Pelo menos é no que acredita Peter Moore, responsável pela EA Sports. Segundo ele, entretanto, ainda estamos pelo menos uns 10 anos longe desta época onde não mais existirão nossos amados discos e caixinhas de jogos. Eu também aposto na distribuição digital, mas ainda reluto em abandonar o “meio físico“.
Venhamos e convenhamos: em um modelo totalmente digital, onde os jogos são entregues via download, perdemos aquele certo “glamour” de uma “edição do ano”, ou de uma “edição de colecionador”. Perdemos o contato com a caixinha, com o cheiro de plástico novo, e os diversos badulaques que recebemos quando compramos um jogo retail. É, eu dou importância a estas coisas.
O futuro é a distribuição digital
Em um mundo tão “digital”, é óbvio que caminhamos, no quesito “games”, para a total eliminação do modelo de venda em caixa/disco físico. Para que isto aconteça, entretanto, diversos fatores podem influenciar negativa e/ou positivamente, como por exemplo velocidade das conexões à internet, tamanho dos HD’s dos consoles, etc. Mas creio que pelo menos no intervalo de tempo sugerido pelo figurão da EA (ou até bem antes), estes não serão mais problemas com os quais teremos de lidar tão seriamente quanto hoje.
Mas que o modelo de venda de jogos em discos deixará saudades, isto deixará. Ainda bem que ainda temos um certo tempo para aproveitarmos nossos brinquedinhos. Bom, pelo menos segundo as previsões do Mr. Moore.
Via Joystiq
Segundo uma pesquisa conduzida por um reumatologista e seu filho, onde cerca de 170 crianças com idades entre 7 e 12 anos preencheram um questionário reportando seus hábitos enquanto “gamers”, jogar vídeo-games faz mal (ai, ai, e lá vamos nós, novamente). Segundo a pesquisa, quanto mais jovem o jogador maior é a dor em suas mãos, e quem joga mais de uma hora por dia sofre de mais dores. Os detalhes da pesquisa estão sendo apresentados em um encontro anual de uma entidade de reumatologia norte americana.
Bom, é claro que qualquer atividade repetitiva pode causar as tais “LER’s”, ou “Lesão por esforço repetitivo”, e isto se aplica tanto à utilização de vídeo-games quanto à de computadores, com o uso excessivo do mouse e o esforço causado pela digitação em excesso. Podemos encontrar, aliás, inúmeras atividades causadoras de LER.
Mas entra aqui o necessário e sempre obrigatório (mas nem sempre presente) controle exercido pelos pais, que devem controlar a utilização de qualquer aparelho eletrônico por seus filhos. Por que será que isto quase nunca é mencionado quando surgem pesquisas “bombásticas” sobre o assunto?
Exageros, sim, são nocivos
Acredito, entretanto, que existe um pouco de exagero aqui. Danos são possíveis, ainda mais em se tratando de indivíduos com idades tão reduzidas? Sim, é claro. Os pais podem (e devem) exercer controle sobre o tempo de utilização dos vídeo-games por seus filhos, como já mencionei acima, entretanto.
Mas é óbvio o final disto tudo. É claro que o hábito de jogar vídeo-game sempre foi mau visto, e ainda o vai ser por um bom tempo. Daí o fato de atribuirem assassinatos, massacres e tantas outras coisas a um simples passatempo eletrônico. A índole do indivíduo, seu histórico de vida, seus traumas, etc, isto tudo quase nunca é levado em conta.
A novidade agora é que jogar vídeo-games causa dores nas mãos (engraçado, as minhas também doíam, principalmente quando jogava Decathlon em meu Atari 2600
). Bom, pelo menos desta vez ninguém morreu.
Via Destructoid
Uma pesquisa recente do NPD Group, realizada no Canadá, afirma que 40% dos gamers daquele país declarou ter comprado games por impulso nos últimos 6 meses, apesar da crise pela qual todos passamos. Dentre os fatores determinantes para a compra, se encontram coisas tão “estranhas” quanto embalagens bonitas e outras nem tanto, tais como, como por exemplo, acessibilidade online e os preços mais em conta dos jogos usados.

Segundo Matthew Tattle, do NPD Group, “é claro que os hardcore gamers vão encontrar uma maneira de satisfazer suas necessidades por algo novo, diferente e agradável“. Isto mostra que, pelo menos para este tipo de jogador, a crise mundial não tem muito peso quando o assunto é abastecer sua biblioteca de jogos.
Tattle ainda continua:
“A embalagem do jogo é a mais influente forma de publicidade para os fabricantes e vendedores de jogos. Especialmente entre os compradores por impulso, a embalagem do jogo é considerada um motivador mais forte do que comerciais de TV, anúncios online ou trailers. Os gráficos e as imagens nas embalagens dos jogos devem ser escolhidos de forma estratégica para garantir que os compradores sejam atraídos pelo jogo”.
Alguns outros detalhes interessantes que a pesquisa aponta:
Segundo o co-fundador da Bioware, Greg Zeschuk, Mass Effect 2 terá um “enredo escuro” tal como o segundo episódio da maravilhosa “‘trilogia de 6 filmes” Star Wars. Conforme as próprias palavras de Zeschuk:
Se você se lembrar, “O Império Contra-Ataca” foi o capítulo mais escuro (de Star Wars), e é assim que nós desenvolvemos a história e a experiência em Mass Effect 2: para tentar e fazer o jogador refletir a respeito dos desafios do personagem.
Continuando, o co-fundador da Bioware ainda disse à IGN:
Se você colocar Mass Effect 2 junto ao original (se referindo ao primeiro Mass Effect), ele é definitivamente um game mais escuro e difícil.

Mass Effect proporciona uma ótima experiência
Bom, eu não sei quanto a vocês, mas Mass Effect me proporciona uma experiência e tanto. Imersão e enredo elevados ao cubo, jogabilidade agradável e simples, gráficos bonitos apesar de ser um game de 2007, e diversão garantida por horas e horas. As aventuras de Shepard por diversos sistemas, seu esquadrão (com alguns aliens presentes, conforme as escolhas que você faz durante o jogo) nada homogêneo, a evolução dos personagens, as decisões passíveis de serem tomadas durante o game, tudo isto, faz do título da Bioware uma jóia rara.
É claro que é, como eu já disse, um jogo repleto de clichês, e as semelhanças com Star Wars acabam de ser tornadas públicas pelos próprios desenvolvedores. Mas, e daí? Eu não me importo, dada a qualidade do trabalho, e você, se importa?
Mass Effect 2 será um daqueles títulos “must have”, pelo menos para mim. A cada nova notícia sobre o jogo, minha ansiedade aumenta ainda mais. Este, com certeza, vai ser um ítem obrigatório na coleção de qualquer dono de um Xbox 360, pelo menos daqueles que gostam de RPG’s, ou pelo menos apreciam tomar decisões as mais diversas durante um jogo, decisões estas que afetam claramente o desenrolar da história.
Fonte: Kotaku
Brian Crecente, do site Kotaku, obteve uma interessante declaração de um desenvolvedor de games durante o “Tokio Game Show“. Este último, ao ser questionado se estava planejando incluir o recurso de “captura de vídeos” em seus títulos, similar ao “Cinema” existente em Halo, afirmou ao repórter do Kotaku que sua empresa “gostaria muito de incluir o recurso em seu jogo, mas por que trabalhar em algo que o próprio dono da plataforma já está trabalhando”?
É claro que o cara que disse tal frase está sendo mantido no anonimato, por razões óbvias, mas as declarações de Scott Austin, diretor da área de games digitais da Live, ao mesmo repórter do Kotaku acima mencionado, quando questionado a respeito da captura de vídeos no Xbox 360, nos dão bastante esperança de que talvez tenhamos em breve no console um recurso deste porte.

Créditos da foto: Freerangestock
Ele afirma que a Microsoft está sempre pensando em maneiras de incrementar a experiência proporcionada pelos games enquanto na Live. Ele diz, é claro, que não vai comentar a respeito do (ainda hipotético) recurso de captura de vídeo pelo Xbox 360, mas diz que estão pensando em maneiras de tornar as coisas mais interativas.



















