Microsoft lança oficialmente no Brasil novos acessórios para o Xbox 360

[Update] A assessoria de imprensa que nos enviou o press release que deu origem a este artigo acabou de nos enviar uma “errata”, informando que o preço correto do cabo de transferência é R$59,00. Bem melhor, não?
A Microsoft Brasil lançou oficialmente no país 3 novos acessórios para o Xbox 360. São eles o Chatpad Xbox 360, o Headset sem fio e o Cabo de transferência. Os preços estão um pouco salgados, mas vale ressaltar que, geralmente, produtos da Microsoft possuem uma qualidade fantástica, além da garantia de 3 anos. Possuo teclado e mouse sem fio da Microsoft, e a qualidade dos mesmos é excelente. O único problema é a duração da bateria de meu mouse.
Bom, o Chatpad Xbox 360 está custando R$ 159,00, o Headset sem fio R$ 189,00 e o Cabo de transferência também R$ 189,00. O chatpad ajuda bastante no momento de digitarmos mensagens para nossos amigos na Xbox Live, vale ressaltar. Já o Headset sem fio, além de possuir um design bem interessante, proporciona, segundo a Microsoft, qualidade de áudio superior e funciona na frequência de 2.4 GHz.
O cabo de transferência permite que dados sejam transferidos de um HD para outro. HD’s originais Microsoft, veja bem. A Microsoft não divulgou quando os itens chegarão nas lojas, mas acredito que não deva demorar muito. A lista dos revendedores oficiais da empresa pode ser encontrada neste link.
É, a Microsoft parece estar dando uma grande atenção ao mercado brasileiro. Esta semana tivemos bons games lançados na Xbox Live Brasil, tais como, por exemplo, Batman:Arkham Asylum, Alan Wake e Modern Warfare 2. É bem provável que não demore muito até a Xbox Live Brasil atingir um nível próximo, em termos de conteúdo, ao da Live USA.
O lançamento oficial dos acessórios acima mencionados evita, de certa forma, o trabalho de eventualmente termos de importar os mesmos e lidar com os diversos problemas que podem surgir de uma importação (desembolsar mais dinheiro é um deles). Vamos observar.
Microsoft anuncia novo pacote de mapas para Halo: Reach
A Microsoft anunciou um novo pacote de mapas para Halo: Reach, último título da série Halo desenvolvido pela Bungie. Trata-se do “Defian Map Pack”, DLC que contém 3 mapas: “Condemned”, “Highlands” e “Unearthed”. O “Defian Map Pack” será lançado na Xbox Live em Março, e custará 800 Microsoft Points.
“Condemned” é um mapa onde a ação ocorre em uma estação espacial orbitando o planeta Reach. O mapa suporta de 6 a 12 jogadores em diversos modos de jogo. Em “Highlands”, a ação ocorre em uma espécia de reserva ultra secreta, grande e repleta de árvores. O mapa comporta de 8 a 16 jogadores, nos modos de jogo Big Team Battle, Team Slayer e Team Objective. Já “Unearthed” é ambientado em uma grande mina de Titânio que cobre uma enorme cratera causada pelo impacto de um meteoro. Este último mapa permite até 4 jogadores no modo de jogo Firefight (Tiroteio).

É claro que temos de levar em consideração o fato de estarmos lidando com uma fortíssima franquia. O último Halo desenvolvido pela Bungie. Um game fenomenal, cujo hype foi enorme. Mas ninguém me tira da cabeça o fato de que este DLC é meio que “um pouco caro”. Ok, muita gente vai comprar porque o amigo comprou, e não vai querer ficar de fora da jogatina. Entretanto, 3 mapas por 10 dólares é, em minha opinião, algo no mínimo esquisito.
Por este valor, bem que poderiam ter incluído no pacote mais uns 2 ou três mapas, no mínimo. Será que estou sendo ranzinza? Opa, preciso tomar cuidado. Mas, poxa, ainda me lembro muito bem de que comprei o pacote “All Fronts Collection” para Gears of War 2 com todos os 19 mapas já lançados para o game, por 1600 Microsoft Points. Será que, pelo menos em relação a este tipo de DLC, esse pessoal não pode pensar em ganhar dinheiro apenas com a enorme quantidade de cópias que serão vendidas?
(Via: Destructoid)
Leia maisMicrosoft Brasil anuncia redução de preço nos games Halo 3, Gears of War e Gears of War 2

A Microsoft Brasil acaba de anunciar uma redução de preço em 3 games pertencentes a duas das maiores franquias do Xbox 360. A partir de hoje, nos revendedores oficiais, será possível comprar Halo 3, Gears of War e Gears of War 2 por R$ R$ 99,00, R$ 69,00 e R$ 79,00, respectivamente. Antes desta redução, o preço oficial destes 3 games no Brasil era de R$ 159,00, R$ 139,00 e R$ 159,00, respectivamente. Bela redução.
A Microsoft menciona o fato de que aproveitou o início de ano para oferecer estas ofertas diferenciadas, e é claro que elas são muito bem vindas. Halo e Gears of War 1 e 2 são games quase que indispensáveis na coleção de qualquer dono de um Xbox 360. Games exclusivos do Xbox 360, com excessão do primeiro Halo, que foi também lançado para PC e para o primeiro Xbox.
A lista dos revendedores oficiais pode ser encontrada neste link. Marcus Fenix e Master Chief aguardam pelo seu comando.
Microsoft registra domínio kinecthalo.com
A Microsoft registrou, em 14 de Junho de 2010, um domínio que “liga” a franquia Halo com o Kinect. Trata-se do domínio kinecthalo.com, o qual por enquanto permanece redirecionando para o Bing. Mas o que estaria a Microsoft planejando? O domínio kinecthalo.com foi registrado antes do lançamento do Kinect, o qual ocorreu em 04 de Novembro de 2010, o que mostra que a gigante de Redmond já possui “planos secretos” a respeito do seu sensor de movimentos há bastante tempo.

O difícil é “juntar” a série Halo com o Kinect. A combinação FPS + sensor de movimentos não é uma boa. Como se anda? Como se atira? Como se corre, dentre outras questões básicas que podem ser levantadas? A não ser que a Microsoft queira transformar a série Halo em uma verdadeira “academia virtual”, muitas perguntas ficam no ar. Existem, é claro, rumores de que o estúdio 343 Industries estaria trabalhando para proporcionar aos jogadores uma nova experiência através da série Halo, e também as notícias a respeito do lançamento de Halo: Combat Evolved em alta definição. Mas onde entra o Kinect nisto tudo?
Estaria a Microsoft pensando em criar um novo estilo de jogo sob as asas da franquia Halo? Um Halo mais casual, digamos, que fuja do estilo FPS ou até mesmo do RTS de Halo Wars? Só de pensar nisto fico meio que preocupado, e creio que a mesma preocupação seja sentida por todos os fãs da série, possuam eles um Kinect ou não.
Como utilizar um sensor de movimentos em um gênero de game que não possui nenhum tipo de abertura para tal? Eu, pelo menos, não me vejo de forma alguma controlando o grandalhão do Master Chief, por exemplo, através de gestos. Aliás, não consigo imaginar como seria a experiência de jogar um First Person Shooter através do Kinect. E você?
(Via: Destructoid e CVG)
Leia maisGeohot: A Sony processa, a Microsoft encoraja e fornece as ferramentas básicas
Geohot, o hacker do Playstation 3, pelo que tudo indica caiu nas graças da Microsoft. É aquela velha história: “se estão causando problemas ao meu inimigo, quero mais é fornecer munição ao causador e ver o circo pegar fogo”. Brandon Watson, diretor do Windows Phone 7 na Microsoft, postou em seu Twitter uma hashtag chamada #geohot onde diz o seguinte: “Se você quer criar coisas legais no #wp7, me envie um e-mail e a equipe irá te dar um telefone – deixe sua criatividade de desenvolvedor florescer“.
Aparentemente Watson postou a frase acima após Geohot ter dito em seu Twitter que iria comprar um aparelho ou desenvolver um Jailbreak para o novo sistema operacional móvel da Microsoft. A Microsoft, então, não perdeu tempo e “caiu em cima” do rapaz (no bom sentido). Enquanto a Sony mantém um incômodo silêncio e insiste em processar o cara, o que vai acabar não levando a nada, a Microsoft demonstra ser mais esperta e quer, digamos, ver o que o hacker pode fazer no Windows Phone 7.
Quem sabe o hacker não venha a fazer parte do quadro de funcionários da gigante de Redmond? Quem sabe suas habilidades não sejam empregadas no Xbox 360 ou em seu sucessor? A linha que separa o bem do mal é quase sempre muito tênue, e quem pode prever o que um cara com tantos talentos pode fazer?
Leia maisPara Steve Ballmer, o Xbox 360 não é um console de jogos
A Microsoft sempre faz questão de enfatizar o lado social e familiar do Xbox 360. Acesso a redes sociais como o Twitter e o Facebook, por exemplo, foram incluídos no console. O console, pelo menos lá fora, permite que o usuário utilize serviços como o Netflix, e assista a vídeos, filmes e shows via streaming. Você pode ouvir música através do Xbox 360. Você pode vizualizar fotos, bastando para isto, espetar seu pendrive em uma das entradas USB do console. Você pode também assistir aos seus filmes em DVD, através do videogame.
Mas para Steve Ballmer, “o Xbox não é um console de jogos“. Ele fez esta afirmação durante entrevista ao jornal USA Today. Ele disse o seguinte, dentre outras palavras:
“O Xbox não é um console de jogos. O Xbox é uma central de entretenimento familiar. É um local para socializar. É um local para ver TV. Temos o Hulu chegando. Este é o único sistema onde você é o controle. Sua voz, seus gestos, seu corpo“.
Eu discordo desta afirmação do Ballmer. Pelo menos, em partes. Para mim o Xbox 360 é, sim, um console de jogos. Ele é, sim, um videogame. Um videogame que contém, digamos, funções extras. Apenas uma vez, em 2 anos e meio, espetei um pendrive no meu Xbox para ver algumas fotos. Jamais assisti a um filme no console. Nunca ouvi música através do mesmo. Dos serviços sociais e via streaming que ele e a Xbox Live oferecem, apenas acessei por uma vez o Twitter, para ver como era.
Creio que quando se compra uma máquina como um Xbox 360, um Playstation 3, um Nintendo Wii, etc, o que mais se deseja obter do produto é aquilo para o qual ele foi primariamente construído: permitir que se jogue um bom game (ou um game ruim, aí depende). O resto são firulas. Extras. Ítens adicionais totalmente dispensáveis.
Por que irei utilizar um aparelho tão frágil como o console da Microsoft para assistir a “toneladas de filmes” através do mesmo, reduzindo a vida útil de seu leitor? Ainda mais eu, então, que instalo todos os jogos no HD visando proteger ao máximo o tal leitor e o console, por exemplo. É claro que as palavras de Ballmer possuem sentido, e o console pode mesmo ser uma “central de entretenimento familiar“. Mas isto depende da escolha do usuário, do gamer. Depende do que o usuário quer obter de seu aparelho.
Eu prefiro manter aparelhos distintos para realizar estas diversas tarefas mencionadas acima. Não consigo imaginar razões para se utilizar um equipamento que custa, literalmente, “os olhos da cara” (no Brasil, é claro) como um mero DVD player, por exemplo. A Xbox Live, sim, deve ser vista como um complemento e tanto.
(Via: VG247)
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