Posso dizer que sou um grande fã da distribuição digital de games, apesar de saber que ela representa a morte dos games em caixa, dos manuais impressos, das edições de colecionador cheias de badulaques palpáveis, e de tudo aquilo que muitas vezes provoca muita alegria a muitos gamers de uma forma um tanto quanto “física”.
Adoro meus games em caixa, os manuais (principalmente quando bem feitos), e tudo o que acompanha tais artigos. Ainda fico maravilhado quando olho para minha edição de BioShock com sua sobrecapa meio que plastificada e em alto relevo. Adoro minha GOTY Edition the Oblivion, com o DVD adicional contendo diversas expansões. Fiquei morrendo de raiva quando não pude comprar a Collector’s Edition de Mass Effect 2 mas, mesmo assim, não chego a sentir pela distribuição digital, principalmente de games, a mesma “aversão”, digamos, que sinto pelos sensores de movimento.

Com a distribuição digital não existe frete nem demora
Talvez isto se deva, em grande parte, ao imediatismo. Comprar games via download é muito mais simples, rápido e barato. É muito mais fácil comprar um lançamento multiplataforma no Steam ou no Direct2Drive, por exemplo, do que comprar sua versão em caixa para o Xbox 360 ou para o Playstation 3 e ter de amargar semanas ou meses até que o game chegue em suas mãos.
É muito mais prático. O tempo para a entrega é definido pela velocidade de sua conexão à internet e pela disponibilidade ou não de recursos em sua conta bancária (você pode comprar no lançamento ou não). Você não pode parcelar o game em 10 vezes sem juros, na distribuição digital, o que seria possível se você optasse por comprar um game como Alan Wake (exclusivo do Xbox), por exemplo, por R$ 159,00, em uma loja nacional. Mas, no modelo “distribuição digital” você não tem de se preocupar com extravios nem tampouco com o risco do game chegar com a caixa ou a mídia danificada em sua casa.
Transforme caixas em bytes
Enquanto no modelo tradicional de compra e venda de games nossas estantes, prateleiras, armários, racks e outros móveis vão aos poucos sendo entupidos de caixas, no modelo digital isto inexiste ou, pelo menos, deixa de existir fisicamente. O “problema”, neste último modelo, fica por conta do tamanho de seu HD. Mas nada nos impede de desinstalarmos um game em nossa conta junto ao Steam, assim que o finalizarmos: ele permanecerá em nossa conta, pronto para ser reinstalado quando necessário. O mesmo ocorre com outros serviços de distribuição digital de games: downloads são na maioria das vezes os únicos “problemas” com os quais você terá de “lidar” caso decida jogar um game novamente.
Ontem escrevi a respeito dos jogos online e a respeito de como o multiplayer transformou os games em uma experiência social. É muito interessante, e digno de nota, aliás, quando nos deparamos com exemplos recentes de desenvolvedoras que estão trabalhando árduamente para transformar um lançamento em algo o mais “social”, digamos, possível.
É o caso da Blizzard com StarCraft II: Wings of Liberty. A empresa está fazendo um belo trabalho também no Brasil, e o Battle.net está se transformando em um verdadeiro centro de informações em português sobre o jogo. Artigos postados com certa frequência, muito material, vídeos e screenshots disponíveis, e os “Relatórios de Reconhecimento“, os quais nada mais são do que excelentes análises de mapas de StarCraft II feitas pela própria Blizzard.
A empresa publicou recentemente a análise do mapa Estação de Sucata, análise esta que se junta à do mapa Templo Perdido. Nesta última análise, a Blizzard também destaca os pontos principais do mapa, o qual é inédito, ou seja, diferentemente do Templo Perdido, não estava presente no primeiro StarCraft.
A Blizzard menciona todas as expansões, posicões iniciais, torres Xel’naga e também comenta a respeito da proximidade das duas posições iniciais, fornecendo inclusive a localização das mesmas. Acho muito interessantes estes “Relatórios de Reconhecimento”, pois neles, aliás, a desenvolvedora também informa a respeito das dificuldades e facilidades de cada mapa. Pelos dois relatórios já publicados até agora, dá para perceber o cuidado com a divulgação de informações completas porém de forma rápida que a empresa, presente no Brasil, possui. Um texto com algo em torno de 400 palavras consegue dar ao jogador uma idéia muito clara de como é o mapa.
Isto é muito útil, principalmente porque nas análises são também fornecidas informações a respeito das melhores (dentre inúmeras possíveis, é claro) estratégias para obter sucesso, vencer o inimigo e melhor se defender. A Blizzard também pergunta a opinião dos jogadores, em cada análise, o que não deixa de ser interessantíssimo e me leva a pensar em como tudo isto pode transformar StarCraft II: Wings of Liberty em um dos games mais “sociáveis”, digamos, no Brasil.
Jogadores e desenvolvedora: o jogo sempre é melhor quando há comunicação
Uma coisa é o interesse na comunicação, na formação de uma comunidade forte em torno de um game, etc, partir única e exclusivamente dos gamers. Outra coisa bem diferente e muito valiosa é a própria desenvolvedora dar mostras de que lançou o game e vai desenvolver todo um trabalho de “captação de novos jogadores” e também cativar os já existentes, através da publicação de informações constantes e da atenção aos gamers.
StarCraft II possui um modo campanha. Isto é, digamos, algo finito. Entretanto, seu lado multiplayer não possui um fim, e é justamente isto o que a Blizzard está explorando, de forma magistral. Além do game ser fantástico, ainda contamos com diversos artigos no Battle.net, com um fórum em português e com a divulgação de material escrito pelos próprios jogadores, dentre outras coisas.
Com a introdução do “lado multiplayer” nos jogos eletrônicos, o que antes era uma experiência solitária se transformou em algo mais amplo. O que antes isolava jogadores do mundo, agora os introduz em “novos ambientes” e os coloca em contato com pessoas diferentes, de diferentes culturas e modos de enxergar a vida (e de jogar). Jogos online, é disto o que estou falando. Da possibilidade de jogar o seu game preferido juntamente com outras pessoas.
Há até pouco tempo atrás (afinal, o que são 20, 30 anos na história da humanidade?) jogar vídeo-game era um “fator isolador”. Isolador do mundo real. O gamer trancado em seu quarto, com o controle de seu Atari 2600 nas mãos (é, passei por esta época), debulhando jogos como Decathlon, River Raid, Frogger, Pac-Man e tantos outros, se esquecia, muitas vezes, de que existia vida fora da máquina, e isto acabava sendo um tanto quanto triste.
Não que o simples fato de jogar vídeo-game representasse/represente algo danoso e/ou melancólico, principalmente quando em jogos “solo”, sem amigos para um jogo “um contra um”, mas o fato é que nesta época “singleplayer only”, jogar vídeo-game acabava por retirar o jogador do convívio com outros seres humanos de uma forma um tanto quanto diferente, pois o inseria em um “outro mundo” repleto de vida artificial, apenas, sem lhe oferecer outras opções. Algo muito diferente ocorria, e ainda ocorre, com jogos de tabuleiro, jogos de cartas, etc, onde a presença de outras pessoas é necessária.
A atual geração de consoles e a mudança que ela provocou no universo dos vídeo-games
Este, talvez, tenha sido um dos fatores que fizeram com que os jogos eletrônicos fossem, pouco a pouco, sendo visto com maus olhos por grande parcela da sociedade. Isto começou a mudar, pelo menos no quesito “sociabilidade”, na atual geração, quando Sony, Microsoft e Nintendo construíram as redes em torno de seus consoles (PSN, Xbox Live e WiiWare, respectivamente).

Agora, podemos ligar nossos consoles mesmo se não tenhamos vontade de jogar. Podemos ligá-los apenas para conversar com nossos amigos, amizades muitas vezes feitas nas próprias redes. Agora, o que antes podia ser solitário se transformou em uma experiência extremamente social. Jogos eletrônicos não são mais o que eram há 10, 20 anos atrás, quando nada mais era necessário além do console, dos controles, do jogo e de uma televisão. Agora, existe um “algo mais” necessário: conexão. Conexão à internet e conexão com outras pessoas. Pessoas reais, possuidoras do mesmo console que você ou pertencentes à mesma rede.
E possível manter contato com seus amigos gamers mesmo enquanto você joga na Xbox Live, em seu Xbox, e eles jogam Games For Windows Live, em seus PC’s. Uma pena não ser possível disputar partidas “cross platform”, algo que foi meio que abandonado pela Microsoft, pois aí a integração, a interatividade, a liberdade e o lado social dos games seria ainda maior. Hoje em dia, ouço muitos amigos dizerem que ligaram seus consoles apenas para bater papo. Ou seja, um console de última geração hoje em dia, sem conexão à internet, é um “ponto morto”. Ele está “escondido”, à parte da interatividade que as redes online proporcionam e que, em minha opinião, é um dos pontos fortes da atual geração de vídeo-games.
Compre um Xbox 360 ou um Playstation 3, por exemplo, e me diga quanto tempo você conseguirá ficar sem conectá-lo à internet. Se você quiser aproveitar tudo de bom que eles oferecem, eu já sei a sua resposta: “muito pouco tempo”. A conectividade dos consoles à internet e o consequente acesso às suas redes online proporciona ao jogador maneiras de não somente jogar, mas sim de interagir. De sair do comodismo. Jogar contra a inteligência artificial não é a mesma coisa que jogar contra jogadores reais. Contra pessoas que podem possuir as mesmas habilidades que você ou não. Isto proporciona uma riqueza de detalhes, experiências, alegrias (muitas vezes tristezas, quando você leva um headshot em Modern Warfare 2 sem saber de onde veio o tiro
) e faz tanto bem, que muita gente abandona o singleplayer em detrimento do multiplayer muito frequentemente, e por grandes períodos de tempo.
Muitas pessoas compram um game apenas pensando em seus modos multiplayer. Apenas pensando em jogar o modo cooperativo online que muitos deles possuem. A relação entre os consoles de última geração e o multiplayer é a mesma entre os computadores e a grande rede. Nada muda, o hardware é o mesmo, os recursos são os mesmos, você pode instalar os mesmos softwares/games, etc. Entretanto, o lado mais rico fica de fora se não existe multiplayer/conexão à internet. Fique sem conexão à internet por algum tempo e me responda depois se você permaneceu por muito tempo em frente ao seu computador, durante este período.

Hoje em dia tudo está se voltando para o “social”. Games musicais com integração à Last.fm, a qual, aliás, é uma grande rede social musical. O Xbox possui integração com o Twitter, com o Facebook e com a própria Last.fm. Muita gente deixa de comprar grandes games se estes não possuírem suporte a partidas online, e muitas empresas têm dado mais atenção a esta parte do que ao modo campanha de seus games.
Multiplayer versus Singleplayer
Confesso que sou louco também por uma boa história. Adoro explorar a campanha de todos os games que compro. Ao máximo. Perco muito tempo, muito mesmo, explorando o cenário, pesquisando, levantando dados a respeito da história do game na internet, lendo reviews (mesmo que eles nunca sejam fator decisivo em minhas compras), e posso dizer que a importância que dou ao singleplayer é a mesma que dou ao multiplayer.
Adoro interatividade, mas também adoro a solidão e a calmaria de jogar sozinho. É interessante notar que, muitas vezes, começamos a escrever um artigo pensando “na multidão” e em seu final terminamos por mencionar que somos também “adeptos” da solidão. De um cantinho no qual possamos jogar nossos games com tranquilidade, “desconectados” e deixando a história nos levar.
Mas é interessante também observarmos que sem a conectividade, a atual geração de consoles não teria chegado onde chegou. Consoles desconectados são como pontos cegos no radar. A PSN e a Xbox Live são justamente os maiores apelos do Playstation 3 e do Xbox 360, respectivamente. Agora vem a pergunta final: Como o multiplayer fez dos games uma experiência social?
São inúmeras as respostas possíveis, e todas elas possuem um ponto em comum: interligando mentes. Conectando pessoas. Transformando games em encontros sociais. Transformando partidas de jogos de guerra em motivos para boas gargalhadas. Transmutando a água muitas vezes insossa do singleplayer em um delicioso vinho chamado multiplayer. Transformando os consoles em máquinas sociais.
Desconecte sua máquina de jogos da internet por uma semana, e me diga qual a sensação após este período.

O título deste artigo na verdade é uma brincadeira para, digamos, mostrar o quanto estou enferrujado para jogar RTS’s e dar aos mesmos a atenção e o tempo que eles merecem. Mas já vou logo dizendo que isto vai mudar.
O fato é que StarCraft II: Wings of Liberty é um daqueles games que requer, realmente, muito gás. Muita resistência, tempo, dedicação, persistência e até mesmo estudo. Afinal, é um game complexo. Um game de estratégia em tempo real com uma campanha fantástica e um multiplayer maravilhoso.
Vocês irão perceber que, ao final deste artigo, até mesmo eu já estarei com meus estoques de gás Vespeno reabastecidos. StarCraft II possui, além de uma campanha fenomenal, um multiplayer fantástico. Tudo está interligado ao Battle.net, e toda a sua evolução no game depende principalmente de seus resultados no multiplayer, ou seja, daquilo que você faz ao jogar com outras pessoas, gente como você, de todos lugares do mundo. E, apesar da complexidade, SC II não é um bicho de sete cabeças. Se você tiver um pouco de paciência, aprenderá a jogá-lo dentro de algum tempo.
Voltando ao multiplayer, vale ressaltar que jogar com pessoas, com jogadores reais, e não com a IA, é algo fantástico, pois você tem a possibilidade de lidar com pensamentos, estratégias, maneiras de jogar e habilidades diferentes. Tudo planejado por uma mente, humana, e não resultados oferecidos por linhas de código. Uma partida jamais é igual à outra, e você tanto pode se dar bem, rapidamente, quanto pode ser literalmente massacrado em questão de poucos minutos. Algo muito interessante neste lançamento da Blizzard é o fato de que ele trabalha como um cliente. Ao efetuar login no game, você obtém acesso imediato a uma tela inicial que fornece atalhos para tudo o que está disponível no game: notícias, jogos singleplayer e multiplayer, gerenciamento de sua conta, visualização de realizações, ajuda, replays de suas partidas (sim, você pode gravar e armazenar replays), etc.
É claro que tudo isto não é novidade para os veteranos, mais muita gente pode não conhecer estes detalhes, portanto, achei interessante mencioná-los. É possível também criar grupos, para, digamos, facilitar a comunicação e o jogo com seus amigos, e também jogar missões de desafio, para aprimorar suas habilidades e reforçar o aprendizado sobre o que cada unidade pode ou não fazer, seus pontos fortes e fracos, etc.

Jogar StarCraft II é uma experiência enriquecedora, e se você quiser aproveitar ao máximo tudo o que o game oferece, é necessário estudar, treinar, jogar várias vezes cada uma das missões singleplayer, e participar de muitas, mas muitas mesmo, partidas multiplayer, onde suas habilidades serão sempre testadas. O game vem com um manual em PDF que fornece algumas informações básicas e primordiais. O site Battle.net também possui muitas informações valiosas, e é altamente recomendável que você passe algumas horas navegando pelo mesmo, lendo todo o material lá disponibilizado.
Multiplayer em StarCraft II: Wings of Liberty
Você pode jogar contra seus amigos ou “cair na rede” e jogar contra qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo. Para acessar o multiplayer, basta escolher a opção “Jogo em grupo”, na versão em português. A partir daí, você pode selecionar o esquema (1 contra 1 - 2 contra 2), sua raça (Terrano, Zerg, Protoss ou deixar que o jogo escolha a raça aleatoriamente para você), e também jogar na Liga de Treinamento, o que torna as coisas mais fáceis. Trata-se, digamos, de uma sessão de treinamento com duração pré-definida. É possível também jogar o modo co-op, onde você e outros jogadores poderão batalhar contra a inteligência artificial do game, e ainda existem os jogos personalizados.

Aqui, você pode criar seu jogo ou escolher um dos já criados.Vá descendo e clicando no botão “Mostrar mais”, e veja a quantidade de games disponíveis. É absurda!
Criar um jogo é muito simples. Você escolhe o mapa, pode obter descrições sobre o mesmo e também definir o modo de jogo (corpo-a-corpo, modo co-op versus inteligência artificial ou personalizado), e logo em seguida já pode partir para o campo de batalha.
Este post na verdade é uma maneira de demonstrar minha indignação contra a pirataria, e em seu título fiz uma espécie de comparação. Minha indignação contra a pirataria é algo que, aliás, nunca escondi de ninguém. É claro que cedo ou tarde isto iria acontecer, mas minha tristeza não deixou de ocorrer. StarCraft II: Wings of Liberty já está sendo disponibilizado de “maneira não legal”. Utilizo o Google Alerts, e em um dos alertas a mim enviados, constava um link para um site que é um verdadeiro antro de pirataria. Mais ou menos assim: caiu no mar virou comida de tubarão.
Já havia entrado em contato com o provedor que hospeda este site anteriormente (não vou divulgar o link, é claro), pois diversos games de empresas parceiras estavam sendo disponibilizados lá de forma ilegal (e ainda estão), e o mesmo me respondeu que, simplesmente, não iria fazer nada porque “apenas” o texto estava hospedado no site. O conteúdo “genérico” estava armazenado em serviços tais como RapidShare, MegaUpload, etc. Ou seja, atitude muito mais do que ridícula.
Ontem à noite entrei em contato com a Blizzard Brazil e a pessoa com a qual mantenho contato lá me respondeu hoje cedo. Espero que consigam retirar este site do ar, pois no caso de StarCraft 2 a situação é mais triste ainda. Trata-se de um tremendo esforço da Blizzard. A empresa lançou o game oficialmente no Brasil, totalmente localizado. O game possui manuais em português e está sendo vendido a um preço muito mais do que justo. Existe também a opção de optar pela versão ilimitada ou a limitada. Neste último caso, é possível realizar um posterior upgrade para a versão full ou então pagar 10 reais mensais para continuar jogando. Muito justo, e como se trata de um game atrelado a um serviço, mais do que adequado (além de barato).
Trata-se de um game que na verdade é um cliente, que conecta você à enorme rede Battle.net e a partir daí coloca todo um universo multiplayer e singleplayer à sua disposição. Trata-se de um trabalho belíssimo. De um game que foi lançado através de um evento no Morumbi Shopping, em São Paulo, evento que, com certeza, deve ter sido muito bacana (o primeiro comprador recebeu brindes muito especiais, vale lembrar). StarCraft II: Wings of Liberty é um daqueles games que, como sempre costumo dizer, vale muito mais do que custa.
Então, eu não consigo entender este “trabalho” dessa gente que tem o “trabalho” de “oferecer” este tipo de coisa. Não entendo isto, não entendo o porquê de algumas empresas de hospedagem não tomarem o devido cuidado em relação àquilo que seus clientes fazem e/ou armazenam em seus servidores, e não darem a mínima quando alguém entra em contato alertando-os das atitudes ilegais que estão sendo praticadas em sites hospedados em seus servidores.
Não consigo imaginar o que leva uma pessoa a gastar R$ 200,00 em uma noite de balada, “enchendo a cara” de cerveja (também gosto de cerveja, já vou avisando, mas não é este o caso, aqui
) e achar caro pagar R$ 49,00 em um jogo como o StarCraft II, o qual lhe proporcionará muitíssimas horas, dias, semanas, meses, anos, até, de diversão, enquanto que se os R$ 200,00 da balada forem empregados para este mesmo fim todos os finais de semana não demorará muito tempo para que o cidadão sofra algum problema de saúde.
Resolvi publicar este desabafo, digamos, pois estou acompanhando toda a “maratona” da Blizzard e seu esforço para lançar SC II da forma como foi lançado no Brasil já há algum tempo. Espero, mesmo, que lugares que disponibilizam games e softwares de forma ilegal sejam paulatinamente postos offline. É claro que é uma luta de esquilos contra leões, mas tudo começa pelo início. Sabemos que a pirataria não acabará, mas qualquer ação, por mínima que seja, tendo como objetivo minimizar este mal, que acaba penalizando quem paga por seus games (vejam o caso do DRM da Ubisoft), é bem vinda. Boa sorte, Blizzard, e parabéns, mais uma vez.
E, amigos, este é um aviso meio chato, e sei que os leitores do XboxPlus nem precisam lê-lo, mas tenho que dá-lo mesmo assim, para qualquer possível eventualidade, pois já sofri com este tipo de coisa no passado, e não gostaria de sofrer novamente. Qualquer comentário que faça apologia à pirataria e/ou incentive downloads ilegais, etc, não será respondido: será deletado.
Não quero novamente ser chamado de “riquinho” só porque trabalho duramente e compro meus games e consoles como muito esforço.
E, respondendo ao título do post: tenho total certeza de que Jim Raynor e seu pessoal sairá vitorioso, de uma forma ou de outra.
E vocês, o que pensam desta triste situação (já esperada, infelizmente)?