Shadow Harvest: Phantom Ops – um shooter realmente desafiador?
Shadow Harvest: Phantom Ops é um jogo que me chamou a atenção desde quando dele tomei conhecimento. Todos os dias dou uma vasculhada no Steam e em outros sites de distribuição digital de games, visando encontrar novidades, e já há algum tempo “topei” com este game. Desenvolvido pelo estúdio alemão Black Lion Studios e com distribuição a cargo da Viva Media, Shadow Harvest: Phantom Ops é um game de tiro em terceira pessoa que, pelo que tudo indica, trará algumas novidades bem interessantes ao gênero.
O título da Black Lion Studios possui algumas características que remetem aos shooters dos velhos tempos. Nele, não existe a facilidade de simplesmente nos escondermos para que nossa energia vital seja recuperada, por exemplo, quando estamos levando tiros. Em Shadow Harvest: Phantom Ops temos de buscar por med-kits. Nada de se abaixar, se esconder, etc, e aguardar a regeneração.
Segundo Martin Schwiezer, CEO da Black Lion Studios, esta é uma maneira de “tentar reviver as melhores funcionalidades e elementos de gameplay de uma era onde os shooters eram muito mais desafiadores“. Além disso, em Shadow Harvest: Phantom Ops, a desenvolvedora tenta motivar os gamers a explorarem os ambientes, e também fazê-los pensar em diversas maneiras para controlar determinadas situações.
O game conta com níveis com dificuldades variáveis, e durante os mesmos o jogador deverá buscar por “health packs” ou células de energia para a roupa que fornece a habilidade “stealth” à personagem Myra. Aliás, uma das características mais interessantes deste jogo é o fato do mesmo contar com dois protagonistas diferentes, cada um possuindo habilidades específicas. São eles: Aron Alvarez, para os momentos de combate intenso, e Myra Lee, para ações “stealth”. A Myra, aliás, possui outras habilidades bem interessantes.

Isto fornece ao título, é claro, uma grande diferenciação em relação aos shooters que temos hoje no mercado, e acredito que a presença dos dois diferentes personagens fornecerá um gameplay bem interessante e variado, além de rico em possibilidades. Além disso, Shadow Harvest: Phantom Ops conta com um sistema de cobertura automático muito interessante, e que depende do posicionamento do personagem em relação ao objeto/muro/obstáculo/barreira.
Basta se aproximar frontalmente de um objeto passível de servir como cobertura e o personagem automaticamente entrará em modo de cobertura. Caso você se aproxime do mesmo objeto de outra maneira, nada acontecerá. Não existe um botão para acionar o modo de cobertura, no game. Isto é habilitado de forma muito mais intuitiva e, em minha opinião, mais fácil. Aproxime-se corretamente e fique protegido. Para sair da cobertura, basta um passo para trás.
Shadow Harvest: Phantom Ops é ambientado em 2025, e conflitos mundiais e o esgotamento dos recursos naturais fazem parte do seu enredo. Estes elementos talvez já tenham sido explorados, de maneiras as mais diversas possíveis, em diversas épocas, games e gêneros. Entretanto, devido a tudo o que mencionei acima, acredito que este game será muito interessante. Ele já está disponível em diversos sites de distribuição digital de games, tais como o Steam, o Direct2Drive e o GamersGate, por exemplo. Entretanto, todas as versões vendidas são “versões Steam”, independentemente de onde você o comprar, o que significa que o jogo somente será liberado em 15 de Abril de 2011.

Mas trata-se de um título muito empolgante e bonito, em minha opinião. Aprecio muito games de tiro em terceira pessoa, principalmente quando sou agraciado com a oportunidade de controlar dois personagens diferentes, um deles capaz de agir silenciosamente.
Aliás, a própria combinação de “ação direta” e “ação na surdina” é algo fantástico, e que com certeza agradará muita gente. Ando achando os First Person Shooters e Third Person Shooters lançados ultimamente meio fáceis, mesmo. Espero que esta nova IP traga desafio e inovação ao gênero.
Abaixo segue um vídeo que contém 3 trailers demonstrando um pouco das localidades do game e dos personagens Aron Alvarez e Myra Lee em ação:
Leia maisSemana com jogos em promoção no GreenManGaming – Conheça o site
Alguns de vocês talvez ainda não conheçam o GreenManGaming. Acredito que trata-se do mais novo site de distribuição digital de games no mercado. O GreenManGaming foi lançado, pelo que me lembro, em meados de 2010, e possui uma proposta bem interessante: os games que você comprar podem ser “devolvidos” à empresa, após você finalizá-los ou quando você bem desejar. E você recebe um crédito em troca, o qual pode ser utilizado na compra de novos jogos. Trata-se do “trade-in value”.
Veja o caso de Blood Bowl: Legendary Edition, por exemplo. O título custa US$ 39,95, e quando você o devolve ao GreenManGaming você recebe um crédito (isto neste momento) de US$ 10,00, e pode utilizar este valor como parte do pagamento de outros games. O crédito disponível em sua conta aparece logo ao lado do logotipo do site, assim que você efetua login no mesmo.

O “trade-in value” é variável. Ele depende, segundo o GreenManGaming, de negociações com cada publisher, da posição do game no “estoque”, da vendagem, etc. A empresa realiza uma série de operações com os games vendidos, devolvidos, etc, operações estas que podem afetar o preço final de cada game e também resultar em “trade-in values” mais altos ou mais baixos. Trata-se de um sistema bem interessante e único no mercado. Alguns preços, dependendo da ocasião, também, e levando em consideração alguns dos fatores que mencionei acima, também podem variar. Muitas vezes sofrendo reduções. Além disso, até agora, o GreenManGaming não demonstrou nenhum medo em vender games que contenham “sistemas de concorrentes embutidos”, como “games versão Steam”, por exemplo.
O site sofreu uma repaginada recentemente e recebeu um layout bem bacana. O serviço funciona através de um cliente chamado Capsule, de forma um pouco parecida ao Steam. Podemos encontrar promoções constantes no serviço, e muitos games sendo vendidos por preços mais baixos do que outros sites. Este é o caso do MMORPG Rift, por exemplo.
O GreenManGaming pouco a pouco está expandindo o seu catálogo, e muitos lançamentos já aparecem por lá, como Total War: SHOGUN 2, por exemplo (dentre outros). Ele também está firmando acordos com diversas publishers, como por exemplo, 2K, Sega, Paradox, Square Enix, etc.
Esta semana o site resolveu colocar um super game em promoção por dia, e a lista você pode conferir abaixo:
Leia maisE a Sony sofre nas mãos dos Hackers
Parece que o caso GeoHot versus Sony não tem mais fim, e agora, os problemas começam a se desdobrar em mais de uma vertente, colocando a privacidade de executivos e funcionários da fabricante do Playstation 3 em perigo. Tudo porque um grupo de hackers que se auto-denomina “Anônimos” resolveu entrar na briga e “tomar as dores” do GeoHot. É como eu disse, a Sony poderia ter acabado com todo este problema bem antes, sem tanto alarde, e sem, talvez, a necessidade de processos. Aliás, o GeoHot bem que poderia agora fazer parte do quadro de funcionários da gigante japonesa, hein?
Os “Anônimos” se declaram responsáveis por diversos ataques DDoS que diversos sites da Sony sofreram nos últimos dias, e ainda estão empenhados em ataques pessoais. Eles têm em mente obter detalhes pessoais dos funcionários da Sony e utilizá-los em fraudes. Sabe-se lá o que essa gente, com esses dados em mãos, fará. No mínimo, provocarão dores de cabeça enormes para muita gente. E o pior de tudo: todos nós sabemos que quando esses caras querem, eles conseguem.
Os gamers donos de um PS3 também podem eventualmente sofrer algum problema em relação à utilização da PSN. A Sony chegou inclusive a mencionar este fato em um tweet. Aparentemente, os “Anônimos” declararam mesmo guerra contra a Sony, e um dos grandes males disto tudo é que suas ações, direcionadas à Sony e, infelizmente, também ao seu quadro de funcionários (o que por si só já é complicado), acabam por prejudicar os jogadores. O próprio PlayStation Blog chegou a ficar inacessível, aliás.
Tudo isto é realmente lamentável. Esquecendo por um momento a enorme voracidade com a qual a Sony partiu para cima do GeoHot (a qual, entretanto, sob um ponto de vista mais pessimista não foi nada estranha), qual é o cenário que pode ser visualizado agora? Uma empresa meio que “refém” de gente que não conhece, contra os quais, pelo menos por enquanto, não conseguiu lançar nenhum ataque que provocasse algum “dano”, e gamers e funcionários passando por inúmeros problemas.
É triste também observar o quão rápido determinados grupos conseguem se reunir e agir em prol do mal. Isto tudo terá um fim, é claro. Mas até lá: quantos serão prejudicados? Quantas fraudes serão perpetradas? Quantos gamers ficarão sem jogar? Quanta gente perderá noites de sono?
Sei lá. Acho que não era caso para tanto. Se a Sony tivesse “pegado leve”, quem sabe, e chamado o GeoHot para uma conversa, as coisas poderiam agora estar normalizadas. Mas, grandes empresas jamais pensam como nós, “meros mortais”.
(Via: Gamesindustry.biz)
Leia maisBlur: “manchas no ar” e saudades da Bizarre Creations
Comprei o game de corrida Blur no último dia 25 de Março, através de uma promoção realizada no Direct2Drive. Paguei US$ 7,96 em um divertidíssimo jogo de corrida estilo arcade que está me proporcionando muitos momentos de diversão de alta qualidade. Aliás, em 2010, Blur foi um dos games que eu mais queria adquirir. Não sei por que não o fiz. Sinceramente. Talvez ele tenha sido penalizado pela minha tal “sempre presente fila de games para jogar”, não sei.
O fato é que este game sempre esteve em minha wishlist, e a princípio minha intenção era adquirir sua versão para Xbox 360. Entretanto, muitas coisas mudam nessa nossa “cabeça gamer”, e como ultimamente estou jogando mais no PC, foi até que natural, a escolha. Blur, lançado em meados de 2010, para Xbox 360, Playstation 3 e PC, é um título e tanto. Um jogo desenvolvido pela Bizarre Creations, a mesma desenvolvedora do ótimo Project Gotham Racing 4 (ou simplesmente PGR4), Geometry Wars e alguns outros.
Aliás, neste artigo não poderia deixar de lembrar novamente que a Bizarre Creations foi fechada por sua dona, a Activision, no último dia 18 de Fevereiro. Triste, mas é a vida. De qualquer forma, este post é sobre Blur e a diversão que ele pode proporcionar. Infelizmente, não consegui acessar seu multiplayer: diversas mensagens dizendo que os servidores do game estão inacessíveis ocorrem durante as tentativas. Mas o modo carreira de Blur é divertidíssimo e com certeza vale o investimento.

Os gráficos de Blur não são tão bonitos quanto os de PGR4, mas os efeitos especiais meio que suprem esta “falha”. Blur é um jogo de corrida que até lembra um pouco Mario Kart. Durante as sensacionais e movimentadíssimas corridas contra uma inteligência artificial bem desafiadora, você deve coletar powerups dispostos na pista. Eles possuem diversas finalidades: rajadas de energia, escudos, minas, etc. Tudo isto visa atrapalhar a vida de seus oponentes. Aliás, você é alertado quando alguém mirou em você: a traseira de seu veículo recebe uma barra piscante que ali permanece lhe alertando do impacto iminente, a não ser que você consiga escapar.
Em Blur, esqueça qualquer preocupação com a simulação. O esquema é acelerar, acelerar, ganhar fãs (coisa muito importante no game) e lutar contra os outros motoristas. Cada utilização de um powerup, seja por você ou por outro corredor, é um show à parte. Efeitos luminosos extremamente chamativos e bonitos chegam muitas vezes a nos ofuscar. Você deve ir desbloqueando pistas e carros durante o gameplay, e para isto deve atingir determinados objetivos em cada uma das corridas. Chegar entre os 3 primeiros, basicamente e quase sempre.

Você consegue visualizar facilmente os powerups que já coletou através da traseira de seu veículo. É possível armazenar até quatro powerups, e você pode utilizar e/ou descartar qualquer um deles, quando bem desejar. Um dos mais legais é um que lança uma espécie de campo energético circular ao seu redor, causando problemas a quem estiver perto de seu veículo. Seu carro vai sofrendo danos, conforme vai sendo atingido, e para isto existe um item que você pode coletar para realizar os devidos reparos. Se você procura um game de corrida com belos gráficos, que proporcione muita diversão, que não seja um simulador e que, além disso, lhe proporcione um pouquinho de Mario Kart, fique com Blur sem medo.
Leia maisDead Meets Lead – Zumbis no século 18? Pode ser interessante!
Confesso que sempre tive uma certa queda por games com zumbis. Sou avesso a algumas “combinações”, entretanto, como por exemplo a presença de zumbis em games de guerra. Mas, tenho que dar a mão à palmatória: gostei do Zombie Mode em Call of Duty: Black Ops, e o DLC Undead Nightmare, para Red Dead Redemption, é fantástico. O fato é que zumbis mexem com a nossa imaginação de uma forma sem igual, buscando e “trabalhando” com elementos enraizados nos mais escuros recônditos de nossa mente.
Eles representam a morte em vida, ou vice-versa, e desde “A Noite dos Mortos Vivos”, de George Romero, pode-se dizer que o “elemento zumbi” já viajou por diversas mídias e passeou pelo cinema e pelos games em diversas obras. Algumas fantásticas, outras nem tanto, outras deploráveis, e por aí vai. Minha mais recente experiência com um ótimo “game com zumbis” foi obtida através do sensacional Dead Rising 2, da Capcom. É claro que Dead Rising 2 é um game extremamente cômico, e não tem muito a ver com o título a respeito do qual falarei neste artigo. Navegando pelo GamersGate, tomei conhecimento de um game chamado Dead Meets Lead, o qual será lançado em 03 de Maio de 2011 e já se encontra em pré-venda, através do próprio GamersGate.
Criado pela desenvolvedora independente sueca Keldyn Interactive, Dead Meets Lead parece ser um jogo muito promissor. Aliás, não escondo de ninguém que gosto muito de títulos que possuam temáticas que tenham a ver com mistério, horror, sobrenatural, etc. Acho que jogos eletrônicos representam a maneira perfeita para fazer com que nossas mentes sejam submersas em mundos e situações estranhos, aterrorizantes e insólitos, dada a interatividade que proporcionam, além da experiência áudio-visual, é claro.
No jogo da Keldyn Interactive será possível massacrar hordas de zumbis, é claro. O título é ambientado no século 18, e conta a história de um capitão que tem como missão acabar com o mal que grassa na ilha de El Mirando e que se alastrou por mais algumas outras ilhas. Uma espécie de “praga mística” está causando muitos problemas nas tais ilhas, e muito provavelmente transformando os habitantes em zumbis.

Dead Meets Lead conta com uma espécie de prefácio, aliás. Em 1716 os britânicos tomaram conhecimento da praga acima mencionada. A igreja, é claro, reuniu uma força para lidar com o problema, o qual supostamente, é claro, teria a ver com bruxaria. Uma frota de navios foi então enviada à ilha, e o curioso é que uma tempestade destruiu a tal frota. Um sinal? Talvez, quem sabe. Enviado por quem, ou o que? Ninguém sabe. Vale ressaltar que, deste desastre, somente o capitão sobreviveu, conseguindo chegar até à praia, e justamente de uma das ilhas infestadas pela praga.
A história começa aqui, portanto. O capitão deve vasculhar a ilha e acabar com o mal que está ali fazendo a festa. O capitão, aliás, é uma espécie de fanático religioso, o que pode ser bem interessante e fornecer alguns momentos bem legais durante o gameplay. Ele anda armado com sua espada, sua pistola e sua bíblia.

O jogo conta com um sistema chamado “rage system”, através do qual o capitão vai ficando mais furioso conforme vai matando. Isso pode, é claro, fornecer uma ajuda extra, pois espera-se que este sistema forneça ao capitão pelo menos algum tipo de upgrade, mesmo que temporário. Além disso, Dead Meets Lead contém 16 mapas com cenários bem variados, onze tipos de inimigos (também existem chefes, neste jogo da Keldyn Interactive) e sete armas diferentes.
Leia maisHomefront: números e estatísticas dizem sempre a verdade?
A THQ anunciou que Homefront vendeu, nas primeiras 24 horas após o seu lançamento, nos Estados Unidos, 375 mil cópias. Brian Farrell, CEO da empresa, disse o seguinte: “Estamos muito satisfeitos com as vendas de Homefront em seu primeiro dia, e já estamos atendendo a novas encomendas para o game, de muitos varejistas“.
Segundo Danny Bilson, também da THQ, 200.000 pessoas compraram o game durante a pré-venda. Isto representou, de certa forma, uma marca e tanto para a publisher. Um recorde. Homefront foi o game da THQ mais vendido durante períodos de pré-venda. Se isto quer dizer algo em relação à qualidade do game ou não, não sei dizer ainda. Se fizermos algumas comparações aqui, e nos lembrarmos de que StarCraft II: Wings of Liberty vendeu mais de 3 milhões de cópias em um mês, chegamos ao número de mais ou menos 100.000 cópias por dia.

Agora, se considerarmos as vendas de StarCraft II durante as 48 primeiras horas pós lançamento (1,5 milhão de cópias), a coisa toda muda de figura. São mais ou menos 750.000 unidades em 24 horas, curiosamente (sem esquecer, entretanto, dos “arredondamentos”), o dobro das vendas de Homefront nas suas primeiras 24 horas.
Temos de levar em consideração alguns fatores, entretanto. Fiz as comparações acima apenas como uma espécie de “brincadeira númérica”, pois trata-se de games, gêneros e empresas totalmente diferentes. Homefront representa uma nova IP, enquanto que StarCraft II pertence a uma série consagrada, por exemplo. Além disso, para você, gamer que joga por prazer: você deixa de jogar algum game que esperava com ansiedade só porque ele recebeu um Metascore “na casa” dos 70, principalmente se existir alguma demo disponível? É algo para se pensar, pois cada jogador possui expectativas diferentes em relação a qualquer game.
Ainda segundo a THQ, estas 375 mil cópias de Homefront vendidas durante suas primeiras 24 horas representam as vendas realizadas para o consumidor, e não para os varejistas. Homefront vem sofrendo com alguns reviews negativos nos últimos dias. Tenho acompanhado todo o burburinho em torno do título desde antes de seu lançamento, e percebi, com grande espanto, que sua parcela multiplayer tem sido muito elogiada. Aliás, o site ComputerAndVideoGames deu nota 8,6 ao game, em seu review. Tire suas próprias conclusões disto, é claro.

A desenvolvedora Kaos Studios também disse que Homefront 2 poderá contar com uma campanha mais longa: tudo depende do feedback dos fãs. Opa, já mencionaram um Homefront 2. Quer dizer que as coisas não vão tão mal assim. Mesmo com a queda das açõs da THQ em 25%, e com algumas reduções de preço em alguns varejistas, ainda há luz no fim do túnel, se é que existiu este túnel algum dia. O futuro dirá, é claro.
O fato é que muitos “gurus” da indústria de games, bem como alguns determinados sites especializados, geralmente escrevem textos e reviews que fazem com que as pessoas tomem o que ali está escrito como a “suprema verdade”. É claro que isto é balela: o que vale é a experiência de cada um, a diversão que cada gamer obtém de um jogo, o prazer que cada um sente ao jogar seu título preferido. Eu mesmo gostei bastante de um título meio que massacrado em alguns reviews e sites: TRON: Evolution.
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