Minecraft World Explorer gratuito por tempo limitado na App Store
A desenvolvedora Robots and Pencils resolveu vender sua App Minecraft World Explorer por um preço muito bacana, na App Store: zero dólares. Isto mesmo: de graça! Mas é por tempo limitado, então, é bom correr. Minecraft World Explorer é uma App para iPhone, iPad e iPod touch que permite que jogadores de Minecraft importem seus games salvos em seus dispositivos iOS.

Os mundos criados em Minecraft podem, através da App, serem importados facilmente em seu smartphone ou tablet. A App Minecraft World Explorer também permite que níveis completos sejam jogados nos dispositivos iOS, e vale lembrar que os controles foram redesenhados com foco no iPhone e no iPad.
Se você é um jogador de Minecraft e gostaria de levar sua criações com você, em seu smartphone ou tablet, Minecraft World Explorer é uma ótima pedida. Principalmente por este “preço” super especial. Além disso, a App da Robots and Pencils também permite que você continue construindo e trabalhando em seus mundos enquanto utilizando seu dispositivo iOS. Corra lá.
Leia maisHard Reset: Extended Edition: belo universo cyberpunk chegará às lojas com conteúdo extra

Acredito que vocês devem se lembrar do jogo Hard Reset (leia review), desenvolvido pelo estúdio polonês Flying Wild Hog e lançado para PC em 13 de Setembro de 2011. Hard Reset é um título que conta com gráficos muito bonitos e ação que ultrapassa o significado da palavra “frenética”. Dotado de um clima cyberpunk fantástico, o game é desafiador ao extremo, pois hordas de robôs insanos e extremamente violentos se lançam contra você quase que o tempo todo, muitas vezes parecendo verdadeiros “kamikazes cibernéticos”.
Ambientado em uma belíssima cidade chamada Bezoar, o primeiro game da Flying Wild Hog tem como protagonista o Major Fletcher. Um cara que sempre estará sozinho em meio a grande quantidade de robôs e à desolação que toma conta dos lugares por onde passa. Hard Reset foi muito elogiado justamente por sua dificuldade, seus belíssimos gráficos e pelo fato da experiência que ele proporciona ser muito old-school. Hard Reset é um FPS old-school revestido de uma “capa” extremamente moderna, digamos.
O jogador não conta, no game, com sistema de cobertura, com regeneração automática da energia vital e com outras coisas que estão presentes nos shooters atuais. Nem mesmo se agachar é possível, no título, o que torna cada simples encontro com uma horda de robôs um desafio e tanto. Além disso, somente duas armas estão à disposição do jogador: a CLN e a N.R.G. A CLN dispara projéteis normais, e a N.R.G. dispara cargas energéticas, sendo que ambas podem sofrer diversos upgrades, além de contarem com modos secundários de tiro.
É como se a irrealidade de se carregar um arsenal enorme nas costas tivesse sido substituída pela possibilidade de se carregar apenas duas armas. Uma delas é extremamente futurista e poderosa, é claro. Mas, ainda assim, temos apenas duas armas em mãos, em Hard Reset. Algo muito mais condizente com as capacidades de um humano normal. O jogo é fenomenal, e conta com gráficos fantásticos, vale sempre lembrar.

Além disso, o trabalho da Flying Wild Hog no jogo foi realmente fantástico. A empresa lançou seu primeiro título sem o apoio de nenhuma grande publisher, simplesmente com a “cara e a coragem”. É claro que ela conta, em sua equipe, com profissionais que já trabalharam em diversas empresas da área, como por exemplo na CD Projekt RED, na People Can Fly e na City Interactive. Mas ninguém pode negar que lançar um game deste porte de forma independente é uma façanha e tanto, principalmente sendo Hard Reset um jogo tão desafiador.
O mercado de jogos eletrônicos está abarrotado de jogos que facilitam as coisas para o jogador, e a Flying Wild Hog provou que ainda existe espaço para a criatividade, para se aproveitar e dar um upgrade no que os velhos games tinham de bom, para para tratar os jogadores com respeito, lançando updates gratuitos, e também para ouvir e agir em resposta a solicitações da comunidade.
Isto sem falar no fato de que o título mostra (mais uma vez) que indie game não é um gênero, e que a criação de um bom jogo independe da presença de uma grande publisher, de uma enorme equipe, etc. Aliás, dentre outras coisas, percebemos que a distribuição digital ainda não ganhou totalmente o coração dos jogadores e das desenvolvedores e publishers.
Mais uma prova do valor de Hard Reset é a Hard Reset: Extended Edition, versão que será lançada em caixa na América do Norte pela Kalypso Media, a qual firmou um acordo com a Flying Wild Hog. A Hard Reset: Extended Edition será lançada também para PC, em Março de 2012, e conterá diversos extras muito bacanas.
Trata-se de uma versão expandida e exclusiva, do game, a qual contará com cinco novos níveis, os quais representarão cerca de 2 horas extras de gameplay. Além disso, quatro novos inimigos e um novo chefe fazem parte da Hard Reset: Extended Edition, além de diversos novos itens que foram introduzidos no gameplay. A engine do jogo também foi atualizada, assim como diversos elementos da trama do jogo, e dois novos níveis foram inseridos no Survival Mode.
“Estamos muito satisfeitos por trabalhar com a Flying Wild Hog para trazer um título tão emocionante e inovador aos nossos clientes. A equipe da Flying Wild Hog é conhecida por criar experiências excelentes, e estamos satisfeitos por expandir nosso catálogo de games com a Hard Reset: Extended Edtion“, disse Simon Hellwig, da Kalypso Media.
Bem que esta versão poderia ser lançada também em algum canal de distribuição digital, não? De qualquer forma, a Kalypso Media divulgou mais algumas novas screenshots da versão estendida de Hard Reset, as quais seguem abaixo e exibem alguns dos novos inimigos e ambientes presentes no game. As imagens são muito bonitas, e realmente dá vontade de comprar esta Extended Edition.
Leia maisCarrier Command: Gaea Mission – uma reimaginação de um clássico dos anos 80
Carrier Command é um jogo lançado na década de 80, para diversas plataformas, dentre elas o Commodore Amiga. Muito elogiado na época, sendo que até hoje muitos jogadores contam com o título em sua lista de preferidos, Carrier Command era uma espécie de RTS onde o jogador deveria expandir sua própria rede de abastecimento e, neste meio tempo, capturar diversas ilhas, além de derrotar o inimigo, o qual, aliás, iniciava o jogo em ampla vantagem, possuindo 8 ilhas enquanto o jogador possuía apenas uma. Isto sem falar na maior velocidade obtida pelo carregador do inimigo.
Já está em desenvolvimento, por falar nisso, o jogo Carrier Command: Gaea Mission, o qual será lançado para “todas as principais plataformas” no segundo trimestre de 2012, conforme a previsão da desenvolvedora. A desenvolvedora de Carrier Command: Gaea Mission, aliás, é a Bohemia Interactive, empresa sediada na República Checa e muito conhecida através de sua série Arma, dentre outros títulos, incluindo o recente simulador Take On Helicopters.
Carrier Command: Gaea Mission também será ambientado no universo do Carrier Command original, e representará uma espécie de reimaginação next-gen do título de 1988. A história do novo game se focará em uma equipe que acorda após um período de hibernação de 30 anos, bem no meio de uma enorme guerra que se iniciou na Terra e conseguiu atingir a primeira colônia humana fora do Sistema Solar.

A colônia Taurus é o campo de batalha principal na guerra travada entre a United Earth Coalition (UEC) e a Asian Pacific Alliance (APA). Os oceanos de Taurus estão repletos de ilhas que escondem, além de diversos mistérios, enorme quantidade de recursos cobiçados por ambos os grupos, e o jogador, no papel de um comandante de um porta-aviões futurístico extremamente poderoso, deverá participar desta guerra, em um jogo que combinará ação em primeira e em terceira pessoa com estratégia em tempo real.
Carrier Command: Gaea Mission, além disso, contará com um sistema dinâmico que cuidará da simulação climática e também das variações entre o dia e a noite. Tempestades furiosas poderão ocorrer a qualquer momento, e ilhas cobertas de gelo poderão ser encontradas pelo jogador. Períodos com tempo nublado e ilhas com clima temperado também poderão ser experimentados pelo jogador. Taurus contará, aliás, com um arquipélago com 32 grandes ilhas.
O jogador deverá tentar se estabelecer nas mesmas, as quais estarão ocupadas por inimigos, e segundo a Bohemia Interactive, existirão ilhas de diferentes tamanhos e tipos, as quais estarão espalhadas por 6 zonas climáticas. Cada missão poderá ser abordada pelos jogadores da maneira que eles desejarem, e esta liberdade será algo bem interessante em um jogo como este, que conta uma história extremamente interessante e oferece ao jogador uma mescla de estilos bem única. Isto sem falar na variação climática que poderá ser percebida em diferentes locais da ilha de Taurus.
“Estamos trabalhando arduamente para colocar todos os pilares do game no lugar. Agora tudo está vindo junto, e estamos animados por transmitir a experiência de Carrier Command e compartilhar o nosso entusiasmo pelo game. Com a finalidade de fazer com que os jogadores consigam desfrutar de uma experiência de jogo suave, precisamos identificar o ponto ideal entre a captura de ilhas, o gerenciamento de recursos e o alcance de metas na campanha do game. Isto demanda um alto nível de precisão de nossa parte“, disse Jan Kunt, produtor executivo de Carrier Command: Gaea Mission.
Não espero nada menos que sensacional deste novo jogo da Bohemia Interactive. Os simuladores desenvolvidos pela empresa são fenomenais, e Carrier Command: Gaea Mission certamente será também um título a ser levado em alta consideração, em 2012. A empresa divulgou 11 novas screenshots do título, e o restante delas você pode conferir abaixo, juntamente com um trailer do game
Leia maisJogo “Warp” será teletransportado para jogadores de consoles e PC
O Xbox Live Arcade House Party, série de lançamentos promovida pela Microsoft que em 2011 contou, por exemplo, com o lançamento de Torchlight, da Runic Games, para o Xbox 360, este ano será iniciado com um jogo muito interessante, o qual, aliás, será lançado também para PC e Playstation 3.
Trata-se de Warp, game desenvolvido pelo estúdio independente canadense Trapdoor, o qual será publicado pela EA Partners. Warp será lançado inicialmente na Xbox Live, e custará 800 Microsoft Points (10 dólares). Trata-se de um jogo que mistura ação stealth e puzzles, e que colocará o jogador no controle de um personagem chamado Zero.
Zero é um pequeno alienígena que foi capturado e estudado por alguns cientistas, e que agora tentará escapar das instalações que se transformaram em sua prisão, bem como dos cruéis cientistas que ali trabalham. O protagonista possui habilidades extremamente mortais e interessantes, e os jogadores poderão escolher como se dará a fuga de Zero.

É possível jogar de forma, digamos, violenta, fazendo com que Zero se vingue de todos os cientistas, e também é possível tentar fugir “na surdina”, planejando cada passo de forma tal que nenhuma morte ocorra e tudo aconteça “nas sombras”. Warp, segundo sua desenvolvedora, conta com inúmeras combinações de habilidades e upgrades, e os jogadores poderão utilizar diversos estilos de jogo para escaparem e resolverem os diversos puzzles apresentados pelo título. Ah, existem também algumas challenge rooms, em Warp.
“Estamos muito animados pelo fato de Warp iniciar o Xbox LIVE Arcade House Party da Microsoft, um evento que destaca o trabalho de desenvolvedores independentes. Warp entrega uma experiência que é única, original e que permite que os jogadores desafiem as tradicionais regras dos videogames, deixando-os jogarem o game do seu modo. Estamos muito orgulhosos do que fomos capazes de realizar, e esperamos que os jogadores também o apreciem“, disse Ken Schachter, fundador da Trapdoor.
Aparentemente, teremos aí outro game bem interessante para Xbox 360, PC e Playstation 3. Warp será lançado na Xbox Live USA no dia 15 de Fevereiro de 2012, na PSN USA e para PC no dia 13 de Março de 2012, e na PSN européia no dia 14 de Março. Não se sabe ainda onde a versão PC do game será vendida, entretanto. De qualquer forma, o jogo parece ser muito interessante e divertido, principalmente devido a estas duas abordagens oferecidas ao jogador.
Eu, que gosto bastante de ação stealth, fiquei bem curioso com o que foi anunciado, e acredito que Warp poderá agradar a muita gente. Por falar nisso, o Xbox Live Arcade House Party contará com outros lançamentos muito interessantes. Na semana seguinte ao lançamento do jogo da Trapdoor será lançado Alan Wake’s American Nightmare, da Remedy, para a alegria dos fãs do game do escritor que resolveu passar uma temporada na “pacata” cidade de Bright Falls.
Teremos também um lançamento que eu, particularmente, estou no aguardo. Trata-se de I Am Alive, da Ubisoft, jogo ambientado em um cenário pós-apocalíptico que promete desafiar os jogadores tanto através dos inimigos quanto através do próprio ambiente. Vamos aguardar, e enquanto isto, dê uma olhada no interessante trailer de Warp:
Leia maisConheça os projetos da “notgames”, iniciativa de Michaël Samyn, da Tale of Tales
A Tale of Tales é uma desenvolvedora independente que conta com um portfolio muito interessante. Seus jogos são inovadores e únicos. Muitos deles “brincam” com a morte e com elementos assustadores de maneira extremamente refinada. The Path e The Graveyard, por exemplo, são títulos realmente imperdíveis, dotados de uma enorme elegância enorme e de grande criatividade.
The Path, aliás, é meu preferido. O jogo na verdade é uma espécie de releitura da história de Chapeuzinho Vermelho. Uma releitura bem obscura, é claro, porém muito criativa. O pessoal da desenvolvedora, aliás, resolveu criar uma iniciativa sensacional que já começa a liberar seus primeiros resultados. Trata-se da notgames, criada por um dos fundadores da empresa, Michaël Samyn.
Criada em 2010, o intuito da notgames é ser um ponto de encontro para desenvolvedores que desejam ir além das criações convencionais que vemos quase todos os dias. Segundo a própria descrição do projeto, ele não é “uma categoria, mas sim um convite, um desafio, um método de design“.
“Todos os interessados em desenvolver videogames fora dos limites das rígidas estruturas dos games é bem vindo em nosso fórum. Nós priorizamos a qualidade ao invés da quantidade, e não temos pressa de crescer, mas somos uma comunidade aberta e todos são bem vindos. Nosso propósito é ajudar e apoiar uns aos outros na difícil tarefa de criar sem convenções, sem voltar atrás. Em toda paz e sinceridade“, disse Michaël Samyn.
A notgames já conta com sete membros, e um dos primeiros jogos a serem lançados com o apoio da iniciativa será a interessantíssima nova versão de Dear Esther, da The Chinese Room. Dear Esther é um título que já vem me causando grande interesse há algum tempo. Um título que é descrito pela própria desenvolvedora como uma “história de fantasma“. Trata-se de uma espécie de jogo-arte em primeira pessoa, com foco na exploração, no qual o jogador, perdido em uma ilha misteriosa, terá de descobrir diversos mistérios, incluindo mistérios a respeito do próprio protagonista.
A comunidade notgames, aliás, já conta com diversos títulos na fila de lançamento, para 2012. Flight of The Fireflies, título desenvolvido por Jonathan Hise Kaldma e seu estúdio Woolly Robot, será lançado para iPad em 31 de Janeiro. Em 14 de Fevereiro teremos o lançamento do já mencionado Dear Esther, remake do jogo lançado em 2008. Ainda no primeiro trimestre de 2012, teremos o lançamento de As Slow As Possible, de György Dudas.
Alien Worlds Explorer, de Shane Edward Semler, da Ghostwheel Games, será lançado durante o segundo trimestre. O terceiro trimestre de 2012 contará com diversos lançamentos de games criados por participantes da notgames. A The Chinese Room lançará outro jogo, chamado gameB. Uma série de outros desenvolvedores lançará diversos títulos ainda durante o terceiro trimestre de 2012, incluindo a própria Tale of Tales, a qual lançará seu novo game, Bientôt l’été.
Encerrando a agenda de lançamentos dos membros da notgames em 2012, a desenvolvedora de Dear Esther lançará um outro jogo, no quarto trimestre de 2012. O título se chamará Everybody’s gone to the Rapture. A agenda de lançamentos da notgames poderá sofrer algumas alterações, é claro, e ela pode ser consultada através deste link.
O pessoal desta iniciativa bacana chegou inclusive a realizar um evento em Colônia, o Notgames Fest, durante o qual alguns dos jogos acimas chegaram a ser exibidos. Acho fantástico quando iniciativas como esta são criadas, principalmente à partir do momento em que podemos observar os primeiros resultados. Acredito até que Auriea Harvey e Michaël Samyn, fundadores da Tale of Tales, sejam os “condutores” ideais para este projeto, uma vez que sua empresa desenvolve jogos que podem verdadeiramente serem chamados também de arte, e conseguem inclusive quebrar as “rígidas estruturas“, acima mencionadas.
Abaixo segue o trailer de Dear Esther, e se eu fosse você, ficaria de olho neste game:
Leia maisMais detalhes sobre versão Xbox 360 de The Witcher 2 serão revelados em breve
A CD Projekt RED acaba de confirmar que vai revelar diversas informações importantes sobre a versão Xbox 360 de The Witcher 2: Assassins of Kings durante a conferência que será realizada no “Copernicus Science Centre“, em Varsóvia, no próximo dia 26 de Janeiro de 2012. The Witcher 2 foi um grande lançamento em 2011. Uma belíssimo título dentro de uma série fantástica e desenvolvida por uma empresa que, além de tudo, realizou um sensacional trabalho pós lançamento, com muito conteúdo distribuído gratuitamente.
A conferência, aliás, será transmitida ao vivo, via streaming, à partir das 15:00 hrs do dia 26 de Janeiro, através da página do jogo no Facebook. Durante a conferência, a CD Projekt RED vai revelar, dentre outras coisas, a data de lançamento do The Witcher 2 para o console da Microsoft, novo trailer e funcionalidades adicionais.
“O The Witcher 2 no Xbox 360 não é só um simples port de um game para pc, é uma adaptação. Nosso mais novo game foi aprimorado com muitos novos recursos, e de acordo com muitos especialistas é um dos games mais bonitos no Xbox 360 até agora“, disse Michał Nowakowski, da CD Projekt RED.
Creio que The Witcher 2 no Xbox 360 poderá realmente ser algo muito bonito. Se tomarmos a versão PC como base, e observarmos o trabalho da CD Projekt RED até agora, incluindo o primeiro título da franquia, é muito provável que a desenvolvedora já esteja extraindo o máximo possível do console e, quando o mesmo for lançado, entregue aos jogadores um título, senão tão bonito quanto sua versão para PC, pelo menos MUITO bonito.
Vamos aguardar. Fique de olho também na conferência.
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