Fable 3 pode fazer uso do Projeto Natal: será mesmo necessário?

Segundo Peter Molyneux, homem por trás do “Lionhead Studios” e da franquia de grande sucesso Fable, é possível que o “ainda no forno” Fable 3 faça uso da tecnologia do sensor de movimentos da Microsoft, o Projeto Natal.

Em recente entrevista ao site Kotaku, Molyneux foi ambíguo ao dizer que Fable 3 vai utilizar o controle do Xbox 360, e ao mesmo tempo afirmar que nunca disse que a sequência do fantástico Fable 2 não irá utilizar o Natal.

De qualquer forma, fica aqui a pergunta: será que um game como Fable, e falando aqui mais especificamente de seu terceiro episódio, precisa da tecnologia envolvida no Projeto Natal? Será que Fable 3 precisa fazer uso de um sensor de movimentos, ou, de outra maneira, será que precisamos de algo assim em um game como Fable, um RPG?

Interrogação
Creative Commons License photo credit: Marco Bellucci

Particularmente, vejo o Natal sendo mais bem utilizado em games de corrida e esportes, primariamente. Ainda não consegui entender a necessidade de utilizarmos um sensor de movimentos em um RPG, ou em um shooter, por exemplo. Para que precisamos de um sensor de movimentos para navegarmos por um suposto menu circular de Fable 3? Ou, qual a utilidade do Projeto Natal para a movimentação e para as ações de nosso personagem no game?

Eu posso estar sendo meio que antiquado ao fazer estas colocações e até mesmo estas perguntas, mas ainda não consegui ver a vantagem do Projeto Natal neste tipo de game. Enxergo o natal como algo mais “casual”, e voltado para este tipo de game, apenas. E você? :)

Fonte: IGN

As conquistas, ou “achievements”, do Xbox 360, são importantes pra você?

Conquistas (achievements) para o Xbox 360

Sei que posso estar navegando contra a maré, e até mesmo indo contra o pensamento da maioria dos donos de um Xbox 360, ao escrever este post, e posso até receber muitas críticas, mas tudo bem. Um blog é para isto mesmo: é um espaço para a divulgação de opiniões, sejam do autor sejam dos leitores. E aqui vai uma pergunta: você dá muita importância às conquistas (ou achievements) implementadas nos jogos do Xbox 360?

Inovação

Sei que foi uma das coisas mais notáveis e inovadoras implementadas no console da Microsoft (a Sony também aproveitou a deixa e implementou algo semelhante em seu Playstation 3). Sei que muitas pessoas jogam um game pensando principalmente em acumular conquistas e aumentar seu gamerscore. Muitas vezes, um jogo se torna, para algumas pessoas, apenas uma arena para “caçar conquistas”. Tem também aquele lance “do meu ser maior do que o seu”, em relação ao gamerscore. :)

Achievement - Conquistas

Crédito da imagem: Stasys Eidiejus – Photoxpress.com

Os pontos, as conquistas e o gamerscore

Geralmente, um jogo retail possui a capacidade de liberação de 1000 pontos, os quais são liberados através da realização das tarefas necessárias para a obtenção das tais conquistas e adicionados ao seu gamerscore. Um XBLA possui, geralmente, 200 pontos. Sei de gente que não descansa enquanto não obter os tais 1000 ou 200 pontos, respectivamente, muitas vezes jogando o mesmo jogo 2, 3, 4, ou mais vezes, apenas para executar todos os procedimentos necessários para a obtenção da(s) conquista(s) faltante(s). É claro que existem jogos que valem a pena serem finalizados muitas vezes, mas a questão aqui não é esta.

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Halo 3: ODST – Alguns comentários: gráficos, enredo, mais impressões, etc

Caixa Halo 3: ODSTConforme vou jogando a campanha de Halo 3: ODST, mais boas impressões vou tendo a respeito deste game exclusivo para o Xbox 360. Para quem inicialmente não iria comprar o game, e até mesmo não tinha muitas expectativas em relação ao mesmo, é um grande salto. Me surpreendi desde o primeiro momento, desde quando carreguei o jogo pela primeira vez. A introdução, com as “letras subindo” na tela, já dá uma boa idéia do que vem pela frente, e o que se segue é uma sucessão de acertos por parte da Bungie e da Microsoft.

Um pouco do enredo

É simplesmente fenomenal caminhar pela cidade de Nova Mombasa abandonada após uma invasão dos Covenant. Como ressaltei anteriormente, você “encarna” diversos personagens, e um deles é o “novato” (ou rookie). Na verdade, o principal é o novato, o restante são “flashbacks jogáveis”. Mas é com o novato que você passeia solitariamente por New Mombasa. É fantástico caminhar pela cidade desolada e passar por carros abandonados no meio da rua com o alarme tocando incessantemente. A imersão provocada pelo conjunto cenário + música + enredo é fantástica.

É muito legal topar com grupos de inimigos durante as perambulações pela cidade, e participar de um instigante tiroteio. O mapa, acessível através do botão “Back” do controle, permite que a “navegação” seja segura, e dá uma idéia bem clara dos objetivos.

Tais objetivos, é claro, são objetos os mais diversos deixados pelo pessoal do seu pelotão, objetos estes que possuem um dispositivo sinalizador que permite, então, que você chegue até eles. Nestes momentos, então, rolam os tais “flashbacks”, onde você assume a personalidade dos outros integrantes do pelotão, voltando assim algumas horas antes no tempo.

Romeo, Mickey, Dutch, etc: todos integrantes do mesmo pelotão que você, com os quais você, uma hora ou outra, irá interagir, seja controlando-os, seja participando ao lado deles de alguma missão. Não existem palavras para descrever a sensação de, junto com alguns do seu pelotão, no topo de um prédio e no controle de uma torreta lança-foguetes (você pode, é claro, escolher outra arma, posicionamento ou tática, no momento), atirar contra naves inimigas que, além de atirarem contra seu grupo ainda fazem desembarque dos alienígenas para que estes tentem derrotar seu grupo no local.

Halo 3: ODST

A mira do lança-foguetes é um outro show à parte: ela até se trava no inimigo. :) Só mesmo jogando para sentir a emoção, a ansiedade, o frenesi e tudo de bom que o jogo oferece.

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Halo 3: ODST – Primeiras impressões – O game é sensacional

Halo 3: ODST

Acabei pensando melhor e hoje cedi a um impulso consumista: comprei o game Halo 3: ODST. :)

Coloquei o CD do modo campanha na bandeja, mandei executar, voltei para a dashboard do meu Xbox 360, instalei o jogo no HD, aguardei alguns minutos e logo em seguida mandei carregar o mesmo do HD: foi aí, então, que o show começou. Versão nacional, totalmente dublada em português do Brasil, gráficos um pouco melhores do que os de Halo 3 (principalmente no tocante à iluminação), músicas maravilhosas e  a mesma (ou quase a mesma) jogabilidade.

Vários protagonistas

Vale ressaltar que em Halo 3: ODST o protagonista não é o grandalhão Master Chief com o qual estamos acostumados. Aliás, vários são os protagonistas, ou seja, “controlamos” diversos personagens no decorrer do game. Diversos soldados, dependendo do momento. E em todas estas “ocasiões”, somos sempre um ODST, ou “Orbital Drop Shock Trooper”: aqueles soldados “normais” que nos games anteriores da franquia estão sempre ali por perto, auxiliando o famoso Master Chief.

Halo 3: ODST

O jogo

Após uma aterrissagem mal sucedida, encarnando um novato, você é obrigado a explodir sua cápsula para poder, então, sair pelas ruas de New Mombasa em busca do restante de seu pelotão. Existe um mapa onde é possível definirmos pontos de interesse (existe uma bússola também), e temos de encarar o fato de que somos, em Halo 3: ODST, muito mais fracos do que o Chief.

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A Inspiração para os Big Daddies do game BioShock

Você com certeza já deve ter ouvido falar no excelente jogo BioShock, ou até mesmo já deve ter jogado este game. Uma das coisas mais legais (e assustadoras) no game são os Big Daddies, gigantes misteriosos vestidos em uma roupa de mergulho antiquada, e suas protegidas, as Little Sisters, meninas aparentemente inocentes (porém assustadoras) que, entretanto, possuem um “invasor” em seus corpos que as fazem “reciclar o sangue que retiram de cadáveres”. Eeeeca. :)

Bom, a inspiração para a “armadura/roupa de mergulho” dos Big Daddies com certeza veio daqui. Veja, é uma roupa de mergulho do ano de 1882:

Big Daddy - 1882

Agora, veja o verdadeiro Big Daddy, do BioShock:

Big Daddy - BioShock

A inspiração é clara, não? :)

Fonte: Kotaku

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