O diretor geral da Capcom França, Antoine Seux, não está muito entusiasmado com as vendas do último título da série Resident Evil no Wii, “Resident Evil: The Darkside Chronicles”, que vendeu apenas 16.000 cópias em três semanas. Ele ainda menciona o sucesso de “Resident Evil: The Umbrella Chronicles”, lançado para o console da Nintendo em 2007, mas sabe que isto é passado.
Ao que parece, games neste estilo não “emplacam” mais no Wii, tanto devido à presença dos poderosos Xbox 360 e Playstation 3, quanto devido à fatia de mercado que os games para PC ainda abocanham, principalmente devido aos sites de distribuição digital. O Wii e a Nintendo têm, é claro, seu público cativo, fãs de franquias como “Mario” e “Sonic”, cujos jogos vendem como água e qualquer lançamento relacionado é aguardado com extrema ansiedade.
O Wii tem seu espaço, é claro
Não estou aqui tentando denegrir a imagem do Wii nem tampouco da Nintendo e/ou seus games. Eu mesmo adoro jogar “Super Mario Bros.” e “Sonic”, por exemplo, mas o fato é que o Wii, da forma como se encontra hoje, é um console, digamos, familiar, voltado principalmente para o público casual, e jogos mais “hardcore”, digamos assim, não se encaixam muito bem com o que ele tem a oferecer.
Não é segredo para ninguém que Peter Molyneux, o “cabeça” por trás da série Fable, da Lionhead Studios, tem uma garganta fenomenal, e costuma falar bastante a respeito de Fable, dizendo maravilhas a respeito dos games da série, principalmente quando algum lançamento da franquia está por vir. É claro que ele quase sempre tem razão naquilo que diz, salvo determinadas ressalvas quanto às prometidas e alardeadas “grandezas”.
De qualquer forma, o cara é uma espécie de guru da área de games/RPG’s, além de ser um visionário, e sempre faz promessas e mais promessas quando comenta a respeito dos lançamentos de sua empresa, dentre elas a de que Fable 3 fará uso do Projeto Natal. Bom, o fato é que Fable 2 é um grande RPG, e já começa a se formar um certo burburinho em torno de sua sequência.
Temos um grande RPG vindo por aí?
O Site IGN fez uma lista com “cinco coisas que a Lionhead precisa fazer para criar o maior RPG de todos os tempos“:

Acabei de receber meu “Call of Duty: Modern Warfare 2″, game este que comprei, pasmem, na pré-venda, e foi embarcado em 11 de novembro passado. O jogo deve ter ficado parado em algum lugar por aí, nos Correios, e somente hoje recebi a notificação me avisando de que deveria comparecer a uma agência dos mesmos para pagar a tal “taxa de importação”. Ou seja: fui taxado. Bom, não reclamo, pois mesmo assim o valor ainda compensa, comparando com o que se paga no game em lojas nacionais.
Estava numa fissura danada por este game, e hoje à noite meu Xbox 360 vai ferver com esta belezinha. Minhas únicas reclamações são:
Bom, deixemos tudo isto pra lá. O que importa é que já estou com o game em mãos e já posso aproveitar esta maravilha que espero há muito tempo. Eita 36 dias mais angustiantes!
Bom, aí vai uma foto do danado, onde vocês podem conferir a tal caixinha eco-irritante “Eco-Box”:
Ai, ai, agora meu dia melhorou bastante.

Quem joga BioShock pela primeira vez tem a nítida impressão de que tudo aquilo poderia ter existido realmente. Toda aquela realidade (ou surrealidade) de Rapture parece mexer tanto com a nossa cabeça, que a sensação que temos é a de que realmente estamos, por exemplo, realizando uma escolha que fará alguma diferença “além game” quando salvamos ou não uma Little Sister.
Estou jogando o game pela segunda vez, desta vez salvando todas as Little Sisters, mas mantendo intacto meu primeiro save onde libertei pouquíssimas. Mais uma vez, me sinto imerso no universo do jogo, estremecendo a cada grito ensandecido de um splicer, sentindo o controle tremer nas mãos a cada esquina que dobro, e por aí vai.
Mais imersão ainda
Segundo o pessoal da 2K Games, BioShock 2 proporcionará mais imersão ainda ao gamer, ao introduzir sequências as mais variadas durante o gameplay, explorando elementos, dentre outros, assustadores. Além disso, segundo afirmam, existirão muito mais batalhas que procurarão explorar a nova força do protagonista, agora um Big Daddy, o que, sem dúvida, acrescentará mais emoção ao jogo.


Finalizei Mass Effect, da Bioware, semana passada, e de lá pra cá venho pensando em escrever este post. São tantas coisas a se falar do game, tantos detalhes, tanta coisa que encanta e surpreende, que, talvez, sejam necessários vários posts. Mas vou tentar resumir tudo, ok? Tentarei passar a vocês (pelo menos para quem não conhece o jogo), um pouco da esperiência maravilhosa que ele proporciona ao gamer.
Se você se interessa ou vier a se interessar, pode tentar comprá-lo pelo “Games on Demand” (talvez ainda esteja liberado), que foi a forma como comprei o game para meu Xbox 360, por US$ 19,99 (ou 1600 Microsoft Points), ou então adquirí-lo por valores similares em lojas lá de fora, como a Estarland ou a CD Universe.
Um início que assusta um pouco
Em Mass Effect você tem a oportunidade de construir seu personagem, definindo características físicas, inclusive, ou então utilizar o Comandante Shepard já pronto. Foi o que eu fiz, e parti logo pro jogo.
Em cada uma das missões você ainda precisa delegar ordens a 2 outros membros de um esquadrão que você mesmo forma sempre que sai de sua nave, a Normandy. Isto significa que você escolhe as armas que eles usarão, o posicionamento deles, e diversos outros aspectos que tornam a jogabilidade um pouco complicada. Mas só no começo: com o tempo você se acostuma. Mesmo porque, eles são de grande ajuda durante as missões.

Apesar de não ser definido por alguns como um RPG, Mass Effect possui muitas das características deste tipo de jogo. Você distribui pontos de habilidade que vai ganhando durante o decorrer do jogo para seu personagem e para os do seu esquadrão, pontos estes que servem para aumentar diversas habilidades, como o uso de eletrônicos, sabotagem, habilidades com diversos tipos de armamento, intimidação e itens que abrem novas opções nos inúmeros diálogos que você irá ter com muitos personagens durante o game.
Liberdade extrema – Você comanda
Como o Comandante Shepard, e futuramente adquirindo o status de um Spectre (ou Special Tactics and Reconnaissance), algo como um Jedi no universo de Star Wars, você obtém liberdade quase que ilimitada, o que lhe permite, dentre outras coisas, se desejar, passar por cima da aliança terrestre e responder somente ao conselho. Aliás, tudo o que você faz, todas as suas ações e decisões, boas e/ou más, trazem consequências positivas e/ou negativas para seu personagem e para o desenrolar da história. E você vai percebendo isto enquanto caminha pelo universo do jogo.



















