
Mafia II estava na minha wishlist há tempos. Mesmo após as notas não muito boas que o título recebeu por aí, ele não saiu da minha lista. Não sou do tipo de gamer que costuma levar muito a sério notas dadas em reviews. Em minha opinião um review é a análise de um gamer. Um gamer que pode possuir mais gabarito que eu, por exemplo, em determinados aspectos, e analisar um game mais a fundo. Mas isto não me impede de gostar de um jogo nem tampouco de comprá-lo, principalmente após baixar sua demo e perceber que gostei do que vi e joguei.
Foi o que ocorreu com Mafia II. Após a compra durante o período de pré-venda, fiquei em uma ansiedade tremenda, aguardando o dia de lançamento. Quando este ocorreu, corri para realizar o download do game, e como os problemas com a nova versão da nVIDIA PhysX já haviam sido resolvidos quando instalei a demo do game, tudo transcorreu da maneira mais tranquila possível, durante a instalação do game.

E posso dizer uma coisa a vocês: Mafia II é fantástico. É claro que muitos tentam compará-lo a GTA IV, e isto pode provocar algumas decepções. Mafia II também possui um cenário totalmente aberto, mas com ressalvas. Diferentemente do título da Rockstar, a liberdade em Mafia II não é tão grande. Você deve realizar as missões, e em algumas delas você terá um tempo pré-definido. Por exemplo, em uma delas você deve concretizar a missão antes da meia noite, e um relógio muito desesperador aparece no canto superior direito, sempre te lembrando de que o tempo urge (aliás, foi ao jogar esta missão que gravei o vídeo de gameplay ques segue mais abaixo, a qual se passa durante a noite).
Mas comparações deste tipo são inevitáveis entre games que possuem alguma semelhança entre si, mesmo que estas similaridades estejam presentes basicamente na temática. Mesmo assim, Mafia II está me prendendo. Literalmente. Apesar da liberdade limitada, perambular por Empire Bay é maravilhoso, seja andando seja dirigindo um dos diversos carros que você pode pegar na garagem do seu amigo Joe ou então simplesmente roubar, nas ruas. É possível se apossar de qualquer veículo, até mesmo de caminhões. A sensação de realidade que se sente enquanto na cidade é muito grande. As pessoas andam tranquilamente pela rua, por exemplo, e você consegue perturbá-las, se desejar, e muitas vezes causar algumas reações um tanto quanto hilárias.
É possível, também, entrar em lojas de armas e incrementar o seu arsenal. É possível até mesmo atirar contra civis inocentes. É claro que neste caso a polícia é acionada e você terá de lidar com as consequências. Aliás, vale ressaltar que os carros possuem um limitador de velocidade que você pode ativar ou desativar. É que para uma “boa convivência”, digamos, e principalmente para evitar que a polícia fique na sua cola, você deve evitar ultrapassar os limites de velocidade. “Passe voando” por um cruzamento cujo farol está vermelho, tendo o azar de ter um carro de polícia por perto, e você verá que bela perseguição será iniciada.

Foreign Legion: Buckets of Blood é um game que eu desconhecia totalmente. Até ontem. Felizmente tive a grata surpresa de topar com o game em promoção no Steam, onde ele está sendo oferecido pela metade do preço, ou seja, por apenas US$ 2,49, até o dia 23 de Agosto de 2010. Tal promoção se deve, segundo a desenvolvedora, à comemoração do fato do game ter completado um ano de existência.
Foreign Legion: Buckets of Blood é um divertidíssimo indie game onde você tem de enfrentar hordas de inimigos, realizar missões de escolta, proteger objetivos importantes, etc. É um game de tiro em terceira pessoa com gráficos bonitos e muito agradáveis, os quais seguem um estilo cartoon que relega a violência e o sangue presentes no game a segundo plano. Até a poeira do deserto você consegue enxergar, enquanto joga, e é possível também visualizar a expulsão das cápsulas deflagradas de sua arma, imediatamente após cada tiro. Olha só o belo trabalho que você poderá comprar para sua coleção de games, por um preço mais do que bacana.

Missões, tiros, e galinhas
O lance em Foreign Legion: Buckets of Blood, título desenvolvido pela Sakari Indie, é comprar armas, lutar contra os inimigos e cumprir todas as missões no decorrer do processo (pois atirar contra os caras é muito legal), matar galinhas (sim, isto mesmo
), e se divertir. Existe até um Steam Achievement muito engraçado, chamado “killing all the chickens“.

Agradeço ao Henrique pelo aviso do price drop no game Battlefield: Bad Company 2, o qual já estava na minha wishlist há algum tempo. De US$ 49,99 o preço do game foi reduzido para US$ 29,99, tanto no Steam quanto no Direct2Drive. Esta foi a deixa para que eu comprasse este título que já no primeiro minuto de gameplay me deixou abismado com sua qualidade.
Alguns podem achar estranho um “Hands on” escrito a respeito de um game que comprei há dois dias atrás, game este que joguei por mais ou menos 30-40 minutos, até agora. Entretanto, a experiência que este título me proporcionou em tão pouco tempo, a emoção, a sensação de guerra e a beleza, foram tão grandes, que não consegui segurar minhas mãos, e aqui está o resultado.

Possuo Modern Warfare 2 para o Xbox 360, e comprei Battlefield: Bad Company 2 para PC. É claro que quase sempre, dependendo da situação, a versão para PC de um game supera a dos consoles no quesito “gráficos”, e tenho total certeza de que isto ocorre com BBC 2. O game possui gráficos tão lindos, os personagens apresentam expressões faciais tão realistas e as CG’s são tão fluídas e bem feitas, que é impossível jogar por 20 segundos sem soltar um sonoro “- Uau!”.
As texturas são de altíssima qualidade. A jogabilidade não possui nada de anormal, e só de saber que é possível dirigir veículos terrestres, aeronaves, etc, minha ansiedade em jogar este game só aumenta. O que Modern Warfare 2 tem de urgência, Battlefield: Bad Company 2 tem de calmaria. Não estou querendo dizer que o game é um marasmo, muito pelo contrário. Me refiro ao fato de que, pelo menos até a parte onde joguei, e pelo que ouço muitas pessoas dizerem, o game prima bastante pelo trabalho em equipe, por ações na “surdina” e por planejamento tático.

Há tempos acompanho todo o hype em torno de StarCraft II: Wings of Liberty, e apesar de minha “passagem” pelo primeiro título da franquia ter sido fugaz (para não dizer que joguei pouquíssimo), comemorei bastante quando ouvi as primeiras notícias falando da vinda da Blizzard para o Brasil. Bom, StarCraft II foi lançado oficialmente no Brasil, totalmente localizado (em português do Brasil), e um evento no Morumbi Shopping foi promovido pela Blizzard para comemorar tal lançamento.
Evento mais do que necessário, pois a Blizzard, em minha opinião, lançou o game aqui a um preço muito bacana, principalmente com a possibilidade de comprarmos a versão ilimitada, via download (também localizada). E em se tratando de um jogo aguardado por tantos anos (o primeiro StarCraft foi lançado em 1998), temos mais é de comemorar um acontecimento assim. Isso demonstra a importância que as desenvolvedoras enxergam no mercado brasileiro, e a importância que os games possuem, mesmo que uns e outros ainda insistam em dizer o contrário.
Comprando StarCraft II: Wings of Liberty
Segundo o press release que recebi da Blizzard Brasil, e até mesmo pelo que se pode perceber ao se pesquisar no site Battle.net, existem duas versões de StarCraft II: Wings of Liberty. Existe a versão digital e a versão em caixa. Ambas rodam no Windows XP, no Vista e no 7. Está disponível também uma versão para Mac. A diferença entre as duas versões (digital e em caixa) está na duração de cada uma delas. Enquanto a versão em caixa, vendida nas lojas por R$ 49,00, libera 6 meses de utilização do game, seja singleplayer ou multiplayer, a versão digital é ilimitada e custa R$ 105,00.
Segundo a Blizzard, é possível comprar-se a versão de 49 reais e depois pagar-se uma assinatura mensal de R$ 10,00 para continuar jogando StarCraft II. Além disso, mesmo quem comprar a versão “limitada”, em caixa, poderá realizar posteriormente o upgrade para a versão ilimitada, pagando uma taxa adicional de R$ 69,00. Não foi informada, entretanto, a data em que este upgrade estará disponível, só o que foi dito é que ele será oferecido ainda este ano.
De qualquer forma, os valores são bem próximos (versão em caixa + upgrade e versão ilimitada), portanto, se você estiver interessado no game, tiver condições de comprar a versão digital e não se importar em não ter em mãos a caixa, o manual impresso, o DVD, etc, escolha a versão digital. O pagamento pode ser realizado através de cartão de crédito ou até mesmo através de boleto bancário.

Durante a compra, aliás, ou até mesmo antes, é possível criar sua conta junto ao Battle.net, o qual foi totalmente redesenhado, vale ressaltar. O site/serviço, além de possuir um visual belíssimo, conta com recursos que visam promover a integração da comunidade de gamers e também centralizar informações sobre StarCraft II: Wings of Liberty e os demais games da Blizzard, como por exemplo World of WarCraft.
Baixando StarCraft II: Wings of Liberty
StarCraft II já impressiona desde seu download, desde que você tenha um pouco de paciência, é claro. Após realizar a compra, você deverá baixar um executável com mais ou menos 3 MB. Este é o gerenciador de download que baixará os cerca de 7 GB de dados necessários para a instalação do game. O gerenciador de download exibe informações detalhadas a respeito da taxa de transferência, da conexão, etc. Meu firewall estava tornando o download um pouco lento, e como eu estava com um pouco de pressa, desabilitei a opção para “transferência ponto a ponto”, o que faz como que todos os arquivos sejam baixados diretamente dos servidores da Blizzard.
Confesso que a princípio o único game que me interessava no Summer of Arcade deste ano era Lara Croft and the Guardian of Light. Entretanto, depois que comprei o Tomb Raider Anniversary durante uma promoção no GamersGate, essa ansiedade diminuiu um pouco. É fantástico ver a “Lara redondinha”, como bem disse o nosso leitor Henrique.
Bom, após assistir ao trailer, ler algumas matérias e conhecer a opinião de alguns leitores a respeito de Limbo, o primeiro XBLA lançado no Summer of Arcade 2010, baixei a demo do game, assim que disponível na Xbox Live. Após alguns minutos de jogo, foi impossível não comprar o título da Playdead, principalmente com Microsoft Points na conta. Neste exato momento, estou aqui com a nítida impressão de que Limbo será o melhor título lançado durante o Summer of Arcade 2010. O game é algo totalmente diferente de tudo aquilo com o qual estamos acostumados em se tratando de games, e é bem possível que ele provoque o mesmo tipo de “barulho”, digamos, que Shadow Complex e Trials HD provocaram no ano passado.

É claro que será um barulho sem fogos de artifício, e não digo isto depreciando o game, muito pelo contrário. O título deste artigo tem tudo a ver com o que eu sinto ao jogar Limbo. O pequeno (e sinistro, também) garoto que perambula pela floresta mais sinistra ainda é o protagonista de eventos que, à primeira vista, seriam totalmente corriqueiros. Entretanto, sob tudo isto está uma escuridão opressora que faz com que tudo assuma um ar meio que dantesco. O próprio início do game, onde tudo o que se enxerga é a floresta repleta de escuridão, é ele próprio escuro. Não apenas no sentido literal da palavra “escuro”, mas também no sentido figurado.
A escuridão, neste momento, está presente no fato de que o garoto está ali, deitado, dormindo, e você mal o nota. Você deve então, neste momento, pressionar os botões “A” ou “B” para que ele abra os olhos, lentamente, e se levante, também lentamente. Aliás, a jogabilidade de Limbo é extremamente simples: utilize o botão “A” para pular e o “B” para interagir com elementos in-game.