Que tal uma partida de DDTank? Jogue em seu navegador este interessante jogo

Publicado por em Aug 16, 2011 em Artigos, Jogos gratuitos, PC, Webgames | Comente agora

DDTank é um jogo free-to-play muito interessante. Acredito que todos vocês devam conhecê-lo, principalmente se possuem filhos, sobrinhos, etc. Não que o jogo deva ser jogado somente pelo público mais novo, mas creio que ele é mais conhecido pela garotada. Entretanto, trata-se de um jogo que requer grandes doses de estratégia, e é baseado em turnos. Além disso, não é preciso baixar DDTank: ele é jogável através de qualquer navegador web. Trata-se de um “browser-based game”.

O título foi desenvolvido pela empresa chinesa ELEX Technological Co. Ltd., e roda em uma espécie de plataforma online chamada 337, a qual possui em torno de 5 milhões de usuários. DDTank conta com uma versão totalmente em português, e é um jogo muito bacana e colorido, além de contar com gráficos extremamente agradáveis. DDTank é um dos games mais famosos da ELEX, vale lembrar.

O “universo” do jogo é bem interessante, e é possível nos depararmos com casas, árvores enormes, laboratórios de combate, salões de jogos, etc. Jogar DDTank não é difícil. Pelo menos, sua jogabilidade é bem simples, e o jogador utilizará muito frequentemente apenas as setas e a barra de espaço no teclado. É possível mover o personagem com as setas esquerda e direita, e a mira é ajustada com as setas que apontam para cima ou para baixo.

Em cada combate, no momento de cada tiro, é possível, aliás, é imprescindível, prestar atenção na força e no ângulo do disparo. Vale ressaltar que estes ajustes devem ser realizados tendo em vista cada uma das inúmeras armas disponibilizadas no jogo (é claro, a arma que você está utilizando no momento). Em DDTank, cada partida suporta até 8 jogadores, e existe um modo de jogo onde uma equipe combate a outra e um outro estilo “capture a bandeira”, no qual é preciso destruir quem estiver com a bandeira. Assim fazendo, esta equipe será a vencedora.

A força e a direção do vento também são extremamente importantes em DDTank. É necessário prestar atenção neste “pequeno” detalhe, e realizar os ajustes necessários no momento do tiro. Algo bem bacana é o fato de, tanto a força quanto a direção do vento mudarem constantemente, de forma aleatória. Isto acaba oferecendo ainda mais desafio aos jogadores, os quais terão de prestar atenção em diversos elementos antes de disparar. DDTank também permite a realização de upgrades nos personagens e armas, vale lembrar.

Durante cada partida, o jogador conta inclusive com um mostrador que fornece informações precisas a respeito do ângulo. Um tutorial inicial, aliás, permite que você obtenha 500 moedas gratuitamente. Basta, para isso, responder algumas perguntas relacionadas ao que você executou durante o tutorial de DDTank. Uma arma também é fornecida gratuitamente, através deste mesmo sistema, por exemplo.

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E #Bastion foi para o #Limbo

Publicado por em Aug 12, 2011 em Artigos, distribuição digital, Indústria de games, PC | 26 comentários

Pois é. Justamente após o lançamento de Limbo no Steam, lançamento este que deixou todos os PC gamers muito felizes, somos obrigados a engolir mais uma notícia amarga. Bastion, que até ontem mesmo se encontrava em pré-venda em diversos sites de distribuição digital de games, incluindo Steam, GamersGate, Direct2Drive, Gamesplanet, etc, foi de todos estes removido. Ou melhor, bloqueado. Para algumas regiões. Aparentemente, tudo isto é devido a “problemas” em relação à classificação do jogo junto aos respectivos órgãos competentes em alguns países. E, como no Brasil, aliás, tudo é mais difícil, é claro que o jogo sumiu para os gamers brasileiros.

Sinceramente, não consigo entender isto tudo, uma vez que temos jogos no Steam, por exemplo, com conteúdo violento, etc, que no entanto estão totalmente liberados. Aliás, que tipo de mal há em Bastion? Um RPG belíssimo que possui como protagonista um pequeno garoto que anda em um mundo que foi deixado em pedaços após uma catástrofe? Se fosse a Ubisoft bloqueando From Dust eu até entenderia, devido ao histórico da empresa. Mas Bastion, desenvolvido pela Supergiant Games, empresa que conta com uma equipe pequena porém extremamente talentosa? E ainda por cima um jogo cuja publisher é a Warner? Não creio que a culpa seja da Warner, também.

Onde está a tal “liberdade”, “agilidade” e “vantagem” da distribuição digital nestes momentos? Podemos comprar via download e jogar em nossos PC’s, por exemplo, títulos como Brink, Metro 2033, Counter Strike, Painkiller e tantos outros repletos de violência e sangue, e não podemos jogar um RPG genial e muito, muito mais leve, que estes que citei? Aliás, comparar Bastion a estes títulos pensando nos quesitos “violência”, “conteúdo impróprio” e similares é um absurdo.

A página de Bastion está lá, no Steam, mas bloqueada. Já nos outros sites que mencionei acima, o jogo desapareceu. Soube de gente que comprou o jogo em pré-venda, no Steam, e ainda possui o mesmo em sua library. Mas também ouvi falar a respeito de reembolsos. Ou seja: que confusão, hein? Outro fato irritante: fronteiras na distribuição digital é algo ridículo. Por que limitar o acesso a determinados jogos vendidos via internet? Aliás, o bloqueio de Bastion, infelizmente, fará com que ele seja bem mais “pirateado”.

Muita gente não pensará duas vezes, já que não pode comprar o jogo, em obtê-lo através de “caminhos alternativos”. Nem só o DRM possui uma grande parcela de culpa quando falamos em crescimento da pirataria. Estas atitudes imbecis de publishers e desenvolvedoras também. E qualquer órgão classificador, de qualquer país que seja, quando tenta decidir pelo cidadão o que é ou não adequado para ele. Mas Bastion???

Aliás, se este “problema” for mesmo devido apenas a falta de classificação etária em alguns países (o que não tenho lá muita certeza), não está na hora de todo mundo rever seus conceitos? Felizmente pude adquirir minha cópia de Bastion na Xbox Live. Mas e quem não possui um Xbox 360 e aguardava o jogo com ansiedade? Novamente: o que há de errado com Bastion?

Enviei hoje cedo um e-mail à  Supergiant Games, a respeito do ocorrido, e, estranhamente, desta vez ninguém me respondeu. Será que o “buraco é mais embaixo”? Muitas vezes, em determinadas situações, determinadas empresas pedem para que o pessoal “pirateie” seus jogos.

Já deixo avisado de antemão que sou totalmente contrário à pirataria, porém, ninguém pode negar o fato de que, caso este bloqueio se mantenha, muita, muita gente, vai pagar muito, muito menos, pelo jogo da Supergiant Games. Infelizmente. :(

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Conheça o jogo “Space Pirates and Zombies”: combates no espaço, estratégia e RPG

Publicado por em Aug 2, 2011 em Artigos, Indie games para PC, Notícias, PC, Vídeos e imagens | 7 comentários

Space Pirates and Zombies é um título muito interessante desenvolvido por um pequeno estúdio canadense chamado MinMax Games. Space Pirates and Zombies, ou SPAZ, mistura estratégia, combates espaciais e RPG. A MinMax é uma desenvolvedora de games independente fundada há dois anos atrás e, segundo seus fundadores, a empresa foi criada com o propósito de desenvolver o jogo espacial que eles mesmos sentiam falta no mercado. É interessante ressaltar que a MinMax é composta por duas pessoas, apenas, e que SPAZ levou cerca de 22 meses para chegar ao estado em que se encontra hoje.

Space Pirates and Zombies se encontra em estágio “open beta”, e já está sendo vendido em diversos sites de distribuição digital de games, como por exemplo Impulse, Desura, GamersGate, GreenManGaming e também no site do próprio game. Em todos estes sites o jogador pode comprar o título e jogá-lo, mesmo durante o período “open beta”. O título também será lançado no Steam, em 15 de Agosto de 2011, e no Direct2Drive. Aliás, uma demo de SPAZ também está disponível. Aproveite, baixe agora e dê uma olhada no jogo.

O título é ambientado em um hipotético futuro no qual a Terra se tornou um ambiente inabitável. Um novo elemento descoberto (elemento 126), chamado REZ, se torna algo muito buscado e desejado, no jogo, devido às suas características peculiares e à sua enorme versatilidade. O jogador encarna um pirata espacial que deve criar sua própria frota de naves espaciais e, então, sair em busca de tesouros e, por que não, aventuras. Cada sistema estelar em Space Pirates and Zombies conta com seu próprio “ecossistema” de eventos, os quais podem ser alterados conforme as ações do jogador. Você pode também, em alguns deles, ser apenas um mero expectador, aguardar o final de um possível combate, por exemplo, e então recolher os espólios de uma luta na qual você não participou.

Cada sistema conta com duas facções rivais, e você é livre para interagir com as duas. Você pode utilizar as estações espaciais das mesmas para realizar negócios, aliás. Só tome cuidado com facções que não se mostrarem amigáveis a você, sua nave mãe e à frota. É muito bacana saber que o game foi o mais vendido no Impulse durante seis semanas, e que a MinMax já vendeu mais de 11.000 cópias do game também no Impulse. Este game e seus desenvolvedores merecem. E agora, sendo distribuído em mais canais, certamente SPAZ venderá bem mais, principalmente após seu lançamento no Steam. Para quem adora ficção científica, RPG, combates espaciais e similares, este indie game pode realmente ser um verdadeiro achado. SPAZ, à primeira vista, pode ser errôneamente visto como um simples jogo de combate espacial.

Entretanto, ele conta com elementos que o tornam um título muito interessante e profundo, além de bonito. O game conta com um sistema de física muito bem deenvolvido, vale ressaltar. Você pode tentar evitar tiros, e cada nave pode ter sua manobrabilidade alterada dependendo de sua configuração e seu peso. A inércia e os propulsores podem ser utilizados em combate, e suas naves podem ser danificadas até mesmo por ondas de choque provenientes de explosões. Em SPAZ, o jogador poderá criar e gerenciar uma enorme frota de naves espaciais, sendo que o elemento tático do game é realmente muito bacana. É possível comandar totalmente a frota de naves espaciais. Despachar ordens, modificar a configuração da frota e de cada nave, individualmente, realizar alterações na inteligência artificial de cada unidade, etc. Detalhe: tudo isto pode ser realizado enquanto uma batalha está em ocorrência, por exemplo. O painel tático pode ser “chamado” a qualquer momento, e o jogador poderá então tentar mudar o curso da batalha, caso esteja em risco.

Space Pirates and Zombies também conta com um sistema de evolução similar ao de muitos RPG’s. É possível até mesmo construir novas naves com base na tecnologia do inimigo. SPAZ também conta com grande campo para quem gosta de exploração, permitindo que o jogador explore a galáxia em busca de matéria-prima para suas criações. Algo também fantástico no título da MinMax Games é a galáxia persistente gerada aleatoriamente, a qual é enriquecida com história, diversas facções e inimigos, missões, e itens os mais diversos, tudo tendo em vista proporcionar uma experiência única em cada gameplay.

SPAZ conta com inúmeras naves e permite que o jogador realize pesquisas tendo em vista o desenvolvimento de novas máquinas, e ainda apresenta ao jogador algo bem inusitado: zumbis no espaço; o jogador terá de combater um verdadeiro ecossistema zumbi. Digamos que os zumbis representam uma outra facção na galáxia, facção esta que, com o decorrer do tempo, começa a alterar eventos e a promover conflitos. As naves zumbi não são igual às demais, e seu “modus operandi“, aliás, é diferente de todos os outros inimigos. Os zumbis, é claro, infectam e/ou “comem” seus inimigos, e podem lançar ovos que rapidamente darão início a uma terrível praga.

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CEO da Electronic Arts fala sobre um afastamento do 3D

Publicado por em Jul 29, 2011 em Artigos, Indústria de games | 6 comentários

Cada vez mais sinto uma certa estranheza em relação à EA. Infelizmente, aliás, algumas franquias famosas e sensacionais estão sob as asas da publisher. John Riccitiello, CEO da companhia, andou comentando a respeito dos planos que esta tem para se afastar do 3D e caminhar em direção a jogos sociais e online. “Nós realmente percebemos altos rendimentos nestes mercados, e retornos muito pobres com foco no 3D, então nós estamos alocando nossos recursos em direção a inovações. Francamente, não temos visto uma grande adoção dos jogos em 3D. Nós não temos visto uma grande adoção de TV’s 3D em casa, pelo menos não ainda. Nós não estamos aqui tentando conduzir um mercado. Estamos aqui para reagir ao que os consumidores estão procurando“, disse Riccitiello.

Minha pergunta é: será que estamos mesmo desejando nos afastar de jogos em 3D, de experiências em 3D, etc? Estará a grande maioria dos consumidores de jogos eletrônicos buscando pelo que Riccitiello menciona? Ao dizer que sua empresa não está tentando conduzir um mercado, o CEO da Electronic Arts dá mostras justamente do contrário, se observarmos suas palavras anteriores e até mesmo a guerra da EA contra o Steam. É óbvia a intenção de dar mais atenção a jogos casuais, online e sociais, por parte da EA. Além do mais, ela adquiriu a PopCap, não é? Mas quer dizer que toda e qualquer inovação agora se originará nestes “nichos”? Muito estranhas tais palavras, vindas da boca do CEO de uma empresa que possui franquias como Mass Effect, Dragon Age, Need For Speed, Dead Space, Battlefield, The Sims, etc. Todos estes são títulos “sociais”, ou fogem do 3D?

Me parece que a Electronic Arts está meio que perdida ou, quem sabe, não tem a mínima idéia do que significa a palavra inovação. Talvez eles devessem perguntar ao último estúdio que adquiriram, ou à legião de desenvolvedores independentes. Talvez um mínimo de bom senso e humildade seja necessário nas mentes da turma da EA.

Há espaço para o 2D, assim como há espaço para o 3D. O mesmo se pode dizer de jogos casuais, sociais ou online, sejam eles em duas ou em 3 dimensões. Não há nada que impeça, aliás, o “casamento” dos dois, como é o caso do impressionante “El Shaddai: Ascension of the Metatron“. Posso até estar enganado, mas não vejo problemas no 3D. O problema está no fato da EA, agora, acreditar que pode determinar o futuro da indústria de jogos eletrônicos. “Retorno muito pobre”? Ah, faça-me o favor.

(Via: Gamesindustry)

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A Ubisoft não aprende: versão para PC de From Dust usará “aquele” DRM

Publicado por em Jul 28, 2011 em Artigos, distribuição digital, Indústria de games, Lançamentos, Notícias, PC | 25 comentários

Ridícula atitude, esta da Ubisoft. A versão para PC de From Dust conterá “aquele” malfadado DRM, o qual obriga o jogador a permanecer constantemente conectado à internet, mesmo se estiver jogando o modo solo do game em questão. Tudo isto se torna mais ridículo ainda quando observamos que From Dust é um game sem nenhum modo multiplayer. Não que a “Ubi” esteja preocupada com isto, é claro. A pré-venda do jogo já pode ser realizada em alguns sites, e sua página no Steam fornece a informação que os pc gamers com certeza odiarão: “3rd-party DRM: Ubisoft Online Service”. Eu odiei. O mesmo ocorrerá, aliás, com Driver San Francisco.

É triste perceber que a Ubisoft, mesmo sabendo que este seu esquema de DRM imbecil não evitará a pirataria, insiste em penalizar o jogador que foi lá, pagou pelo game e quer usufruir do mesmo sem nenhum tipo de problema. A empresa até chegou a remover o tal DRM de alguns de seus títulos, ocasião em que disse que analisaria cada caso de forma isolada, no momento de decidir ou não pela inclusão do “esquema maldito”. Infelizmente, entretanto, temos agora de conviver com a idéia de que um belíssimo jogo como From Dust será mais um meio para que a Ubisoft chame quem joga no PC de ladrão.

Para mim, isto soa desta forma. Este “Ubisoft Online Service” é algo totalmente desnecessário. É um desserviço. Uma afronta ao jogador que obtém seus jogos de forma lícita. É uma imbecilidade sem tamanho que, além de tudo, fará com que os “pirateiros” dêem muitas risadas, pois como todos sabemos, para o “mundo” da pirataria, infelizmente, nada disto irá funcionar, e rapidamente este pessoal estará jogando From Dust em computadores totalmente desconectados da grande rede, se assim o quiserem.

E que dizer de quem comprar o título para PC, estiver jogando e, de repente, perceber que sua conexão à internet caiu? Isto já deve ter acontecido com muita gente em títulos da Ubisoft que usam ou usavam seu “DRM”. Espero que até o lançamento da versão para PC de From Dust a desenvolvedora e publisher francesa reveja este caso, e que este belíssimo trabalho de Eric Chahi não chegue ao PC “acompanhado” de algo tão inútil e ofensivo.

Será que chegaremos ao dia em que a indústria de jogos eletrônicos como um todo finalmente entenderá que dificultar a vida do jogador honesto de nada adianta? Será que eles jamais perceberão que um jogo pirateado não representa um jogo não vendido? Não representa uma perda financeira? Sou contra a pirataria, mas direcionar artilharia pesada contra quem joga de forma justa, paga por seus games, etc, é algo totalmente errado e extremamente danoso à imagem da empresa.

Além disso, muita gente jogará From Dust sem sequer tomar conhecimento do tal DRM, e justamente “estes” precisavam pelo menos “conhecê-lo”. Mas os canhões, neste e em outros casos similares, infelizmente estão apontados para as pessoas erradas. Além disso, como todos sabemos, nenhum sistema é à prova de falhas. E se algum problema ocorrer “do lado de lá”, os jogadores serão penalizados mesmo estando de acordo com as regras da Ubisoft. Mesmo tendo pago pelo game. Mesmo estando conectados à internet. Conexão constante à internet para jogar um game singleplayer. Que ridículo.

Se a Ubisoft mantiver o DRM na versão PC de From Dust, creio que será melhor, para quem puder, adquirir as versões Xbox 360 ou Playstation 3 (será lançada mais tarde) do game. Até mesmo por uma questão de “boicote parcial”. Confesso que a versão PC do título era minha prioridade, mas isto já está mudando. E o pior é que estou tão ansioso por este game que minha intenção era adquirir as duas versões e compará-las. Sou obrigado a confessar, também, que sou humano (claro :) ) e não sei se resistirei à “versão que me chama de ladrão”.

Triste é saber que muita gente terá de conviver com um grande problema e fazer uma escolha muito difícil, pois joga somente no PC: comprar e amargar o “Ubisoft Online Service” ou ficar sem este belíssimo jogo.

(Via: VG247)

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From Dust: seja um deus com a ajuda de Eric Chahi

Publicado por em Jul 25, 2011 em Artigos, Notícias, PC, PSN, Vídeos e imagens, xbla, xbox live | 8 comentários

From Dust será o segundo game lançado como parte do Xbox Live Summer of Arcade 2011. Trata-se de um jogo do designer de games francês Eric Chahi, muito conhecido por ter sido o criador do clássico Another World. From Dust será lançado na próxima quarta-feira, 27 de Julho de 2011, para Xbox 360 e PC. Uma versão do game para o Playstation 3 deverá ser lançada até o final do ano.

From Dust fornecerá aos jogadores enorme liberdade e também grandes responsabilidades, ao colocá-los no papel de uma divindade que tem como “encargo” guiar e proteger uma tribo primitiva que vive em um arquipélago e que precisa sobreviver e recuperar os conhecimentos e poderes perdidos de seus antepassados. From Dust, em minha opinião, tem todos os pré-requisitos para ser o melhor jogo do Summer of Arcade 2011, e o fato do título ser lançado simultâneamente também para PC poderá colaborar bastante para seu sucesso.

O título já se encontra em pré-venda no GamersGate e no Direct2Drive, e creio que deverá ser lançado também no Steam. O game custará 15 dólares, vale lembrar. Eric Chahi criou o conceito e cuidou da direção criativa do título. O jogador, no papel de um deus qualquer, digamos, terá a natureza em suas mãos, e será capaz de moldar a matéria das ilhas que fazem parte do arquipélago onde vive a tribo. O mundo de From Dust estará em constante modificação e o jogador terá a capacidade de intervir nos mais variados eventos.

A manipulação dos elementos deverá ser a “chave mestra” para o sucesso. O jogador/deus poderá criar rios, congelar ou esvaziar lagos, destruir formações rochosas e mudar o curso das águas, lidar com erupções vulcânicas e, de uma maneira que parece ser extremamente fantástica, realmente influenciar o destino da tal tribo primitiva. As possibilidades parecem ser enormes. O controle sobre a tribo será, é claro, indireto. O jogador será um deus que não se comunicará diretamente com seus adoradores (se é que eles terão ciência da divindade), pelo menos não com todos, mas poderá inspirá-los. Ocorre que xamãs presentes entre a tribo alertarão o jogador quando alguma desgraça estiver prestes a acontecer.

Tsunamis serão apenas um dos desastres naturais com os quais o gamer terá de lidar neste game muito promissor. As formas através das quais o jogador salvará a tribo poderão, certamente, variar bastante, e aí está uma das chaves para o quase certo sucesso de From Dust, em minha opinião. Uma cordilheira poderá, de repente, barrar o acesso ou reduzir a força das águas mortais, e o poder para a criação desta cordilheira poderá estar nas mãos do jogador. O “deus desconhecido” também poderá congelar as águas, dependendo da situação. A Ubisoft, aliás, descreve From Dust como o sucessor espiritual do jogo Populous, de Peter Molyneux, outro “god game”. O game conta com uma direção de arte fantástica, e cenários belíssimos e inspiradores.

Trata-se de um trabalho que, pelo menos a mim, causa grande ansiedade. Mal posso esperar para jogar From Dust, e é bem provável que compre sua versão para PC. Jogos como este não são lançados com frequência, e chego a apostar que este será o melhor lançamento do Xbox Live Summer of Arcade 2011, seguido por Bastion. Liberdade, poder, beleza, manipulação de elementos, controle sobre a natureza, tudo isto tendo em vista guiar uma tribo em sua busca por conhecimento e, ao mesmo tempo, livrá-los de todos os perigos.

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