreu na própria Ucrânia, ou seja, a terra natal da GSC, não é para qualquer um. Vamos aguardar por mais novidades.  Tenho certeza que elas virão, e Janeiro já está chegando. Esta é uma franquia que merece continuar, e pelas mãos daqueles que a ela deram início.

(Via:  Rock, Paper Shotgun – 1, 2, 3)

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Battle Duty: Modern Field 3 – o “melhor” das franquias da Activision e da EA, na App Store

Publicado por em Dec 28, 2011 em Notícias, Portáteis/Mobile | 2 comentários

Foi lançado na App Store um “game” chamado Battle Duty: Modern Field 3, o qual é claramente uma paródia de Battlefield 3, da EA, e Modern Warfare 3, da Activision. Desenvolvido pela Imba Entertainment, o título está disponível para iPhone, iPad e iPod touch. Seus desenvolvedores ainda mencionam que suporte ao Game Center e mais níveis chegarão em breve.

Ao observar-se o trailer de Battle Duty: Modern Field 3, fica claro que o jogo utiliza imagens dos dois títulos acima mencionados e inclui elementos adicionais que podem ser atingidos pelo jogador. Não tive coragem, sinceramente, de pagar os US$ 0,99 cobrados pelo jogo, mas tenho quase certeza de que tanto a Electronic Arts quanto a Activision já devem possuir algumas cópias do mesmo.

A ideia até que é “legalzinha”, mas os gráficos e a jogabilidade demonstrados não convencem muito. O design de todos os elementos que não pertencem às cenas de MW3 e BF3 parece ser bem pobre, e tenho certeza de que um maior cuidado nesta parte seria muito bem vindo. Além disso, onde fica o elemento “paródia”, em Battle Duty: Modern Field 3? Imagens sobrepostas, um ou outro personagem quase estático engraçado… e nada mais?

Não joguei o título, mas não me sinto tentado a comprá-lo. De qualquer forma, fica aqui a “dica” de um “game”. Não sei se Battle Duty: Modern Field 3 é legal, mas se algum (corajoso) leitor do XboxPlus comprá-lo, sinta-se à vontade para deixar aqui suas impressões. Enquanto isto, assista ao trailer de BD: MF 3:

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