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	<title>XboxPlus Blog de Games - Dicas, análises, tutoriais. Games, consoles e jogos em geral &#187; Hands On</title>
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		<title>The Darkness II &#8211; Demo &#8211; Impressões e vídeo de gameplay</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 14:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jogo The Darkness II será lançado em 07 de Fevereiro, para PC, Xbox 360 e Playstation 3. Trata-se do sucessor de The Darkness, lançado em 2007 e desenvolvido pela Starbreeze Studios, empresa que é responsável também pelo excelente &#8220;The Chronicles of Riddick Assault on Dark Athena&#8221;. The Darkness é baseado em uma série de quadrinhos criada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jogo <strong>The Darkness II </strong>será lançado em 07 de Fevereiro, para PC, Xbox 360 e Playstation 3. Trata-se do sucessor de The Darkness, lançado em 2007 e desenvolvido pela <strong>Starbreeze Studios</strong>, empresa que é responsável também pelo excelente &#8220;The Chronicles of Riddick Assault on Dark Athena&#8221;. The Darkness é baseado em uma série de quadrinhos criada pelo norte-americano Marc Silvestri, e conta com um protagonista chamado Jackie Estacado, o qual é um chefão do crime que possui ligação com uma força demoníaca chamada justamente &#8220;The Darkness&#8221;.</p>
<p>The Darkness II foi desenvolvido pela canadense <strong>Digital Extremes</strong>, e é um FPS extremamente empolgante, principalmente devido ao fato de Estacado contar com grande ajuda da escuridão, incluindo braços monstruosos que podem destroçar inimigos com extrema facilidade. Ele também pode utilizar armas de fogo, mas o espetáculo e a ajuda proporcionados pelos tais braços que se parecem com duas cobras gigantes é algo fora de série.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-22011" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="the_darkness_2_screenshot" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2012/02/the_darkness_2_screenshot.jpg" alt="" width="640" height="360" /></p>
<p>Jackie agora conta também com a presença constante (pelo menos na demo) de seu companheiro Darkling, um pequeno demônio muito engraçado, até, e que inclusive chega a atacar os inimigos (além de realizar algumas ações bem engraçadas). Em The Darkness era preciso chamarmos a criatura, mas no novo título da franquia ele estará sempre ao lado do protagonista. Há a questão da luz, também, que afeta tanto Jackie quanto o Darkling. Atirar em luminárias e outras fontes de luz é sempre necessário.</p>
<p>A combinação da utilização dos braços demoníacos de Estacado juntamente com armas de fogo é muito bacana, e você pode utilizar os braços inclusive para utilizar objetos como proteção, como portas de carros, por exemplo. The Darkness II também permite que você evolua o personagem, sendo possível adquirir upgrades que serão muito úteis e também aumentarão o espetáculo mortal proporcionado por Jackie Estacado.</p>
<p>O início da demo é muito bonito, aliás. Em um restaurante, machucado, Estacado reluta em utilizar seus poderes novamente, enquanto a escuridão o tenta. Entretanto, a única maneira de sair com vida dali é justamente liberando a escuridão, o que acaba ocorrendo de maneira espetacular. A demo de The Darkness II é extremamente empolgante. Cheia de ação, mesmo, e ainda nos mostra que os gráficos do jogo estão muito bonitos.</p>
<p>A mistura de FPS com elementos sobrenaturais é algo que aprecio bastante, e me parece que The Darkness II será um ótimo jogo. Sua demo é curta, porém fantástica. Os tentáculos podem ser utilizados para as mais diversas interações com o ambiente, até mesmo para comer o coração de inimigos mortos, o que ajuda a restaurar a energia vital do personagem principal.</p>
<p>Este é um jogo muito promissor. É sempre bom contarmos com lançamentos que fogem do tradicional e nos oferecem uma experiência diferente e marcante. Pelo menos, essa foi a impressão que a demo de The Darkness II deixou em mim. Aliás, o jogo está em pré-venda na Nuuvem por um preço muito bacana, e vale lembrar que se trata de um título Steamworks.</p>
<p>Gravei um vídeo de gameplay, aliás, o qual segue abaixo (versão PC):</p>
<p><span id="more-22010"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/j-hS70TKYXM?rel=0" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p>Link para vídeo em 720p:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=j-hS70TKYXM&amp;hd=1" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=j-hS70TKYXM&amp;hd=1</a></p>
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		<title>Kingdoms of Amalur: Reckoning &#8211; Trailer de lançamento, vídeo de gameplay e primeiras impressões</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 20:06:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hands On]]></category>
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		<description><![CDATA[Baixei a demo de Kingdoms of Amalur: Reckoning para PC, e confesso que o jogo me impressionou positivamente. O RPG será lançado em 07 de fevereiro de 2012, para PC, Xbox 360 e Playstation 3, e foi desenvolvido pela 38 Studios em conjunto com a Big Huge Games. O jogo conta com uma equipe de &#8220;estrelas&#8221; por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Baixei a demo de <strong><a href="http://www.xboxplus.net/2012/01/11/anunciada-demo-de-kingdoms-of-amalur-reckoning-e-bonus-para-mass-effect-3/" target="_blank">Kingdoms of Amalur: Reckoning</a></strong> para PC, e confesso que o jogo me impressionou positivamente. O RPG será lançado em 07 de fevereiro de 2012, para PC, Xbox 360 e Playstation 3, e foi desenvolvido pela <strong>38 Studios</strong> em conjunto com a <strong>Big Huge Games</strong>. O jogo conta com uma equipe de &#8220;estrelas&#8221; por trás de seu desenvolvimento, como por exemplo o desenhista <strong>Todd McFarlane</strong>,<strong> Ken Rolston</strong>, designer que já trabalhou em diversos jogos, incluindo The Elder Scrolls III: Morrowind, e o escritor <strong>R. A. Salvatore</strong>, autor de livros de fantasia.</p>
<p>Isto sem contar com o fato de que o dono da 38 Studios é <strong>Curt Schilling</strong>, um ex jogador de baseball e apreciador de MMOs. A demo de Kingdoms of Amalur: Reckoning dura 45 minutos, mas quando você está navegando pelo inventário ou conversando com algum NPC o timer é pausado. A demo permite que você crie seu personagem e escolha uma das quatro raças disponíveis no título: Ljosalfar, Dokkalfar, Varani e Almain. O processo é muito simples, aliás.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-21933" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="Kingdoms_of_Amalur-Reckoning_3" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2012/02/Kingdoms_of_Amalur-Reckoning_3.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>A interligação da animação de introdução com o gameplay e a criação do personagen é muito bacana e natural, e o mundo de Amalur é colorido e muito bonito. Em alguns momentos, ele lembra um pouco World of Warcraft, mas aqui as cores são mais vibrantes, por exemplo, e as criaturas que habitam as florestas por onde passei são bem diferentes das do MMORPG da Blizzard.</p>
<p>Conforme você caminha por Amalur, percebe que a demo também possui limitações no tocante a onde você pode ir. Diversos caminhos estão bloqueados, e você é avisado de que o acesso aos mesmos é possível somente no jogo completo. De qualquer forma, deu para ter uma boa ideia do RPG de ação que será lançado daqui a 05 dias. O mundo de Amalur conta com 10.000 anos de história, e a interação do jogador com os NPCs é bem interessante.</p>
<p>Durante os diálogos, é possível escolhermos diversas opções, de maneira muito similar a Mass Effect. Só não consegui entender ainda qual serão os efeitos das escolhas realizadas no jogo. O protagonista sofreu uma espécie de processo de renascimento. É possível, na demo, vê-lo sendo carregado, aparentemente morto, e logo depois acordando em uma pilha de cadáveres. O game insere o jogador em um mundo hostil no qual diversos inimigos, como os Tuatha Deohn, por exemplo, farão de tudo para destruí-lo.</p>
<p>É bem interessante, aliás, o fato de que &#8220;novas criaturas&#8221; não são bem vindas em Amalur. Aqueles que foram trazidos à vida através de algum processo mágico ou alquímico, como o que trouxe o protagonista, por exemplo, são exterminados tão logo sejam avistados pelos Tuatha. Claro, é possível lutar e sobreviver, mas o jogo conta com esta interessante peculiaridade.</p>
<p>O sistema de evolução do jogo é bem interessante, também, e tem a ver com o destino de seu personagem. Um dos NPCs na demo, aliás, menciona coisas bem estranhas a respeito do destino do protagonista. O destino que o jogador escolhe para o personagem, aliás, influencia em suas habilidades de combate, e o jogo também permite que você ative o modo <em>stealth</em> para matar inimigos de forma sorrateira.</p>
<p>Escudos e armas primárias e secundárias podem ser utilizados, bem como magias as mais diversas. Um medidor de &#8220;fate&#8221;, quando cheio, permite que você lance um ataque devastador, e os combates em Kingdoms of Amalur: Reckoning são extremamente movimentados, e dão até a impressão de que estamos jogando um hack &#8216;n slash. Não vejo isto como um problema, entretanto. O título da 38 Studios parece contar com grande profundidade, e talvez uma ou outra falha no sistema de combate seja obscurecida por tal elemento.</p>
<p>Mas é bem interessante lutar, em Kingdoms of Amalur: Reckoning. Armado com espadas, adagas, escudo e magia, você é capaz de se defender, se esquivar, desferir golpes arrasadores e correr. Tudo isto é tão fluido e natural que você acaba gostando do jogo como um todo, e os combates frenéticos, muitas vezes, acabam sendo digeridos normalmente (pelo menos, creio eu, por grande parte dos jogadores).</p>
<p>O protagonista é capaz de finalizar inimigos com grande estilo, e tais finalizações, além de empolgantes, são muito bonitas. Tudo isto, aliás, pode ser visto no vídeo de gameplay que gravei e que segue abaixo.</p>
<p><span id="more-21912"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-21934" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="Kingdoms_of_Amalur-Reckoning_2" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2012/02/Kingdoms_of_Amalur-Reckoning_2.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>Situações engraçadas também ocorrem, no jogo. Uma delas é protagonizada por um tal de Ainmhi: um cara muito estranho que diz ser um urso transformado em humano e intercala suas frases com grunhidos. Ele reclama constantemente de seu novo corpo, com apenas duas pernas, e chegava até a solicitar a ajuda do protagonista, para voltar à sua antiga forma.</p>
<p>A floresta por onde perambulei por alguns momentos conta com árvores enormes e oferece um espetáculo visual muito interessante, com raios de sol quebrando vez ou outra a escuridão parcial de determinados locais e criaturas bem estranhas oferecendo chances para combates rápidos.</p>
<p>Acredito que Kingdoms of Amalur: Reckoning será um ótimo RPG. Assista abaixo ao trailer de lançamento do game, e também ao vídeo de gameplay que gravei:</p>
<p><!--more--></p>
<p style="text-align: center;">Vídeo de gameplay:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/H8gmHam4krE?rel=0" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p>Link para o vídeo em 720p:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=H8gmHam4krE&amp;hd=1" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=H8gmHam4krE&amp;hd=1</a></p>
<p style="text-align: center;">Trailer de lançamento:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/LyJ6WJkap_s?rel=0" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p>Link para o vídeo em 720p:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=LyJ6WJkap_s&amp;hd=1" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=LyJ6WJkap_s&amp;hd=1</a></p>
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		<title>(Hands on e vídeo de gameplay) Diablo III &#8211; Beta &#8211; Classe Demon Hunter</title>
		<link>http://www.xboxplus.net/2012/01/18/hands-on-e-video-de-gameplay-diablo-iii-beta-classe-demon-hunter/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 20:45:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O beta fechado de Diablo III foi iniciado em 21 de Setembro de 2011. Nesta ocasião, Mike Morhaime, CEO e co-fundador da Blizzard, disse que o &#8220;objetivo é criar a melhor experiência de RPG de ação feita até hoje&#8220;. Recebi uma beta key da empresa, a qual me autorizou a divulgar informações, screenshots e vídeos de gameplay aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O beta fechado de <strong>Diablo III</strong> <a href="http://www.xboxplus.net/2011/09/21/blizzard-anuncia-inicio-de-beta-fechado-para-diablo-iii/" target="_blank">foi iniciado em 21 de Setembro de 2011</a>. Nesta ocasião, Mike Morhaime, CEO e co-fundador da <strong>Blizzard</strong>, disse que o &#8220;<em>objetivo é criar a melhor experiência de RPG de ação feita até hoje</em>&#8220;. Recebi uma <em>beta key</em> da empresa, a qual me autorizou a divulgar informações, screenshots e <strong>vídeos de gameplay</strong> aqui no XboxPlus. Gravei um vídeo de gameplay com o primeiro personagem que criei no jogo, pertencente à classe <strong>Demon Hunter</strong>.</p>
<p>Esta classe foi <a href="http://www.xboxplus.net/2010/10/23/blizzcon-2010-classe-demon-hunter-e-revelada-para-diablo-iii/" target="_blank">revelada pela Blizzard durante a BlizzCon 2010</a>, e resolvi então iniciar minhas experiências no jogo com um personagem pertencente a esta classe. Os eventos em Diablo III acontecem 20 anos após a destruição da Worldstone, evento ocorrido na expansão Diablo II: Lord of Destruction. Comecei a jogar o beta de Diablo II há alguns dias atrás, e estou simplesmente encantado. Tenho plena confiança nas palavras de Mike Morhaime quando do anúncio do <em>closed beta</em> do RPG, e o que vi por enquanto foi fantástico.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-21566" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="diablo_3_gameplay" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2012/01/diablo_3_gameplay.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>A tradicional visão isométrica continua, e os gráficos do jogo são simplesmente espetaculares. O jogo será lançado no Brasil totalmente em pt-BR, entretanto, durante o beta fechado é disponibilizada apenas a versão em inglês. Mas isto não atrapalha a diversão. Nem um pouco. Quatro classes estão à disposição: &#8220;Demon Hunter&#8221;, &#8220;Barbarian&#8221;, &#8220;Monk&#8221;, &#8220;Witch Doctor&#8221; e &#8220;Wizard&#8221;. O jogador pode escolher entre personagens masculinos ou femininos, e a interface do game é belíssima.</p>
<p>Os ambientes, além de bonitos, são muito detalhados, e os efeitos de iluminação e sombras tornam tudo mais cativante ainda. A luz acompanha o personagem de maneira soberba, mesmo em momentos de tensão onde a princípio pensaríamos que a escuridão fosse vencer. A própria vegetação de <em>New Tristam</em>, por exemplo, parece viva, apesar do ambiente tenebroso, e apresenta grande variedade de nuances. Skills podem ser equipadas facilmente, e jogadores veteranos não sentirão dificuldade alguma em Diablo III.</p>
<p>Partidas podem ser públicas, abertas a amigos ou privadas, de forma tal que outros jogadores somente acessem o seu jogo mediante convites. Detalhes relativos ao personagem que está sendo utilizado podem ser consultados de forma extremamente rápida, e o mesmo ocorre com as <em>quests</em> e o <em>journal</em>.</p>
<p>O trabalho de dublagem em Diablo III é realmente primoroso, e o áudio como um todo é realmente um trabalho magistral, ajudando bastante a criar climas profundos e sinistros. Sons de tiros, o personagem caminhando e barulhos emitidos pelos Quill Fiend e pelos Risen, por exemplo, são fantásticos. Estes cadáveres ambulantes, aliás, morrem muito facilmente, e representam, no início do jogo, uma ótima maneira de treinar pontaria e manuseio de armas e habilidades.</p>
<p>Existem também alguns objetos interativos e/ou destrutíveis, como espantalhos, barris, etc. O clima do jogo é muito bacana, e oferece uma grande e rica experiência. Dizer que Diablo III é imersivo é desnecessário. A Blizzard manteve, como já era de se esperar, o coração da série intacto, e o jogo certamente agradará a veteranos e também a quem está conhecendo a série agora. A jogabilidade é ótima, e pode-se dizer inclusive que o título, pelo menos neste quesito, lembra bastante Diablo II.</p>
<p>O game não é pesado, e pode inclusive rodar em máquinas menos parrudas.  Entretanto, é possível também &#8220;colocar tudo no máximo&#8221;, caso você possua uma máquina melhor, e desfrutar, então, de toda a beleza de Diablo III. Diablo III certamente será um dos maiores lançamentos de 2012, pelo menos no que diz respeito a RPGs, e digo isto com base em uma fantástica versão beta, a qual é extremamente estável, aliás. E se você está interessado em participar do beta do RPG, crie uma conta junto ao Battle.net e crie também seu <a href="http://us.battle.net/account/management/beta-profile.html" target="_blank">perfil beta</a>. A partir daí, é torcer e aguardar.</p>
<p>Vou gravar mais alguns vídeos e escrever mais alguns artigos a respeito do jogo, mas enquanto isto, assista abaixo ao primeiro vídeo de gameplay que gravei, o qual mostra os meus primeiros momentos no game:</p>
<p><span id="more-21564"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/rbxgnWQyh5I?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Link para o vídeo em 720p:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=rbxgnWQyh5I&amp;hd=1" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=rbxgnWQyh5I&amp;hd=1</a></p>
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		<title>Warhammer 40,000: Space Marine &#8211; vídeo de gameplay e primeiras impressões sobre a demo</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 19:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Warhammer 40,000: Space Marine será lançado em 06 de Setembro de 2011, para PC,  Xbox 360 e Playstation 3. Sua demo foi lançada para PC e para os consoles da Sony e da Microsoft. Ela nos apresenta duas missões, uma mais simples, digamos, e outra onde utilizamos uma espécie de jetpack. Confesso que não sou nenhum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Warhammer 40,000: Space Marine </strong>será lançado em 06 de Setembro de 2011, para PC,  Xbox 360 e Playstation 3. Sua demo foi lançada para PC e para os consoles da Sony e da Microsoft. Ela nos apresenta duas missões, uma mais simples, digamos, e outra onde utilizamos uma espécie de jetpack. Confesso que não sou nenhum especialista na franquia nem tampouco no universo Warhammer, mas em minha opinião a <strong>Relic Entertainment</strong> realizou um belíssimo trabalho neste título. Pelo menos, pelo que se pode conferir através da demo.</p>
<p>Baixei a demo do jogo para PC, disponível no Steam, a qual possui cerca de 2GB. Trata-se de um game que não possui nenhum elemento de um RTS, e nos apresenta um gameplay  muito frenético, violento e um pouco semelhante a Gears of War. Não existe, entretanto, nenhum sistema de cobertura em Warhammer 40,000: Space Marine. O protagonista do título é o Capitão Titus, um personagem grandalhão que, juntamente com seus dois outros companheiros, promovem muita pancadaria e tiroteios em meio a hordas enormes de orcs.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-17717" style="border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="warhammer_40000-space_marine" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/08/warhammer_40000-space_marine.jpg" alt="" width="640" height="374" /></p>
<p>Titus conta com uma moto-serra, a princípio, e ela é muito útil quando você se encontra cercado por inimigos. O som da arma e o espetáculo sangrento que a mesma provoca é realmente de &#8220;encher os olhos&#8221;. Mais adiante na demo, Titus acaba conseguindo um machado bem poderoso, e com ele também pode partir para o &#8220;mano a mano&#8221; sem medo. O esquema de escolha das armas é similar ao de Gears of War (pelo menos jogando-se com o joystiq do Xbox 360), onde utilizamos o d-pad, o qual fornece acesso direto a cada uma delas.</p>
<p>Podemos também utilizar granadas e até mesmo atirar em explosivos dispostos no cenário quando os orcs estão se aproximando, para provocar uma bela desgraça (para eles, é claro). A demo de Warhammer 40,000: Space Marine nos mostra gráficos muito bonitos e ambientes bem interessantes. Alguns elementos do cenário primam pela grandeza, e os próprios personagens, grandalhões, não parecem deslocados em meio a tudo aquilo.</p>
<p>Os personagens se movimentam de forma bem fluida, e não faltam momentos para combates melee. Um medidor indica o seu nível de &#8220;Fury&#8221;, e quando ele se enche, o protagonista pode realizar ataques verdadeiramente devastadores. Ver-se cercado de orcs por todos os lados provoca não medo, mas sim diversão e empolgação. Acionar a moto-serra e girar o corpo loucamente com ela em funcionamento é muito bacana (não para os orcs, é claro), e rende ao jogador um visual extremamente&#8230; vermelho, digamos.</p>
<p>Dada a loucura dos combates, juntamente com a enorme quantidade de inimigos que sempre aparecem, não é difícil observar sua energia vital se esvair bem rapidamente. Procurar abrigo nestes momentos, e até mesmo fugir de um inimigo maior para recuperar as forças, não é vergonha alguma. Muito pelo contrário: é essencial. Em Warhammer 40,000: Space Marine também é possível executar &#8220;finalizações&#8221; nos inimigos moribundos, quando a indicação para isto aparece sobre o mesmo.</p>
<p>Pelo que pude conferir na demo, Warhammer 40,000: Space Marine vai ser um grande jogo. A perspectiva em terceira pessoa é muito bem vinda, e a jogabilidade sensacional, aliada à facilidade de se sair muito bem através de ataques melee certamente resultará em um título muito bom. Os gráficos do jogo também são muito bonitos, vale ressaltar mais uma vez.</p>
<p>Gravei um vídeo de gameplay de Warhammer 40,000: Space Marine, o qual vocês podem conferir abaixo. Vale lembrar mais uma vez, também, que a demo do jogo está disponível na Xbox Live, na PSN e no Steam:</p>
<p><span id="more-17716"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/o9HbfBZ0S78" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Link para o vídeo em 720p:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=o9HbfBZ0S78&amp;hd=1" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=o9HbfBZ0S78&amp;hd=1</a></p>
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		<item>
		<title>Preview: Hard Heset &#8211; Um FPS futurista e impressionante</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 16:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hands On]]></category>
		<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Previews]]></category>
		<category><![CDATA[flying wild hog]]></category>
		<category><![CDATA[fps]]></category>
		<category><![CDATA[jogo hard reset]]></category>
		<category><![CDATA[jogos para pc]]></category>
		<category><![CDATA[preview]]></category>
		<category><![CDATA[shooter]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi acesso a um build do jogo Hard Reset, e durante dois dias tive o prazer de experimentá-lo. Ao final do gameplay, o que passava pela minha cabeça era, simplesmente: &#8220;quero mais&#8221;! Não vejo a hora deste espetacular título ser lançado, para poder, então, jogá-lo até o final. Desenvolvido pela polonesa Flying Wild Hog, Hard Reset [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-17052" style="border: 1px solid black;" title="hard_reset" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/08/hard_reset.jpg" alt="" width="640" height="358" /></p>
<p>Recebi acesso a um build do jogo <strong><a href="http://hardresetgame.com/" target="_blank">Hard Reset</a></strong>, e durante dois dias tive o prazer de experimentá-lo. Ao final do gameplay, o que passava pela minha cabeça era, simplesmente: &#8220;quero mais&#8221;! Não vejo a hora deste espetacular título ser lançado, para poder, então, jogá-lo até o final. Desenvolvido pela polonesa <strong><a href="http://flyingwildhog.com/" target="_blank">Flying Wild Hog</a>, </strong>Hard Reset é um <strong>FPS</strong> futurista que, de certa forma, nos remete a bons e velhos tempos. O jogo é ambientado em um futuro bem obscuro, e no qual as máquinas começam a concorrer com os humanos no &#8220;campo da inteligência&#8221;, digamos. Acredito que grande parte dos jogadores se lembrará do clássico Blade Runner ao se deparar com a atmosfera cyberpunk do jogo (pelo menos aqueles que assistiram ao filme).</p>
<p>Na atualidade somos constantemente bombardeados com shooters fáceis demais, muito similares uns aos outros e/ou cheios de invenções que, de uma maneira ou de outra, fazem com que o jogador tenha sua vida muito facilitada. Isto não ocorre em Hard Reset. O jogo possui um nível de dificuldade alto, você conta apenas com duas armas, não existe sistema de cobertura nem equipamentos adicionais, e os inimigos partem para cima do protagonista com uma enorme agressividade. Tais inimigos, é claro, são robôs, e vale lembrar que existem diversos tipos de robôs. Pude conhecer alguns deles, e até acredito que a variedade seja maior, mas finalizei apenas um pequeno build do jogo, portanto, não posso afirmar nada a este respeito. Alguns são grandes, resistentes e lançam contra você uma verdadeira saraivada de cargas energéticas que dificilmente erram o alvo. Grande destruição, entretanto, pode ser provocada pelo jogador.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-17042" style="border: 1px solid black;" title="hard_reset_6" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/08/hard_reset_6.jpg" alt="" width="640" height="400" /></p>
<p>Hard Reset permite que o gamer utilize elementos presentes no ambiente para ajudar na luta contra os robôs. Por exemplo, existem recipientes contendo explosivos que podem ser explodidos para causar danos aos inimigos. Existem também dispositivos elétricos que, caso atingidos pelos seus tiros, entrarão em colapso e lançarão choques elétricos para todos os lados, ajudando, assim, a dar cabo dos inimigos. E de você também, caso você esteja dentro do raio de ação dos raios elétricos.</p>
<p>No título, o jogador conta com apenas duas armas. Sim, apenas duas. A CLN, uma arma de fogo convencional, e a N.R.G., uma arma que dispara cargas energéticas. Confesso que joguei, digamos, 99% do tempo utilizando a N.R.G., a qual, além de muito versátil e poderosa, é extremamente bonita e provoca um belo espetáculo quando utilizada. Duas armas pode parecer até pouco, mas existem algumas máquinas em Hard Reset onde você pode gastar seus N.A.N.O. points (a moeda do game) e realizar upgrades nas mesmas e em seu traje de combate. Aliás, existem upgrades que requerem pré-requisitos, ou seja, a instalação de upgrades/peças prévios.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-17043" style="border: 1px solid black;" title="hard_reset_2" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/08/hard_reset_2.jpg" alt="" width="640" height="400" /></p>
<p>Aí é que você começa a perceber a enorme quantidade de opções disponibilizada pela Flying Wild Hog em seu game, no tocante ao armamento. Cada uma das duas armas é capaz de contar com diversas configurações alternativas, as quais vão desde rajadas teleguiadas, passando por lança-granadas, até cargas elétricas que, quando atingem qualquer obstáculo ou alvo (ou até mesmo o chão, não importa), permanecem durante um certo tempo em ação, causando danos a tudo o que estiver em seu raio de ação, lançando raios elétricos em diversas direções. Diversos upgrades podem ser realizados nas duas armas, e durante o gameplay o jogador pode (e deve) utilizar todas as vantagens por eles fornecida conforme a necessidade.</p>
<p>Além disso, cada arma conta com um modo de tiro secundário. A N.R.G., por exemplo, pode disparar uma poderosa carga energética após um certo tempo de carregamento. É claro que tanto a utilização das configurações alternativas quando dos modos de tiro secundários demanda mais munição, e isto depende da utilização e também do poder da opção em questão. Portanto, é muito bom sermos cautelosos no momento de promover nossos shows de destruição. Mas que é bacana, isto é. Ver tudo brilhando em azul, à sua frente, enquanto os robôs vão sendo paulatinamente destruídos, é fantástico.</p>
<p>O protagonista de Hard Reset é o Major Fletcher, e o jogo se passa em uma cidade chamada Bezoar. O título conta com belíssimas animações estilo desenho animado, entre uma missão e outra, e em uma delas até mesmo a chuva promove um belíssimo espetáculo. Tais animações contam um pouco do background do jogo. Vale destacar também o belo menu inicial do game, onde braços robóticos cuidam de carregar e mover os menus e submenus.</p>
<p><span id="more-17040"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-17044" style="border: 1px solid black;" title="hard_reset_7" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/08/hard_reset_7.jpg" alt="" width="640" height="376" /></p>
<p>O mundo de Hard Reset é caótico, e não é difícil observarmos veículos futuristas abandonados ou destruídos nas ruas. No céu pode-se observar um verdadeiro trânsito de naves, e outras naves, gigantescas, passam sobre nossas cabeças constantemente com propagandas, holofotes e neon. Diversos objetos nos cenários são destrutíveis, e existem até mesmo barreiras ou muros com falhas que podem ser explodidos e, então, revelarem segredos.</p>
<p>Em diversos momentos durante o gameplay o jogador terá de lidar com terminais para a desativação de barreiras, abertura de portas, etc. Nestes momentos, o protagonista deixa de empunhar a arma e um cursor aparece em tela, automaticamente, para a devida interação. Mudando de assunto, é impossível passear pelas ruas de Bezoar sem notar a beleza caótica de tudo. Sons os mais diversos se mesclam algumas vezes, formando uma cacofonia que chega muitas vezes a ser perturbadora. Ainda em relação ao som, Hard Reset é um game eclético, nesta parte. Sua trilha sonora conta com diversos estilos e instrumentos musicais. Industrial, eletrônico, orquestras e guitarras ajudam na condução do clima sci-fi de forma magistral.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-17045" style="border: 1px solid black;" title="hard_reset_9" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/08/hard_reset_9.jpg" alt="" width="640" height="376" /></p>
<p>A parte gráfica deste primeiro título da Flying Wild Hog (imaginem o próximo, então!) também é belíssima. Os próprios combates representam momentos muito bonitos, apesar da dificuldade e do risco. A eletricidade &#8220;passeando&#8221; de um inimigo a outro enquanto você corre de um lado para o outro é um belo espetáculo. As explosões também são muito convincentes, e em cenas nas quais se pode observar o sol, é impossível não ficarmos estupefatos.</p>
<p>Parece que estamos observando um mundo onde o brilho do astro rei possui enormes dificuldades para atravessar a atmosfera, e seu brilho é doentio porém belíssimo. Os reflexos provocados são fantásticos, e é possível, aliás, não só sentirmos o vento, nestes momentos, mas também observarmos suas rajadas de forma extremamente nítida, além de seu zumbido. Existem momentos onde nos encontramos no topo de enormes prédios, em frágeis sacadas, e aí somos expostos a uma imensidão opressora porém muito atrativa. Nestes momentos, diversos nomes que parecem pertencer a empresas podem ser também lidos no topo de outros prédios: Roboticon, Biomass, Vang, OCC,  World Strategy, etc.</p>
<p>Sou um jogador que presta bastante atenção na água e na chuva, em qualquer jogo que caia em minhas mãos. A chuva em Hard Reset, quando desaba dos céus, ajuda a aumentar ainda mais a impressão de desolação que a cidade e a ambientação do jogo nos passam. Olhar para o céu nada amistoso e observar o aguaceiro caindo provoca uma sensação de desassossego enorme. Porém, o espetáculo é muito bonito. As gotas caem no chão e formam poças. Quando caem em determinados elementos, você observa os respingos nitidamente, e letras impressas nos mesmos, caso existam, sofrem o efeito da água, ficando borradas, molhadas, enquanto você observa a água escorrendo. A chuva molha, é claro, até mesmo suas armas, o que é fantástico. Passo bons minutos observando tudo isto.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-17046" style="border: 1px solid black;" title="hard_reset_10" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/08/hard_reset_10.jpg" alt="" width="640" height="376" /></p>
<p>O protagonista, vale lembrar, pode correr. Isto é muito bom, porque ele normalmente não se movimenta muito rapidamente. Ocorre, entretanto, que ele corre por pouco tempo e logo se cansa. Você chega a ouví-lo ofegar. É bom também prestar bastante atenção na utilização deste recurso, pois ele dura pouco. Vale lembrar que quando Fletcher corre, um belíssimo efeito &#8220;motion blur&#8221; é aplicado aos gráficos, tornando a ação muito interessante.</p>
<p>O game conta com gráficos muito bonitos, e esta beleza pode ser até mesmo observada à partir de um simples tiro em algo que não representa perigo, por exemplo. Você pode atirar contra objetos metálicos, por exemplo, e eles exibirão marcas que dependerão da arma utilizada. A CLN deixará marcas mais simples. Ela marcará e afundará o metal. Já a N.R.G. queimará o metal, e você é capaz de observar o calor se esvaindo, aos poucos.</p>
<p>Os inimigos são implacáveis e inteligentes. Alguns correm de um lado para o outro atirando contra você, enquanto outros se aproximam de você de forma extremamente ameaçadora. Cada embate é um verdadeiro show. Difícil, mas um show. Um show onde você tem de ser rápido e usar armas, configurações e modos de tiro adequados. Ao final de tudo, quando uma batalha acaba de ser vencida, restos dos robôs se encontram espalhados por todos os lados, e itens coletáveis deixados pelos mesmos podem então ser agarrados.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-17047" style="border: 1px solid black;" title="hard_reset_4" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/08/hard_reset_4.jpg" alt="" width="640" height="400" /></p>
<p>Trata-se de um jogo linear, não vou negar. Entretanto, vez ou outra é possível se desviar um pouco do caminho para coletar alguns itens. Hard Reset é um jogo que trás de volta o gênero FPS às suas origens, digamos, e faz isto de uma maneira fantástica. Atire. Desvie-se. Atire muito. Use suas duas armas da melhor maneira possível. A violência de cada encontro com as hordas de robôs é sempre grande, vale lembrar. E vale lembrar também: não deixe de observar o belíssimo espetáculo cyberpunk que é exibido na tela de seu PC durante o gameplay inteiro.</p>
<p>Algo também muito bacana é o relatório exibido ao final de cada missão, o qual mostra, por exemplo, quantas vezes você morreu (se for o caso), quanto de N.A.N.O. você encontrou, danos causados e recebidos, inimigos mortos, mortes que você causou utilizando elementos do ambiente, objetos destruídos, achievements, segredos encontrados e tempo de duração da missão.</p>
<p>A atmosfera futurista do jogo é muito interessante. Parece tratar-se de um futuro sem esperança. Isto pode ser visto e ouvido através dos diálogos, das propagandas, da desolação em Bezoar, da clara supremacia dos robôs, do modo como alguns momentos do gameplay mostram o trabalho cibernético no aprimoramento da inteligência artificial e, é claro, na consequência que isto terá para os humanos, etc.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-17048" style="border: 1px solid black;" title="hard_reset_1" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/08/hard_reset_1.jpg" alt="" width="640" height="400" /></p>
<p>Ressalto, também, que joguei um pequeno build do jogo. Não se trata do produto final. E se gostei tanto assim do que vi até agora, é claro que mal posso esperar pelo lançamento do jogo. A Flying Wild Hog possui uma equipe de 35 pessoas. Alguns deles trabalharam na People Can Fly, na CD Projekt RED e na City Interactive. Alguns, também, trabalharam no fantástico FPS Bulletstorm, além de The Witcher 2, Painkiller e Sniper: Ghost Warrior. Um time assim só poderia nos oferecer um ótimo game. Existe também o <a href="http://www.facebook.com/HardResetGame" target="_blank">Facebook de Hard Reset</a>. Dê uma olhada.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Fiquei extremamente entusiasmado com o que vi e joguei. Hard Reset faz falta no mercado de games. É um game que possivelmente agradará tanto a jogadores old-school quanto aos mais novos. Trata-se de um &#8220;must have&#8221; para quem aprecia First Person Shooters divertidos, bonitos e desafiadores.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p>Título: Hard Reset<br />
Gênero: ação / FPS<br />
Desenvolvedora: Flying Wild Hog<br />
Publisher: Flying Wild Hog<br />
Data de lançamento: Setembro de 2011 (sem confirmação)<br />
Plataformas: PC<br />
Versão analisada: PC</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-193-17040">

	<!-- Slideshow link -->
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			[Show as slideshow]		</a>
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	<!-- Pagination -->
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</div>

</p>
<p>Se você ainda não viu, dê uma olhada em um trailer que demonstra um pouco do gameplay de Hard Reset:</p>
<p style="text-align: center;"><object width="640" height="394"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1_h2dtDVAsQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0&amp;hd=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="394" src="http://www.youtube.com/v/1_h2dtDVAsQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0&amp;hd=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Link para o vídeo em 720p:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=1_h2dtDVAsQ&amp;hd=1" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=1_h2dtDVAsQ&amp;hd=1</a></p>
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		<title>(Primeiras impressões) Demo do jogo Catherine para Xbox 360</title>
		<link>http://www.xboxplus.net/2011/07/13/primeiras-impressoes-demo-do-jogo-catherine-para-xbox-360/</link>
		<comments>http://www.xboxplus.net/2011/07/13/primeiras-impressoes-demo-do-jogo-catherine-para-xbox-360/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 20:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Demos]]></category>
		<category><![CDATA[Hands On]]></category>
		<category><![CDATA[xbox]]></category>
		<category><![CDATA[atlus]]></category>
		<category><![CDATA[demo catherine]]></category>
		<category><![CDATA[game catherine]]></category>
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		<category><![CDATA[jogos para xbox 360]]></category>
		<category><![CDATA[primeiras impressões]]></category>

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		<description><![CDATA[Baixei a demo do jogo Catherine, para Xbox 360, e confesso que me surpreendi bastante. A demo oferece ao jogador dois níveis onde basicamente assistiremos a cutscenes e participaremos dos pesadelos do protagonista, Vincent. Através da demo, não se consegue perceber como será o gameplay fora dos pesadelos, mas quando dormindo, vale ressaltar que Vincent [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Baixei a <strong>demo do jogo <a href="http://www.xboxplus.net/2011/07/06/sonhos-podem-ser-aterrorizantes-o-estranho-e-interessante-jogo-de-horror-catherine/" target="_blank">Catherine</a>,</strong> para Xbox 360, e confesso que me surpreendi bastante. A demo oferece ao jogador dois níveis onde basicamente assistiremos a cutscenes e participaremos dos pesadelos do protagonista, Vincent. Através da demo, não se consegue perceber como será o gameplay fora dos pesadelos, mas quando dormindo, vale ressaltar que Vincent tem de enfrentar sérios problemas.</p>
<p>A desenvolvedora e publisher japonesa Atlus é a responsável por Catherine, game que possui grandes doses de sensualidade, aliás. Falando nisto, o momento em que Vincent acorda e se depara com Catherine ao seu lado, dormindo, é muito hilário, aliás. Suas conversas com sua namorada, Katherine McBride, são um tanto quanto tensas, pois esta o está pressionando. Ela quer se casar, e Vincent está relutante.</p>
<p>Ao jogar a demo de Catherine, é óbvio que o bacana mesmo é participar, ou melhor, jogar, os pesadelos de Vincent, onde ele conversa com ovelhas engravatadas e ele próprio ostenta dois pares de chifres, além de uma ridícula cueca repleta de bolinhas rosa. Entretanto, os pesadelos são um tormento para Vincent. No início do primeiro nível da demo, um pequeno tutorial é apresentado ao gamer, o qual mostra como é a jogabilidade durante os pesadelos.</p>
<p><img class="aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="Game Catherine" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/gallery/catherine-new-screenshots/catherine_screen_5.jpg" alt="" width="640" height="360" /></p>
<p>Basicamente, nos dois &#8220;níveis-pesadelo&#8221;, Vincent tem de escalar enormes torres compostas de blocos dos mais variados tipos. É interessante ressaltar o fato de que o topo da torre está desmoronando, portanto, o trabalho tem de ser realizado rapidamente. Travesseiros mágicos fornecem &#8220;continues&#8221; extras. Sim, ao morrer durante os pesadelos, você conta com um certo número de &#8220;continues&#8221;, e eu realmente não sei o que acontecerá quando eles terminarem</p>
<p>É necessária grande atenção ao lidar com os blocos, também. Em uma pilha em constante movimentação, um movimento errado pode causar um grande desastre. O Vincent pode empurrar, puxar e subir nos blocos. Ele pode formar escadarias com os mesmos, também, através da formação dos &#8220;edges&#8221;. Blocos posicionados de forma estratégica e apoiados na borda de outros conseguem sustentar o peso do protagonista, mesmo em casos onde tal situação vai de encontro às leis da gravidade.</p>
<p>Durante a subida das torres, você pode recolher moedas, mas ainda não entendi muito bem qual o verdadeiro propósito disto. O segundo nível da demo é bem mais difícil que o segundo, pois ele conta com um monstro horrível que permanece espetando a pilha de blocos com um garfo gigante de tempos em tempos. Caso o tal garfo &#8220;encontre&#8221; o Vincent, é morte na certa. As &#8220;garfadas&#8221; também provocam alterações no monte de blocos, as quais algumas vezes são até benéficas para o jogador, dependendo da nova disposição dos blocos.</p>
<p>Esta criatura, aliás, parece não querer deixar o personagem escapar, quando ele chega à saída. Sim, existe uma saída, a qual está localizada no cume de cada monte. A demo de Catherine conta com longas cutscenes, durante as quais Katherine e alguns amigos de Vincent conversam com ele. É digna de nota a preocupação de Vincent com seus pesadelos, ao perguntar a sua namorada se ela sabe de algo a respeito de mortes durante pesadelos.</p>
<p><span id="more-16288"></span></p>
<p><img class="aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="Game Catherine" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/gallery/catherine-new-screenshots/catherine_screen_6.jpg" alt="" width="640" height="360" /></p>
<p>O Vincent possui um celular que, além de servir para salvar o jogo, permite o envio e o recebimento de mensagens de texto. É claro que não se pode digitar nenhuma frase ou palavra. Tudo isto já está pré-definido. Mas as diversas opções passíveis de escolha provocam reações diferentes tanto por parte do Vincent quanto por parte do receptor, e temos de nos lembrar de que Catherine é um título onde as ações e as palavras proferidas por Vincent influenciam a história.</p>
<p>Isto é algo muito interessante e representa uma motivação a mais para quem aprecia jogos que permitem que o jogador realize escolhas que irão resultar em modificações na trama. Ao final da demo, a frase &#8220;<em>mal posso esperar para ver você</em>&#8221; aparece em tela, seguida de uma risadinha feminina que, suponho eu, é &#8220;obra&#8221; de Catherine.</p>
<p>À princípio pensei que os gráficos estilo anime deste novo título da Atlus me causariam desgosto. Sinceramente, não sou fã de animes. Entretanto, tenho de me render: tudo é muito bonito e feito com muito bom gosto. Os personagens conseguem expressar grande emoção, por exemplo, e tudo possui uma grande elegância.</p>
<p>O cenário infernal dos pesadelos de Vincent também é muito interessante. É possível obter-se conselhos dos homens-ovelha, ou ovelhas engravatadas, seja lá o que quer que eles sejam; eles falam com você. Apenas achei que a mecânica de jogo em cada torre/pesadelo é um pouco estranha. Os controles muitas vezes não respondem muito bem, o personagem sobe em blocos quando você queria apenas permanecer parado, etc. Mas é bem provável que até o lançamento tudo isto seja polido.</p>
<p>Acredito que Catherine seja um jogo com enorme potencial. Um jogo de horror escondido sob uma &#8220;capa cor-de-rosa&#8221;, onde duas mulheres representam forças opostas e marcantes, cada uma ao lado de um homem que não sabe muito bem o que quer da vida. Cada morte de Vincent nos pesadelos é repleta de sangue, e o noticiário logo no início exibe um caso bem estranho, no qual um homem foi encontrado morto em sua cama com uma face expressando enorme horror.</p>
<p><img class="aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="Game Catherine" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/gallery/catherine-new-screenshots/catherine_screen_3.jpg" alt="" width="640" height="360" /></p>
<p>Tudo isto tem a ver, pelo que se pode perceber, com Catherine. Apesar de sua pouca participação durante a demo, Catherine, a personagem, com certeza proporcionará grandes momentos em Catherine, o game. Gostei muito. Se você possui um Xbox 360, recomendo que você baixe a demo do jogo e veja com seus próprios olhos.</p>
<p>Parece haver até mesmo um certo maniqueísmo entranhado no título, e Vincent não parece disposto a optar por um ou outro lado, pelo menos a princípio. Me parece que mais um jogo muito promissor está chegando por aí.</p>
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		<title>(Primeiras impressões) L.A. Noire &#8211; um novo e surpreendente tipo de jogo</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 18:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comecei, há alguns dias atrás, minha peregrinação pela Los Angeles da década de 40 apresentada pelo jogo L.A. Noire, da Rockstar Games. Sam Houser, fundador da empresa, estava certo quando disse que trata-se de &#8220;um novo tipo de game&#8221;, quando comentando a respeito do lançamento de L.A. Noire para PC. O jogo foi lançado inicialmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comecei, há alguns dias atrás, minha peregrinação pela Los Angeles da década de 40 apresentada pelo <strong>jogo L.A. Noire</strong>, da Rockstar Games. Sam Houser, fundador da empresa, estava certo quando disse que trata-se de &#8220;um novo tipo de game&#8221;, quando comentando a respeito do <a href="http://www.xboxplus.net/2011/06/23/maravilha-rockstar-anuncia-lancamento-de-l-a-noire-para-pc/" target="_blank">lançamento de L.A. Noire para PC</a>. O jogo foi lançado inicialmente para <strong>Xbox 360</strong> e Playstation 3, em 17 de Maio de 2011. Trata-se de um jogo impressionante. O próprio fato da Rockstar lançar um game onde o protagonista é um mocinho e não um bandido já é algo estranho e diferente.</p>
<p>O protatonista de L.A. Noire se chama Cole Phelps. Trata-se de um policial &#8220;comum&#8221;. Phelps é um herói de guerra que logo é promovido a detetive, e tem, então, de desvendar os mais diversos crimes. Diferentemente de outros títulos da produtora, como GTA e Red Dead Redemption, em L.A. Noire temos não um mundo aberto, mas sim uma &#8220;liberdade controlada&#8221;, digamos. Você é livre para ir onde desejar, mas tudo tem de seguir determinadas regras. Você não pode fazer o que bem entender na Los Angeles retratada no jogo, e até mesmo sua arma só é desbloqueada para uso em situações de risco e/ou onde ela seja realmente necessária.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-15978" style="border: 1px solid black;" title="l-a-noire_2" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/07/l-a-noire_2.jpg" alt="" width="640" height="360" /></p>
<p>O primeiro game que me veio à cabeça ao começar a jogar o mais novo título da Rockstar foi <a href="http://www.xboxplus.net/2010/09/08/review-mafia-ii-vivendo-e-morrendo-em-empire-bay/" target="_blank">Mafia II</a>. Mas as semelhanças com este último são bem tênues e saem de nossa cabeça logo nos primeiros minutos de gameplay. Trata-se de uma leve impressão, apenas. L.A. Noire é mais um game de investigação do que qualquer outra coisa. Seus gráficos são muito bonitos, é claro. A própria cidade em si é belamente retratada. Você dirige ao lado de veículos particulares e de transporte público característicos da época, por exemplo. Mas o que realmente impressiona no jogo é a <strong>animação facial</strong> dos personagens, a qual realmente foi elevada a um novo e extraordinário patamar.</p>
<p>As expressões faciais são tão realistas que chegam a nos assustar. Vale ressaltar também que a expressão facial de cada suspeito, por exemplo, pode ajudar o gamer a identificar se o mesmo está dizendo ou não a verdade. Em L.A. Noire foi utilizada a engine Havok e também uma engine proprietária, além da tecnologia <strong>MotionScan</strong>, desenvolvida pela empresa australiana Depth Analysis. Tal tecnologia é que permite a mágica de sermos capazes de detectar alterações mínimas no rosto de cada suspeito.</p>
<p>Linhas de expressão, minúsculos tremores labiais, o nervosismo dos personagens ou expressões de escárnio, movimentos das sobrancelhas e dos olhos, as testas se enrugando, etc: estes são alguns dos movimentos e detalhes que o jogador pode detectar no rosto dos suspeitos durante os interrogatórios, tudo graças à tecnologia da Depth Analysis. A MotionScan faz uso de 32 câmeras para capturar todos os detalhes apresentados pelos rostos dos atores. Sim, existe um Cole Phelps de carne e osso, também.</p>
<p><span id="more-15974"></span>No estúdio, <a href="http://electronics.howstuffworks.com/motionscan-technology.htm" target="_blank">dezenas de câmeras capturam todos os detalhes dos rostos dos atores, em 3D</a>. Elas capturam inúmeros ângulos de seus rostos simultâneamente. Em cada tomada, uma imagem em 3D é obtida, e vale ressaltar que as câmeras são posicionadas em diversos pontos do estúdio, abaixo e acima do ator. O trabalho, e o resultado, são &#8220;monstruosos&#8221; (no bom sentido). <a href="http://electronics.howstuffworks.com/motionscan-technology1.htm" target="_blank">Tudo é feito de maneira tal</a> a &#8220;<em>capturar todas as nuances da cabeça humana e movimentos faciais a até 30 frames por segundo. Isto gera quase 1 GB de dados por segundo</em>&#8220;. Imaginem só! E 9 computadores extremamente poderosos realizam o processamento dos dados, e criam então as texturas e as formas animadas que correspondem à movimentação dos atores. Fantástico.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-15979" style="border: 1px solid black;" title="l-a-noire_1" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/07/l-a-noire_1.jpg" alt="" width="640" height="360" /></p>
<p>Sobre o game em si, todo este trabalho e esta fantástica tecnologia produziram uma verdadeira maravilha. O jogo gira em torno de investigações. Você é capaz de dirigir por Los Angeles, e durante seus &#8220;passeios&#8221; pode escutar algum chamado pelo rádio e então decidir se deseja ou não atendê-lo. São diversos casos &#8220;paralelos&#8221;, como por exemplo assaltos, tiroteios, etc. Além disso, existem as investigações onde você terá de buscar por pistas e interrogar diversas pessoas.</p>
<p>Durante cada interrogatório você pode utilizar pontos de intuição para, por exemplo, remover uma questão da lista ou então solicitar ajuda à comunidade. Esta ajuda da comunidade nada mais é do que um sistema que lhe apresenta em tela o percentual de jogadores que escolheram cada uma das opções (Truth, Doubt, Lie). Você conta com um bloco de notas onde vai anotando todas as pistas encontradas, os locais, os suspeitos, as pessoas com quem conversou, etc. É importantíssimo rever sempre este caderno, principalmente durante cada interrogatório.</p>
<p>Durante os interrogatórios o próprio jogo sugere que você observe o suspeito de tempos em tempos. Sua expressão facial, o movimento de seu corpo, o balançar de sua cabeça, por exemplo, podem ajudar você a determinar diversas coisas. Mentira, verdade ou dúvida? Você terá de decidir, utilizando sua própria intuição e conhecimento a respeito dos acontecimentos pretéritos e também os pontos de intuição. Com os pontos de intuição você também pode, por exemplo, em alguns casos, fazer com que o game exiba no radar todas as pistas existentes em uma determinada cena de crime. Tais pontos são ganhos conforme você resolve casos, e vale ressaltar que conforme seu progresso o protagonista vai subindo de rank.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-15980" style="border: 1px solid black;" title="l-a-noire_3" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/07/l-a-noire_3.jpg" alt="" width="640" height="360" /></p>
<p>Os gráficos do game são muito bonitos, apesar do foco na animação facial. L.A. Noire, também, não é um jogo como Mafia II, por exemplo. Pelo que vi até agora, trata-se de um jogo extremamente profundo e que requer muita atenção por parte do jogador. Atenção a mínimos detalhes e a diálogos. O jogo não possui grande foco em tiroteios ou coisas semelhantes. É claro que você pode de repente atender a algum chamado &#8220;extra&#8221; e ter de disparar alguns tiros ou até mesmo entrar em luta corporal com algum bandido. Mortes durante estes tiroteios também podem ocorrer, óbviamente. Determinados suspeitos, aliás, saem correndo, e você deve perseguí-los e não matá-los, apesar da arma estar liberada em suas mãos. Mas o cerne de L.A. Noire são as investigações, o que faz do título algo verdadeiramente único, da forma como ele foi concebido.</p>
<p>Cada interrogatório pode ser desastroso, demorado, rápido ou extremamente bem sucedido: tudo depende de sua experiência. O bloco de anotações deve ser seu amigo inseparável, e extrema atenção aos detalhes é necessária. Durante as buscas em cenas de crimes, o joystiq vibra, por exemplo, quando você se aproxima de algo que deve ser observado. Você pode observar o ítem em questão superficialmente ou realizar uma análise mais cuidadosa. Tal análise pode de repente lhe fornecer nomes, um endereço que deverá ser visitado, etc. A investigação é tudo, em L.A. Noire. O processo investigativo foi reproduzido em L.A. Noire de maneira estupenda, principalmente devido à tecnologia MotionScan, a qual trabalha ao mesmo tempo para produzir rostos extremamente realistas, para cativar o jogador e para fornecer indícios.</p>
<p>Existem algumas histórias paralelas que vão sendo mostradas no decorrer do gameplay, através de certas cutscenes. Uma delas trata a respeito de um velho amigo de Phelps, chamado Jack Kelso. Outra tem como protagonista um psiquiatra bem esquisito que, em minha opinião, ainda vai crescer bastante dentro do jogo em si. Digo isto tomando como base minha experiência no jogo até agora, é claro.</p>
<p>Outra coisa bem bacana que detectei logo de início no game é o sistema de danos dos carros. Nada de dirigir batendo em tudo o que vê pela frente sem sofrer consequência alguma. Você pode, dependendo do nível de danos, literalmente acabar com o carro que está dirigindo, e torná-lo inutilizável. Claro que, como um oficial da LAPD (Los Angeles Police Department), você pode requisitar qualquer carro para utilização em serviço, inclusive outros carros policiais que de repente estejam passando pelo local. Existem penalidades, também, caso você atropele civis; portanto, dirigir em L.A. Noire também requer atenção.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-15981" style="border: 1px solid black;" title="l-a-noire_4" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/07/l-a-noire_4.jpg" alt="" width="640" height="360" /></p>
<p>Os carros possuem, vale lembrar também, um aspecto extremamente bonito. O metal é fantásticamente reflexivo, e o sistema de danos vai fazendo com que eles cheguem a pegar fogo, paulatinamente. Enfim, L.A. Noire é um jogo que, apesar de não ter estado na minha lista dos &#8220;aguardados com ansiedade&#8221;, se mostrou uma grata surpresa. O game é bonito, imersivo, conta com uma jogabilidade muito boa e uma Los Angeles da década de 40 retratada de forma fantástica, e ainda permite que exercitemos nosso cérebro, investigando casos e lidando com muita psicologia. Ah, dependendo da conversa com alguns suspeitos, estes podem se enraivecer bastante. Já ía me esquecendo deste detalhe bem legal.</p>
<p>Fico me perguntando o que virá de agora em diante. A tecnologia de animação facial utilizada em L.A. Noire certamente será mais utilizada em jogos eletrônicos, daqui para a frente. A versão PC do título certamente, dependendo da máquina que esteja rodando o game, poderá torná-la mais fantástica ainda. Certamente chegaremos a um ponto onde as produtoras desejarão mais realismo para seus personagens. Não só em relação à movimentação dos mesmos (o que em L.A. Noire também é muito bem feito), mas também no sentido de fazê-los expressar sentimentos com maior naturalidade. Me pergunto também o que uma tecnologia dessas seria capaz de proporcionar dentro de uma franquia como Mass Effect, por exemplo.</p>
<p>Acredito que a próxima geração de consoles será mais voltada à experiência proporcionada para o jogador, e isto não envolve somente a parte gráfica. Isto envolve sentimentos, enredo, jogabilidade, interação, imersão, etc. E aqui a tecnologia desenvolvida pela Depth Analysis pode muito bem representar um fator crucial. Tentar adivinhar o que um inimigo ou amigo está pensando com base em seus gestos, em seu olhar, em uma análise de seu rosto como um todo é algo sem precedentes nos games. É, L.A. Noire é um jogo sensacional.</p>
<p>&#8220;<em>A captura de movimento tradicional nunca poderia ter trazido as nuances sutis do submundo criminal caótico de L.A. Noire da mesma maneira que o MotionScan. O MotionScan me permite mergulhar as audiências nos mínimos detalhes da experiência interativa de L.A. Noire, onde a performance emocional dos atores permitem que a história se revele de uma maneira totalmente nova. Através desta tecnologia revolucionária, somos capazes de entregar às audiências um jogo verdadeiramente unico e revolucionário&#8221;</em>, disse Brendan  McNamara, fundador e diretor da Team Bondi&#8221;.</p>
<p>Concordo plenamente, e L.A. Noire que me aguarde. O trailer abaixo mostra um pouco a respeito da tecnologia empregada no game. É fantástico observar o Phelps real e o Phelps virtual, lado a lado, falando:</p>
<p style="text-align: center;"><object width="640" height="394"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/q2EG5J05048?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0&amp;hd=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="394" src="http://www.youtube.com/v/q2EG5J05048?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0&amp;hd=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Link para o vídeo em 720p:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=q2EG5J05048&amp;hd=1" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=q2EG5J05048&amp;hd=1</a></p>
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		<title>(Hands On) Rift: Telara e as perigosas fendas</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 19:08:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hands On]]></category>
		<category><![CDATA[game rift]]></category>
		<category><![CDATA[jogos para pc]]></category>
		<category><![CDATA[mmorpg]]></category>
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		<description><![CDATA[Tive a oportunidade de participar do closed beta do mais novo MMORPG no mercado, desenvolvido pela Trion Worlds, que também atua como distribuidora do jogo. Trata-se de Rift, o qual será lançado em 01 de Março de 2011. Para participar do closed beta de Rift, é necessário criar uma conta jundo à Trion Worlds e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-11681" style="border: 1px solid black;" title="MMORPG - Rift - Closed Beta - Planar War" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/02/mmorpg_rift_planar_war.jpg" alt="" width="640" height="249" /></p>
<p>Tive a oportunidade de participar do closed beta do mais novo MMORPG no mercado, desenvolvido pela Trion Worlds, que também atua como distribuidora do jogo. Trata-se de Rift, o qual será lançado em 01 de Março de 2011. Para participar do closed beta de Rift, é necessário criar uma conta jundo à <a href="http://account.riftgame.com/" target="_blank">Trion Worlds</a> e obter uma beta key, as quais são distribuídas diariamente pela desenvolvedora através de seu <a href="http://www.facebook.com/RIFTgame" target="_blank">Facebook</a>, de seu <a href="http://twitter.com/RIFTgame" target="_blank">Twitter</a> ou de seu <a href="http://forums.riftgame.com/" target="_blank">fórum</a>. Obtida a beta key, aplique a mesma à sua conta e baixe o cliente do game. Espere por atualizações bem demoradas, também. É necessário ser convidado para participar, vale ressaltar. Você receberá um e-mail, quando isto acontecer.</p>
<p>Vale ressaltar, entretanto, que o último &#8220;evento beta&#8221; agendado, Planar War, termina hoje. Não sei se a desenvolvedora lançará mais algum, nem tampouco como gerenciará esta parte. Se você não conseguir sua beta key e/ou não conseguir jogar Rift por enquanto, será, então, necessário aguardar até o lançamento do game, caso você possua interesse no mesmo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-11682" style="border: 1px solid black;" title="mmorpg_rift_1" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/02/mmorpg_rift_1.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>É claro que atualmente World of Warcraft, MMORPG desenvolvido pela gigante Blizzard, &#8220;reina na área&#8221;. Existem inúmeros MMORPG&#8217;s no mercado, também, desenvolvidos pelas mais diferentes empresas, com as mais diferentes temáticas, pagos ou free-to-play. O fato é que este é um campo meio que saturado, e inovar, aqui, é muito difícil. A Trion Worlds, entretanto, parece que descobriu uma fórmula muito especial para tornar o seu jogo senão único, muito interessante.</p>
<p>E quando eu digo &#8220;muito&#8221;, é com &#8220;M&#8221; maiúsculo. É claro que não sou nenhum especialista em MMORPG&#8217;s, nem tampouco nenhum jogador fissurado em WoW. Mas gosto deste gênero de jogo. Aprecio a imersão que eles proporcionam, o constante apoio que as desenvolvedoras devem fornecer (se desejam que o jogo se mantenha vivo), e só tenho medo de uma coisa: um MMORPG, dependendo do caso, pode fazer com que você perca sua vida social.</p>
<p>Bom, mas Rift é muito interessante.  Ambientado em um mundo chamado Telara, Rift possui já nesta parte uma característica muito interessante. Constantemente ocorrem Rifts (ou fendas) em Telara, o que faz do mundo em si algo muito dinâmico e em constante mutação. Estes Rifts nada mais são do que aberturas para outras dimensões, as quais enquanto abertas, permitem que seres destas tais dimensões adentrem Telara. Dependendo da característica destes seres, ou seja, do plano de onde eles vieram (fogo, água, etc), o ambiente será mudado drásticamente até que alguém feche o &#8220;portal&#8221;. Este alguém, é claro, pode ser você.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-11683" style="border: 1px solid black;" title="mmorpg_rift_2" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/02/mmorpg_rift_2.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>Infelizmente, estes Rifts podem ocorrer a qualquer momento. Ou melhor: felizmente. Isto abre um leque de opções e de diversidade em relação ao gameplay muito grande e valioso. Ah, Rift também possui um dragão (muito importante na história, vale lembrar), chamado Regulos, o qual é mostrado inclusive no belíssimo vídeo introdutório. Este vídeo, inclusive, apresenta muitas informações importantes sobre o game, as raças e o que ocorre em Telara.</p>
<p><span id="more-11680"></span>Vale lembrar que existem duas facções em Rift: &#8220;The Guardians&#8221;, os escolhidos pelos deuses, e os &#8220;The Defiants&#8221;, os quais acreditam que os deuses falharam e, para dizer a verdade, não se importam muito com as tais divindades. O MMORPG possui quatro classes: Warrior, Cleric, Rogue e Mage. Vale ressaltar também o fato de que cada jogador pode escolher uma &#8220;Soul&#8221; já a partir da criação do seu personagem. Cada &#8220;Soul&#8221; na verdade é uma espécie de &#8220;comunicação&#8221; com  os heróis ancestrais de Telara, e fornece habilidades especiais aos jogadores.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-11684" style="border: 1px solid black;" title="mmorpg_rift_3" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/02/mmorpg_rift_3.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>Uma &#8220;Soul&#8221; pode ser evoluída, substituída e/ou até mesmo recebida durante alguma quest. Dentro de cada classe, existem 8 profissões. Joguei o último dos eventos beta agendados de Rift, chamado &#8220;Planar War&#8221;, e achei o jogo maravilhoso. Para quem não é muito &#8220;especializado&#8221; em MMORPG&#8217;s, até que me saí bem. Os comandos são simples, os menus são muito bem organizados, os gráficos são muito bonitos, e concluí diversas quests, obtendo-as dos NPC&#8217;s que contam com um ponto de exclamação sobre suas cabeças.</p>
<p>Neste último evento beta, o mundo de Telara está em meio a um verdadeiro caos. Os exércitos elementais estão forçando passagem de qualquer jeito, abrindo inúmeros Rifts, e provocando enorme destruição. Aliás, a Trion Worlds está com uma promoção bem bacana. Quem conseguir selar qualquer Rift, poderá concorrer a uma placa de vídeo NVIDIA GeForce GTX 460.</p>
<p>Outro detalhe interessante é que, em Rift, quando você morre, pode ocorrer de você permanecer vagando, como uma espécie de &#8220;alma penada&#8221;. Você deve então procurar o seu próprio corpo para reencarnar, ou então se dirigir a um cemitério. Rift é um MMORPG que pode empolgar mesmo àqueles não muito aficcionados pelo gênero. Conta com um mundo em constante modificação, muito dinâmico, na verdade, onde tudo pode ocorrer a qualquer momento e em qualquer lugar, e possui alguns diferenciais bem interessantes, como os Rifts e as modificações que eles provocam, até serem selados.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-11685" style="border: 1px solid black;" title="mmorpg_rift_4" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2011/02/mmorpg_rift_4.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>Considero o trabalho da Trion Worlds muito bom. Se o beta do game já é de fazer cair o queixo, fico imaginando como será o &#8220;produto acabado&#8221;. Fiquei realmente impressionado, ao jogar Rift pela primeira vez, e não somente pelos gráficos, mas pelo universo diferente, que foge, de certa forma, do &#8220;medieval total&#8221; ao qual estamos acostumados. Os Defiants possuem uma estranha e interessante tecnologia: aliás, é a primeira coisa com a qual você se depara ao entrar no game pertencendo a esta raça.</p>
<p>A mensalidade de Rift será de cerca de 15 dólares, mas a Trion Worlds oferecerá descontos para quem pagar trimestralmente ou semestralmente. Vale a pena dar uma olhada com carinho. <img src='http://www.xboxplus.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Rift já está em pré-venda, aliás, <a href="https://www.riftgame.com/en/products/index.php" target="_blank">através do próprio site da desenvolvedora</a>, <a href="http://store.steampowered.com/app/91000/" target="_blank">no Steam</a> e em alguns outros sites de distribuição digital de games.</p>
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		<title>(Hands on) RUSH, um puzzle da desenvolvedora de Toki Tori</title>
		<link>http://www.xboxplus.net/2010/11/23/hands-on-rush-um-puzzle-da-desenvolvedora-de-toki-tori/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 17:02:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[two tribes]]></category>

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		<description><![CDATA[A Two Tribes, desenvolvedora do game Toki Tori, me forneceu acesso à versão beta de seu novo game, RUSH, o qual será lançado em 03 de Dezembro de 2010, no Steam. Trata-se de um puzzle para quem adora quebrar a cabeça. E não estou brincando não. O game é muito desafiador, e você tem de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10464" title="preview_game_rush_two_tribes" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2010/11/preview_game_rush_two_tribes.png" alt="" width="640" height="250" /></p>
<p>A <a href="http://twotribes.com/" target="_blank">Two Tribes</a>, desenvolvedora do game Toki Tori, me forneceu acesso à versão beta de seu novo game, <a href="http://www.xboxplus.net/2010/11/20/desenvolvedora-de-toki-tori-anuncia-novo-game-rush/" target="_blank">RUSH</a>, o qual será lançado em 03 de Dezembro de 2010, no Steam. Trata-se de um puzzle para quem adora quebrar a cabeça. E não estou brincando não. O game é muito desafiador, e você tem de pensar bastante para resolver todos os puzzles que lhe são apresentados no decorrer do gameplay. A dificuldade acaba logo no ínicio, e logo logo você se vê às voltas com problemas bem complicados de se resolver.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10461" style="border: 1px solid black;" title="game_rush_twotribes_1" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2010/11/game_rush_twotribes_1.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>Em RUSH, nosso objetivo é conduzir blocos coloridos até seus respectivos &#8220;receptáculos&#8221;, ou &#8220;pontos de saída&#8221;, através de sinais/controles fornecidos pelo game. Tais sinais podem indicar uma direção, uma parada temporária, uma virada para a esquerda ou para a direita, etc. Existem também sinais/controles que teletransportam os blocos coloridos de um ponto a outro, e existem sinais que se parecem com esteiras, que também indicam uma direção e conduzem os blocos para a mesma.</p>
<p>Cada fase pode conter mais de um andar e diferentes configurações no tocante à forma, e tudo isto pode ajudar ou atrapalhar o gameplay. Vai de você aproveitar o que o game lhe apresenta no início de cada fase para bolar sua estratégia e conduzir os cubos coloridos em segurança. Sinais podem ser dispostos onde você bem entender, e no canto inferior esquerdo existe um botão que dá acesso a dicas, as quais são bem úteis naqueles momentos em que você se encontra totalmente perdido.</p>
<p>O game inicia com alguns pontos de partida indicando a direção para a qual os cubos irão se mover (você observa algo como cubos translúcidos se movendo) assim que você clicar no botão &#8220;start&#8221; (localizado no canto superior esquerdo). Você tem todo o tempo do mundo para planejar sua estratégia e &#8220;plantar&#8221; os diversos sinais (você pode escolher) nos locais que achar adequado, tendo em vista a perfeita condução dos blocos coloridos até os tais pontos de saída. Uma vez que você tenha clicado no botão que dá início à movimentação (start), todos os pontos de início começam a liberar os cubos, e estes então seguem conforme o traçado formado pelos obstáculos &#8220;naturais&#8221; existentes em cada fase, pois cada fase/tela conta com diferentes formações, e também levam, é claro, em consideração, os sinais que você posicionou, os respeitando perfeitamente.</p>
<p><span id="more-10460"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10462" style="border: 1px solid black;" title="game_rush_twotribes_2" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2010/11/game_rush_twotribes_2.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>Vale ressaltar que até mesmo muros podem ser utilizados por você na condução dos blocos, pois qualquer bloco colorido que se choque contra um muro automaticamente irá se voltar para o lado direito, e começará a andar nesta direção. Sabendo disso, é claro que podemos planejar estratégias as mais diversas, em conjunto com a utilização dos sinais. Cada fase somente termina quando todos os cubos coloridos são liberados e entregues em seus respectivos pontos de saída, respeitando sempre as cores.</p>
<p>Colisões também podem ocorrer, e neste caso você terá de reiniciar a fase. É para isto que servem os sinais de parada, aliás, e vale lembrar que a quantidade de sinais que você pode utilizar em cada fase é sempre limitada. Portanto, cuidado. O game conta com um breve tutorial inicial, que fornece seus princípios básicos, e também conta com fases bônus. São mais de 70 níveis que com certeza desafiarão as mentes dos amantes de puzzles.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10463" style="border: 1px solid black;" title="game_rush_twotribes_3" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2010/11/game_rush_twotribes_3.jpg" alt="" width="640" height="361" /></p>
<p>A Two Tribes inseriu alguns puzzles muito interessantes em Toki Tori, e é claro que ela não poderia deixar de criar um game estilo puzzle também interessante e desafiador. RUSH é um game muito interessante. Você pode movimentar a câmera em qualquer direção, o que ao mesmo tempo facilita e complica a situação, pois em algumas fases você poderá ficar literalmente perdido com tantas direções, pontos de teletransporte e sinais posicionados ao mesmo tempo. Se você clicar no botão &#8220;start&#8221; e alguma colisão ocorrer, ou algum cubo se perder no vazio, não se preocupe: é possível reiniciar a fase.</p>
<p>Mas não se engane: o game é bem difícil. Mas quem aprecia um bom puzzle vai adorar. Rush foi lançado para o Nintendo Wii em 2009, através da WiiWare, e agora felizmente chega aos PC&#8217;s. Aguarde, pois em 03 de Dezembro ele será lançado no Steam. <img src='http://www.xboxplus.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>(Hands on) Need for Speedy: Hot Pursuit</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 12:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos A.T. Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hands On]]></category>
		<category><![CDATA[games de corrida]]></category>
		<category><![CDATA[need for speed]]></category>
		<category><![CDATA[need for speed: hot pursuit]]></category>

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		<description><![CDATA[Confesso que jogo poucos games de corrida, e quando o faço, busco por títulos que não sejam simuladores. Há tempos sem jogar um Need for Speed, senti imensa vontade de jogar Need for Speed: Hot Pursuit, último lançamento da série, na verdade lançado há poucos dias atrás. Hot Pursuit foi desenvolvido pela Criterion Games, responsável [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10438" title="hands_on_need_for_speed-hot_pursuit" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2010/11/hands_on_need_for_speed-hot_pursuit.png" alt="" width="640" height="250" /></p>
<p>Confesso que jogo poucos games de corrida, e quando o faço, busco por títulos que não sejam simuladores. Há tempos sem jogar um Need for Speed, senti imensa vontade de jogar Need for Speed: Hot Pursuit, último lançamento da série, na verdade lançado há poucos dias atrás. Hot Pursuit foi desenvolvido pela Criterion Games, responsável também pela série Burnout, e é claro que muitos elementos desta série foram trazidos para o game.</p>
<p>É meio que &#8220;chover no molhado&#8221; dizer que os gráficos de Need for Speed: Hot Pursuit são maravilhosos. Trata-se de um dos mais belos games de corrida dos últimos tempos. O sistema de evolução em Hot Pursuit se baseia em recompensa (bounty). Um dos grandes diferenciais é poder jogar tanto como policial quanto como corredor, e as recompensas fazem com que você se torne cada vez mais procurado pela polícia, enquanto &#8220;racer&#8221;, ou evolua em sua carreira de policial (cop).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10439" style="border: 1px solid black;" title="need_for_speed-hot_pursuit_1" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2010/11/need_for_speed-hot_pursuit_1.jpg" alt="" width="606" height="341" /></p>
<p>É impressionante como os carros são destrutíveis. Dificilmente você chegará ao fim de uma corrida sem um arranhão sequer, e isto se deve à velocidade extrema que os carros atingem, sem contar com os fatores &#8220;trânsito&#8221; e &#8220;polícia&#8221; (quando jogando como um corredor). A polícia joga o carro com tudo para cima de você, porém você ganha pontos se conseguir destruir os carros da força policial, e também pode realizar &#8220;takedowns&#8221; em seus oponentes. Cada carro possui um indicador de &#8220;saúde&#8221; exibido de forma bem clara, o que torna muito simples saber se você vai dar o cheque-mate ou não.</p>
<p>Mas tome cuidado: da mesma forma, você também pode sofrer danos e ser, por exemplo, preso. Jogar como um policial também tem suas vantagens. Aliás, vale ressaltar que tanto uma quanto a outra carreira são fenomenais. É maravilhoso observar novos carros e eventos sendo liberados, e a descrição sonora de cada carro é sempre muito interessante. Existem diversos tipos de eventos no game. Você pode competir contra um único oponente, pode participar das sempre movimentadas Hot Pursuits, corridas onde, além dos oponentes, você tem de lidar com a presença muito chata da polícia, e também existem eventos onde você deve conduzir seu carro, seja ele da polícia ou não, até determinado local, dentro de um período de tempo especificado. Existem corridas normais também sem a presença da polícia, as quais também são muito interessantes.</p>
<p>Vale ressaltar o fato de que durante as Hot Pursuits, novos interceptors são adicionados ao evento constantemente (são sempre momentos destacados). Os interceptors são os agentes da polícia que farão de tudo para tirar você fora da pista. Eles jogam o carro contra você, utilizam armamento que tem por objetivo te fazer capotar ou perder o controle do carro, e contam com carros também bem &#8220;envenenados&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10440" style="border: 1px solid black;" title="need_for_speed-hot_pursuit_2" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2010/11/need_for_speed-hot_pursuit_2.jpg" alt="" width="606" height="341" /></p>
<p>Tanto os policiais quanto os corredores contam com armamento em seus carros. É claro que no caso dos corredores, depende muito do evento, mas este armamento é constantemente atualizado e melhorado no decorrer do game, e vai desde os EMP&#8217;s (pulsos eletromagnéticos) até os spikes, espécies de barras com grampos/pregos que seu carro lança na pista e que causa grande dano a quem passar por cima (policial ou corredor). Os policiais também podem chamar apoio aéreo (helicópteros).</p>
<p>A velocidade em alguns momentos chega a dar tontura, principalmente se você utilizar o turbo, o qual é liberado após concluir alguns eventos com sucesso. O nitro também ajuda bastante, e fornece um &#8220;gás&#8221; extra e muito bem vindo, principalmente nas saídas de curvas, logo após realizar um drift, por exemplo.</p>
<p>Carrões como por exemplo o Pagani Zonda e o Porsche GT Carrera estão presentes, dentre inúmeros outros, e tudo isto, aliado aos gráficos maravilhosos, fazem de Need for Speed: Hot Pursuit um verdadeiro &#8220;must have&#8221; para quem aprecia um bom game de corrida com extras muito interessantes, fugindo da mesmice. Aliás, por falar nos gráficos, dirija à noite e sob chuva, e você poderá ver o reflexo dos faróis no asfalto, o que é belíssimo.</p>
<p>Need for Speed: Hot Pursuit se passa em um local fictício chamado Seacrest County, e vale mencionar uma das grandes sacadas da Criterion: o Autolog. Trata-se de algo como uma rede social inclusa no game. Através do Autolog, você pode desafiar e ser desafiado pelos seus amigos. Cada corrida tem seus dados armazenados, e tudo isto fica sempre disponível para que você possa conferir em quais pistas seus amigos obtiveram melhores tempos que você, por exemplo. Sendo assim, você pode tentar melhorar seu desempenho e &#8220;derrubar&#8221; seus amigos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10441" style="border: 1px solid black;" title="need_for_speed-hot_pursuit_3" src="http://www.xboxplus.net/wp-content/uploads/2010/11/need_for_speed-hot_pursuit_3.jpg" alt="" width="606" height="341" /></p>
<p>Além disso, o Autolog conta com outras funções muito bacanas, como um mural de recados e uma área que exibe notícias sobre o game. O multiplayer de Need for Speedy: Hot Pursuit é muito divertido e sempre movimentado, lembrando também que a participação em partidas multiplayer também rendem bounty, o que é sempre bom para sua carreira.</p>
<p>Trata-se de um game que vicia, isto não posso negar. Você esquece do tempo e fica sempre naquela de &#8220;só vou jogar mais uma&#8221;. Quando você se dá conta, 2 &#8211; 3 horas já se passaram e você ainda tem vontade de jogar mais. O Autolog também menciona o desempenho de seus amigos em cada evento que você vai participar, o que acaba tornando o game muito competitivo e social. Gostei bastante e recomendo. <img src='http://www.xboxplus.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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