Mass Effect 3: mais detalhes sobre o multiplayer e o sistema “Galaxy at War”
Aquilo que eu temia será uma realidade em Mass Effect 3. A EA confirmou hoje a presença de um modo multiplayer no título da BioWare. A empresa também forneceu mais detalhes a respeito do “Mass Effect 3: Galaxy at War system”, sistema que faz parte disto tudo. É, Mass Effect 3 terá um modo multiplayer. Ponto.
Segundo a Electronic Arts, a luta contra os Reapers acontecerá tanto na campanha singleplayer do game quanto em uma “suíte de games e aplicações Mass Effect”. O mais estranho (pelo menos para mim, cuja simples hipótese de um modo multiplayer em ME3 soa de maneira extremamente ruim) é que, aparentemente, haverá uma espécie de “amizade” entre os módulos singleplayer e multiplayer do jogo. O progresso obtido em cada um dos componentes do “sistema”, incluindo o novo modo multiplayer, irá afetar a campanha principal singleplayer.

O sistema Galaxy at War deverá ser ativado através de um código encontrado em cada cópia de Mass Effect 3, e também poderá ser comprado separadamente. Mass Effect 3 suportará gameplay cooperativo para até 4 jogadores, e neste modo os jogadores farão parte de uma força especial que é enviada para “proteger recursos e ativos que podem ajudar no esforço de guerra contra os Reapers“. Que coisa simplista, não? Além disso, o jogador poderá escolher uma dentre seis classes, e também será possível escolher a raça do personagem: Humano, Krogan, Asari, Salarian, Turian, etc. O que virá depois? Mass Effect MMO?
Parece que substituíram a Cerberus Network pelo tal do Galaxy at War, o qual, entretanto, é realmente amedrontador. Pelo menos para quem admira a série pelo seu profundo universo e pela enorme imersão que proporciona. A Electronic Arts também menciona que o multiplayer e todos os componentes do Mass Effect 3: Galaxy at War, além de “fornecerem modos alternativos para os jogadores empreenderem a guerra final contra os Reapers“, conectarão os jogadores a suas respectivas contas junto à BioWare Social Network. Assim, eles poderão “ficar atualizados a respeito das últimas novidades a respeito de Mass Effect 3 e obter acesso a DLC’s e add-ons“. Não digo nada se o tal Mass Effect MMO não for lançado entre 2012 – 2013.
“O tema da guerra galática em Mass Effect 3 nos apresenta a oportunidade perfeita para introduzir o multiplayer na série Mass Effect. O Multiplayer não somente exibe surpreendentes opções de combate e customização, mas também dará aos jogadores outro modo de ajudar nos esforços de guerra contra os Reapers no evento principal – a campanha singleplayer“, disse Casey Hudson, produtor executivo da série Mass Effect.
Pode ser mesmo que, mesmo com a presença do multiplayer, Mass Effect 3 contenha uma campanha fantástica e represente o final de uma saga maravilhosa e profunda ao extremo, pois o sucesso e/ou a qualidade de um modo de jogo pode não invalidar o outro, e vice-versa. Pode ser que ME3 seja um dos melhores jogos de 2011. Pode ser que ele seja o melhor título da trilogia. Pode até mesmo ser que a presença de um modo multiplayer no game não seja tão ruim assim. Mas, mesmo assim, não vejo muito sentido no mesmo. Aliás, não sei porque vários títulos antes unicamente singleplayer aderem ao multiplayer (obra de suas desenvolvedoras e/ou publicadoras, é claro).

Me parece, aliás, que este é o primeiro passo para um MMO cujos alicerces serão a fantástica série que tanto amamos e que tantas horas de prazer solitário nos proporcionou. Para mim a “quase-certeza” de que haverá um Mass Effect MMO e que ME3 conteria um modo multiplayer surgiu quando li algumas das frases proferidas por Casey Hudson, principalmente quando ele falou, por exemplo, em “sentido” para jogar Mass Effect com nossos amigos.
Posso encontrar sentido em várias coisas, e em outras não. É claro que muitos irão adorar tudo isto, e muitos não. O futuro dirá, entretanto, se o multiplayer e toda esta prometida experiência online serão benéficos para a série ou não. De qualquer forma, o que me interessa em Mass Effect 3 é sua trama. O final da luta. Um título que me cause lágrimas. De alegria, e não de tristeza.
Abaixo você confere um trailer anunciando o multiplayer em Mass Effect 3. Não vejo o modo multiplayer como uma “ajuda ao Shepard”. E você?
Leia maisParadox Interactive inicia “closed beta” para Crusader Kings II

A Paradox Interactive iniciou o “closed beta” do jogo Crusader Kings II. Para se inscrever, basta utilizar este link. Crusader Kings II será lançado no começo de 2012, para PC, e seu antecessor foi lançado em 2004. Este novo jogo também é um título de estratégia com grandes doses de RPG, e está sendo desenvolvido pela mesma equipe interna que desenvolveu o jogo anterior da franquia e também as séries Europa Universalis, Hearts of Iron e Victoria.
O jogador, em Crusader Kings II, terá duas opções: governar com mão de ferro e atingir seus objetivos através do medo, ou então liderar sua nação sempre de forma respeitosa e leal. De qualquer forma, suas lâminas devem estar sempre afiadas e seus aliados devem ser mantidos o mais próximo possível. Trata-se de um jogo onde muita força, perspicácia e liderança serão necessárias, pois trata-se, também, de liderar uma nação inteira, e o jogador deverá representar o papel de um verdadeiro líder, de uma maneira ou de outra.
Vale ressaltar que a solicitação de acesso ao “closed beta” deve ser realizada até o dia 17 de Outubro de 2011. Aqueles que forem aceitos receberão um e-mail a partir do dia 24 de Outubro. Trata-se de mais um grande jogo de estratégia da Paradox Interactive. Para quem aprecia o gênero, este “closed beta” deve ser um verdadeiro “must have”.
O anúncio de Crusader Kings II foi feito em 19 de Agosto de 2010, e a empresa prometeu fazer com que CK2 leve a franquia a um novo patamar. Neste próximo título da série, os jogadores poderão controlar uma das grandes potências cristãs do Ocidente e, é claro, tentarem conquistar toda a Europa e “libertar a Terra Santa”. Além de apreciar bastante o gênero estratégia, não posso negar que a história deste novo título e da própria série como um todo é muito interessante.

“A demanda sincera da comunidade por CK2 tem sido nada menos que incrível. Desde que o game foi lançado em 2004, cada vez que anunciamos um novo título somos bombardeados com questões a respeito de quando iremos finalmente criar uma sequência para Crusader Kings. Então, é com grande entusiasmo que estamos formalmente anunciando que já iniciamos o desenvolvimento do game“, disse Fredrik Wester, CEO da Paradox Interactive, quando do anúncio de Crusader Kings II.
Por aí se vê o quão interessantes, bem feitos e aguardados são os lançamentos da publisher sueca, sem contar que a empresa possui uma grande comunidade de fãs muito interessados em seus jogos. E aí, vai se inscrever para o “closed beta”? Gosta deste gênero de game e/ou da série Crusader Kings em especial? Dê uma olhada em um trailer de Crusader Kings II:
Leia maisDLC “Nightwing” é anunciado para Batman: Arkham City – Na sequência: “Robin Bundle Pack”
A Warner Bros. Interactive Entertainment e a DC Entertainment anunciaram hoje o primeiro DLC para Batman: Arkham City. É, parece que a criação e o anúncio de pacotes de expansão antes mesmo do lançamento de um game é uma prática cada vez mais comum entre desenvolvedoras e/ou publishers. O Nightwing Bundle Pack custará 560 Microsoft Points (7 dólares), e não foi mencionado o seu lançamento para PC, pelo menos por enquanto.
O pacote de expansão será lançado na Xbox Live e na PSN, em 01 de Novembro de 2011. O Nightwing Bundle Pack contém gadgets e movimentos especiais, e foi desenvolvido para utilização nos “challenge maps”. Ele também inclui dois “challenge maps” extras: “Wayne Manor” e “Main Hall”. Já foi anunciado também um novo DLC para Batman: Arkham City. Trata-se do Robin Bundle Pack, o qual também custará 7 dólares e será lançado em 22 de Novembro.
É claro que estes pacotes de expansão podem ser interessantes. Mas o que me incomoda é esta prática que se torna cada vez mais frequente: empresas anunciando novo conteúdo antes mesmo do lançamento de seus títulos, dando a entender, muitas vezes, que tal conteúdo foi removido do game principal. Obviamente nada disto removerá o brilho que esta sequência, também desenvolvida pela Rocksteady, já possui.
Batman: Arkham City é um dos games mais aguardados de 2011. É a sequência de outro jogo que até hoje me surpreende, e que está em minha lista de favoritos. Certamente irei jogar Arkham City, pois além de estar extremamente curioso a respeito do trabalho da Rocksteady no novo título, quero entrar na pele do Homem-Morcego e conferir a área de jogo que, segundo todas as informações já divulgadas, é 5 vezes maior do que a de Batman: Arkham Asylum.
Leia maisConheça Heroes & Generals, FPS em desenvolvimento pelos criadores da série Hitman

O estúdio independente dinamarquês Reto-Moto anunciou hoje o seu primeiro jogo. Trata-se de Heroes & Generals, um FPS sensacional que rodará em navegadores web. Vale lembrar que o pessoal por trás do Reto-Moto são os fundadores da IO Interactive, criadora da fenomenal série Hitman. Na Verdade, a Reto-Moto foi fundada em 1997, se transformando rapidamente, então, na IO Interactive. Com a venda da IO Interactive para a Eidos, em 2004, os fundadores deixaram a mesma e reformularam sua antiga empresa, trazendo consigo alguns dos principais desenvolvedores da IO.
Heroes & Generals é um browser-based game que já se mostra muito promissor. O game oferecerá ao jogador uma mistura de combate “na linha de frente”, digamos, com muita tática. Neste interessante título será possível que qualquer jogador, dependendo de suas ações, ajude a mudar o curso da guerra, em um mundo persistente que contará com milhares de jogadores reais.
Isto será possível através de diversas maneiras, esteja o gamer no papel de um combatente experiente no front de batalha ou debruçado em um mapa, por exemplo, pensando e criando estratégias para derrotar o inimigo. Tudo isto ocorrerá em ambientes bem realistas, segundo a Reto-Moto. Já é possível, aliás, tentar obter uma “alpha-key” para participar dos testes do jogo.

Combates entre infantaria e veículos os mais diversos farão parte de Heroes & Generals. Será até mesmo possível participar de um pequeno esquadrão de elite, conforme a evolução de seu personagem. Tal grupo poderá, por exemplo, operar por trás das linhas inimigas, e oferecer ao jogador uma experiência bem diferente e dinâmica.
O resultado de cada batalha também terá seu devido impacto na guerra como um todo, e existirão diversos tipos de missões e campos de batalha: fábricas, aeroportos, cidades destruídas, etc. Cada um destes campos de batalha, aliás, será exibido no mapa estratégico com a devida informação de locais importantes.
Conforme a guerra progride, recursos e estratégias globais são gerenciados em um mapa geral tático, o qual está ligado a um servidor especial do game, chamado “ War Server”. Aqui, jogadores que escolherem ser oficiais estratégicos terão o mapa inteiro à sua disposição e poderão decidir como administrar os recursos e onde atacar.
Apesar de rodar em navegadores, a desenvolvedora promete para Heroes & Generals gráficos e sons de altíssima qualidade, sendo que no desenvolvimento do jogo está sendo utilizada uma engine proprietária chamada Retox. A Reto-Moto classifica o título como um “Mass Participation Game”, e menciona que grande atenção será dada ao feedback da comunidade de jogadores. Até mesmo a participação dos gamers no desenvolvimento de layout de mapas e de diversos aspectos ligados ao design do jogo são mencionados, o que torna tudo mais interessante e interativo ainda.
Um jogo como este parece que conta com muitos elementos para dar certo, a começar por “quem” está por trás do mesmo. O fato de rodar em navegadores web e de contar, mesmo assim, segundo os desenvolvedores, com gráficos sensacionais, é mais um ponto a ser levado em consideração. Um mundo persistente e um gênero de jogo como o FPS é o que, digamos, completa uma receita que pode dar muito certo.
Assista abaixo ao “debut teaser trailer” de Heroes & Generals, e veja mais algumas screenshots e artes conceituais do game:
Leia mais“Of Orcs and Men”: lute contra os humanos na pele de um Orc
“Of Orcs and Men” foi anunciado pela Cyanide Studio em Maio deste ano. Trata-se de um RPG que parece bem interessante, o qual será lançado em 2012, para PC, PS3 e Xbox 360. A Cyanide Studio é uma desenvolvedora francesa também responsável pelas séries e jogos Tour de France: The Official Game, Pro Cycling Manager e o recém lançado A Game of Thrones – Genesis.
Of Orcs and Men contará com gráficos belíssimos, e o avanço que o jogo sofreu desde seu anúncio é notável. A Focus Home Interactive divulgou 5 novas belas imagens do mesmo. Segundo a empresa, novos ambientes já estão sendo populados com os soldados e seres pertencentes ao Império dos Homens. Neste game, estes seres tão odiados pelos fãs (e por muitos personagens, principalmente) da obra de J. R. R. Tolkien, por exemplo, bem como os Goblins, são oprimidos pelos humanos, de forma brutal.

Goblins são sistematicamente perseguidos e abatidos, enquanto Orcs não mortos em batalha são capturados e escravizados. Trata-se de um título muito interessante, o qual colocará o jogador no papel de um soldado Orc que mais adiante contará com a ajuda de um Goblin. O protagonista pertencerá a uma legião lendária entre os Orcs, chamada Bloodjaws, e vale lembrar que estamos falando de um guerreiro que já viu muita brutalidade e horrores em sua vida já por si só horrenda.
A missão deste soldado é simples, aparentemente: matar o humano responsável por todo o derramamento de sangue, alguém que por muitos anos vem exortando os homens a matarem Orcs e Goblins de forma brutal e indiscriminada, muitas vezes. O Goblin que se juntará ao protagonista, durante o gameplay, é meio que oposto ao mesmo, além de possuir habilidades distintas. O jogador poderá evoluir os dois, entretanto: cada um deles possuirá sua própria árvore de habilidades.
Serão dois personagens bem interessantes, um, o Orc, focado na força e na brutalidade, enquanto o Goblin possui inúmeros talentos que o tornam o assassino perfeito. Além do mesmo dominar diversas “artes escuras”, ele também pode agir nas sombras. Acredito que Of Orcs and Men será um título muito bacana. Encarnar personagens sempre vistos como maléficos e participar de missões que têm por objetivo trazer a paz, entre humanos, Orcs e Goblins. Tudo isto com a ajuda de belos gráficos.
Enquanto o jogo não é lançado, dê uma olhada em mais algumas imagens divulgadas:
Leia maisPré-venda do survival horror AfterFall: InSanity é iniciada: pague apenas 1 dólar
A Nicolas Games iniciou a pré-venda do survival horror AfterFall: InSanity. O mais surpreendente é que durante a pré-venda o jogo custará apenas 1 dólar, e será acompanhado de sua trilha sonora quando for lançado (para quem fez a pré-venda, é claro). A compra pode ser realizada através deste link. Esta é uma empreitada muito ousada, e até o exato momento em que escrevo estas palavras, 1.177 pessoas já adquiriram o título. (Update: durante o tempo que levei para terminar o artigo, o número subiu para 10.545).
Vale lembrar que a meta da empresa é vender 10 milhões de cópias durante o período de pré-venda. O game será lançado em 25 de Novembro de 2011, para PC, e parece muito promissor. O título apresentará ao jogador uma nova guerra fria, um mundo posteriormente devastado e muitos horrores. Seu próprio protagonista, Albert Tokaj, parece representar um papel sensacional e diferente, dentro do jogo.
Algo muito bacana nesta ação extremamente ousada da Nicolas Games é o fato de que, caso atinjam a meta de 10 milhões de cópias vendidas durante a pré-venda, 10% da renda será destinada a uma das maiores organizações de caridade do mundo. Não foi informada qual a organização em questão, mas creio que esta informação deverá ser divulgada. Agora, caso não sejam vendidas 10 milhões de cópias de AfterFall: InSanity durante o período de pré-venda, toda a renda será destinada à caridade.

Isto é algo muito difícil de se ver, hoje em dia, e coisas assim só são iniciadas por pequenas desenvolvedoras e/ou publishers. Uma ação como esta requer grande dose de coragem, até, pois a possibilidade de que a meta não seja atingida não é uma hipótese de todo descartável. De qualquer forma, não deixa de ser notável as duas “modalidades” de ação voltadas à caridade. De uma forma ou de outra, muita gente que precisa irá receber uma certa quantia em dinheiro, graças à boa bondade, ao marketing inovador e à ousadia de uma empresa pertencente ao cenário de desenvolvimento de jogos eletrônicos polonês
Aqueles, também, que registrarem o jogo, terão seus nomes inclusos nos créditos do mesmo. Já imaginou ter o seu nome em um game, pagando apenas 1 dólar? Bacana, não? Aliás, tudo isto é muito bacana, e espero que muita gente compre AfterFall: InSanity em pré-venda.
“Como distribuidores independentes, podemos nos dar ao luxo de tentar iniciar uma revolução. Sendo nós mesmos absolutamente fanáticos por games, queremos provar que games de alto nível não têm de estar associados a altas faixas de preço. Nosso objetivo é atrair jogadores de todo o mundo e oferecer aos mesmos um grande negócio; se conseguirmos 10 milhões de pessoas para comprar o nosso game, iremos vendê-lo por apenas 1 dólar. Eu acredito firmemente que esta novidade irá eletrificar o mercado inteiro e, juntos, vamos estabelecer um novo recorde“, disse Tomasz Majka, CEO da Nicolas Games.
Olha, está aí uma atitude pela qual tenho muito respeito, e espero sinceramente que esta notícia se propague bastante e que possamos ver a Nicolas Games atingindo o seu objetivo e mostrando ao mundo, conforme as palavras de Tomasz Majka, que nem todo game bom deve ser caro. E vice-versa, em minha opinião. Trata-se, aliás, da primeira produção da empresa polonesa, sediada em Katowice, uma cidade que fica no sul do país. Um longo trabalho vem sendo desenvolvido em torno do universo de AfterFall, e já existe uma base de fãs que está à sua espera ansiosamente.
“A atmosfera da antecipação é nossa maior motivação, e não iremos deixar nossos fãs na mão. Ao mesmo tempo, estamos totalmente conscientes da luta e do esforço que nós, como uma produtora iniciante, precisaremos empregar para atrair a atenção dos jogadores e da mídia. Nossa campanha ‘Afterfall: InSanity $1 pre-order‘ vai nos ajudar e provavelmente causar alguma controvérsia em torno de nosso game, também. Queremos atrair atenção. Supõe-se que seja uma pequena revolução, e não estamos apenas lutando pelo sucesso de nosso produto, mas também pelo sucesso de todos os produtores independentes, bem como pelo dos menores ainda. Mesmo se não obtivermos sucesso em nossa loucura, tenho certeza de que iremos interessar os jogadores o suficiente para oferecer o jogo por um preço de US$ 33,90“, disse Patryk Hamerlak, diretor de marketing da Nicolas Entertainment Group.
Belas palavras, bela iniciativa e grandes expectativas. Isto tudo, aliás, pode representar a entrada de um novo e interessante “jogador” no mercado. A Nicolas Games agora junta-se ao grupo de empresas polonesas que criam jogos eletrônicos, digamos, de alta qualidade e voltados para mercados estrangeiros. Esta é uma “história” que quero acompanhar bem de perto.
A Nicolas Games vai enfrentar um mercado de gigantes, principalmente em uma época em que “grandes títulos”, criados/distribuídos por empresas muito maiores, serão lançados. E você, vai comprar sua cópia de AfterFall: InSanity por 1 dólar?
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