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	<title>XboxPlus Blog de Games - Dicas, análises, tutoriais. Games, consoles e jogos em geral &#187; Artigos</title>
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		<title>Para CEO da Paradox Interactive, a próxima geração de consoles será provavelmente a última</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 19:11:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito já se falou a respeito do futuro do PC enquanto plataforma de jogos eletrônicos. Muita gente, aliás, chegou a decretar o fim dos games para PC. É claro que hoje em dia quase não se fala mais nisso e, mais do que nunca, sabemos que o PC como plataforma de games está mais vivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-21643" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="pc_versus_consoles" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2012/01/pc_versus_consoles.jpg" alt="" width="640" height="139" /></p>
<p>Muito já se falou a respeito do futuro do <strong>PC</strong> enquanto plataforma de <strong>jogos eletrônicos</strong>. Muita gente, aliás, chegou a decretar o fim dos games para PC. É claro que hoje em dia quase não se fala mais nisso e, mais do que nunca, sabemos que o PC como plataforma de games está mais vivo do que nunca. Grandes lançamentos quase sempre saem de forma simultânea para PC e consoles, e existem diversos títulos e gêneros que existem, sobrevivem e são lançados apenas para computadores pessoais.</p>
<p>Para o CEO da <strong>Paradox Interactive</strong>, <strong>Fredrik Wester</strong>, a próxima geração de consoles será provavelmente a última. &#8220;<em>A próxima geração de consoles será provavelmente a última</em>&#8220;, diz Wester. &#8220;<em>Eu ficaria surpreso se vermos outra geração após essa</em> [a próxima]&#8220;, continua o CEO da Paradox.</p>
<p>Para Fredrik Wester, o futuro está nos produtos e plataformas abertas, como por exemplo PC, dispositivos móveis e redes sociais. Ele também acredita em uma queda nas vendas de produtos em caixa. Por &#8220;produtos&#8221; e &#8220;produtos em caixa&#8221;, aqui, creio que devemos entender &#8220;jogos eletrônicos&#8221; e &#8220;jogos eletrônicos vendidos em caixa&#8221;.</p>
<p>É claro que temos também de levar em consideração o fato de que a empresa de Wester trabalha quase que exclusivamente com games para PC. Games de altíssima qualidade, na maioria das vezes, sendo que seu foco são games de estratégia e similares, games muitas vezes profundos e com uma curva de aprendizagem um tanto quanto grande.</p>
<p>De qualquer forma, a Paradox Interactive continua crescendo, representando talvez um dos maiores exemplos de que o PC é e continuará sendo uma fortíssima e importante plataforma para games. Ela continua crescendo e desenvolvendo também diversos games que são direcionados a um nicho muito específico de jogadores. Quem joga e aprecia os &#8220;Grand Strategy Games&#8221; da empresa sabe disto. De 2006 até 2011 a taxa de crescimento da empresa deixa bem claro o que estou dizendo, e ela também conta com um portfolio sensacional, sendo que sua <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/28/lancamentos-da-paradox-interactive-para-2012/" target="_blank">agenda de lançamentos para 2012</a> é extremamente interessante.</p>
<p>Franquias e games como Magicka, Majesty, Mount &amp; Blade, Europa Universalis, Sword of the Stars, Sengoku, Pride of Nations, Hearts of Iron, Cities in Motion, Ship Simulator Extremes, King Arthur, Lead and Gold: Gangs of the Wild West e tantos outros mostram a grande diversidade do portfolio da empresa, a qual, além disso, trabalha com estúdios extremamente talentosos.</p>
<p>Além disso, a empresa entrará também no nicho extremamente concorrido dos MMOs, com Salem. Bom, ela já possui um MMO em seu porftolio (ver mais abaixo), e já conta com uma plataforma chamada &#8220;<strong><a href="http://connect.paradoxplaza.com/" target="_blank">Paradox Connect</a></strong>&#8220;, a qual ao longo do tempo contará com integração com redes sociais, conteúdo para download, etc. A &#8220;Paradox Connect&#8221; já abriga alguns títulos da empresa, também, como por exemplo o MMORTS <a href="http://www.xboxplus.net/2011/03/10/mmorts-dreamlords-resurrection-e-lancado-free-to-play/ " target="_blank">Dreamlords: Resurrection</a> e o <em>card game</em> <a href="http://www.xboxplus.net/2011/10/03/jogue-agora-em-seu-browser-hearts-of-iron-the-card-game/" target="_blank">Hearts of Iron The Card Game</a>.</p>
<p><span id="more-21642"></span>Obviamente, temos também de entender que o chefão da Paradox está meio que &#8220;puxando a sardinha para seu lado&#8221;, uma vez que sua empresa possui clara preferência pelo PC. Já não é a primeira vez que ele dá declarações semelhantes, aliás. De qualquer forma, não se trata de algo infundado, muito pelo contrário. E o fato de grandes empresas como NVIDIA e AMD/ATI continuarem desenvolvendo placas de vídeo cada vez mais poderosas também não pode ser ignorado, pois trata-se de um tipo de hardware voltado quase que totalmente para quem gosta de jogar no PC.</p>
<p>A arquitetura <strong>Sandy Bridge</strong>, também, presente na segunda geração dos processadores Intel Core, conta com GPU integrada, e segundo muita gente, máquinas com tais processadores (novos i5 e i7, por exemplo) podem rodar muitos jogos atuais sem a utilização de uma placa de vídeo off-board. É claro que temos de levar em consideração diversos fatores neste caso, e grande cautela é necessária aqui. Simplesmente descartar-se o uso e a necessidade de placas de vídeo não é recomendável, nem tampouco deve se tornar uma regra, é claro.</p>
<p>Fosse assim empresas como NVIDIA e AMD/ATI não teriam mais porque continuarem no mercado, lançando placas de vídeo cada vez mais poderosas. O fato é que estes poucos exemplos mostram que jogos para PC contam com toda uma indústria que os suporta e envolve: desenvolvedores, fabricantes de hardware, integradores, etc. Instale um driver de qualquer placa de vídeo moderna e verá durante o processo a propaganda de diversos títulos, o que indica que publishers e desenvolvedoras também têm grande interesse no público que joga no PC. Indie games, aliás, jamais atingiriam o público que atingem hoje se não fosse o PC e serviços como o Steam, por exemplo.</p>
<p>Consoles nada mais são que hardware dedicado a jogos. Hardware que permanece no mercado sem upgrades por anos e anos, enquanto o PC continua evoluindo. O mesmo acontecerá com a próxima geração, a que o CEO da Paradox mencionou. Agora, se consoles não portáteis deixarão de existir ou não, é um mistério, por enquanto. A indústria de games é extremamente volúvel, e o que hoje é revelado como verídico, por exemplo, pode muito bem amanhã se tornar um rumor, e vice-versa.</p>
<p>Minha opinião é a de que estamos caminhando para uma integração. Acredito que com o decorrer dos anos poderemos ainda conviver com consoles, mas creio que o PC ganhará mais e mais espaço entre os jogadores. Computadores pessoais são capazes de realizar tarefas que consoles não realizam, pelo menos por enquanto. Computadores pessoais estão se tornando cada vez mais baratos, e hoje em dia é possível pagar-se um ótimo preço por uma máquina que rodará a grande maioria dos jogos atuais, sendo que o usuário, neste caso, também economizará bastante ao comprar seus games.</p>
<p>Games para PC são mais baratos, e a distribuição digital facilita muito mais as coisas. Jogos são vendidos no Steam, por exemplo, a preço de banana. Muitas vezes, até mesmo lançamentos recentes são vendidos com grandes descontos, o que já não ocorre com jogos em caixa e/ou para consoles. Quando ocorre, é algo muito mais tímido.</p>
<p>A distribuição digital ganha cada vez mais espaço, e hoje temos uma enorme quantidade de games distribuídos única e exclusivamente via download. Fredrik Wester pode não estar totalmente certo. Pode ser que a próxima geração de consoles seja a penúltima, por exemplo. Pode ser que os consoles continuem no mercado por um bom tempo, ainda, e comecem a perder mais espaço para outras plataformas. Plataformas abertas, por exemplo, como disse o CEO da Paradox.</p>
<p>Desenvolvedores independentes, e até mesmo os não independentes, sabem o quão complicado é o processo de aprovação de jogos na Xbox Live, a rede do Xbox 360, uma plataforma fechada. Já no PC, por exemplo, qualquer um com criatividade, conhecimentos necessários e uma ideia na cabeça pode desenvolver um jogo e lançá-lo, sem depender de publishers e outros intermediários. Se este hipotético desenvolvedor obterá sucesso ou não ninguém pode prever, mas também ninguém pode negar que o processo como um todo é muito mais simples.</p>
<p>Plataformas abertas ou fechadas? PC, consoles, smartphones, tablets ou portáteis? Como e onde jogaremos no futuro? Eu só sei de uma coisa: o PC ainda será uma plataforma para jogos eletrônicos quando a próxima geração de consoles chegar. E continuará sendo caso alguma outra chegue. E por aí vai.</p>
<p>(Via: <a href="http://www.gamesindustry.biz/articles/2012-01-20-paradox-next-generation-probably-the-last" target="_blank">Gamesindustry</a>)</p>
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		<title>2011: inovações, decepções, altos e baixos na indústria de games e mais algumas coisas</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 19:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[2011 nos games]]></category>
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		<description><![CDATA[2011 foi um ano interessantíssimo para quem acompanha a indústria de games. É claro que diversos acontecimentos e lançamentos de níveis similares também ocorreram em anos passados, mas podemos dizer que 2011 foi um grande ano. Aqui no XboxPlus, aliás, pude analisar 46 games durante 2011, e em cerca de 2 anos e meio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-21114" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="games_2011" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/12/games_2011.jpg" alt="" width="640" height="250" /></p>
<p>2011 foi um ano interessantíssimo para quem acompanha a indústria de games. É claro que diversos acontecimentos e lançamentos de níveis similares também ocorreram em anos passados, mas podemos dizer que 2011 foi um grande ano. Aqui no XboxPlus, aliás, pude analisar 46 games durante 2011, e em cerca de 2 anos e meio de existência do site,<a href="http://www.xboxplus.net/category/reviews/" target="_blank"> já escrevi mais de 100 reviews</a>. Isto dá uma média de cerca de 3 reviews por mês. Tive o privilégio, também, de analisar jogos desenvolvidos por grandes e pequenas empresas, e tive o enorme prazer de conhecer trabalhos fantásticos através do XboxPlus.</p>
<p>Posso dizer que, em 2011, também tive surpresas e decepções em relação aos jogos eletrônicos. Grande hype foi criado em cima de jogos que, na verdade, ofereceram pouca ou nenhuma diversão, inovação e valor enquanto trabalho artístico multimídia, digamos, enquanto verdadeiras obras primas foram lançadas e passaram despercebidas pelo grande público. Battlefield 3 conseguiu justificar todo o hype criado pela indústria e pelos jogadores, e durante a <strong>E3 2011</strong>, por exemplo, tivemos o anúncio de diversos títulos bacanas, como <strong><a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/09/e3-2011-hitman-absolution-debut-trailer/" target="_blank">Hitman: Absolution</a></strong>, por exemplo.</p>
<p>Ainda durante a E3 2011, um <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/08/da-terra-para-o-ar-trailer-da-e3-2011-de-world-of-tanks-e-anuncio-de-world-of-warplanes/" target="_blank">promissor jogo free-to-play foi anunciado</a>, e a Electronic Arts conseguiu aumentar ainda mais a ansiedade dos fãs de Mass Effect, com dois fenomenais<a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/08/e3-2011-mass-effect-3-mais-imagens-e3-trailer-fall-of-earth-e-invasion-trailer/" target="_blank"> trailers de <strong>Mass Effect 3</strong></a>. A  <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/07/e3-2011-wii-u-e-o-novo-console-da-nintendo/" target="_blank">Nintendo anunciou o sucessor do Nintendo Wii, o <strong>Wii U</strong></a>, e o já lançado <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/07/e3-2011-trailer-de-assassins-creed-revelations-e-mais-algumas-imagens/" target="_blank">Assassin&#8217;s Creed: Revelations</a> também marcou uma bela presença no maior evento anual com a participação da indústria de games. <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/06/e3-2011-conferencia-da-microsoft-o-futuro-do-xbox-360-depende-do-kinect/" target="_blank">A Microsoft, infelizmente, me causou grande desânimo durante sua conferência de imprensa</a>, ao dar enorme ênfase ao <strong>Kinect</strong> e seus jogos.</p>
<p>Podemos dizer que 2011 foi um ano muito eclético, em relação aos jogos eletrônicos. Diversos estilos fizeram grande sucesso e mostraram ao mundo que nem só de First Person Shooters e MMOs vive o mundo dos games. Jogos estilo tower defense como <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/02/review-anomaly-warzone-earth/" target="_blank">Anomaly: Warzone Earth</a>, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/05/10/review-sanctum-um-first-person-shooter-tower-defense-muito-especial/" target="_blank">Sanctum</a>, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/10/21/review-orcs-must-die/" target="_blank">Orcs Must Die!</a>, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/19/preview-defenders-of-ardania/" target="_blank">Defenders of Ardania</a> e <a href="http://www.xboxplus.net/2011/12/09/divulgado-primeiro-trailer-de-gameplay-do-tower-defense-unstoppable-gorg/" target="_blank">Unstoppable Gorg</a> (estes dois últimos ainda não lançados) também ajudaram bastante a revigorar a biblioteca de muitos jogadores, ao inserir elementos únicos e inovadores em jogos que, a princípio, nada teriam a ver com eles. Também tivemos bons puzzles em 2011, como <a href="http://www.xboxplus.net/2011/08/11/review-edge-novo-indie-game-da-two-tribes/" target="_blank">EDGE</a> e <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/29/update-gratuito-adiciona-modo-sandbox-ao-otimo-puzzle-spacechem/" target="_blank">SpaceChem</a>, por exemplo.</p>
<p>A Electronic Arts, por sua vez, foi uma das empresas que mais, digamos, &#8220;aprontou&#8221; em 2011. Ela lançou seu próprio serviço de distribuição digital, o <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/03/ea-lanca-origin-loja-de-games-online-com-recursos-sociais/" target="_blank">Origin</a>, e apesar da promessa de que já a partir de Novembro passado <a href="http://www.xboxplus.net/2011/10/27/halloween-ou-nao-o-origin-em-breve-comecara-a-vender-jogos-de-outras-publishers/" target="_blank">o novo serviço começaria a vender jogos de outras publishers</a>, tudo o que temos até agora é um único game de terceiros: da Capcom. Além disso, a EA iniciou uma espécie de &#8220;briga&#8221; com a Valve e com o Steam, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/15/crysis-2-e-removido-do-steam-as-publishers-e-suas-manobras/" target="_blank">removendo Crysis 2</a> desta plataforma, o que é algo totalmente estranho.</p>
<p>Battlefield 3 também não foi lançado no Steam, apesar de ter sido lançado em outros sites de distribuição digital de games, o que denota que o problema é mesmo com o Steam e seus termos de serviço. De qualquer maneira, perdem os jogadores, que não podem mais contar com o Steam para comprarem títulos da EA, e a própria Electronic Arts, que não possui seu fantástico jogo na maior &#8220;vitrine virtual&#8221; de jogos eletrônicos do mundo.</p>
<p>Dead Island, um dos jogos mais aguardados de 2011, acabou de certa forma tendo grande parte de seu hype alavancado por um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=lZqrG1bdGtg" target="_blank">único e, certamente, fantástico trailer</a>. Trailer este que, entretanto, enganou a muitos jogadores, pois transmite uma sensação e um estilo de jogo que não são condizentes com o título da polonesa Techland. Aliás, por falar em decepções, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/05/18/review-brink/" target="_blank">Brink</a>, da Splash Damage / Bethesda Softworks, representou uma das maiores do ano, para mim.</p>
<p>Seus trailers eram fantásticos e enganadores. No final, Brink acabou se mostrando uma espécie de colcha de retalhos. Um jogo focado no multiplayer cuja &#8220;campanha&#8221; é revestida de uma espécie de capa que a faz parecer também com uma partida multiplayer. Brink é um jogo repleto de boas idéias. Idéias que, entretanto, não funcionaram como deveriam. Como disse em meu review do título, &#8220;<em>Brink também mostra que, mais do que nunca, todo game deveria possuir uma demo</em>&#8220;. Quanta gente não foi enganada por trailers, informações esparsas e imagens do jogo? Ainda na seção &#8220;decepção&#8221;, não poderia faltar o horrível <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/27/review-duke-nukem-forever/" target="_blank">Duke Nukem Forever</a>, bomba que após mais de uma década acabou explodindo nas mãos da talentosa Gearbox.</p>
<p>Duke Nukem Forever é o típico jogo que jamais deveria ter sido lançado. Seria muito melhor permanecermos naquela espera e imaginarmos como seria um hipotético DNF, do que colocarmos as mãos nesta porcaria que já chegou a ser vendida por 5 dólares no Steam. Longe de mim afirmar, é claro, que o preço determina a qualidade de um jogo. Mas digamos que Duke Nukem Forever deveria ser um título através do qual os jogadores pudessem receber dinheiro para jogá-lo, tão terrível é a experiência.</p>
<p>A Paradox Interactive realizou um belo trabalho em 2011, também, com sua line-up focada em estratégia e similares. <a href="http://www.xboxplus.net/2011/10/28/fas-de-4x-games-sword-of-the-stars-ii-lords-of-winter-e-finalmente-lancado/" target="_blank">Sword of the Stars II: Lords of Winter</a>, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/05/24/review-mount-blade-with-fire-sword/" target="_blank">Mount &amp; Blade: With Fire &amp; Sword</a>, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/09/09/review-pirates-of-black-cove/" target="_blank">Pirates of Black Cove</a>, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/03/02/review-cities-in-motion/" target="_blank">Cities in Motion</a>, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/04/01/sengoku-entrevista-com-o-chefe-do-projeto-e-5-novas-imagens-do-jogo/" target="_blank">Sengoku</a>, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/04/07/divulgado-primeiro-trailer-de-gameplay-do-jogo-supreme-ruler-cold-war/" target="_blank">Supreme Ruler: Cold War</a>, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/21/review-pride-of-nations/" target="_blank">Pride of Nations</a> e <a href="http://www.xboxplus.net/2011/02/07/review-magicka-um-game-cativante-e-divertido/" target="_blank">Magicka</a> são alguns dos sensacionais títulos lançados este ano pela publisher sueca, a qual também conta com belos jogos já anunciados para 2012.</p>
<p>Dois estúdios não independentes responsáveis por games sensacionais também foram fechados este ano. <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/13/thq-fecha-kaos-studios-e-confirma-planos-para-homefront-2/" target="_blank">A THQ fechou a Kaos Studios</a>, empresa responsável por <a href="http://www.xboxplus.net/2011/03/25/review-homefront/" target="_blank">Homefront</a> e Frontlines: Fuel of War, por exemplo, e já anunciou que a <a href="http://www.xboxplus.net/2011/09/20/crytek-desenvolvera-o-proximo-homefront/" target="_blank">Crytek desenvolverá Homefront 2</a>. Outro fechamento ocorrido este ano e que, pelo menos a mim, causou grande tristeza, foi o da <a href="http://www.xboxplus.net/2011/02/18/bizarre-creations-morre-hoje-video-de-despedida-e-emocionante/" target="_blank">Bizarre Creations, pela Activision</a>. A Bizarre Creations criou dois jogos que adoro: PGR4 e Blur. Jogos de corrida arcade extremamente divertidos e bonitos, diga-se de passagem.</p>
<p>Este ano também tivemos, é claro, mais um lançamento anual da grande franquia Call of Duty. <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/21/review-call-of-duty-modern-warfare-3/" target="_blank">Modern Warfare 3</a> se mostrou um bom jogo, e talvez um dos motivos para que ele tenha vendido mais que seu oponente <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/03/review-battlefield-3/" target="_blank">Battlefield 3</a>, além do fator &#8220;tradição&#8221;, seja o fato deste último ser um jogo cujos gráficos maravilhosos somente podem ser vistos em PCs com configurações parrudas.</p>
<p><span id="more-21113"></span><a href="http://www.xboxplus.net/2011/12/16/the-elder-scrolls-v-skyrim-10-milhoes-de-copias-enviadas-a-lojas-do-mundo-inteiro/" target="_blank">The Elder Scrolls V: Skyrim</a> foi um dos maiores lançamentos de 2011, e ganhou o prêmio de &#8220;Game do Ano&#8221; no VGA 2011 muito merecidamente. O jogo continua surpreendendo, sua comunidade de jogadores cresce dia a dia, suas vendas continuam em alta, e todos sabemos que o jogo terá um longo tempo de vida.</p>
<p>A CD Projekt RED mostrou, com <a href="http://www.xboxplus.net/2011/09/30/cd-projekt-red-lanca-versao-2-0-de-the-witcher-2-e-jogo-sofre-price-drop/" target="_blank">The Witcher 2: Assassins of Kings</a>, que DRM não serve para nada e que o melhor caminho é cativar o jogador com extras, conteúdo exclusivo e gratuito, e muita gentileza. Aliás, belos exemplos de cuidado para com o cliente foram dados este ano pela empresa polonesa, exemplos que poderiam ser muito bem seguidos por outras empresas da área. Em 2011 também tivemos o lançamento de inúmeros games free-to-play, e muitos deles estão fazendo grande sucesso e dando lucros enormes a seus desenvolvedores, única e exclusivamente através das microtransações realizadas.</p>
<p>A Electronic Arts também deu a muitos jogadores um outro motivo de tristeza, este ano, ao <a href="http://www.xboxplus.net/2011/07/13/electronic-arts-adquire-popcap-games/" target="_blank">adquirir a gigante dos games casuais PopCap</a>. Mas, por outro lado, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/04/13/conheca-ou-fique-mais-confuso-sobre-o-portal-2-alternate-reality-game/" target="_blank">o lançamento de Portal 2</a> foi um evento fantástico, com a união da Valve e de diversos desenvolvedores independentes. Elementos de inúmeros jogos &#8220;invadiram&#8221; outros jogos e GLaDOS, na verdade, conseguiu causar grandes &#8220;estragos&#8221;. É claro que todos nós adoramos estas invasões, e a Valve acabou dando uma verdadeira lição de como cativar um cliente e lançar um game de forma extremamente criativa.</p>
<p><a href="http://www.xboxplus.net/2011/10/19/playstation-vita-sera-lancado-em-22022012-na-america-latina-eua-europa-e-canada/" target="_blank">A Sony, com seu PlayStation Vita</a>, já atiça a curiosidade dos jogadores, e a Microsoft mostrou que quer investir de forma pesada no mercado Brasileiro. Já temos a Xbox Live Brasil desde o final de 2010, e em 2011 a <a href="http://www.xboxplus.net/2011/09/27/microsoft-anuncia-fabricacao-do-xbox-360-no-brasil-modelo-4-gb-custara-r-79900/" target="_blank">gigante de Redmond anunciou a fabricação de seu console em nosso país</a>. Consequentemente, os preços do aparelho foram muito reduzidos. Tivemos também o lançamento de Gears of War 3 no Brasil, por R$ 129,00: um preço extremamente convidativo.</p>
<p>A Blizzard é outra empresa que aposta bastante no mercado nacional. Já temos <a href="http://www.xboxplus.net/2011/12/06/world-of-warcraft-em-portugues-do-brasil-chega-as-lojas-do-pais/" target="_blank">World of Warcraft em português do Brasil</a>, com valores de assinaturas muito mais baratos que os lá de fora, e a possibilidade de assinar o &#8220;Annual Pass&#8221; e ganhar Diablo III também foi aberta aos brasileiros.</p>
<p>É claro que nem só de felicidade vive o mercado de jogos eletrônicos. Este ano <a href="http://www.xboxplus.net/2011/05/15/sony-comeca-hoje-a-restauracao-da-psn-e-do-qriocity-sera-que-agora-vai/" target="_blank">aconteceu o apagão da PSN</a>, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/11/o-steam-foi-hackeado-possiveis-vazamentos-de-dados-de-usuarios-sob-investigacao/" target="_blank">o ataque ao Steam</a> e também aos <a href="http://www.xboxplus.net/2011/12/26/seres-de-outros-planos-invadem-o-banco-de-dados-do-mmorpg-rift/" target="_blank">servidores do MMORPG Rift</a>, por exemplo, o que mostra que segurança online talvez seja uma utopia. Animando muito as coisas, entretanto, tivemos o anúncio de <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/02/rockstar-divulga-primeiro-trailer-de-gta-v/" target="_blank">GTA V</a>, pela Rockstar. Jogos eletrônicos também foram reconhecidos como arte, no Brasil, através de sua inclusão na  Lei Rouanet, e tivemos inúmeros outros motivos para considerar 2011 um bom ano para os games e para os jogadores.</p>
<p>Jogos baseados em navegadores dotados de belíssimos gráficos, como <a href="http://www.xboxplus.net/2011/10/10/conheca-heroes-generals-fps-em-desenvolvimento-pelos-criadores-da-serie-hitman/" target="_blank">Heroes &amp; Generals</a>, por exemplo, mostram que plataformas para games &#8220;AAA&#8221; podem ser muito flexíveis, e também pudemos perceber, em 2011, que as grandes empresas também podem sofrer com bugs e problemas os mais diversos. Nem mesmo a <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/07/review-rage-um-fps-em-um-belissimo-mundo-pos-apocaliptico/" target="_blank"> id Software</a> e a <a href="http://www.xboxplus.net/2011/12/19/review-batman-arkham-city/" target="_blank">Rocksteady</a> conseguiram lançar títulos livres de grandes bugs, e ambas as empresas acabaram apresentando aos jogadores, pelo menos por enquanto, soluções nada &#8220;interessantes&#8221;.</p>
<p>2011 foi um ano muito bacana. Tivemos bons jogos, maus jogos, boas e más notícias, decepções e surpresas, e pudemos perceber que, claramente, a indústria de games está se transformando em algo grandioso. Hoje em dia temos, aliás, a distribuição digital, a qual facilita enormemente a aquisição de jogos, e muitos deles possuem inclusive diversas funções e integrações com redes sociais, além da própria socialização promovida pelas partidas multiplayer.</p>
<p>O mundo dos jogos eletrônicos se torna cada vez mais interessante, e acompanhá-lo é um verdadeiro exercício de paciência. Mas para quem gosta, trata-se de algo muito prazeroso, principalmente quando tomamos conhecimento de <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/09/take-on-helicopters-da-bohemia-interactive-usa-interessante-sistema-anti-pirataria/" target="_blank">DRMs que não prejudicam o &#8220;jogador pagante&#8221;</a>. 2012 vem aí, e junto com ele teremos outra leva de decepções, bons e maus lançamentos, surpresas, etc. Teremos <a href="http://www.xboxplus.net/2010/09/21/video-de-gameplay-de-bioshock-infinite/" target="_blank">BioShock: Infinite</a>, por exemplo, primeiro título da franquia não ambientado na submersa e belíssima Rapture, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/09/16/uma-abordagem-pirata-no-belissimo-teaser-trailer-de-port-royale-3/" target="_blank">Port Royale 3</a>, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/03/transformers-mmo-se-chamara-transformers-universe/" target="_blank">Transformers Universe</a>, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/01/piranha-games-anuncia-mechwarrior-online-primeiro-jogo-free-to-play-da-franquia/" target="_blank">MechWarrior Online</a>, o aparentemente fantástico novo <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/06/tomb-raider-um-dos-jogos-mais-esperados-na-e3-2011/" target="_blank">Tomb Raider</a>, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/09/23/blizzard-diablo-iii-sera-lancado-no-inicio-de-2012/" target="_blank">Diablo III</a>, <a href="http://www.xboxplus.net/2011/12/13/trailer-cinematico-de-transformers-fall-of-cybertron/" target="_blank">Transformers: Fall of Cybertron</a>, muito provavelmente, Darksiders II, e muitos outros.</p>
<p>O mundo dos jogos eletrônicos não pára. E você? Quais suas expectativas? O que você espera de 2012 em relação aos games?</p>
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		<title>Warlock &#8211; Master of the Arcane: estratégia no universo da série Majesty</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 15:03:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PC]]></category>
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		<description><![CDATA[Warlock &#8211; Master of the Arcane é um jogo de estratégia em turnos que está sendo desenvolvido pela Paradox Interactive em parceria com a Ino-Co Plus. Trata-se de um game ambientado no fantástico universo da série Majesty, série esta que também já emprestou diversos de seus elementos para o vindouro tower defense Defenders of Ardania. Recebi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Warlock &#8211; Master of the Arcane</strong> é um jogo de estratégia em turnos que está sendo desenvolvido pela <strong>Paradox Interactive</strong> em parceria com a <strong>Ino-Co Plus</strong>. Trata-se de um game ambientado no fantástico universo da série <strong>Majesty</strong>, série esta que também já emprestou diversos de seus elementos para o vindouro tower defense <strong><a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/19/preview-defenders-of-ardania/" target="_blank">Defenders of Ardania</a></strong>.</p>
<p>Recebi uma cópia para preview de Warlock &#8211; Master of the Arcane, a qual possui por enquanto diversas limitações. Nenhum preview propriamente dito, aliás, pode ser publicado antes de determinada data especificada pela publisher sueca. Gostaria, entretanto, já com a autorização da Paradox, de mencionar alguns pontos muito interessantes a respeito do título. O jogo começa impressionando desde o início, com sua bela trilha sonora introdutória, que nos acompanha até mesmo quando vamos escolher o tamanho do &#8220;mundo do jogo&#8221;, o &#8220;tipo do mundo&#8221; (ilhas, continentes, super continente e grande terra), etc.</p>
<p>O jogo, mesmo neste estágio, digamos, inicial, nos apresenta uma interface muito bonita e efeitos sonoros extremamente interessantes. Sendo um jogo baseado na série Majesty, é possível pesquisarmos magias e as utilizarmos posteriormente. Oferecendo ao jogador um campo de jogo dividido em hexágonos, Warlock &#8211; Master of the Arcane apresenta um interessante conceito de movimentação baseado em &#8220;movement points&#8221;. Creio que muita coisa ainda deverá mudar em relação a esta mecânica, mas, por enquanto, cada turno encerrado fornece novos &#8221;movement points&#8221;, sem os quais suas unidades são incapazes de se movimentarem.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-20995" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="warlock-master_of_the_arcane_13" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/12/warlock-master_of_the_arcane_13.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>O mapa de jogo é encoberto por uma névoa que vai desaparecendo conforme você avança com suas unidades, seja para exploração seja para combates. Cada vitória fornece a possibilidade de pilhagem, e a movimentação das unidades inimigas quando um turno é finalizado é muito interessante. Sendo o jogo baseado em uma série que lida com magia, existem também diversas magias que podem ser pesquisadas e utilizadas, além de diversos tipos de unidades. Através da &#8220;city view&#8221;, é possível obter-se uma &#8220;geral&#8221; de suas forças: número e tipo de unidades e construções, dinheiro em caixa, nível de mana e pontos de ciência, etc.</p>
<p>Você vai evoluindo, durante o jogo, e pode, então, escolher algumas perks. Fortalezas, torres mágicas, e as mais diversas construções também podem ser escolhidas. Eliminando os protetores dos castelos de cidades inimigas, você as toma para si. A partir daí, suas próprias unidades podem ser posicionadas no tal castelo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-20996" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="warlock-master_of_the_arcane_08" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/12/warlock-master_of_the_arcane_08.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>A missão do jogador, em Warlock &#8211; Master of the Arcane, é construir um grande império, no papel de um grande mago. Expansão de fronteiras, pesquisa, gerenciamento de recursos e conquistas fazem parte do gameplay. Dezenas de magias podem ser pesquisadas e conjuradas, e diversas combinações podem ser realizadas. Isto me lembra até mesmo de Magicka, outro game da Paradox.</p>
<p>3 raças distintas podem fazer parte de suas forças, e existem diversas maneiras de se atingir os diversos objetivos propostos pelo jogo. Grandes exércitos podem chegar a marchar pelo campo de batalha, e o domínio das habilidades dos vários tipos de unidades é essencial durante as batalhas.</p>
<p>O jogo ainda vai melhorar bastante, é claro, mas confesso que gostei bastante do que vi até agora. Warlock &#8211; Master of the Arcane será lançado no segundo trimestre de 2012, para PC, e custará US$ 19,99. O jogo herda os elementos chave comuns a todos os grandes jogos de estratégia em turno, e apresenta ao jogador algo muito bacana de se ver. Temos um game onde, em suma, também teremos de nos tornar &#8220;<em>mestres em nosso próprio reino, exército e magia</em>&#8220;. Vou parando por aqui, afinal, este não é nem o preview do game.</p>
<p>Veja abaixo um teaser trailer do game:</p>
<p><span id="more-20994"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/3kfQHsb3Pn0?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Link para o vídeo em 720p:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=3kfQHsb3Pn0&amp;hd=1" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=3kfQHsb3Pn0&amp;hd=1</a></p>
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		<title>TrackMania 2 Canyon: melhor, mais bonito e com uma enorme comunidade (veja novo trailer)</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 17:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vídeos e imagens]]></category>
		<category><![CDATA[corrida]]></category>
		<category><![CDATA[nadeo]]></category>
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		<category><![CDATA[trackMania 2 canyon]]></category>
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		<description><![CDATA[A série de jogos de corrida TrackMania é uma de minhas preferidas, justamente por contar com uma jogabilidade extremamente intuitiva e, ao mesmo tempo, permitir que o jogador coloque a mão na massa, criando pistas mirabolantes, se tiver a paciência e a habilidade necessárias. Loops, rampas, saltos, trechos repletos de vãos e muita adrenalina fazem parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A série de jogos de corrida <strong>TrackMania</strong> é uma de minhas preferidas, justamente por contar com uma jogabilidade extremamente intuitiva e, ao mesmo tempo, permitir que o jogador coloque a mão na massa, criando pistas mirabolantes, se tiver a paciência e a habilidade necessárias. <em>Loops</em>, rampas, saltos, trechos repletos de vãos e muita adrenalina fazem parte do pacote que a desenvolvedora, <strong>NADEO</strong> (adquirida pela <strong>Ubisoft</strong>), nos entrega.</p>
<p>É possível dirigir os veículos apenas com as setas do teclado, aliás, e isto agrada muita gente. O fato de podermos tanto jogar partidas singleplayer e competir contra nossos próprios <em>ghosts</em>, além de participarmos de partidas multiplayer repletas de jogadores em pistas sempre diferentes e interessantes é também um dos maiores atrativos da série. TrackMania é uma série onde, basicamente, compete-se pelo melhor tempo. Pelo melhor resultado. E isto a torna algo bem diferente. Aliás, existe uma versão grátis de <a href="http://store.steampowered.com/app/11020/?snr=1_4_4__13" target="_blank">TrackMania</a>, a qual é muito bacana.</p>
<p>Em 14 de Setembro de 2011 foi lançado um novo game pertencente à série. Trata-se de <strong>TrackMania 2 Canyon</strong>, o qual conta com a mesma jogabilidade intuitiva e o mesmo foco na comunidade, além de gráficos muito mais bonitos e pistas muito variadas. Além disso, jogadores extremamente talentosos criam e compartilham suas pistas com outros jogadores do mundo todo, tornando o título, assim como seu antecessor, algo realmente enorme. As partidas multiplayer de TrackMania 2 Canyon podem ser tão interessantes e divertidas que você acaba perdendo a noção do tempo. Até 200 jogadores podem competir ao mesmo tempo, em uma mesma pista, e a comunidade de jogadores já possui mais de 10 milhões de usuários.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-20834" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="trackmania_2_canyon_24" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/12/trackmania_2_canyon_24.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>Assim como seu antecessor, TrackMania 2 Canyon nos faz muitas vezes repetir o mesmo circuito dezenas de vezes, tentando melhorar nosso tempo. Apesar de sua aparência descompromissada (e ele pode ser um game descompromissado, também, depende muito do perfil do jogador), o título guarda grandes doses de competitividade para os fãs, e muitos desafios, também. Quem jogar Trackmania United Forever, a versão paga to título anterior da série, e logo em seguida jogar seu sucessor, sentirá grande diferença.</p>
<p>Tudo está mais bonito. Paisagens muito bonitas servem como motivação durante cada corrida. Pistas realmente enlouquecedoras podem ser encontradas pelo jogador e, na verdade, tudo isto ocorreu sem que o coração do jogo fosse modificado. TrackMania 2 Canyon é um novo título. Muita coisa foi melhorada. Mas a essência da série está ali presente, e sua comunidade continua muito ativa.</p>
<p>A Ubisoft menciona que em 3 meses a comunidade de jogadores realizou coisas verdadeiramente incríveis. 420 milhões de kilômetros: este é o total percorrido até agora pelos jogadores, online, durante todas as corridas. Um jogador conseguiu atingir 431 metros durante um salto com seu veículo. 300 carros customizados já foram criados e o tempo total de jogo combinado, até agora, é de 221 anos. Ah, jogadores de 92 países já participam da comunidade. Não é pouca coisa, não é? Principalmente se levarmos em consideração o curto período desde o lançamento de Canyon.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-20835" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="trackmania_2_canyon_57" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/12/trackmania_2_canyon_57.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>Tudo está melhor, neste sucessor. As corridas estão mais realistas, as pistas mais desafiadoras, as curvas mais perigosas e os carros sofrem danos (apenas visíveis, o desempenho dos veículos não é prejudicado). Apesar disto tudo, você não consegue resistir à tentação de, diversas vezes, pressionar <em>backspace</em> ou <em>ENTER</em>, conforme o caso, para realizar uma nova tentativa. É como eu disse: melhorias foram realizadas, e muitas, mas a essência, o coração da série, permanecem inalterados.</p>
<p>Se você joga/jogou os antecessores de TrackMania 2 Canyon e me perguntar se o novo título da série vale a pena, eu te responderei com um sonoro &#8220;sim&#8221;! A enorme quantidade de servidores e pistas que a Ubisoft coloca nas mãos dos jogadores, aliás, é realmente surpreendente. E, além disso, o jogo continua extremamente leve e não conta com o &#8220;always on DRM&#8221; da Ubisoft.</p>
<p><span id="more-20833"></span>As pistas em TrackMania 2 Canyon, por falar nisto, estão ainda mais desafiadoras. Até mesmo as leis da física são extremamente desafiadas pelas tais pistas, as quais fazem muitas vezes o jogador perder o fôlego. Desde o lançamento do título, algumas atualizações já foram lançadas, e para isto, também, existe sua rede, a <strong>ManiaPlanet</strong>. Mais itens também estão à disposição dos criadores nos dois tipos de editores existentes no game (iniciante e avançado), o que permite a criação de pistas muito mais elaboradas e, quem sabe, realistas e difíceis.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-20836" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="trackmania_2_canyon_87" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/12/trackmania_2_canyon_87.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>O jogo desafia o jogador a competir já a partir de sua tela inicial, exibindo sua posição no ranking mundial e regional. E para quem não se lembra, é possível utilizar diversos filtros e escolher diversos servidores, do mundo inteiro, incluindo do Brasil. Existe até mesmo a opção de filtrar por região. Outra coisa muito bacana é um certo &#8220;senso de realidade&#8221;, digamos, que foi introduzido neste novo título da franquia. Você pode perder peças de seu carro durante determinado percurso e, ao passar novamente pelo mesmo lugar, eles ainda estarão lá. É fantástico.</p>
<p>TrackMania 2 Canyon, aliás, é o primeiro título a fazer parte da plataforma ManiaPlanet, a qual contará futuramente com um FPS e um RPG. Se estes seguirem o mesmo estilo &#8220;descompromissado <em>pero no mucho</em>&#8221; do primeiro título da plataforma, talvez vejamos jogos bem interessantes sendo lançados. Aliás, se estes futuros jogos também contarem com editores, melhor ainda. A comunidade dentro do jogo também é muito ativa e, através do ManiaHome, é possível inclusive enviar mensagens privadas.</p>
<p>Cada jogador também conta com sua própria página pessoal no site maniaplanet.com, através da qual é possível baixar o game, gerenciar amigos, criar contas em servidores dedicados, e mais uma série de coisas. Tudo foi muito bem implementado, e o jogo possui uma aparência muito moderna. Não que os anteriores também não fossem bacanas, mas a NADEO e a Ubisoft conseguiram evoluir algo que já era fora de série.</p>
<p>Eu jogo TrackMania há bastante tempo, e consegui até mesmo inserir um de meus sobrinhos neste &#8220;mundo&#8221;. Ele gostou bastante dos novos carros de TrackMania 2 Canyon, aliás, os quais parecem estarem mais leves. Isto, entretanto, não deixa de fazer com que variações na velocidade mantenham o carro &#8220;preso&#8221; à pista ou então o façam girar, capotar, etc: é a perda do controle sobre o veículo.</p>
<p>Este é um jogo focado na comunidade, mas que no entanto não exige do jogador grande comprometimento. Trata-se de um game de corrida onde você corre sempre tentando alcançar melhores tempos, em suma. As melhorias gráficas em TrackMania 2 são surpreendentes, e o jogo conta com gráficos muito bonitos. Em determinados momentos, o jogador pode se surpreender bastante, até.</p>
<p>Como &#8220;fã de carteirinha&#8221; da série, eu não poderia deixar de conferir este novo título, e este artigo, engavetado por algum motivo que não entendo muito bem, finalmente saiu. E aí, você gosta da série? Pretende comprar TrackMania 2 Canyon? A Ubisoft divulgou um novo vídeo do jogo, chamado &#8220;<strong>Powered by Players</strong>&#8220;. Na verdade, ele faz parte de uma série, e mostra o lado social do jogo e muitas das criações da comunidade. É fantástico, dê uma olhada:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/mmXqR09CTco?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Link para o vídeo em 720p:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=mmXqR09CTco&amp;hd=1" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=mmXqR09CTco&amp;hd=1</a></p>
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		<title>Alan Wake pode estar a caminho do PC &#8211; E esta indústria de games que nos faz de bobos</title>
		<link>http://www.xboxplus.net/2011/12/14/alan-wake-pode-estar-a-caminho-do-pc-e-esta-industria-de-games-que-nos-faz-de-bobos/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 15:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo Markus Maki e Olli Tervo, da Remedy, Alan Wake deveria ter sido lançado para Xbox 360, Playstation 3 e PC. O jogo, entretanto, acabou se transformando em um exclusivo do console da Microsoft, e acabou sendo lançado em 2010. Os executivos da Remedy também deixaram claro, durante a GDC 2011, que o fato do game não ter sido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.xboxplus.net/2011/03/04/alan-wake-para-pc-nao-foi-lancado-talvez-devido-a-interferencia-dos-taken/" target="_blank">Segundo Markus Maki e Olli Tervo, da <strong>Remedy</strong></a>, <strong>Alan Wake</strong> deveria ter sido lançado para Xbox 360, Playstation 3 e PC. O jogo, entretanto, acabou se transformando em um exclusivo do console da Microsoft, e acabou sendo lançado em 2010. Os executivos da Remedy também deixaram claro, durante a GDC 2011, que o fato do game não ter sido lançado para PC não foi uma decisão da empresa. Eles ainda mencionaram um acordo com a Microsoft que excluiu o console da Sony da lista, o que nos leva a pensar se tal acordo também não incluía o PC.</p>
<p>O fato é que Alan Wake é um jogo fenomenal, e um spin-off já está a caminho, também exclusivo do Xbox 360: <strong><a href="http://www.xboxplus.net/2011/12/12/alan-wakes-american-nightmare-a-luta-entre-a-luz-e-as-trevas-continua-veja-trailer/" target="_blank">Alan Wake’s American Nightmare</a></strong>. Alan Wake, aliás, percorreu um longo caminho, até ter sido finalmente lançado. Anunciado durante a E3 2005, o jogo logo &#8220;ganhou&#8221; a Microsoft Game Studios como publisher. Ou seja, o título foi lançado cerca de 6 anos após seu anúncio, o que causou grande ansiedade a muita gente.</p>
<p>Apesar de tudo isto, o Alan Wake lançado durante o ano passado é um excelente jogo, um dos raros jogos de terror que contam com sutileza, mistério e ação em doses muito bem calculadas. Pode ser, entretanto, que o título seja também lançado para o PC, o que deixaria muita gente feliz (eu incluso).</p>
<p><a href="http://forum.alanwake.com/showthread.php?t=7519" target="_blank">O fórum do game</a> menciona que alguns registro do Steam podem indicar a presença do título na plataforma da Valve, e Aki Järvilehto, vice-presidente da Remedy Entertainment, disse o seguinte durante uma <a href="http://ylex.yle.fi/uutiset/popuutiset/remedy-uusi-alan-wake-on-tarantino-henkinen" target="_blank">entrevista concedida a um site finlandês</a>:</p>
<p>&#8220;<em>Recebemos o feedback de muitos PC gamers, e eu tenho que admitir que sim, de certo modo nós ignoramos isso. Vamos ver se em um futuro próximo podemos ter algumas novidades positivas para contar a vocês, sobre a data</em>!&#8221;</p>
<p>Tudo isto, é claro, causa grande surpresa e alegria. Um dos melhores jogos da atual geração de consoles sendo lançado para PC. Um jogo até então exclusivo do Xbox 360 caminhando para os computadores. Isto não é algo muito comum, principalmente quando a Microsoft está no meio das negociações, e se levarmos em consideração o fato de que ela tem um interesse muito grande no crescimento de sua plataforma para games, é claro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-20752" style="border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="Alan Wake" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/12/alan-wake.jpg" alt="" width="640" height="360" /></p>
<p>Mas também não podemos nos esquecer de que grande parte das pessoas que jogam no PC utilizam Windows, sistema operacional da própria Microsoft. O lançamento de Alan Wake para PC, também, muito provavelmente não causaria muitos problemas à Remedy e à MS, em relação ao tal acordo que firmaram. Afinal, &#8220;está tudo em casa&#8221;. Sistema operacional da Microsoft, console da Microsoft, etc.</p>
<p>Ao mesmo tempo, as palavras de Aki Järvilehto, pelo menos a mim, soam como uma &#8220;quase confirmação&#8221; de que o jogo será lançado para PC. Tudo isto, também, nos mostra que muitas vezes a indústria de jogos eletrônicos trata os jogadores como bobos. Além de, muitas vezes, desconsiderar ou desrespeitar quem joga única e exclusivamente no PC, esta indústria costuma lidar conosco como se fôssemos cegos, surdos e, quem sabe, mudos. Muito provavelmente a culpa também seja nossa, ao aceitarmos tudo o que nos é enfiado goela abaixo.</p>
<p><span id="more-20751"></span>Mas vejam só o caso de <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/23/batman-arkham-city-e-o-desrespeito-com-quem-joga-no-pc/" target="_blank">Batman: Arkham City e seus problemas relativos ao DirectX 11</a>. Até chegaram a lançar um patch, mas este <a href="http://www.xboxplus.net/2011/12/07/batman-arkham-city-e-directx-11-agora-viram-amigos-mas-so-em-sistemas-de-64-bits/" target="_blank">resolve o problema apenas em sistemas de 64 bits</a>. E olhe que estamos falando de um dos jogos mais aguardados de 2011. Um título que inclusive chegou a <a href="http://www.xboxplus.net/2011/12/12/vencedores-do-vga-2011-the-elder-scrolls-v-skyrim-e-o-jogo-do-ano/" target="_blank">marcar presença em diversas categorias no Video Game Awards 2011</a>.</p>
<p>Que dizer então de <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/07/review-rage-um-fps-em-um-belissimo-mundo-pos-apocaliptico/" target="_blank">RAGE</a>, da lendária id Software, outro título extremamente aguardado, em 2011? Tive uma série de dor de cabeças com este jogo, tudo muito provavelmente ligado à engine id Tech 5, às Mega Textures e aos drivers das placas de vídeo. Aliás, o último update para este título <a href="http://store.steampowered.com/news/6464/" target="_blank">foi lançado no início de Outubro</a>. Bom, primeiro e último. Muita gente provavelmente teve de ser obrigada a reduzir a qualidade gráfica do jogo, nas configurações do mesmo, simplesmente por ter sido deixada na mão pela empresa de John Carmack. Muita gente talvez não tenha sido capaz de perceber os belíssimos gráficos do jogo. E o silêncio continua.</p>
<p>A id Software criou um jogo espetacular, disto não tenho dúvidas. Só não consigo entender como uma empresa deste porte deixou tantas arestas não aparadas. E a desculpa de que existem milhares de configurações possíveis quando se fala em jogos para PC, etc e tal não vale, aqui, principalmente levando-se em consideração a empresa em questão e o próprio mercado, onde constantemente surgem games com gráficos cada vez mais realistas. <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/03/review-battlefield-3/" target="_blank">Battlefield 3</a> é um grande exemplo disto, aliás.</p>
<p>O próprio caso de Alan Wake pode ser aqui citado, dentro deste contexto. Não teria sido muito mais fácil, tanto para a Remedy quanto para a Microsoft, aliviarem as coisas, digamos? Tornar o jogo multiplataforma desde seu início, como planejado? Muitos problemas teriam sido evitados, muito mais gente teria tido acesso a este fantástico jogo, e ele teria certamente vendido muito mais. Aliás, ele não teria sido quase &#8220;enterrado&#8221;, como foi.</p>
<p>É muito provável que Alan Wake’s American Nightmare seja uma espécie de &#8220;anúncio silencioso&#8221; de um hipotético Alan Wake 2. Se assim for, entretanto, o fato do título ser um exclusivo do Xbox 360 demonstra mais uma vez o joguete que somos nas mãos de desenvolvedoras e publishers, muitas vezes.</p>
<p>Neste caso, nem culpo tanto a Remedy, mas talvez a Microsoft. Talvez a Remedy, empresa que já trabalhou até com a Rockstar, tenha errado na escolha da publisher, no caso de Alan Wake. Sua ideia inicial de um jogo meio sandbox talvez tivesse dado certo com o apoio da Rockstar. O que nos resta, agora, é torcer para que Alan Wake chegue realmente ao PC, e para que, aos poucos, a indústria de jogos eletrônicos nos veja como consumidores, e não como marionetes.</p>
<p>(Via: <a href="http://www.joystiq.com/2011/12/13/rumor-alan-wake-hiding-in-steam-registry-remedy-hints-at-pc-re/" target="_blank">Joystiq</a>)</p>
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		<title>MMO&#8217;s, profundidade, franquias famosas e outras coisas</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 18:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há tempos esta questão está presa em minha cabeça, e meio que brigo com a mesma de tempos em tempos. Franquias de filmes ou games famosas transformadas em MMO&#8217;s, MMORPG&#8217;s, MMORTS&#8217;s, etc, perdem sua profundidade (claro, desde que a &#8220;origem&#8221; também seja algo profundo)? Aliás, pode algum MMO possuir o mesmo nível de profundidade que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-20738" style="margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; margin-left: 6px; margin-right: 6px; float: left;" title="network_online" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/12/network_online.png" alt="" width="128" height="128" />Há tempos esta questão está presa em minha cabeça, e meio que brigo com a mesma de tempos em tempos. Franquias de filmes ou games famosas transformadas em MMO&#8217;s, MMORPG&#8217;s, MMORTS&#8217;s, etc, perdem sua profundidade (claro, desde que a &#8220;origem&#8221; também seja algo profundo)? Aliás, pode algum MMO possuir o mesmo nível de profundidade que outros gêneros de jogos eletrônicos? Um série profunda e dotada de um universo extremamente coeso e imenso como Mass Effect, por exemplo, seria capaz de manter sua profundidade e seu enorme apelo aos fãs que amam ME1, ME2 e jogarão Mass Effect 3, caso <a href="http://www.xboxplus.net/2011/10/12/mass-effect-3-mais-detalhes-sobre-o-multiplayer-e-o-sistema-galaxy-at-war/" target="_blank">transformada em um MMO</a>?</p>
<p>Será que eventos PvP, PvE, partidas online repletas de jogadores do mundo todo, etc, não destoam daquilo que esperamos para o futuro de determinadas franquias e séries? Um jogo online repleto de jogadores falando ao mesmo tempo, xingando uns aos outros, brincando, jogando por jogar, etc, poderia sequer chegar perto da experiência proporcionada pelo jogo em seu modo solo? Obviamente esta é uma situação hipotética, e todos sabemos que, como em qualquer lugar, existem jogadores educados e os mal educados.</p>
<p>Mas será que, no caso de Mass Effect, o melhor não seria o encerramento da franquia, ao invés de seu hipotético prolongamento através de um MMO que conterá, certamente, milhares de jogadores que nada saberão a respeito do &#8220;pano de fundo&#8221; do universo no qual foram inseridos virtualmente? Será, aliás, que além da profundidade, a transformação de um ótimo jogo em um MMO não o faria perder sua identidade? O que diferenciaria um Mass Effect MMO de um jogo qualquer? Mesmo a presença de personagens chave da franquia não o tornaria um Mass Effect 4, por exemplo, nem tampouco faria com que ele fosse algo mais profundo que um World of Warcraft.</p>
<p>Devo diver que não tenho nada contra MMO&#8217;s. Muito pelo contrário, gosto de alguns deles, aprecio o &#8220;movimento free-to-play&#8221;, desde que tenhamos condições de jogar títulos onde não sejamos obrigados a &#8220;pagar para vencer&#8221;, e títulos como WoW e Rift são por mim muito apreciados. Entretanto, temos de convir que a &#8220;narrativa&#8221; neste tipo de jogo é diferente da de outros gêneros.</p>
<p>Em um MMO o jogador é apresentado a eventos muitas vezes banais, em maior ou menor nível, dependendo do jogo e da situação. Algo muito diferente de um RPG offline, por exemplo, como Skyrim, onde temos de lidar com escolhas, satisfações e perdas que quase sempre são resultado de nossas atitudes. As atualizações realizadas em diversos MMO&#8217;s introduzem novos elementos e ampliam o enredo dos jogos, mas deixam o jogador de fora do processo construtivo. Isto, é claro, também acontece com diversos outros games e gêneros, mas um MMO é um gênero onde somos lançados em cenários &#8220;pré-prontos&#8221;. Onde nossas ações, muitas vezes, não possuem grande impacto em relação ao universo do jogo, salvo raros casos.</p>
<p>O jogador é inserido como um expectador, à princípio, e pode então, a partir daí, &#8220;construir uma história paralela&#8221;, mas jamais poderá interferir no grande todo que compõe o enredo do MMO. Quando falamos em eventos &#8220;Player versus Player&#8221;, então, tudo fica, digamos, pior ainda, dentro do escopo deste texto. Em grande parte das vezes não há história, não há &#8220;background&#8221;, não há nada que ligue os tais eventos PvP, pelo menos de forma forte, ao anterior jogo não MMO.</p>
<p>A EA e a BioWare hoje começam a abrir as portas de Star Wars: The Old Republic, mais um jogo baseado na fantástica série de filmes Star Wars. O MMORPG será lançado oficialmente em  20 de Dezembro de 2011, mas quem adquiriu o título durante a pré-venda já poderá começar a jogar a partir de hoje. Ondas de jogadores começarão a invadir os servidores do jogo, segundo a EA. Tudo será (pelo menos é o que diz a EA) controlado, e para tanto, o comprador deverá participar do &#8220;Early Game Access program&#8221; e solicitar sua key através <a href="http://www.swtor.com/preorder/code" target="_blank">deste link</a>.</p>
<p>&#8220;<em>The Old Republic combina as melhores características de um MMO espacial e adiciona inovações significativas, resultando em uma experiência online emocionalmente envolvente, onde você tem um propósito claro e significativo. Nossos &#8216;beta testers&#8217; nos disseram que nós verdadeiramente capturamos a magia do universo de Star Wars e modificamos aquilo que eles esperavam de um MMO.  A equipe de The Old Republic está incrivelmente animada, honrada e ansiosa para fornecer acesso antecipado para os clientes que compraram o jogo durante a pré-venda. Este é apenas o início de uma grande aventura, juntos</em>&#8220;, disse o Dr. Ray Muzyka, gerente geral e co-fundador da BioWare.</p>
<p>Confio muito na BioWare, e é muito provável que Star Wars: The Old Republic seja mesmo um grande jogo, e que ele tenha mesmo capturado &#8220;<em>a magia do universo de Star Wars&#8221;.</em> Entretanto, em que nível isto ocorre, ou ocorrerá? Esta magia poderá ser apenas vista ou experimentada? Que nível de interação teremos com tal magia? Teremos um jogo realmente envolvente ou um MMORPG com elementos interessantes que, entretanto, &#8220;não engrenará&#8221;?</p>
<p>Aliás, que elementos um MMO deve possuir para se transformar em um sucesso? Acredito que ainda tenho muitas questões, em relação a este assunto. Mas acredito que franquias de jogos famosas, por exemplo, ao se transformarem também em MMO&#8217;s, perdem profundidade e se tornam algo totalmente diferente do &#8220;modelo&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Assassin&#8217;s Creed pode se transformar em uma série infinita</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 17:41:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[assassin's creed]]></category>
		<category><![CDATA[assassin's creed infinito]]></category>
		<category><![CDATA[Tony Key]]></category>
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		<description><![CDATA[Durante uma entrevista concedida ao [a]list, Tony Key, vice-presidente sênior de vendas e marketing da Ubisoft disse diversas coisas bem interessantes e intrigantes a respeito da franquia Assassin&#8217;s Creed, franquia esta cujo mais recente título, Assassin&#8217;s Creed: Revelations, foi lançado há pouco tempo, para PC, Xbox 360 e Playstation 3. A empresa menciona que sempre existe alguém, em alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante uma entrevista concedida ao <a href="http://www.thealistdaily.com/news/feature-messaging-ezios-final-adventure/" target="_blank">[a]list,</a> <strong>Tony Key</strong>, vice-presidente sênior de vendas e marketing da <strong>Ubisoft</strong> disse diversas coisas bem interessantes e intrigantes a respeito da franquia <strong>Assassin&#8217;s Creed</strong>, franquia esta cujo mais recente título, <strong><a href="http://www.xboxplus.net/2011/12/06/playing-now-assassins-creed-revelations-a-franquia-continua-fantastica/" target="_blank">Assassin&#8217;s Creed: Revelations</a></strong>, foi lançado há pouco tempo, para PC, Xbox 360 e Playstation 3. A empresa menciona que sempre existe alguém, em alguns de seus estúdios, pensando na franquia. Segundo podemos depreender das palavras de Tony Key, aliás, a franquia poderia ser estendida de forma infinita.</p>
<p>&#8220;<em>Uma das dificuldades é lidar com as percepções de que [nós] não empregamos tempo suficiente desenvolvendo o game. Existe esta percepção equivocada a respeito da marca, de que nós continuamos criando [Assassin's Creed] uma vez por ano, e nós só gastamos um ano com isso&#8230; nós temos um estúdio em Montreal com 2.000 pessoas trabalhando em material. Nem todos estão no Assassin&#8217;s Creed, mas muitos estão, e então são muitos estúdios ao redor do mundo</em>&#8220;, disse Key.</p>
<p>&#8220;<em>Nós não criamos games Assassin&#8217;s Creed em um ano. Isto é algo que queremos que as pessoas entendam, e espero confiantemente que a mensagem possa ser compreendida</em>&#8220;, continua Key. Com o <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/09/comemorar-ou-chorar-ubisoft-confirma-novo-assassins-creed-para-2012/" target="_blank">próximo Assassin&#8217;s Creed já previsto para 2012</a>, estas palavras proferidas por um dos vice-presidentes da gigante francesa podem fazer com que nosso medo seja um pouco reduzido (ou não?).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-20600" style="border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="assassins_creed-revelations" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/12/assassins_creed-revelations.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>Acredito (ou espero) que a franquia será conduzida de forma coesa. Ela possui enorme potencial para isto. Muitos jogos de qualidade ainda podem ser lançados dentro desta fantástica série cujo primeiro protagonista não caiu nas graças de muita gente. O final da &#8220;era Ezio&#8221;, apesar de triste, pode representar um recomeço. Um recomeço para uma das melhores séries de games que já joguei em minha vida. Não estou aqui defendendo a ideia de um Assassin&#8217;s Creed todos os anos, é claro. Mas as palavras de Tony Key me fizeram pensar bastante, e este artigo saiu como resultado de tais ponderações e também devido ao fato de que até hoje nenhum AC me decepcionou.</p>
<p>O que eu não gostaria de ver nesta série que tanto adoro é a sua transformação em mais uma franquia anual que repete todos anos as mesmas e &#8220;batidas&#8221; fórmulas, sem nenhuma inovação gráfica, sem nenhuma novidade em relação à narrativa, etc. Se for para Assassin&#8217;s Creed ser uma série infinita (aliás, sabemos de pelo menos uma que já o é), que pelo menos ela nos brinde a cada ano com títulos empolgantes, bonitos e que agucem bastante nossa curiosidade.</p>
<p>Creio até que &#8220;infinito&#8221; seja algo um tanto quanto exagerado. Mas e você, o que pensa disto tudo?</p>
<p>(Via: <a href="http://www.vg247.com/2011/12/02/assassins-creed-meta-story-could-be-carried-on-forever/" target="_blank">VG247</a>)</p>
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		<title>Indústria de games: quando o pequeno se torna grande. Existe mesmo diferença?</title>
		<link>http://www.xboxplus.net/2011/11/25/industria-de-games-quando-o-pequeno-se-torna-grande-existe-mesmo-diferenca/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 15:46:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Indústria de games]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de jogos]]></category>
		<category><![CDATA[humble indie bundle]]></category>
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		<description><![CDATA[Já estamos aí com um novo &#8220;Humble Bundle&#8221; no ar. O &#8220;The Humble Introversion Bundle&#8220;, dedicado a jogos da desenvolvedora inglesa Introversion Software. Este novo bundle foi lançado em 22 de Novembro de 2011, ou seja, menos de um mês após o &#8220;The Humble Voxatron Debut&#8220;, o qual foi lançado em 31 de Outubro. Bom, em 28 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já estamos aí com um novo &#8220;Humble Bundle&#8221; no ar. O &#8220;<strong><a href="http://www.humblebundle.com/" target="_blank">The Humble Introversion Bundle</a></strong>&#8220;, dedicado a jogos da desenvolvedora inglesa <strong>Introversion Software</strong>. Este novo bundle foi lançado em 22 de Novembro de 2011, ou seja, menos de um mês após o &#8220;<a href="http://www.xboxplus.net/2011/10/31/pague-o-quanto-quiser-no-the-humble-voxatron-debut/" target="_blank">The Humble Voxatron Debut</a>&#8220;, o qual foi lançado em 31 de Outubro.</p>
<p>Bom, em 28 de Setembro tivemos o &#8220;<a href="http://www.xboxplus.net/2011/09/28/o-humble-frozen-synapse-bundle-esta-no-ar-pague-o-quanto-quiser/" target="_blank">Humble Frozen Synapse Bundle</a>&#8220;, o qual teve como antecessor o &#8220;<a href="http://www.xboxplus.net/2011/04/12/novo-the-humble-indie-bundle-chega-hoje-com-trine-e-outros-jogos/" target="_blank">The Humble Frozenbyte Bundle</a>&#8220;, em 12 de Abril. Esta iniciativa, a qual é uma verdadeira empresa, a <strong>Humble Bundle, Inc.</strong>, a qual está sediada em São Francisco, nos Estados Unidos, começou em Abril de 2010, com o primeiro &#8220;<a href="http://www.xboxplus.net/2010/05/04/the-humble-indie-bundle-pague-o-quanto-quiser-em-um-pacote-com-5-games/" target="_blank">The Humble Indie Bundle</a>&#8220;. O &#8220;<a href="http://www.xboxplus.net/2010/12/14/pague-o-quanto-quiser-no-the-humble-indie-bundle-2/" target="_blank">The Humble Indie Bundle 2</a>&#8221; foi ao ar somente em Dezembro de 2010, e <a href="http://www.xboxplus.net/2011/07/26/pague-o-quanto-quiser-em-5-jogos-para-pc-atraves-do-novo-the-humble-indie-bundle/" target="_blank">o terceiro foi lançado em Julho de 2011</a>. O site da iniciativa, aliás, já diz que o &#8220;Humble Indie Bundle #4&#8243; está chegando em breve. Aliás, esqueci algum bundle? Se esqueci, por gentileza, me avisem.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-20295" style="border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="hide_face" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/11/hide_face.jpg" alt="" width="640" height="426" /></p>
<p>Não nego que se trata de uma iniciativa a princípio muito bacana, principalmente pelo apoio às instituições de caridade. Não nego, também, que seja uma ótima maneira de comprarmos ótimos jogos pagando o preço que nossa consciência ditar. Não nego, também, que gostamos. Não nego que já comprei e compro os bundles. É claro. Todos adoramos descontos e preços bacanas. Entretanto, se pararmos para pensar bem, talvez o pessoal da Humble Bundle, Inc. já esteja começando a crescer. &#8220;Crescer os olhos&#8221;, pensar em vender cada vez mais, pensar em lançar Humble Bundle&#8217;s com intervalos menores, etc.</p>
<p>Este ano já tivemos 3 Humble Bundle&#8217;s, e um novo já está nos planos, sendo dito inclusive o seguinte a seu respeito: &#8220;<em>Humble Indie Bundle #4 is coming soon!</em>&#8220;. Não duvido nada de que este novo pacote seja lançado ainda este ano, e, assim, teremos 1 por trimestre em 2011. É claro que esta iniciativa ajuda bastante não somente aos jogadores, mas também aos desenvolvedores independentes, os quais muitas vezes não conseguem inserir seus jogos em outros canais de venda, ou enfrentam grandes dificuldades ou têm de passar por diversos percalços em sua dura caminhada. E o lado humano da iniciativa também é fantástico, é claro, com os devidos benefícios para a &#8220;Electronic Frontier Foundation&#8221; e a &#8220;Child&#8217;s Play Charity&#8221;.</p>
<p>Tudo isto é verdade, eu sei. O que estou querendo dizer com tudo isto é: existem mesmo grandes diferenças entre um desenvolvedor independente e outro não independente, desconsiderando-se aqui o fator monetário? Devemos mesmo classificar um título como &#8220;indie game&#8221;, como o próprio Steam faz (e indie game lá é gênero?), somente porque ele, talvez, não conte com o apoio de uma publisher? Muitos indie games não são muito mais interessantes e criativos do que os ditos &#8220;AAA&#8221;?</p>
<p>Será que este tipo de rótulo não seria meio que nocivo, ao criar um nicho ilusório que poderia ser explorado por grandes empresas, algumas delas até mesmo mal intencionadas? Será que a Wolfire Games criou a <a href="http://www.sec.gov/cgi-bin/browse-edgar?company=Humble+Bundle%2C+Inc.&amp;match=&amp;CIK=&amp;filenum=&amp;State=&amp;Country=&amp;SIC=&amp;owner=include&amp;Find=Find+Companies&amp;action=getcompany" target="_blank">Humble Bundle, Inc.</a> com boas intenções? Este último link mostra que o processo pode ter iniciado em Abril de 2011. O domínio humblebundle.com está em nome da mesma empresa, e <a href="http://www.dnsstuff.com/tools/whois/?tool_id=66&amp;token=&amp;toolhandler_redirect=0&amp;ip=humblebundle.com" target="_blank">foi registrado em Maio de 2010.</a> Antes disso a iniciativa <a href="http://www.wolfire.com/humble" target="_blank">não tinha um domínio próprio</a>. Aliás, será que a Wolfire continua por trás do Humble Bundle? Ou será que ela é a única responsável?</p>
<p><span id="more-20294"></span>O que impede de, por exemplo, que alguma grande publisher ou outra empresa qualquer tente adquirir a Humble Bundle, Inc., e passar a dominar até mesmo este &#8220;nicho&#8221;?  Bom, com todos os desenvolvedores sendo independentes, a chance de pular fora estará disponível. Mas uma grande publisher como a EA, por exemplo, adquirindo a &#8220;marca&#8221;, poderia muito bem passar a fazer ofertas irrecusáveis a todos os desenvolvedores e empresas envolvidos. E será que todos, no final das contas, iriam pular fora? Claro, esta é uma suposição, e nada indica que a empresa será vendida.</p>
<p>Mas cada &#8220;rodada&#8221; fecha sempre com grande número de vendas, e o faturamento chega a ultrapassar a casa de 1 milhão de dólares. Neste momento, mesmo, o &#8220;The Humble Introversion Bundle&#8221; já passou dos 427 mil dólares em vendas. E só fazem 3 dias que ele foi lançado. Será que pequenos e grandes desenvolvedores e publishers pensam mesmo de maneiras diferentes, principalmente quando vêem o dinheiro entrando nos cofres?</p>
<p>Será que já não passou da hora de pararmos de falar em indie games e falarmos apenas em games? Tanto faz quem desenvolve, como desenvolve, onde desenvolve ou de que forma desenvolve, desde que tudo seja feito dentro da legalidade. E se o resultado for bom, porque ele deve ser desmerecido só por não contar com uma Activision como guarda costas? Uma empresa pode ser independente e ainda assim contar com o apoio de uma publisher. Outras podem também serem independentes e não contarem com o apoio de nenhuma publisher.</p>
<p>A Frozenbyte continua sendo dona da série Trine, por exemplo, mesmo com a presença da Atlus em <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/19/trine-2-beta-video-de-gameplay/" target="_blank">Trine 2</a>. A Flying Wild Hog é uma empresa independente que<a href="http://www.xboxplus.net/2011/09/23/review-hard-reset/" target="_blank"> lançou um jogo que deixa muitos &#8220;AAA&#8221; no chinelo</a>. A britânica Splash Damage também é uma empresa independente. O fato de <a href="http://www.xboxplus.net/2011/05/18/review-brink/" target="_blank">Brink</a> ter sido lançado tendo a Bethesda Softworks como sua publisher não fez dele, entretanto, um game bacana. E se formos pensar em exemplos similares ficaremos talvez pensando por horas, ou dias.</p>
<p>Creio que o termo &#8220;indie game&#8221; pode ter começado a chamar muita atenção. Indie games geralmente são criativos, inovadores, muito chamativos, bonitos, e desenvolvidos quase sempre com muito esmero. Talvez pessoas ligadas à indústria, seja em que nível for, já tenham percebido isto. Aliás, é muito provável que sim, pois vejam só o exemplo de Bastion, da Supergiant Games, o qual já foi lançado sob as asas da Warner. E parabéns ao pessoal da Supergiant, por isto.</p>
<p>Nada contra. Bons trabalhos devem ser sempre reconhecidos, e se um estúdio consegue o apoio de uma publisher, melhor para ele. O problema (ou um dos) é quando, por exemplo, algumas publishers simplesmente fecham determinados estúdios que adquiriram devido à ganância, ou então simplesmente devido a algumas metas não terem sido atingidas. É como se somente o &#8220;dinheiro falasse&#8221;, nestes momentos, e todo o trabalho anterior do estúdio, trabalho este que com certeza ajudou a encher os cofres da publisher, fosse jogado no lixo. <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/13/thq-fecha-kaos-studios-e-confirma-planos-para-homefront-2/" target="_blank">Kaos Studios</a> e <a href="http://www.xboxplus.net/2011/02/18/bizarre-creations-morre-hoje-video-de-despedida-e-emocionante/" target="_blank">Bizarre Creations</a> que o digam.</p>
<p>É claro que o termo &#8220;indie game&#8221; vai perdurar por muito tempo ainda. Ele é &#8220;bonito&#8221;. Ele é &#8220;legal&#8221;. Não nego que indie games me surpreendem até hoje (olha o rótulo aí), e publico muito a respeito deles. Gosto de diversos deles. Gosto de diversos desenvolvedores independentes. Independentemente de qualquer coisa, indie games têm fornecido grandes doses de inovação, nos últimos tempos. O próprio XboxPlus conta com diversos artigos, matérias, reviews, etc, a respeito de indie games. Mas não se trata de uma questão de diferenciar um &#8220;indie game&#8221; de um &#8220;não indie game&#8221;.</p>
<p>Creio que o termo &#8220;indie game&#8221; deve ser utilizado com cautela. Um indie game é um produto, um jogo eletrônico como qualquer outro (desconsiderando-se quaisquer itens relativos a qualidade e similares), e não deve ser considerado como o resultado de uma empresa ou um desenvolvedor pertencente a um &#8220;nicho&#8221; privilegiado, ou subestimado, ou dotado de &#8220;super poderes&#8221; na hora de desenvolver.</p>
<p>Assim como a qualidade ou não de um jogo eletrônico não pode ser mensurada através de seu preço, ela também não o pode ser através da simples classificação do jogo como &#8220;indie&#8221; ou &#8220;não indie&#8221;. Jogos eletrônicos são jogos eletrônicos, tenham eles sido desenvolvidos por uma mega corporação ou por um desenvolvedor solitário que mora em um &#8220;<a href="http://www.xboxplus.net/2010/03/09/entrevista-com-o-desenvolvedor-e-o-distribuidor-do-game-hammerfight/" target="_blank"><em>lugar frio, nublado, com muita neve, e</em> (onde)</a> <em><a href="http://www.xboxplus.net/2010/03/09/entrevista-com-o-desenvolvedor-e-o-distribuidor-do-game-hammerfight/" target="_blank">o nascer do sol é sempre uma pequena alegria</a>&#8220;.</em></p>
<p>Sinto que o Humble Bundle esteja se tornando frequente demais. Mal terminaram o atual e já falam no próximo. A Humble Bundle, Inc. já está se parecendo com grandes empresas que anunciam DLC&#8217;s antes do lançamento de um título. Já existem <a href="http://www.humblebundle.com/jobs" target="_blank">ofertas de emprego na empresa.</a> Ela já conta com o apoio de diversas outras, como por exemplo a Sequoia Capital (atuante em diversos setores), e até mesmo com o suporte de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Buchheit" rel="nofollow" target="_blank">Paul Buchheit</a>.</p>
<p>Tudo isto pode significar muita coisa, como pode não significar nada. A única certeza é que de pequena a &#8220;iniciativa&#8221; já não tem mais nada. Suas ações daqui em diante, creio eu, serão cada vez mais frequentes, ou seja, bundles todos os meses, quem sabe. Isto acaba provocando um certo cansaço, e todos aqueles bons olhos que se voltaram para o primeiro bundle lançado talvez não sejam mais tão amigáveis. Aliás, um serviço que contém os dizeres abaixo em seus<a href="http://www.humblebundle.com/terms" target="_blank"> termos de serviço</a> não me parece mais o &#8220;velho Humble Indie Bundle&#8221;:</p>
<p>&#8220;<em>Nós podemos permanentemente ou temporariamente cancelar ou suspender seu acesso ao Serviço, sem aviso prévio e compromissos financeiros, por qualquer motivo</em>&#8220;. É claro que no caso de jogos ativáveis no Steam isto jamais será aplicado. Mas e no caso de jogos ainda não ativáveis, por exemplo?</p>
<p>Acho que podemos aguardar pelo Humble Indie Bundle 4 antes do final de 2011.</p>
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		<title>Distribuição digital sem segurança digital</title>
		<link>http://www.xboxplus.net/2011/11/18/distribuicao-digital-sem-seguranca-digital/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 17:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição digital]]></category>
		<category><![CDATA[steam]]></category>
		<category><![CDATA[valve]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem o Aquino, do Retina Desgastada, publicou um excelente artigo, o qual me fez pensar no nível de segurança com o qual contamos durante nossa vida de &#8220;jogadores inclusos na distribuição digital&#8221;. Este termo, &#8220;distribuição digital&#8220;, é até que &#8220;figura carimbada&#8221; aqui no XboxPlus, e é claro que sei que qualquer sistema/website não é à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-20118" style="margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; margin-left: 6px; margin-right: 6px; float: left;" title="folder_hacker" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/11/folder_hacker.png" alt="" width="128" height="128" />Ontem o Aquino, do Retina Desgastada, <a href="http://blog.retinadesgastada.com.br/2011/11/ha-exatos-sete-dias-atras-na-quinta.html" target="_blank">publicou um excelente artigo</a>, o qual me fez pensar no nível de segurança com o qual contamos durante nossa vida de &#8220;jogadores inclusos na distribuição digital&#8221;. Este termo, &#8220;<strong>distribuição digital</strong>&#8220;, é até que &#8220;figura carimbada&#8221; aqui no XboxPlus, e é claro que sei que qualquer sistema/website não é à prova de falhas/invasões, mesmo o todo poderoso <strong>Steam</strong>. Todos sabemos que <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/11/o-steam-foi-hackeado-possiveis-vazamentos-de-dados-de-usuarios-sob-investigacao/" target="_blank">o serviço de distribuição digital da Valve foi &#8220;hackeado&#8221;</a>, e o artigo do Retina Desgastada me abriu os olhos para algo muito estranho, e que é justamente o título do mesmo: &#8220;O Silêncio da <strong>Valve</strong>&#8220;.</p>
<p>Até agora, só o que sabemos é que o Steam foi invadido. Um comunicado oficial foi feito pelo próprio <strong>Gabe Newell</strong>, no qual ele chegou inclusive a dizer o seguinte: &#8220;<em>Não temos conhecimento de quaisquer contas Steam comprometidas</em>&#8220;. Isto é bem estranho, pois o Aquino alertou para o fato de que um determinado site chegou a divulgar uma lista com 45 contas Steam provavelmente roubadas, pois foram divulgados dados como &#8220;nome de usuário&#8221;, &#8220;senha&#8221; e &#8220;e-mail&#8221;.</p>
<p>Mais &#8220;interessante&#8221; ainda é o fato de esta lista com contas surrupiadas ter sido divulgada no dia 01 de Novembro, enquanto que o comunicado oficial de Gabe Newell foi divulgado no dia 10. Será mesmo, aliás, que nenhuma outra informação confidencial foi comprometida? Qual a verdadeira extensão dos danos? Até onde chegaram os hackers, e o que eles conseguiram realmente? Estaria esta divulgação de 45 contas ligadas à invasão do Steam? Todos sabem que eu sou grande fã não somente da Valve, mas também do Steam. A questão aqui também não é discutir a respeito de qual é a melhor plataforma de distribuição, nem tampouco o próprio Steam em si.</p>
<p>O fato é: a internet é meio que uma terra sem lei, e hackers aprontam com tudo e com todos. O Steam foi &#8220;hackeado&#8221;. Ponto. Que segurança temos, por exemplo, no momento de realizarmos nossas compras? Como saber realmente se a transação está sendo realizada de forma totalmente segura, quando algo nos impede de utilizar o PayPal, por exemplo, sistema fantástico que, no entanto, também não seria à prova de &#8220;problemas&#8221;?</p>
<p>Aliás, que segurança temos em &#8220;tempos de distribuição digital&#8221;, quando compramos um game e não recebemos sua caixa e a mídia, mas tão somente um arquivo e um serial? No caso do Steam, por exemplo, a situação é um tanto quanto mais complicada neste sentido, pois os games são protegidos pela plataforma, trocando em miúdos. Aliás, em qualquer serviço de venda de jogos via download, temos de confiar na empresa. Ou, então, jamais compraríamos. Pois na &#8220;DD&#8221; estamos comprando algo um tanto quanto intangível.</p>
<p>Se determinada empresa falir ou resolver, de uma hora para outra, sumir do mercado, é provável que fiquemos sem nossos games. Isto poderia ocorrer, por exemplo, no caso de uma hipotética falência do Steam/Valve (o que não creio). Caso uma terrível catástrofe ocorresse, por exemplo, e ocorressem problemas de autenticação, ou até mesmo o Steam deixasse de existir, backups de todos os nossos jogos em um HD externo talvez não valessem nada.</p>
<p>É claro que estou aqui levantando uma hipótese meio que absurda, e tenho certeza de que a Valve é uma empresa séria, e mesmo se algo deste porte viesse a ocorrer, ela nos forneceria alguma alternativa. Mas o fato é que na distribuição digital compramos, resumindo ainda mais, nada mais nada menos que &#8220;serial numbers&#8221;, grande parte das vezes. Compramos números, números que podem significar muita coisa agora mas que em um hipotético e, assim espero eu, muito distante futuro, talvez não signifiquem nada.</p>
<p>Mesmo assim continuo confiando na Valve, apesar de achar estranho seu silêncio, mesmo após a volta do fórum do Steam ao ar. O último comunicado a respeito do incidente é <a href="http://store.steampowered.com/news/6761/" target="_blank">aquele que todos já conhecemos</a>, no qual Mr. Gabe chega a sugerir a troca de senhas e que também fiquemos de olho nas atividades de nossos cartões de crédito, apesar de dizer que a empresa não possui evidências de roubo de dados de cartões nem tampouco de quebra na criptografia destes dados.</p>
<p>Ok, segurança nunca é demais. Entretanto, tudo isto é muito estranho. Onde está a Valve? Se tudo já foi resolvido (o que espero), porque não liberaram um novo comunicado? É engraçado como neste artigo fujo do tema &#8220;Valve/Steam&#8221; e volto a ele com frequência; isto talvez ocorra porque estamos lidando com o maior site de distribuição digital de jogos para PC da atualidade. Talvez &#8220;Steam&#8221; e &#8220;distribuição digital&#8221; se misturem e sejam confundidos, em nosso subconsciente.</p>
<p>Continuo, porém, acreditando no futuro, na evolução e nas vantagens da distribuição digital. Ultimamente, aliás, tenho jogado muito mais no PC do que em consoles, e não sinto que isto vá mudar. Mas o medo de perder acesso a tudo o que já comprei em diversos serviços é, digamos, algo que me acompanha em todos os momentos. Ele varia conforme a empresa, e pode muitas vezes ficar escondido. Mas ele está lá.</p>
<p>E você, qual sua opinião sobre este assunto?</p>
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		<title>Alegrias, decepções e coisas que só a indústria de jogos eletrônicos faz por você</title>
		<link>http://www.xboxplus.net/2011/11/04/alegrias-decepcoes-e-coisas-que-so-a-industria-de-jogos-eletronicos-faz-por-voce/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 18:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria de games]]></category>

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		<description><![CDATA[A indústria de jogos eletrônicos consegue nos provocar alegrias, decepções e uma enorme gama de outros sentimentos de uma forma realmente interativa e intensa. Nós, na verdade, permitimos que seja assim. Acompanhamos o hype de cada novo jogo anunciado, sofremos durante a espera, sofremos mais ainda quando o lançamento é adiado, conseguimos algumas vezes pressionar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-19749" style="margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; margin-left: 6px; margin-right: 6px; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid; float: left;" title="games" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/11/games.jpg" alt="" width="379" height="250" />A indústria de jogos eletrônicos consegue nos provocar alegrias, decepções e uma enorme gama de outros sentimentos de uma forma realmente interativa e intensa. Nós, na verdade, permitimos que seja assim. Acompanhamos o hype de cada novo jogo anunciado, sofremos durante a espera, sofremos mais ainda quando o lançamento é adiado, conseguimos algumas vezes pressionar desenvolvedores para que melhorem seus games, lancem conteúdo gratuito e corrijam problemas de forma mais rápida, e também fazemos parte de um mercado que lida com grandes doses de emoção cercada e muitas vezes cerceada por muito dinheiro.</p>
<p>Um jogo eletrônico é uma experiência interativa que pode construir, destruir, ensinar, embevecer, divertir, fazer bem, causar mal estar, etc. A lista aqui seria longa. Enxergo os jogos eletrônicos como a mais poderosa opção de entretenimento interativo atualmente existente, pois além da grande quantidade de plataformas, gêneros de games e mercados existentes, todo e qualquer game requer do jogador pelo menos um mínimo de atenção, reflexão e ação de acordo com as informações transmitidas, sem falar no fato de que todo jogo eletrônico é um verdadeiro conjunto áudio-visual que permite que o jogador &#8220;meta o dedo&#8221;, faça besteira, erre e aprenda sem que seja necessário sair de sua casa, o que certamente causará mais atividade elétrica em sua massa cinzenta.</p>
<p>O fato de muitos jogos, principalmente os mais recentes, contarem com gráficos extremamente realistas, como o recém lançado <a href="http://www.xboxplus.net/2011/11/03/review-battlefield-3/" target="_blank">Battlefield 3</a>, por exemplo, faz com que a experiência como um todo assuma ares de uma película. De um filme interativo. Obviamente nem todo bom jogo deve contar com gráficos espetaculares, mas a evolução da indústria meio que segue determinados caminhos fixos, e a excelência gráfica é algo que muitas empresas buscam.</p>
<p>Conseguimos nos decepcionar com os games de forma muito forte, também, justamente devido a esta interatividade com a qual eles são dotados, dentre outros elementos, pois trailers, informações e screenshots divulgados antes do lançamento do título em questão muitas vezes não representam a verdade, e nestes casos aquele jogador que, por exemplo, já comprou o game durante o período de pré-venda, poderá se &#8220;decepcionar em tempo real&#8221; justamente &#8220;brincando&#8221; com algo que, a princípio, parecia ser maravilhoso.</p>
<p>Passamos por experiências assim, em 2011. <a href="http://www.xboxplus.net/2011/05/18/review-brink/" target="_blank">Brink, da Splash Damage</a>, se mostrou uma verdadeira arapuca. E <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/27/review-duke-nukem-forever/" target="_blank">Duke Nukem Forever</a> deveria ter permanecido no limbo onde se encontrava. Pobre Gearbox. Todas estas experiências negativas com jogos eletrônicos causam grandes doses de stress ao jogador, principalmente quando pensamos que muitos jogos ruins foram comprados após grande esforço financeiro por jogadores que acreditavam que eles seriam maravilhosos.</p>
<p>Estamos vivendo uma época bem estranha, no mundo dos games. <a href="http://www.xboxplus.net/2011/10/10/pre-venda-do-survival-horror-afterfall-insanity-e-iniciada-pague-apenas-1-dolar/" target="_blank">Pré-vendas bem estranhas são iniciadas</a>, com pequenos detalhes inclusos nas &#8220;letrinhas minúsculas&#8221; que, no final de tudo, fazem grande diferença. As empresas parecem esconderem as coisas não somente dos jogadores, mas também de suas assessorias de imprensa, e <a href="http://www.xboxplus.net/2011/10/19/mais-informacoes-sobre-afterfall-insanity-e-sua-pre-venda-demo-em-15-de-novembro/" target="_blank">quando os fatos são devidamente esclarecidos</a>, talvez grande estrago já tenha sido causado à marca e à imagem da empresa, mesmo quando se trata de um ótimo game.</p>
<p>Analistas de mercado dotados de poderes não lá muito especiais conseguem prever que títulos pertencentes a franquias renomadas<a href="http://www.gamesindustry.biz/articles/2011-11-04-modern-warfare-3-expected-to-hit-USD1-1bn-in-six-weeks" target="_blank"> renderão mais de 1 bilhão de dólares já nas primeiras 6 semanas pós lançamento</a>, e MMO&#8217;s que muita gente não prestava atenção conseguem <a href="http://www.gamesindustry.biz/articles/2011-11-04-dc-universe-picks-up-120-000-new-users" target="_blank">receber mais de 100.000 novos usuários pouco tempo depois de se tornarem gratuitos</a>. Sim, estou falando do DC Universe, jogo que sempre achei bem interessante.</p>
<p>O próprio modelo free-to-play acaba, muitas vezes, não se mostrando atrativo simplesmente pelo fato de que determinados títulos contam com &#8220;cash shops&#8221; que inserem automaticamente os gamers que jogam de forma gratuita em uma espécie de &#8220;pelotão desarmado&#8221;. Isto sem falar com os &#8220;jogos gratuitos de mentira&#8221;. Tudo isto conta com interatividade. Toda esta interatividade pode fazer com que um jogador passe a ter mais amor ainda por jogos eletrônicos, mas também pode fazer com que ele se decepcione tremendamente com os mesmos, a ponto de fazê-lo diminuir sua presença e atuação em meio ao universo que move este passatempo infelizmente (pelo menos para nós, no Brasil) tão caro.</p>
<p>DLC&#8217;s caça-niqueis enfrentam a boa vontade de empresas que lançam conteúdo de qualidade de forma gratuita, mas ainda aqui existem aqueles jogadores que <strong>agem</strong> e compram, por exemplo, pacotes com 2 ou 3 mapas por 15 dólares. A indústria de games também conta com oferta e procura, e todos são livres para desenvolverem e comprarem aquilo que bem entenderem.</p>
<p>Mas é óbvio que nem tudo anda mal, na indústria de games. Este ano mesmo tivemos ótimas surpresas. <a href="http://www.xboxplus.net/2011/03/31/review-bulletstorm/" target="_blank">Bulletstorm</a>, da People Can Fly / Epic Games, provou que um FPS pode ser belíssimo, divertido e cheio de humor. <a href="http://www.xboxplus.net/2011/09/23/review-hard-reset/" target="_blank">Hard Reset</a> mostra até hoje que pequenas empresas podem, de forma independente e com muita criatividade e esforço, criarem verdadeiras obras primas. <a href="http://www.xboxplus.net/2011/04/16/review-crysis-2/" target="_blank">Crysis 2</a> mostra que um antecessor com história rasa pode contar com uma sequência com uma história bem melhor, e que muitos jogos podem ser divertidos, venderem bem e serem emocionantes mesmo para quem se preocupa apenas com seus gráficos.</p>
<p><a href="http://www.xboxplus.net/2011/10/05/reviewanalise-deus-ex-human-revolution/" target="_blank">Deus Ex: Human Revolution</a> chegou em 2011 apostando em altos desafios para o jogador, e revivendo uma franquia famosa de maneira espetacular. <a href="http://www.xboxplus.net/2011/03/25/review-homefront/" target="_blank">Homefront</a>, apesar de seus problemas, mostra que é possível mudar-se o &#8220;esquema&#8221; dos FPS&#8217;s de guerra anuais, com uma história diferente e exibindo os vencedores em inúmeros títulos protagonizando papel de perdedores e tendo de lidar com uma invasão em seu próprio país, sofrendo muito devido a isto, aliás.</p>
<p>A CD Project com seu The Witcher 2 deu grandes lições a outras grandes empresas, mostrando que o cliente pode (e deve) ser agraciado com updates e atenção constantes, conteúdo gratuito e material extra, e que isto não representa nenhuma perda à empresa, muito pelo contrário.</p>
<p>Desenvolvedores independentes e/ou pequenos estúdios também se tornam cada vez mais fortes, e lançam jogos que rapidamente se tornam um sucesso, vendem bastante, etc. <a href="http://www.xboxplus.net/2011/10/21/review-orcs-must-die/" target="_blank">Orcs Must Die!</a> conseguiu entregar mais inovações no campo dos jogos estilo tower defense, e <a href="http://www.xboxplus.net/2011/09/06/review-bastion/" target="_blank">Bastion</a> mostrou que muitas vezes grandes empresas prestam atenção nas pequenas que trabalham com amor àquilo que fazem. O ciclo nunca pára. <a href="http://www.xboxplus.net/2011/08/11/review-edge-novo-indie-game-da-two-tribes/" target="_blank">EDGE</a> nos apresenta algo simples e desafiador, mostrando que diversão e qualidade nem sempre estão ligadas a gráficos de ponta e a jogabilidade complexa. Os exemplos são inúmeros, qual seria o seu? <img src='http://www.xboxplus.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>As decepções, alegrias, tristezas, medos, incertezas e fraquezas estão presentes na indústria de games de maneira bem forte, talvez devido ao fato de erros e acertos serem não somente noticiados, mas sim vistos, ouvidos, jogados e destrinchados. Talvez tenha chegado um momento em que a indústria deva começar a perceber que os jogos eletrônicos não são meros brinquedos jogados em um mercado que pouco se importa com o impacto que eles causarão.</p>
<p>E, talvez, também seja necessária mais interatividade de nossa parte, até mesmo longe de nossos controles, mouses, teclados, televisores, consoles e monitores. O <a href="http://www.xboxplus.net/2011/08/24/nuuvem-servico-brasileiro-de-distribuicao-digital-de-jogos-para-pc/" target="_blank">Nuuvem</a> está aí, mostrando que o mercado brasileiro pode contar com um serviço de distribuição digital de qualidade, mesmo com toda a bur(r)ocracia que grassa nos órgãos governamentais responsáveis pela classificação dos jogos.</p>
<p>Aliás, temos um longo futuro pela frente. Quais seus pensamentos a respeito disto tudo?</p>
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