The Darkness II – Demo – Impressões e vídeo de gameplay

Publicado por em Feb 5, 2012 em Hands On, Vídeos de gameplay | Comente agora

O jogo The Darkness II será lançado em 07 de Fevereiro, para PC, Xbox 360 e Playstation 3. Trata-se do sucessor de The Darkness, lançado em 2007 e desenvolvido pela Starbreeze Studios, empresa que é responsável também pelo excelente “The Chronicles of Riddick Assault on Dark Athena”. The Darkness é baseado em uma série de quadrinhos criada pelo norte-americano Marc Silvestri, e conta com um protagonista chamado Jackie Estacado, o qual é um chefão do crime que possui ligação com uma força demoníaca chamada justamente “The Darkness”.

The Darkness II foi desenvolvido pela canadense Digital Extremes, e é um FPS extremamente empolgante, principalmente devido ao fato de Estacado contar com grande ajuda da escuridão, incluindo braços monstruosos que podem destroçar inimigos com extrema facilidade. Ele também pode utilizar armas de fogo, mas o espetáculo e a ajuda proporcionados pelos tais braços que se parecem com duas cobras gigantes é algo fora de série.

Jackie agora conta também com a presença constante (pelo menos na demo) de seu companheiro Darkling, um pequeno demônio muito engraçado, até, e que inclusive chega a atacar os inimigos (além de realizar algumas ações bem engraçadas). Em The Darkness era preciso chamarmos a criatura, mas no novo título da franquia ele estará sempre ao lado do protagonista. Há a questão da luz, também, que afeta tanto Jackie quanto o Darkling. Atirar em luminárias e outras fontes de luz é sempre necessário.

A combinação da utilização dos braços demoníacos de Estacado juntamente com armas de fogo é muito bacana, e você pode utilizar os braços inclusive para utilizar objetos como proteção, como portas de carros, por exemplo. The Darkness II também permite que você evolua o personagem, sendo possível adquirir upgrades que serão muito úteis e também aumentarão o espetáculo mortal proporcionado por Jackie Estacado.

O início da demo é muito bonito, aliás. Em um restaurante, machucado, Estacado reluta em utilizar seus poderes novamente, enquanto a escuridão o tenta. Entretanto, a única maneira de sair com vida dali é justamente liberando a escuridão, o que acaba ocorrendo de maneira espetacular. A demo de The Darkness II é extremamente empolgante. Cheia de ação, mesmo, e ainda nos mostra que os gráficos do jogo estão muito bonitos.

A mistura de FPS com elementos sobrenaturais é algo que aprecio bastante, e me parece que The Darkness II será um ótimo jogo. Sua demo é curta, porém fantástica. Os tentáculos podem ser utilizados para as mais diversas interações com o ambiente, até mesmo para comer o coração de inimigos mortos, o que ajuda a restaurar a energia vital do personagem principal.

Este é um jogo muito promissor. É sempre bom contarmos com lançamentos que fogem do tradicional e nos oferecem uma experiência diferente e marcante. Pelo menos, essa foi a impressão que a demo de The Darkness II deixou em mim. Aliás, o jogo está em pré-venda na Nuuvem por um preço muito bacana, e vale lembrar que se trata de um título Steamworks.

Gravei um vídeo de gameplay, aliás, o qual segue abaixo (versão PC):

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Kingdoms of Amalur: Reckoning – Trailer de lançamento, vídeo de gameplay e primeiras impressões

Publicado por em Feb 2, 2012 em Hands On, Vídeos de gameplay | 2 comentários

Baixei a demo de Kingdoms of Amalur: Reckoning para PC, e confesso que o jogo me impressionou positivamente. O RPG será lançado em 07 de fevereiro de 2012, para PC, Xbox 360 e Playstation 3, e foi desenvolvido pela 38 Studios em conjunto com a Big Huge Games. O jogo conta com uma equipe de “estrelas” por trás de seu desenvolvimento, como por exemplo o desenhista Todd McFarlane, Ken Rolston, designer que já trabalhou em diversos jogos, incluindo The Elder Scrolls III: Morrowind, e o escritor R. A. Salvatore, autor de livros de fantasia.

Isto sem contar com o fato de que o dono da 38 Studios é Curt Schilling, um ex jogador de baseball e apreciador de MMOs. A demo de Kingdoms of Amalur: Reckoning dura 45 minutos, mas quando você está navegando pelo inventário ou conversando com algum NPC o timer é pausado. A demo permite que você crie seu personagem e escolha uma das quatro raças disponíveis no título: Ljosalfar, Dokkalfar, Varani e Almain. O processo é muito simples, aliás.

A interligação da animação de introdução com o gameplay e a criação do personagen é muito bacana e natural, e o mundo de Amalur é colorido e muito bonito. Em alguns momentos, ele lembra um pouco World of Warcraft, mas aqui as cores são mais vibrantes, por exemplo, e as criaturas que habitam as florestas por onde passei são bem diferentes das do MMORPG da Blizzard.

Conforme você caminha por Amalur, percebe que a demo também possui limitações no tocante a onde você pode ir. Diversos caminhos estão bloqueados, e você é avisado de que o acesso aos mesmos é possível somente no jogo completo. De qualquer forma, deu para ter uma boa ideia do RPG de ação que será lançado daqui a 05 dias. O mundo de Amalur conta com 10.000 anos de história, e a interação do jogador com os NPCs é bem interessante.

Durante os diálogos, é possível escolhermos diversas opções, de maneira muito similar a Mass Effect. Só não consegui entender ainda qual serão os efeitos das escolhas realizadas no jogo. O protagonista sofreu uma espécie de processo de renascimento. É possível, na demo, vê-lo sendo carregado, aparentemente morto, e logo depois acordando em uma pilha de cadáveres. O game insere o jogador em um mundo hostil no qual diversos inimigos, como os Tuatha Deohn, por exemplo, farão de tudo para destruí-lo.

É bem interessante, aliás, o fato de que “novas criaturas” não são bem vindas em Amalur. Aqueles que foram trazidos à vida através de algum processo mágico ou alquímico, como o que trouxe o protagonista, por exemplo, são exterminados tão logo sejam avistados pelos Tuatha. Claro, é possível lutar e sobreviver, mas o jogo conta com esta interessante peculiaridade.

O sistema de evolução do jogo é bem interessante, também, e tem a ver com o destino de seu personagem. Um dos NPCs na demo, aliás, menciona coisas bem estranhas a respeito do destino do protagonista. O destino que o jogador escolhe para o personagem, aliás, influencia em suas habilidades de combate, e o jogo também permite que você ative o modo stealth para matar inimigos de forma sorrateira.

Escudos e armas primárias e secundárias podem ser utilizados, bem como magias as mais diversas. Um medidor de “fate”, quando cheio, permite que você lance um ataque devastador, e os combates em Kingdoms of Amalur: Reckoning são extremamente movimentados, e dão até a impressão de que estamos jogando um hack ‘n slash. Não vejo isto como um problema, entretanto. O título da 38 Studios parece contar com grande profundidade, e talvez uma ou outra falha no sistema de combate seja obscurecida por tal elemento.

Mas é bem interessante lutar, em Kingdoms of Amalur: Reckoning. Armado com espadas, adagas, escudo e magia, você é capaz de se defender, se esquivar, desferir golpes arrasadores e correr. Tudo isto é tão fluido e natural que você acaba gostando do jogo como um todo, e os combates frenéticos, muitas vezes, acabam sendo digeridos normalmente (pelo menos, creio eu, por grande parte dos jogadores).

O protagonista é capaz de finalizar inimigos com grande estilo, e tais finalizações, além de empolgantes, são muito bonitas. Tudo isto, aliás, pode ser visto no vídeo de gameplay que gravei e que segue abaixo.

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(Hands on e vídeo de gameplay) Diablo III – Beta – Classe Demon Hunter

Publicado por em Jan 18, 2012 em Hands On, Vídeos de gameplay | 6 comentários

O beta fechado de Diablo III foi iniciado em 21 de Setembro de 2011. Nesta ocasião, Mike Morhaime, CEO e co-fundador da Blizzard, disse que o “objetivo é criar a melhor experiência de RPG de ação feita até hoje“. Recebi uma beta key da empresa, a qual me autorizou a divulgar informações, screenshots e vídeos de gameplay aqui no XboxPlus. Gravei um vídeo de gameplay com o primeiro personagem que criei no jogo, pertencente à classe Demon Hunter.

Esta classe foi revelada pela Blizzard durante a BlizzCon 2010, e resolvi então iniciar minhas experiências no jogo com um personagem pertencente a esta classe. Os eventos em Diablo III acontecem 20 anos após a destruição da Worldstone, evento ocorrido na expansão Diablo II: Lord of Destruction. Comecei a jogar o beta de Diablo II há alguns dias atrás, e estou simplesmente encantado. Tenho plena confiança nas palavras de Mike Morhaime quando do anúncio do closed beta do RPG, e o que vi por enquanto foi fantástico.

A tradicional visão isométrica continua, e os gráficos do jogo são simplesmente espetaculares. O jogo será lançado no Brasil totalmente em pt-BR, entretanto, durante o beta fechado é disponibilizada apenas a versão em inglês. Mas isto não atrapalha a diversão. Nem um pouco. Quatro classes estão à disposição: “Demon Hunter”, “Barbarian”, “Monk”, “Witch Doctor” e “Wizard”. O jogador pode escolher entre personagens masculinos ou femininos, e a interface do game é belíssima.

Os ambientes, além de bonitos, são muito detalhados, e os efeitos de iluminação e sombras tornam tudo mais cativante ainda. A luz acompanha o personagem de maneira soberba, mesmo em momentos de tensão onde a princípio pensaríamos que a escuridão fosse vencer. A própria vegetação de New Tristam, por exemplo, parece viva, apesar do ambiente tenebroso, e apresenta grande variedade de nuances. Skills podem ser equipadas facilmente, e jogadores veteranos não sentirão dificuldade alguma em Diablo III.

Partidas podem ser públicas, abertas a amigos ou privadas, de forma tal que outros jogadores somente acessem o seu jogo mediante convites. Detalhes relativos ao personagem que está sendo utilizado podem ser consultados de forma extremamente rápida, e o mesmo ocorre com as quests e o journal.

O trabalho de dublagem em Diablo III é realmente primoroso, e o áudio como um todo é realmente um trabalho magistral, ajudando bastante a criar climas profundos e sinistros. Sons de tiros, o personagem caminhando e barulhos emitidos pelos Quill Fiend e pelos Risen, por exemplo, são fantásticos. Estes cadáveres ambulantes, aliás, morrem muito facilmente, e representam, no início do jogo, uma ótima maneira de treinar pontaria e manuseio de armas e habilidades.

Existem também alguns objetos interativos e/ou destrutíveis, como espantalhos, barris, etc. O clima do jogo é muito bacana, e oferece uma grande e rica experiência. Dizer que Diablo III é imersivo é desnecessário. A Blizzard manteve, como já era de se esperar, o coração da série intacto, e o jogo certamente agradará a veteranos e também a quem está conhecendo a série agora. A jogabilidade é ótima, e pode-se dizer inclusive que o título, pelo menos neste quesito, lembra bastante Diablo II.

O game não é pesado, e pode inclusive rodar em máquinas menos parrudas.  Entretanto, é possível também “colocar tudo no máximo”, caso você possua uma máquina melhor, e desfrutar, então, de toda a beleza de Diablo III. Diablo III certamente será um dos maiores lançamentos de 2012, pelo menos no que diz respeito a RPGs, e digo isto com base em uma fantástica versão beta, a qual é extremamente estável, aliás. E se você está interessado em participar do beta do RPG, crie uma conta junto ao Battle.net e crie também seu perfil beta. A partir daí, é torcer e aguardar.

Vou gravar mais alguns vídeos e escrever mais alguns artigos a respeito do jogo, mas enquanto isto, assista abaixo ao primeiro vídeo de gameplay que gravei, o qual mostra os meus primeiros momentos no game:

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Warhammer 40,000: Space Marine – vídeo de gameplay e primeiras impressões sobre a demo

Publicado por em Aug 27, 2011 em Hands On, Vídeos de gameplay | 8 comentários

Warhammer 40,000: Space Marine será lançado em 06 de Setembro de 2011, para PC,  Xbox 360 e Playstation 3. Sua demo foi lançada para PC e para os consoles da Sony e da Microsoft. Ela nos apresenta duas missões, uma mais simples, digamos, e outra onde utilizamos uma espécie de jetpack. Confesso que não sou nenhum especialista na franquia nem tampouco no universo Warhammer, mas em minha opinião a Relic Entertainment realizou um belíssimo trabalho neste título. Pelo menos, pelo que se pode conferir através da demo.

Baixei a demo do jogo para PC, disponível no Steam, a qual possui cerca de 2GB. Trata-se de um game que não possui nenhum elemento de um RTS, e nos apresenta um gameplay  muito frenético, violento e um pouco semelhante a Gears of War. Não existe, entretanto, nenhum sistema de cobertura em Warhammer 40,000: Space Marine. O protagonista do título é o Capitão Titus, um personagem grandalhão que, juntamente com seus dois outros companheiros, promovem muita pancadaria e tiroteios em meio a hordas enormes de orcs.

Titus conta com uma moto-serra, a princípio, e ela é muito útil quando você se encontra cercado por inimigos. O som da arma e o espetáculo sangrento que a mesma provoca é realmente de “encher os olhos”. Mais adiante na demo, Titus acaba conseguindo um machado bem poderoso, e com ele também pode partir para o “mano a mano” sem medo. O esquema de escolha das armas é similar ao de Gears of War (pelo menos jogando-se com o joystiq do Xbox 360), onde utilizamos o d-pad, o qual fornece acesso direto a cada uma delas.

Podemos também utilizar granadas e até mesmo atirar em explosivos dispostos no cenário quando os orcs estão se aproximando, para provocar uma bela desgraça (para eles, é claro). A demo de Warhammer 40,000: Space Marine nos mostra gráficos muito bonitos e ambientes bem interessantes. Alguns elementos do cenário primam pela grandeza, e os próprios personagens, grandalhões, não parecem deslocados em meio a tudo aquilo.

Os personagens se movimentam de forma bem fluida, e não faltam momentos para combates melee. Um medidor indica o seu nível de “Fury”, e quando ele se enche, o protagonista pode realizar ataques verdadeiramente devastadores. Ver-se cercado de orcs por todos os lados provoca não medo, mas sim diversão e empolgação. Acionar a moto-serra e girar o corpo loucamente com ela em funcionamento é muito bacana (não para os orcs, é claro), e rende ao jogador um visual extremamente… vermelho, digamos.

Dada a loucura dos combates, juntamente com a enorme quantidade de inimigos que sempre aparecem, não é difícil observar sua energia vital se esvair bem rapidamente. Procurar abrigo nestes momentos, e até mesmo fugir de um inimigo maior para recuperar as forças, não é vergonha alguma. Muito pelo contrário: é essencial. Em Warhammer 40,000: Space Marine também é possível executar “finalizações” nos inimigos moribundos, quando a indicação para isto aparece sobre o mesmo.

Pelo que pude conferir na demo, Warhammer 40,000: Space Marine vai ser um grande jogo. A perspectiva em terceira pessoa é muito bem vinda, e a jogabilidade sensacional, aliada à facilidade de se sair muito bem através de ataques melee certamente resultará em um título muito bom. Os gráficos do jogo também são muito bonitos, vale ressaltar mais uma vez.

Gravei um vídeo de gameplay de Warhammer 40,000: Space Marine, o qual vocês podem conferir abaixo. Vale lembrar mais uma vez, também, que a demo do jogo está disponível na Xbox Live, na PSN e no Steam:

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Preview: Hard Heset – Um FPS futurista e impressionante

Publicado por em Aug 6, 2011 em Hands On, PC, Previews | 4 comentários

Recebi acesso a um build do jogo Hard Reset, e durante dois dias tive o prazer de experimentá-lo. Ao final do gameplay, o que passava pela minha cabeça era, simplesmente: “quero mais”! Não vejo a hora deste espetacular título ser lançado, para poder, então, jogá-lo até o final. Desenvolvido pela polonesa Flying Wild Hog, Hard Reset é um FPS futurista que, de certa forma, nos remete a bons e velhos tempos. O jogo é ambientado em um futuro bem obscuro, e no qual as máquinas começam a concorrer com os humanos no “campo da inteligência”, digamos. Acredito que grande parte dos jogadores se lembrará do clássico Blade Runner ao se deparar com a atmosfera cyberpunk do jogo (pelo menos aqueles que assistiram ao filme).

Na atualidade somos constantemente bombardeados com shooters fáceis demais, muito similares uns aos outros e/ou cheios de invenções que, de uma maneira ou de outra, fazem com que o jogador tenha sua vida muito facilitada. Isto não ocorre em Hard Reset. O jogo possui um nível de dificuldade alto, você conta apenas com duas armas, não existe sistema de cobertura nem equipamentos adicionais, e os inimigos partem para cima do protagonista com uma enorme agressividade. Tais inimigos, é claro, são robôs, e vale lembrar que existem diversos tipos de robôs. Pude conhecer alguns deles, e até acredito que a variedade seja maior, mas finalizei apenas um pequeno build do jogo, portanto, não posso afirmar nada a este respeito. Alguns são grandes, resistentes e lançam contra você uma verdadeira saraivada de cargas energéticas que dificilmente erram o alvo. Grande destruição, entretanto, pode ser provocada pelo jogador.

Hard Reset permite que o gamer utilize elementos presentes no ambiente para ajudar na luta contra os robôs. Por exemplo, existem recipientes contendo explosivos que podem ser explodidos para causar danos aos inimigos. Existem também dispositivos elétricos que, caso atingidos pelos seus tiros, entrarão em colapso e lançarão choques elétricos para todos os lados, ajudando, assim, a dar cabo dos inimigos. E de você também, caso você esteja dentro do raio de ação dos raios elétricos.

No título, o jogador conta com apenas duas armas. Sim, apenas duas. A CLN, uma arma de fogo convencional, e a N.R.G., uma arma que dispara cargas energéticas. Confesso que joguei, digamos, 99% do tempo utilizando a N.R.G., a qual, além de muito versátil e poderosa, é extremamente bonita e provoca um belo espetáculo quando utilizada. Duas armas pode parecer até pouco, mas existem algumas máquinas em Hard Reset onde você pode gastar seus N.A.N.O. points (a moeda do game) e realizar upgrades nas mesmas e em seu traje de combate. Aliás, existem upgrades que requerem pré-requisitos, ou seja, a instalação de upgrades/peças prévios.

Aí é que você começa a perceber a enorme quantidade de opções disponibilizada pela Flying Wild Hog em seu game, no tocante ao armamento. Cada uma das duas armas é capaz de contar com diversas configurações alternativas, as quais vão desde rajadas teleguiadas, passando por lança-granadas, até cargas elétricas que, quando atingem qualquer obstáculo ou alvo (ou até mesmo o chão, não importa), permanecem durante um certo tempo em ação, causando danos a tudo o que estiver em seu raio de ação, lançando raios elétricos em diversas direções. Diversos upgrades podem ser realizados nas duas armas, e durante o gameplay o jogador pode (e deve) utilizar todas as vantagens por eles fornecida conforme a necessidade.

Além disso, cada arma conta com um modo de tiro secundário. A N.R.G., por exemplo, pode disparar uma poderosa carga energética após um certo tempo de carregamento. É claro que tanto a utilização das configurações alternativas quando dos modos de tiro secundários demanda mais munição, e isto depende da utilização e também do poder da opção em questão. Portanto, é muito bom sermos cautelosos no momento de promover nossos shows de destruição. Mas que é bacana, isto é. Ver tudo brilhando em azul, à sua frente, enquanto os robôs vão sendo paulatinamente destruídos, é fantástico.

O protagonista de Hard Reset é o Major Fletcher, e o jogo se passa em uma cidade chamada Bezoar. O título conta com belíssimas animações estilo desenho animado, entre uma missão e outra, e em uma delas até mesmo a chuva promove um belíssimo espetáculo. Tais animações contam um pouco do background do jogo. Vale destacar também o belo menu inicial do game, onde braços robóticos cuidam de carregar e mover os menus e submenus.

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(Primeiras impressões) Demo do jogo Catherine para Xbox 360

Publicado por em Jul 13, 2011 em Demos, Hands On, xbox | Comente agora

Baixei a demo do jogo Catherine, para Xbox 360, e confesso que me surpreendi bastante. A demo oferece ao jogador dois níveis onde basicamente assistiremos a cutscenes e participaremos dos pesadelos do protagonista, Vincent. Através da demo, não se consegue perceber como será o gameplay fora dos pesadelos, mas quando dormindo, vale ressaltar que Vincent tem de enfrentar sérios problemas.

A desenvolvedora e publisher japonesa Atlus é a responsável por Catherine, game que possui grandes doses de sensualidade, aliás. Falando nisto, o momento em que Vincent acorda e se depara com Catherine ao seu lado, dormindo, é muito hilário, aliás. Suas conversas com sua namorada, Katherine McBride, são um tanto quanto tensas, pois esta o está pressionando. Ela quer se casar, e Vincent está relutante.

Ao jogar a demo de Catherine, é óbvio que o bacana mesmo é participar, ou melhor, jogar, os pesadelos de Vincent, onde ele conversa com ovelhas engravatadas e ele próprio ostenta dois pares de chifres, além de uma ridícula cueca repleta de bolinhas rosa. Entretanto, os pesadelos são um tormento para Vincent. No início do primeiro nível da demo, um pequeno tutorial é apresentado ao gamer, o qual mostra como é a jogabilidade durante os pesadelos.

Basicamente, nos dois “níveis-pesadelo”, Vincent tem de escalar enormes torres compostas de blocos dos mais variados tipos. É interessante ressaltar o fato de que o topo da torre está desmoronando, portanto, o trabalho tem de ser realizado rapidamente. Travesseiros mágicos fornecem “continues” extras. Sim, ao morrer durante os pesadelos, você conta com um certo número de “continues”, e eu realmente não sei o que acontecerá quando eles terminarem

É necessária grande atenção ao lidar com os blocos, também. Em uma pilha em constante movimentação, um movimento errado pode causar um grande desastre. O Vincent pode empurrar, puxar e subir nos blocos. Ele pode formar escadarias com os mesmos, também, através da formação dos “edges”. Blocos posicionados de forma estratégica e apoiados na borda de outros conseguem sustentar o peso do protagonista, mesmo em casos onde tal situação vai de encontro às leis da gravidade.

Durante a subida das torres, você pode recolher moedas, mas ainda não entendi muito bem qual o verdadeiro propósito disto. O segundo nível da demo é bem mais difícil que o segundo, pois ele conta com um monstro horrível que permanece espetando a pilha de blocos com um garfo gigante de tempos em tempos. Caso o tal garfo “encontre” o Vincent, é morte na certa. As “garfadas” também provocam alterações no monte de blocos, as quais algumas vezes são até benéficas para o jogador, dependendo da nova disposição dos blocos.

Esta criatura, aliás, parece não querer deixar o personagem escapar, quando ele chega à saída. Sim, existe uma saída, a qual está localizada no cume de cada monte. A demo de Catherine conta com longas cutscenes, durante as quais Katherine e alguns amigos de Vincent conversam com ele. É digna de nota a preocupação de Vincent com seus pesadelos, ao perguntar a sua namorada se ela sabe de algo a respeito de mortes durante pesadelos.

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