Elite Dangerous: Arena – não chega a 400 bilhões de sistemas, mas é grátis (por tempo limitado)

Elite Dangerous: Arena – não chega a 400 bilhões de sistemas, mas é grátis (por tempo limitado)

Você deve ter acompanhado minhas aventuras em Elite Dangerous aqui no XboxPlus. O jogo, um dos melhores e maiores títulos ambientados no espaço sideral já lançados (muitos o chamam também de simulador espacial), é envolvente, gigantesco, cativante, lindo, repleto de belezas e perigos. Elite Dangerous consegue atrair uma gama enorme de jogadores, que se dedicam também a uma enorme variedade de atividades. São piratas, comerciantes, combatentes, mineradores, contrabandistas: todos tentando seu lugar ao sol. Bem, em E:D você escolhe o sol, a estrela, o sistema, a nebulosa. Você traça seu caminho. E é livre para “passear” por cerca de 400 bilhões de sistemas. Você também pode visitar uma enorme variedade de planetas. E neles aterrissar, vale lembrar. São planetas fantásticos, e ainda é possível neles passear com um veículo pra lá de bacana (um SRV). Enfim, E:D é um jogo praticamente sem fim, e se você  aprecia combates entre naves, dogfights em primeira pessoa extremamente movimentados, bem, você deve dar uma olhada no modo de jogo CQC (Close Quarter Combat). Uma experiência Elite: Dangerous de graça O CQC, aliás, também está disponível separadamente para compra, através do Elite Dangerous: Arena. Trata-se de um título originalmente pago, veja bem. E que independe do jogo principal. Entretanto, a Frontier Developments está de bom humor, e quando recebi o press release hoje pela manhã, pensei que não poderia deixar de avisar aos leitores do XBP, tamanha é minha paixão por este título: Elite Dangerous: Arena está de graça, por tempo limitado, no Steam. E, não apenas isso: você pode baixá-lo totalmente de graça, até a próxima segunda-feira, 11 de Julho de 2016....
RPG, tower defense e ação: criadores de Van Helsing lançam Deathtrap

RPG, tower defense e ação: criadores de Van Helsing lançam Deathtrap

Talvez este título tenha passado despercebido pelo seu “radar”. E isto é uma pena, porque trata-se de uma espécie de jogo híbrido muito bacana, o qual oferece uma mistura de vários gêneros: RPG, tower defense, ação, etc. Além disso, trata-se de um spin-off da franquia The Incredible Adventures of Van Helsing, da NeocoreGames. Se você já jogou The Incredible Adventures of Van Helsing e/ou The Incredible Adventures of Van Helsing II, é bem capaz deste novo jogo te agradar imensamente. Deathtrap acaba de ser oficialmente lançado, como um jogo completo, após passar algum tempo no Steam Early Access. Olha aí outro trabalho legal saindo do “Acesso Antecipado”, hein? Deathtrap é um jogo no qual temos de defender um ou mais objetivos contra hordas de criaturas das trevas, contra monstros os mais diversos. Isto se dá principalmente através da construção de várias armadilhas. De armadilhas mortais. Armadilhas que podem ser construídas, atualizadas, melhoradas e destruídas, para então cederem espaço a outras. Tudo isto dentro de uma mesma onda, ou wave. Temos “todo o tempo do mundo” para o planejamento, antes de darmos início a cada onda, e durante estes períodos p0demos estudar o mapa, construir e destruir vários tipos de armadilhas e escolher um local adequado de posicionamento. Durante cada onda, no meio da batalha, também podemos nos movimentar, sem limites, dando cabo dos inimigos com as armas que empunhamos e usando uma série de dispositivos que nos teleportam de um ponto a outro. Nosso personagem participa de toda a ação no campo de batalha (3 classes estão disponíveis). Nós o controlamos livremente tanto durante a fase de planejamento quanto...
Criadora de Space Engineers anuncia Medieval Engineers

Criadora de Space Engineers anuncia Medieval Engineers

A Keen Software House, desenvolvedora do fenomenal Space Engineers, já tem um outro sandbox em seus fornos. Trata-se também de um jogo de construção. De um jogo no qual poderemos dar asas à imaginação. De um título que permitirá que o jogador construa várias coisas. Desta vez, porém, o foco é na idade média. Medieval Engineers é o nome do título, o qual é o segundo “engineering game” da empresa. O primeiro, Space Engineers, ainda em Early Access no Steam, é uma das maiores provas de que o programa também pode dar origem a coisas bacanas. Ele também não se encontra em uma posição ruim no ranking de vendas do Steam (pelo contrário), e conta com uma comunidade extremamente ativa, além de receber uma grande quantidade de atualizações. Falando nisso, alguns trabalhos já existentes no Steam Workshop são espetaculares. O jogo, aliás, já entrou em uma fase mais “serena” no que diz respeito a updates, já se encontra muito estável e com muitos, muitos recursos bacanas. Quem o viu na época de seu lançamento e o deixou de lado, ficará bastante surpreso se começar a jogá-lo hoje. Aliás, em Outubro do ano passado, Space Engineers ultrapassou a marca de 1 milhão de cópias vendidas. Um milhão de cópias em um ano, para um jogo em “Acesso Antecipado”, desenvolvido por um estúdio independente. Veja só. Mas e Medieval Engineers? Também será um jogo de construção, de engenharia. Um título no qual poderemos construir diversas coisas utilizando equipamentos e tecnologia de época. Cidades, fortalezas, castelos, mecanismos, mineração, etc. A empresa menciona que o título será lançado em breve no Steam Early...
Assista ao espetacular trailer de lançamento de Elite: Dangerous

Assista ao espetacular trailer de lançamento de Elite: Dangerous

Quem acompanha o XboxPlus sabe que estou fissurado em Elite: Dangerous. O jogo da Frontier Developments será lançado no próximo dia 16, mas já está sendo jogado por muita gente. Backers do Kickstarter, compradores de uma versão vendida há até alguns dias atrás que fornecia acesso ao beta (atualmente estamos na fase gama), etc. Já fiz diversas coisas na enorme galáxia de Elite: Dangerous. Já aprendi a aterrissar uma simples Sidewinder (acredite, o processo requer treino), já comprei e vendi muitas coisas, já estive em uma longa jornada durante a qual explorei bastante e já adquiri uma nave Cobra MK III e participei de combates. O jogo é fabuloso, podemos viajar livremente através de uma miríade de sistemas solares. São 400 bilhões de sistemas, e estações espaciais funcionam como abrigos temporários quando estamos cansados, bem como servem para realizarmos reparos nas naves, reabastecermos, ficarmos por dentro das últimas notícias da galáxia e, claro, para pegarmos trabalhos, que podem ser desde simples entregas até a eliminação de certos alvos. E hoje a Frontier Developments divulgou o trailer de lançamento de Elite: Dangerous, o qual é realmente espetacular. Para quem está jogando, é sensacional ouvir os sons externos da nave, ou melhor, ouvir os sons do lado de fora, enquanto a opção de câmera externa não é implementada (me pergunto o quão fiel, aliás, este trailer é neste quesito). O trailer começa exibindo um comandante (no caso, um de nós – vamos sonhar) indo de encontro à sua nave. Logo depois aparecem outros. Outras naves, também. Este início parece ser dentro de uma estação Coriolis, e logo em seguida temos cenas...
The Crew: acabando de chegar no novo playground da velocidade

The Crew: acabando de chegar no novo playground da velocidade

The Crew é um jogo que chamou minha atenção desde quando dele ouvi falar pela primeira vez. Um jogo de corrida em um enorme mundo aberto. Um “playground da velocidade”. Um jogo de corrida em um mundo online gigantesco e persistente. Com muita força, o título me lembra de Test Drive Unlimited, valendo também lembrar que ele foi desenvolvido pela francesa Ivory Tower com o apoio da Ubisoft. A Ivory Tower, por sua vez, conta com muitos profissionais que trabalharam em TDU, na Eden Games. The Crew apresenta ao jogador um mapa imenso. O jogador pode viajar pelos Estados Unidos, “na íntegra” (sabe como é, existe algo chamado “escala”), atravessando diversos tipos de terrenos, usando diversos carros. Quem anda reclamando de jogos que apresentam “muitas coisas para fazer”, provavelmente não vai se dar lá muito bem com o novo título (e eu ainda quero entender algumas dessas reclamações que ando lendo por aí 😉 ). Constantemente, durante o jogo, somos avisados de novas missões, de novas oportunidades, de novas corridas. Contatos pelo rádio, avisos em tela, etc. Como pilotos, podemos possuir diversos carros e melhorá-los. Trocar peças pouco a pouco, de maneira tal a subir o nível dos carros, fazendo com que eles se tornem mais poderosos e possam participar de cada vez mais eventos. Em cada missão, em cada atividade, ganhamos dinheiro e/ou pontos que podem ser utilizados em upgrades ou na compra de novos veículos. Missões podem ser concluídas junto com outros jogadores, visando melhores ganhos, melhores pontuações, maior chances de sucesso, maior diversão. The Crew parece um MMO. A0liás, alguns chegam a classificá-lo assim. Existe até...
Investigação e escolhas morais no novo jogo do Sherlock Holmes

Investigação e escolhas morais no novo jogo do Sherlock Holmes

O novo jogo da série “Adventures of Sherlock Holmes” acaba de ser lançado. Sherlock Holmes: Crimes & Punishments foi desenvolvido com a Unreal Engine 3, ao invés da engine proprietária da desenvolvedora, a ucraniana Frogwares. A empresa, aliás, já desenvolveu diversos jogos da franquia, como por exemplo “Sherlock Holmes and The Hound of The Baskervilles”, “Sherlock Holmes: The Awakened”, “Sherlock Holmes versus Jack the Ripper” e “The Testament of Sherlock Holmes“. Como de praxe, o novo título também é baseado na obra de Sir Arthur Conan Doyle, e ele conta com algumas diferenças em relação a seus antecessores, além do motor gráfico utilizado. Sherlock Holmes: Crimes & Punishments conta com perspectiva em terceira pessoa (na verdade a perspectiva em primeira pessoa também está lá, e pode ser utilizada quando for necessário), e oferece grande liberdade ao jogador, sendo que cada caso pode ser abordado de diferentes maneiras. Sherlock Holmes possui diversas habilidades investigativas, obviamente, e poderá inclusive interrogar os suspeitos, nomeando culpados quando bem desejar. O jogo, além disso, permite erros, ou seja, poderemos culpar alguém que não fez nada, e aí, a reputação do detetive poderá cair. Vários acontecimentos também podem ser alterados em decorrência das nossas escolhas durante o gameplay. Trata-se de um título de investigação e aventura ambientado em uma Londres vitoriana. O jogador deverá resolver 6 casos, os quais envolvem pessoas desaparecidas, roubos e assassinatos. A enorme liberdade oferecida por Sherlock Holmes: Crimes & Punishments deixará cada jogador cuidar dos casos e das situações a eles relacionadas de sua própria maneira. Este me parece ser um dos elementos mais interessantes no jogo: o processo de...
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