Misterioso teaser trailer e novas imagens de Assassins Creed: Relevations – Série em risco?

Publicado por em May 27, 2011 em Artigos, E3 2011, Vídeos e imagens | 3 comentários

A Ubisoft divulgou um misterioso teaser trailer de Assassins Creed: Relevations. O trailer mostra imagens bem estranhas, um Ezio bem mais velho e inclusive um navio, o qual aparece justamente quando o narrador, certamente o Ezio, menciona sua incapacidade de escapar do destino. Que destino seria esse, e que relação terial tal destino com o tal navio, se é que existe alguma?

Ezio também pede por respostas e revelações. Ele quer a verdade, finalmente. Pelo que tudo indica, Assassins Creed: Relevations será mesmo o último jogo da franquia tendo o Ezio como protagonista. A página da série no Facebook ainda menciona que diversas questões serão respondidas na E3 2011. As novas 6 imagens divulgadas pela Ubisoft mostram Ezio em algum local que parece pertencer ao Oriente. Estes novos locais já eram esperados, pois a desenvolvedora francesa já havia afirmado anteriormente que o protagonista italiano iria “visitar” locais pelos quais Altair já havia passado.

Sou um grande fã da franquia Assassin’s Creed. Comecei a me empolgar mais com a série a partir de Assassin’s Creed II e o início da história de Ezio. Trata-se de uma série fantástica, e mesmo Assassin’s Creed: Brotherhood é um game estupendo. Um jogador realmente interessado pode nem ver as horas passando ao jogar os títulos da série, tamanha a imersão que eles provocam, bem como à enorme riqueza de detalhes históricos. Isto sem contar com a enorme liberdade proporcionada ao jogador, e os belíssimos gráficos.

O enorme cuidado ao retratar a Itália renascentista e uma Roma repleta de segredos e maravilhas deve ser sempre elogiado e apreciado. Meu medo, entretanto, é que a partir de Assassins Creed: Relevations a série “se perca”. Revelations também terá suporte a partidas multiplayer, da mesma forma que Brotherhood. Não estou aqui dizendo que a introdução deste modo de jogo em Brotherhood representou algo ruim: muito pelo contrário. O multiplayer no último lançamento da série é muito divertido, interessante e diferente.

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Avalanche de jogos: gamers cada vez mais desesperados

Publicado por em May 23, 2011 em Artigos, distribuição digital, Notícias, PC | 10 comentários

É claro que no título deste post eu quis fazer uma gracinha. Mas, na verdade, é meio assim que me sinto quando observo todos os sites de distribuição digital de games lançando promoções e mais promoções, semanalmente, por exemplo. Principalmente o Steam, o qual, além de suas promoções de meio de semana e de final de semana, agora possui games em promoção diariamente. Para piorar (ou melhorar) ainda mais as coisas, e mais uma vez, o Steam lançou mais uma semana dedicada a uma publisher. Trata-se da Ubisoft Week, mediante a qual podemos comprar, durante 24 horas, a coleção com todos os títulos da série Prince of Persia existentes no catálogo do Steam por US$ 15 dólares, ou então títulos isolados, com 66% de desconto.

Nestas primeiras 24 horas da Ubisoft Week, qualquer pessoa pode “levar para casa” por menos de 24 reais um bundle contendo os jogos Prince of Persia, Prince of Persia: The Sands of Time, Prince of Persia: The Forgotten Sands, Prince of Persia: The Two Thrones e Prince of Persia: Warrior Within. Sensacional, não? E este é apenas o primeiro dia da Ubisoft Week. Além disso, o “Steam Daily Deals” de hoje oferece o game Mini Ninjas, objeto de desejo particular desde que li um certo texto sobre ele, por meros US$ 6,80.

Já o GamersGate, outro site de distribuição digital de games que gosto bastante, também está com diversos jogos interessantes em promoção. Trata-se da “Extraterrestrial Week“, cujo nome dispensa traduções. :) Existem alguns games ali muito interessantes. Se você gosta de jogos estilo Breakout e Arkanoid, não deixe de conferir Action Ball 2, Hyperballoid 2 e Strike Ball 3. Cada um deles está saindo por US$ 3,48, e são games muito divertidos. Strike Ball 3, por exemplo, apresenta interessantes gráficos em 3D e conta com diversas “construções” na área de jogo, as quais vão sendo demolidas durante o gameplay. Muito interessante.

Ainda no GamersGate, o sensacional RTS Men of War: Assault Squad está saindo por menos de 14 dólares. Precursors, um game bem interessante (pretendo escrever sobre o mesmo em breve), está custando US$ 14,98. Steam Slug com seu visual steampumk sai por menos de 7 dólares, e se você der uma olhada na página das ofertas (link no parágrafo anterior), pode ser que encontre algo que lhe agrade.

É interessante e, também, “preocupante”, o fato de estarmos sendo constantemente bombardeados com tantas promoções. Muitas vezes acabamos comprando por impulso, e o resultado são listas infindáveis com games para serem jogados que, talvez, ainda levem 1 ou 2 anos para que possamos dar a devida atenção a todos os títulos.

Falo por mim mesmo, por experiência própria. É realmente difícil resistir a tantas promoções. Aliás, a facilidade da distribuição digital ajuda muito a fazer com que nos tornemos compradores compulsivos de games: “comprou, pagou, instalou, jogou”, ou, “comprou, pagou e deixa na conta – um dia eu jogo”. Será que teremos tempo para tantos games?

Pois digamos que é um processo contínuo. Uma bola de neve. Novos games são lançados cada vez com intervalos menores, e quase sempre, dependendo do caso, são colocados em promoção muito rapidamente, o que faz com que seja muito difícil encontrarmos uma semana de promoções, por exemplo, que não contenha nada que nos agrade.

É como sempre digo: vida de gamer não é fácil. :) Amanhã, por exemplo, que game da Ubisoft teremos em promoção no Steam? Splinter Cell, Assassin’s Creed? O que você acha?

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(Vídeo) Brink: “brincando” na Arca e assistindo seu belíssimo dossiê

Publicado por em May 15, 2011 em Artigos, Vídeos e imagens | Comente agora

Brink foi lançado em 12 de Maio de 2011 no Steam. Sua versão para PC, a versão distribuída digitalmente, conta com suporte a Steamworks, o que significa que, independentemente de onde você comprá-lo, ele será adicionado à sua library no Steam. Este jogo da Splash Damage me interessa há um certo tempo. Sempre tive grande curiosidade a seu respeito, e talvez uma certa parcela de culpa aqui deva ser creditada à presença da Bethesda “no negócio”.

A publisher/desenvolvedora, pelo menos em minha opinião, sempre lança ótimos jogos, e possui em seu catálogo obras primas tais como, por exemplo, Fallout 3, The Elder Scrolls III: Morrowind e The Elder Scrolls IV: Oblivion. Isto me fez aguardar pelo FPS Brink com enorme ansiedade, e desde o início eu tinha certeza de que iria jogar sua versão para PC (mas o game foi lançado, é claro, também para Xbox 360 e Playstation 3).

Dentro de Brink existe uma sessão chamada Dossier (dossiê), a qual contém alguns vídeos muito interessantes sobre o jogo. Existe também uma sessão com vídeos de treinamento, mas estes deixei de fora. Criei uma compilação com 4 destes vídeos presentes no dossiê de Brink: “Attract”, “Intro”, “Resistance” e “Security” (o vídeo está no final deste artigo). Estes dois últimos, vale lembrar, mostram um pouco das duas facções passíveis de escolha no jogo. No vídeo que criei, também mostrei um pouco, bem pouco mesmo, das possibilidades de customização do personagem. Depois de jogar mais, e progredir no game, você vai desbloqueando mais alternativas, e a customização fica ainda mais sensacional.

Tudo é feito de maneira muito simples e intuitiva nesta parte, e você pode deixar o seu personagem bem diferente e mudar muitas coisas. Até mesmo a voz do dublador pode ser alterada, o que é sensacional. A promessa da desenvolvedora é liberar muitas opções, conforme o jogador avança no game. E eu já percebi este fato, com cerca de 1 hora e pouco “brincando no game”.

Percebi que muita gente (e muitos sites) estão falando tanto bem quanto mal do jogo. Aliás, isto não me surpreende, principalmente depois do “caso Homefront“, e é natural que uns gostem e outros não. Pelo que vi até agora, o jogo parece ser bom, e fornece, além da experiência obtida no modo campanha, um enorme foco no trabalho em equipe, principalmente jogando com outros jogadores, online. A própria premissa básica de uma cidade utópica e futurista, supostamente auto-sustentável e separada do restante do mundo, um  mundo à parte que entra em colapso e se divide em dois grupos distintos, é algo que me parece muito bacana e que pode servir como base a um gameplay bem intenso.

Brink parece ser um FPS único. Jogar duas campanhas. Lutar dos dois lados. Ainda é muito cedo para afirmar com certeza algo neste sentido, mas o que sinto já no início é que em Brink não existe uma facção ruim e outra má. A Resistência quer escapar da “Ark”. A Segurança quer salvá-la. Observar e jogar como parte de cada uma das duas facções e entender seus motivos com certeza será muito bom.

Comecei a jogar e confesso que fiquei impressionado. O jogo é bem complexo. Existem classes. Imagine algo como um Team Fortress 2, por exemplo. Existe o “soldier”, o “operative”, o “medic”, etc. Cada missão deve ser um trabalho realmente em conjunto, e mesmo jogando no modo solo, todos os membros da equipe devem se ajudar uns aos outros.

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Darkspore: da luz à escuridão

Publicado por em Apr 28, 2011 em Artigos, PC, Vídeos e imagens | Comente agora

Devo confessar que quando ouvi falar a respeito de Darkspore pela primeira vez, pensei, realmente, que se tratasse de um Spore, digamos, “malvadão”. Um “Spore escuro”. Pensei que se tratava realmente de um simulador similar a Spore, de um jogo que permitisse ao gamer “desenvolver” criaturas ruins, vamos dizer assim, e guiá-las através de sua evolução, lidando com os mais diversos percalços durante tal caminhada. Ledo engano, como pude perceber mais tarde. A luz de Spore foi agora substituída por um jogo que possui diversos elementos não tão luminosos em sua temática e gameplay. Não no sentido de má qualidade, que fique bem claro. Mas não há como negar que Darkspore é um jogo muito diferente. Mas nem por isso deixa de ser interessantíssimo.

Darkspore  foi lançado em 26 de Abril de 2011, e é um título, assim como Spore, exclusivo para PC’s. Também desenvolvido pela Maxis, é claro, e distribuído pela Electronic Arts. Darkspore é um RPG de ação, resumindo. Mas o jogo possui diversos elementos empolgantes, em minha opinião. De seu “antecessor” ele trouxe consigo, por exemplo, possibilidades enormes no tocante à customização de personagens. Aliás, esta é uma área que adoro, em qualquer gênero de game. O site do game menciona que tais possibilidades são quase ilimitadas.

O mais novo lançamento da dupla Maxis/EA é uma espécie de hack ‘n’ slash que lembra, de certa forma, Diablo. Se você assistir a algum trailer do jogo, esta semelhança poderá se tornar mais clara. Acredito que o jogo estava sendo aguardado ansiosamente por grande quantidade de jogadores ao redor do mundo, e seu fórum está bem movimentado, aliás. Os gráficos do título são, realmente, belíssimos, e segundo o site oficial, foi utilizada uma nova engine no desenvolvimento (não é mencionado o nome nem nenhum detalhe a respeito da mesma, entretanto).

O enredo de Darkspore lembra um pouco o nosso velho e querido Spore (que já esteve à venda na EA Store, há pouco tempo, por cerca de 5 reais). Criação, DNA, manipulação genética, tudo isto faz parte de seu enredo. Mas as semelhanças com Spore não são tantas assim, ou não estão presentes em todos os momentos do jogo. Antigos cientistas chamados Crogenitors, os quais também gostavam de viajar pelo espaço, encontrar novas raças, realizar experimentos, etc, acabam descobrindo um novo tipo de material, chamado E-ADN. Poderosíssimo, por sinal.

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Você quer jogar um “Mass Effect MMO”?

Publicado por em Apr 19, 2011 em Artigos, MMOs | 3 comentários

Eu não quero. Aliás, demorei um certo tempo até escrever este artigo pois tive de “tentar repensar” algumas coisas dentro de mim, e no final deste processo, saí exatamente igual. Não quero ver no mercado um “Mass Effect MMO”, ou um “MMO Mass Effect”, ou seja lá o que quer que possam vir a fazer com a série Mass Effect de forma tal a criar um “Massively Multiplayer Online” game em cima deste universo tão fantástico.

Não vou negar que gosto de alguns MMO’s e similares no mercado, nem tampouco que Rift meio que me fascina. Mas acho que existem casos e casos, e talvez aqui esteja falando o “gamer solitário” que existe dentro de mim, e nada mais. Há alguns dias atrás, Casey Hudson, da BioWare, comentou a respeito da possibilidade de multiplayer e/ou MMO em Mass Effect. A mim, a hipótese de entrar na pele do Shepard, por exemplo, e combater outros jogadores reais “envergando outras espécies”, por exemplo, soa no mínimo estranha.

Espero que Hudson não encontre nenhuma maneira de introduzir este tipo de coisa em Mass Effect de uma maneira tal que faça sentido aos fãs da série. Espero, aliás, que os fãs da série se manifestem contra esta idéia (mas isto já é exigir demais, creio eu – muita gente adoraria tal coisa, eu sei). Não acho que a existência da franquia como ela é seja uma boa premissa para a criação de um MMO em cima da mesma. Mass Effect é uma experiência solitária. Deve ser.

Já imaginou viver em um universo virtual onde Shepard, Garrus, Saren, Liara, e tantos outros personagens memoráveis de Mass Effect sejam apenas vilões ou heróis do passado, enquanto você nada mais faz do que vaguear pela Citadel ou por Omega em busca de quests e mais quests, se esquecendo, talvez, de que o que originou tudo aquilo foi uma saga fantástica e profunda, que proporcionou horas e horas de dificuldades, imersão, prazer, alegrias e tristezas a muita gente?

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THQ: “Homefront não é um 71. Você não pode aplicar matemática à arte”

Publicado por em Apr 13, 2011 em Artigos, Indústria de games | 4 comentários

Homefront não é um ’71′. Você não pode aplicar matemática à arte“. Esta frase foi dita por Danny Bilson, da THQ, em recente entrevista concedida à IGN, em São Francisco, em sua resposta à pergunta sobre os reviews a respeito de Homefront e as respectivas notas baixas. Vale ressaltar que as notas para o último jogo lançado pela THQ no Metacritic oscilam ao redor deste mesmo número. Em minha opinião, Bilson está certíssimo.

É claro que para muita gente a nota recebida por um filme ou jogo em um review importa bastante. Isto tudo, principalmente se levarmos em consideração o Metacritic, também fornece informações que serão utilizadas por investidores, empresas da área e similares. Designar uma nota para um game é, com certeza, algo válido, mas impreciso. Independentemente de qualquer coisa, um review é escrito por uma pessoa, a qual, espera-se, seja um gamer. Alguém que tenha jogado e analisado a obra como um todo.

Sempre tive este pensamento comigo: um review é a opinião pessoal de alguém. Apenas isto, e nada mais. A quantidade de review negativos ou positivos, aí sim, pode significar algo mais concreto, mesmo que ainda impreciso. Mesmo assim, muita gente pode gostar do trabalho em questão. Foi o que aconteceu com Homefront: apesar de todo o negativismo ao redor do game, o game vendeu mais de 1 milhão de cópias durante a primeira semana, e as expectativas continuam grandes em torno do jogo. Colin Sebastian, aliás, analysta de mercado, estima que até o quarto trimestre deste ano o jogo proporcionará um faturamento de 254,8 milhões de dólares.

Bilson se mostra extremamente otimista em relação a este FPS recém lançado que coloca os Estados Unidos de joelhos sob o jugo de uma grande nação coreana unificada, principalmente pelo fato de que se trata de uma nova IP. Parece que muitos reviews não consideraram este fato, aliás. “Acho que realmente capturamos a imaginação das pessoas com a IP“, diz Bilson durante a entrevista. Ele ainda expressa orgulho em relação a Homefront, orgulho muito mais do que válido.

Homefront trouxe grandes “melhorias”, digamos, ao gênero FPS. Se, de repente, não as encontramos em seu gameplay, as encontramos em seu enredo, o qual foge totalmente dos conflitos reais retratados atualmente nas franquias mais famosas. E olhe que estamos falando de uma nova IP e, possivelmente, de uma nova franquia. Em Homefront não lidamos com a primeira ou a segunda guerra mundial. Não existem operações secretas da CIA. Não vamos lutar no Afeganistão. A luta ocorre “em casa”, é o inverso. O título coloca o jogador, ou melhor, a narrativa mostra tudo com uma perspectiva meio que pessimista, até. “Fomos invadidos”.

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