Duke Nukem Forever entra para o Guinness enquanto a “lenha desce”

Publicado por em Jun 13, 2011 em Artigos, Indústria de games, Lançamentos, Notícias | 8 comentários

Duke Nukem Forever, jogo cujo lançamento mundial se dará em 14 de Junho de 2011, entrará para o Guinness como o “FPS com o período de desenvolvimento mais longo”. O jogo, originalmente anunciado em Julho de 1997, causou enorme ansiedade e até dúvidas nos fãs, ansiosos por verem novamente em ação o aniquilador de alienígenas fortão e cheio de graça, sempre pronto a fazer algo esquisito, impróprio e/ou levar as garotas à loucura. Isto sem contar as frases conhecidíssimas, o egocentrismo, etc. :)

Duke Nukem Forever fará parte do “Guinness World Records 2011 Gamer’s Edition“, e isto chega até a ser engraçado. Quer dizer, engraçado agora, que o game já foi lançado no Reino Unido (no Steam também :) ), e está prestes a ser lançado mundialmente. Trocando em miúdos, entrar para o Guinness como algo que levou tempo demais para ser feito, não deixa de ser hilário. Entretanto, alguns reviews já estão meio que malhando o jogo, e dando notas bem baixas ao mesmo.

Isto não chega a impressionar, entretanto. Pelo menos, não a mim. Homefront sofreu com este mesmo “mal”, e no entanto, em minha opinião, é um bom jogo. Possui falhas, ok quanto a isto. Mas de que servem as notas baixas na hora do “vamos ver”? De que adianta a Eurogamer dar nota 3/10 a Duke Nukem Forever? Para que serve tudo isto? Para que as ações de desenvolvedoras e publishers sofram baixas, como ocorreu com a THQ quando do lançamento de Homefront?

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(E3 2011) Conferência da Microsoft: o futuro do Xbox 360 depende do Kinect?

Publicado por em Jun 6, 2011 em Artigos, E3 2011, Indústria de games, microsoft, xbox, xbox live | 5 comentários

A conferência da Microsoft na E3 2011 terminou há pouco. Bom, quando terminar de escrever este artigo bem mais tempo terá passado, talvez. Comecei a assistir a conferência já desanimado, e ao término da mesma, minha sensação foi de total apatia. A Microsoft, de uma maneira geral, nada mais fez do que demonstrar mais um pouco o Kinect e os novos jogos com suporte ao acessório. Ok, existiram alguns bons momentos durante a conferência, isto não posso negar. Mas estes foram eclipsados pela aparição constante do ex-Projeto Natal.

Coisas boas: Halo: Combat Evolved Anniversary com co-op e sete mapas clássicos, com o lançamento previsto para Novembro, Gears of War 3 com o Ice-T jogando, Modern Warfare 3, Youtube e Bing na Xbox Live e… opa, o que mais mesmo? (até o Youtube na Live é questionável, se pensarmos bem). Estou esquecendo de algo? Alguém se lembra de mais alguma coisa interessante? Particularmente, fiquei totalmente decepcionado. Minecraft com suporte ao Kinect no Xbox? Quem precisa disso? Qual a vantagem? Onde o Markus Persson está com a cabeça? No dinheiro, óbviamente.

Once Upon a Monster, Kinect fun labs, Kinect Sports 2, Dance Central 2, etc: nada disto me empolgou. E, o pior de tudo: Kinect no Mass Effect 3. Coitado do Shepard: também virou um cachorro, agora. Chegaremos a ver gente jogando ME3 da seguinte maneira?

“- Shepard, atire”. “- Shepard, pegue a Jack”. “Shepard, só no Paragon, hein?”.

Agora estou com medo de Mass Effect 3, sendo um grande fã da franquia. Será que tentarão “aliviar” as coisas para a devida introdução do suporte ao Kinect no jogo? Justo no último da série? A Microsoft focou sua conferência durante a E3 2011 quase que única e exclusivamente no Kinect. Até achei o Kinect Star Wars legalzinho, gráficos bacanas, etc, mas a jogabilidade não convenceu.

Tempo de resposta bem ruim e muito “pula-pula” para o meu gosto. Parece que a gigante de Redmond está pretendendo estender a vida útil do Xbox 360 durante os tais 5 anos através da utilização do Kinect, e se ela assim o fizer, infelizmente, veremos cada vez mais “Minecraft’s para Xbox 360″ e chegaremos a ver também o lançamento de “Dance Central 25″.

Será que tudo agora depende do Kinect, no tocante ao console da Microsoft? Ok, é uma tecnologia fantástica, mas lançar apenas games casuais, alguns deles “revestidos” de uma capa mais séria, não adianta nada para quem, como eu, por exemplo, gosta de jogar com o controle nas mãos. Qual a necessidade, me digam, de usar o Kinect no Mass Effect 3? Vejo até problemas aqui: quem não domina o inglês vai encontrar problemas no momento de dar ordens à equipe bem no meio do combate. Será um desastre.

E, independentemente de qualquer coisa: existem games que exigem atenção, cuidado, leitura, lógica, etc, e tudo são coisas meio que contrárias à utilização do Kinect, o qual está sendo demonstrado, muitas vezes, como uma espécie de “acessório academia”. Seria o Kinect uma espécie de “salvador da pátria” do Xbox 360? Será que o console morreria logo, sem o acessório? Caramba, temos bons jogos exclusivos, a Xbox Live é fantástica, o próprio console em si, sua dashboard, seus recursos, etc, são muito bons. Então: qual o problema, se é que existe um, realmente, e não estou apenas sendo chato?

A conferência inteira foi um tal de Kinect pra lá, Kinect pra cá que, sinceramente, me deixou irritado. Ah, é claro, me lembrei agora: Halo 4. O Master Chief em tela foi uma visão maravilhosa. Talvez por isto tenham deixado o Halo 4 para o final da conferência. Cientes de que nada de novo tinham a apresentar, os chefões da Microsoft podem ter tentado esconder tudo de feio que apareceu com uma pequena mostra do retorno do Master Chief.

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Tomb Raider: um dos jogos mais esperados na E3 2011

Publicado por em Jun 6, 2011 em Artigos, E3 2011, Notícias, Vídeos e imagens | 6 comentários

Através do E3 Insider, podemos visualizar diversas informações em tempo real durante a E3 2011. Podemos, por exemplo, perceber que o novo Tomb Raider é um dos jogos mais esperados. Pelo menos até este momento. O quadro “most anticipated games” cita também, neste momento, além de Tomb Raider, os games Batman: Arkham City, Gears of War 3, Dead Island, Assassin’s Creed: Revelations, Call of Duty: Modern Warfare 3 e Battlefield 3.

O novo Tomb Raider provavelmente será um dos melhores games de 2012. Pertencente a uma franquia renomada cujo primeiro título foi lançado há mais de uma década, o novo jogo provavelmente agradará aos antigos fãs da série e também fará com que novos jogadores se interessem pela mesma. Tomb Raider (vou parar, a partir de agora, de me referir ao jogo como “novo Tomb Raider”) foi revelado pela Square Enix no final de 2010, e Darrell Gallagher, da Crystal Dynamics, ainda disse o seguinte: “Esqueça tudo o que você sabia sobre Tomb Raider“.

Trata-se de um recomeço, digamos. Um game com uma nova, ou melhor, uma mais jovem e inexperiente protagonista. Aliás, temos de nos lembrar de que a série Tomb Raider ajudou a meio que diminuir aquela ridícula idéia machista de que game bom é game com protagonista masculino.

Lara Croft, nestes cerca de 15 anos, mostrou que bons games, aliás, excelentes games e franquias, podem ser criados possuindo mulheres como personagens principais. Lara é destemida, forte, inteligente, bonita, e em Tomb Raider está ainda mais, digamos, “gatíssima”. :)Lara Croft Reborn“, estas são as palavras escritas em um arco portado pela belíssima heroína em uma das imagens divulgadas. Tomb Raider proporcionará aos jogadores a felicidade de experimentarem as primeiras aventuras de uma “jovem e inexperiente” Lara Croft. O título será lançado para PC, Xbox 360 e Playstation 3.

Tomb Raider parece ser um jogo onde Lara terá de superar seus próprios limites. É claro que em diversos games da franquia ela já teve de fazer isto. Mas aqui, pelo que se pode perceber, a “Larinha” terá de lidar com algo com o qual nunca lidou antes. Com situações novas. Com inimigos e situações inexistentes, quem sabe, mesmo em seus piores pesadelos até então.

Viajando em um navio e vítima de um naufrágio, Lara acaba em uma ilha desconhecida onde somente pode contar consigo própria. Tomb Raider tratará, segundo a Square Enix, principalmente de sobrevivência. Abrigo, água, alimentação: tudo isto Lara deverá buscar com as próprias mãos, para se manter viva. Ela também irá explorar a ilha desconhecida, e encontrará, é claro, muita coisa estranha, talvez para nos fazer lembrar acima de tudo de que estamos jogando um game pertencente à renomada série Tomb Raider.

Ali naquela ilha, e até mesmo durante os momentos que antecederam  sua chegada à praia, Laura com certeza foi percebendo diversos motivos para continuar. Diversos fatores que a impulsionavam, já meio que antevendo aquilo em que deveria se transformar.

Acredito que neste jogo veremos o processo de “lapidação” daquela jóia que surgiu em 1996, para nosso deleite, já “formada” e pronta para o que der e vier. O trailer liberado pela Square Enix (o qual segue abaixo), é lindíssimo. Mostra Lara sendo lançada de encontro a um duro destino, o qual com certeza a colocou em situações que ajudaram a fazer dela o que ela é hoje nos games. E fora deles também, pois Lara é mais um personagem de jogos eletrônicos que foi parar no cinema, por exemplo.

Lara Croft é um personagem apreciado por gamers de ambos os sexos, e como se não bastasse, mesmo sendo forte, muitas vezes violenta e destemida, ela não perde o seu charme. Lara é retratada sempre de forma bela e feminina, e em minha opinião representa uma grande homenagem às mulheres. Tomb Raider certamente provocará grande comoção quando for lançado, e eu mal posso esperar por este momento.

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O PC é a melhor plataforma para games?

Publicado por em Jun 2, 2011 em Artigos, PC | 13 comentários

Outra vez aquela velha polêmica. A reportagem de capa da GamePro deste mês trás uma matéria bem interessante, fornecendo diversos motivos para considerarmos o PC como a melhor plataforma para jogos. É claro que temos sempre de levar em consideração diversos fatores quando tocamos neste assunto: a realidade brasileira e a “realidade lá fora”, incluindo preços de computadores e periféricos, preços de jogos no Brasil (absurdos) versus preço dos jogos “lá fora”, etc. É claro que, mesmo no Brasil, um bom computador não está custando mais tão caro.

Um pequeno trecho da matéria, inclusive, é liberado para download, como um arquivo PDF. Nele, o pessoal da GamePro menciona algumas vantagens do PC enquanto plataforma de games, incluindo anti-aliasing, frames por segundo, resoluções maiores, o maior poder dos PC’s, a melhor experiência proporcionada, a (suposta) melhor plataforma para jogos online, games e gêneros que são desenvolvidos exclusivamente para PC e/ou que proporcionam uma melhor experiência nos computadores, etc.

Uma frase me chamou a atenção no artigo, chamado “The Joy of PC Gaming”, o qual inicia perguntando logo de cara “por que a primeira plataforma real de jogos ainda é a melhor“:

Qualquer coisa que um console de jogos pode fazer é algo que provavelmente foi ‘dimensionado para baixo’ a partir de um build superior em um computador pessoal“. Bom, isto realmente é verdade, e qualquer game, para qualquer plataforma, é criado em um computador. Sempre observo com atenção este tipo de discussão e notícia, pois há até algum tempo atrás dizia-se que o PC estava morto como plataforma de jogos, e hoje em dia estas “afirmações” não mais são ouvidas.

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Belas cenas do fantástico multiplayer do jogo Transformers: Dark of the Moon

Publicado por em May 31, 2011 em Artigos, Vídeos e imagens | 4 comentários

Confesso: sou um grande fã dos Transformers. Desde pequeno. Esses robôs enormes sempre me fascinaram. Lia os antigos gibis que eram lançados no Brasil na década de 80 e aguardava todo mês com extrema ansiedade pelo lançamento do próximo número. E, se minha memória não falha, existia até um desenho animado tendo os robôs como protagonistas, nesta mesma época. Bom, depois de alguns jogos fraquíssimos tendo os Transformers como protagonistas, finalmente, em 2010, pelas mãos da High Moon Studios, foi lançado o fantástico Transformers: War for Cybertron.

O mundo dos transformers foi retratado de maneira fantástica, e o próprio jogo em si é sensacional. Ter a oportunidade de “experimentar” a guerra tanto do lado Autobot quanto do lado Decepticon é algo espetacular. Transformers: War for Cybertron é um título indispensável, principalmente para quem é fã dos robôs da Hasbro. Este ano teremos o lançamento de um filme e um game chamados Transformers: Dark of the Moon. O game será lançado em 14 (ou 24, existem controvérsias neste sentido) de Junho de 2011, para Xbox 360 e Playstation 3. Também serão lançadas versões para Wii, Nintendo DS e Nintendo 3DS, porém desenvolvidas pela Behaviour Interactive.

Transformers: Dark of the Moon, o jogo, contará com uma novidade. Trata-se da “Stealth Force”, uma terceira forma que os robôs poderão assumir, transformando-se em seres híbridos que contarão com vantagens tanto de suas “formas robô” quanto de suas “formas veículo”. Transformers: Dark of the Moon também levará os jogadores para combater em diversos lugares da terra, como por exemplo instalações militares na Sibéria, selvas na América do Sul e cenários urbanos, como a cidade de Detroit, por exemplo.

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Fortix 2: indie game muito promissor que também entrou na “onda zumbi”

Publicado por em May 29, 2011 em Artigos, Indie games para PC, PC, Vídeos e imagens | 2 comentários

Fortix 2 foi lançado em 6 de Maio de 2011. O jogo encontra-se disponível no Steam e no Direct2Drive, e custa US$ 9,99. Ele também será lançado no Desura em breve. Desenvolvido pelo estúdio húngaro Nemesys Games, o título é a sequência de Fortix, game lançado em 2010 e que custa atualmente US$ 0,99 no Steam.

A Nemesys Games promete aos gamers updates mensais para Fortix 2, bem como lançamento constante de DLC’s. Não sabemos se tais DLC’s serão pagos ou não, entretanto. O jogo é uma espécie de tower defense onde o objetivo é conquistar castelos e, ao mesmo tempo, lidar com torres inimigas e monstros.

O protagonista é um cavaleiro, Sir Fortix. Você entrará na pele do (algumas vezes nem tanto) sorridente Sir Fortix, caso jogue Fortix 1 ou 2. Trata-se de um jogo que a própria desenvolvedora compara com Qix, título da Taito lançado na década de 80 para os arcades, onde o objetivo era, basicamente, conquistar o máximo possível da área de jogo. O mal, em Fortix 2, é representado por um feiticeiro chamado Xitrof, e em suma, este será o inimigo que servirá como premissa para um game onde o objetivo básico será, também, a conquista de territórios, e também castelos, para eliminar a maldição de Xitrof.

Fortix 2 conta com 30 níveis, os quais abrangem 3 territórios diferentes, e conta com diversos inimigos diferentes, além de oferecer diversos modos de jogo ao gamer. No Steam, o indie game conta com tudo de bom que o site de distribuição digital de games da Valve tem a oferecer: Steam Achievements, Steam Cloud (oba!), etc. Os gráficos do mais recente lançamento da Nemesys Games são muito agradáveis, e bem mais bonitos quando os comparamos com os de seu antecessor.

Outra coisa muito bacana em Fortix 2 é o fato do jogo disponibilizar também os 15 primeiros níveis de Fortix 1. Isto, é claro, é algo que deverá ser desbloqueado pelo jogador, através da conquista completa da primeira área de Fortix 2: “Greemland”. Bacana, não? Além disso, a Nemesys Games, quem sabe dentro de sua promessa de updates mensais e DLC’s para seu mais novo lançamento, lançou em 24 de Maio um novo modo de jogo chamado “Zombie Mode”. Sim, isto mesmo: zumbis em um jogo onde você deve conquistar territórios. Sensacional, não?

O “Zombie Mode” pode acessado através de cliques no passarinho que descansa sobre uma espada no menu inicial do game. Você deve perturbá-lo com seu mouse, é claro, e depois do primeiro acesso o “Zombie Mode” permanecerá disponível sem a necessidade de qualquer “trabalho extra”. No “Zombie Mode”, os lentos mas perigosos zumbis tornarão a vida do Sir Fortix um tanto quanto mais complicada. Dominação de tumbas, é nisto que se tranforma o jogo, no “Zombie Mode”.

Para quem aprecia tower defenses e indie games muito criativos e divertidos, Fortix 2 é uma ótima opção. Os zumbis, aliás, são muito engraçados, e o próprio game como um todo é um belíssimo representante indie, “nicho” que alguns ainda insistem, infelizmente, em subestimar.

Veja abaixo um trailer de Fortix 2. E lembre-se também que demos dos dois Fortix estão disponíveis no Steam:

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