MMORPG Earthrise se tornará free-to-play a partir de 2012
Mais um MMORPG parte para o “caminho do free-to-play“. Desta vez, trata-se de Earthrise, título da Masthead Studios, empresa sediada na bulgária. A Masthead anunciou que o jogo se tornará free-to-play a partir de 2012, e já a partir de 01 de Dezembro de 2011 a empresa deixará de cobrar assinaturas. Earthrise é um belo MMORPG ambientado em um futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade conseguiu sobreviver à Terceira Guerra Mundial e tenta construir uma nova sociedade.
Dotado de belos gráficos, o game apresenta ao jogador um novo mundo onde nanotecnologia, clonagem e engenharia quântica fazem parte de uma nova e interessante realidade. É até interessante ressaltar que, devido aos avanços tecnológicos obtidos após a grande destruição causada pela Terceira Guerra Mundial, os seres humanos em Earthrise conseguiram tornar-se imortais de uma forma um tanto quanto “especial”, digamos. A consciência de cada pessoa pode ser armazenada em cofres de dados, e um “upload” para um novo corpo clonado é sempre possível.
Tudo parece ir bem, e a sociedade realmente parece viver em paz. Mas existe um governo que, ao mesmo tempo em que parece agir de forma correta, domina o processo de clonagem com mãos tirânicas. Este tal governo decide quem vive, ou melhor, quem continua, e quem morre. Várias facções começam a lutar contra o governo, em Earthrise, e uma espécie de governo rebelde acaba surgindo.
Earthrise conta com gráficos muito bonitos e também fornece ao jogador diversas maneiras de conduzir o destino de seu personagem. O MMORPG da Masthead Studios conta com um sistema de evolução muito interessante e amplo, e as ações do jogador, independentemente de quais sejam elas, influenciam o mundo do jogo, em níveis diferentes e sempre correspondendo aos atos, bons ou maus, cometidos.

A customização dos personagens é um dos elementos mais bacanas de Earthrise. É possível modificar mais de 100 diferentes habilidades e táticas, e o jogador pode realmente criar um personagem único. O game coloca centenas de armas à disposição dos jogadores, e também conta com eventos PvP. Também é possível conquistar-se territórios, territórios estes que viverão, então, sob as regras criadas pelo jogador.
Com sua transformação em um jogo free-to-play, a partir do início de 2012, Earthrise será mais uma ótima opção na área dos jogos online F2P, principalmente porque a Masthead Studios anunciou que seu MMORPG não será um título “pay-to-win”. Não existirão, segundo a empresa, itens que atrapalhem o equilíbrio do jogo. Se isto ocorrer mesmo, Earthrise tem tudo para emplacar como um sensacional MMORPG sci-fi. O game já não está mais sendo vendido, aliás, o que mostra que tudo já está sendo preparado.
Esta possibilidade de “ressurreição” introduzida em Earthrise é muito interessante, e com certeza representa um grande diferencial em relação a outros jogos similares. Além disso, trata-se de algo bem criativo e que, de certa forma, pode funcionar como um atrativo a mais para quem gosta de saber com detalhes “onde está se metendo”.
Assista abaixo a um belo trailer de Earthrise, enquanto aguardamos por sua transformação em um título F2P. O trailer abaixo também mostra bem rapidamente o “processo de ressurreição”:
Leia maisMorrowind e Cyrodiil estão presentes em The Elder Scrolls V: Skyrim
The Elder Scrolls V: Skyrim realmente é um jogo gigantesco, além de belíssimo, imersivo e verdadeiramente viciante. E ele pode ser maior ainda, pois Morrowind e Cyrodiil foram nele inseridas. É como se a Bethesda tivesse deixado muitas coisas escondidas no jogo, elementos que poderiam ser descobertos pelos mais curiosos. E não duvido nada de que muita coisa interessante ainda vai ser descoberta neste último título da série.
Como se já não bastasse o tamanho descomunal de Skyrim, inclusive devido a seu sistema de geração de quests (“Radiant Story System“) que funciona de forma dinâmica e fornece missões conforme as ações do jogador, agora sabemos que há muito mais a ser explorado, além daquilo que imaginávamos. O gigantesco tomou proporções ainda maiores. Descomunais, eu diria.
Um jogador descobriu uma maneira, na versão PC de Skyrim, de ir além daquilo que é oferecido de forma normal pelo jogo, através de uma estrutura que parecia ser uma espécie de portão, a qual está situada no sudoeste do mapa do jogo. O jogador descobriu que ali existia uma parede invisível, mas conseguiu atravessá-la (veja abaixo). O feliz, curioso e paciente rapaz finlandês acabou descobrindo que nada mais nada menos que Morrowind e Cyrodiil, duas províncias de Tamriel já conhecidas através dos dois títulos anteriores da série The Elder Scrolls, estão presentes em The Elder Scrolls V: Skyrim.

O visitante curioso encontrou imagens em baixa resolução, durante a visita. Ele também pôde visualizar alguns detalhes bem interessantes, como a Red Mountain, em Vvardenfell, além da White Gold tower, bem no meio da Cidade Imperial de Cyrodiil. Ou seja, uma parte muito maior de Tamriel está inclusa em Skyrim, além desta última região. Isto abre diversas possibilidades, e nem sei se DLC’s seriam um próximo passo, até mesmo porque o jogo é enorme por si só, e Todd Howard, da Bethesda, já disse que a empresa não lançará muitos para o jogo, e quando o fizer, eles serão “maiores e mais substanciais“.
Entretanto, o fato de DLC’s talvez não serem o próximo passo, não significa que eles não existirão, e nem tampouco isto foi afirmado por Howard. O jogador que fez a descoberta tem duas idéias em mente: estes locais poderiam ter sido introduzidos no game já pensando nos futuros DLC’s ou também pensando na comunidade de “modders”, o que é, para mim, algo muito mais interessante.
Vale lembrar que Morrowind e Cyrodiil somente podem ser acessados/visualizados em Skyrim através da utilização do cheat “No-clip“, o qual permite que o jogador atravesse paredes, voe, etc. Isto é algo realmente sensacional. Quando vejo este tipo de coisa acontecendo com/em jogos eletrônicos fico muito interessado. É como se existisse realmente um mundo, ali, apenas aguardando por viajantes corajosos. Isto reforça ainda mais a grandiosidade de Skyrim, além de, também, assustar determinados jogadores, quando estes pensarem no tamanho do jogo e no que ainda pode vir pela frente.
Mas eu vou é continuar minhas aventuras como um Dragonborn.
(Via: G4TV)
Leia maisMais de 30 jogos para iOS e Android em promoção, muitos deles por US$ 0,99

Quem possui um iPhone, um iPod touch, um iPad ou algum celular ou tablet Android agora tem muitos motivos para comemorar e gastar. Mais de 30 jogos para iOS e Android estão em promoção, sendo que muitos deles estão sendo vendidos por US$ 0,99. A G5 Entertainment e a Gameloft, em comemoração ao Dia de Ação de Graças, reduziram bastante o preço de vários de seus jogos, e a lista com todos eles você pode encontrar abaixo:
Jogos da G5 Entertainment
- Mahjongg Artifacts 2 – Android;
- Mushroom Age – iPhone e iPad;
- Supermarket Management – Android;
- Treasure Seekers: Visions of Gold – iPhone e iPad;
- Supermarket Mania – Android;
- Romance of Rome – iPhone e iPad;
- Stand O’Food 3 – Android;
- Jack of All Tribes – iPhone e iPad;
- Virtual City – iPhone, iPad e Android;
- Paranormal Agency – Android;
- Fix-it-up: Kate’s Adventure – iPhone e iPad;
- Supermarket Mania 2 – Android;
- Treasure Seekers 2: The Enchanted Canvases – iPhone e iPad
Jogos da Gameloft
- Silent Ops – iPhone e iPad;
- BackStab – iPhone e iPad;
- Fast Five the Movie: Official Game – iPhone e iPad;
- Sacred Odyssey: Rise of Ayden – iPhone e iPad;
- Starfront: Collision – iPhone e iPad;
- Shadow Guardian – iPhone e iPad;
- Eternal Legacy – iPhone e iPad;
- Real Golf 2011 – iPhone e iPad;
- Spider-Man: Total Mayhem – iPhone e iPad;
- Gameloft Action Pack – três jogos em um – iPhone;
- Prince of Persia: Warrior Within – iPhone e iPad;
- Tom Clancy’s Splinter Cell Conviction – iPhone e iPad;
- Zombie Infection – iPhone e iPad;
- Iron Man 2 – iPhone e iPad;
- Gameloft Sports Pack – iPhone;
- Rayman 2: The Great Escape – iPhone;
- James Cameron’s Avatar – iPhone e iPad;
- The Settlers – iPhone e iPad;
- Shrek Kart – iPhone e iPad;
- Assassin’s Creed: Altaïr’s Chronicles – iPhone e iPad;
É, as duas empresas resolveram realizar uma promoção muito bacana. Temos na lista acima jogos para todos os gostos. Jogos de diversos gêneros. A promoção da G5 vai até o dia 28 de Novembro de 2011, e a Gameloft não mencionou até quando dura dua promoção. E aí, vai pegar algum dos jogos acima para seu dispositivo iOS ou Android?
(Informações adicionais do Blog da Gameloft Brasil)
Leia maisSquare Enix licencia Unreal Engine 3 – Mais detalhes em breve
A Epic Games anunciou que a Square Enix licenciou a Unreal Engine 3 para o desenvolvimento de vários jogos, e detalhes a respeito dos mesmos serão divulgados em breve. Os devidos trâmites foram realizados com a Square Enix pela Epic Games do Japão. Fico tentando imaginar quais serão estes novos jogos desenvolvidos com a UE3. Talvez o próximo Tomb Raider, quem sabe.
“É um prazer fornecer à Square Enix uma excepcional engine que irá ajudá-los a trazer novas e emocionantes experiências para legiões de fãs em todo o mundo. Muitos jogos ocidentais têm alcançado grande sucesso com a Unreal Engine, e este marco reflete a confiança da comunidade de desenvolvimento japonesa em nossa tecnologia. Mal podemos esperar para ver como a Square Enix fundirá o poder da Unreal Engine 3 com seus belos personagens, histórias cativantes e fantástico gameplay“, disse Taka Kawasaki, gerente da Epic Games Japão.
Acredito que a Unreal Engine 3 poderia ajudar a criar um novo Tomb Raider fantástico. Aliás, segundo o press release, vários jogos serão desenvolvidos com a UE3. Mas estou aqui entrando no campo das especulações. Vamos aguardar por mais notícias.
Leia maisDovahkiin Tom Kellermeyer: ele já está entre nós
No início deste ano a Bethesda lançou uma espécie de concurso, através do qual o ganhador ganharia uma Steam key vitalícia que forneceria acesso a todos os games desenvolvidos pela empresa e por outras sob as asas da ZeniMax. Esta Steam key seria válida tanto para jogos já lançados quanto para futuros lançamentos. Para ganhar este prêmio, no entanto, o(s) pai(s) deveriam batizar o(s) filho(s) com o nome Dovahkiin, e o nascimento deveria ocorrer na data de lançamento de The Elder Scrolls V: Skyrim, ou seja, 11 de Novembro de 2011.
Bom, já temos um Dragonborn entre nós (sem ofensas à mamãe e ao papai, ok?). Dovahkiin Tom Kellermeyer nasceu no último dia 11/11/11, filho de Megan e Eric Kellermeyer, e a devida documentação comprobatória já foi apresentada à Bethesda. Fico aqui imaginando a vida desta criança na escola. Não que o nome em si seja feio: eu até o acho bonito. É algo diferente, em nosso “mundo real”. No entanto, principalmente para quem não conhece sua origem, ele pode soar um tanto quanto estranho, sem contar que pode soar ridículo para algumas pessoas, e aí tanto o infante Dovahkiin quanto o adulto Dovahkiin poderão passar por maus bocados.
Brincadeiras promovidas por quem conhece a origem do nome também poderão ser um tanto quanto chatas, principalmente se envolverem menções a dragões, esposas, e coisas do gênero. De qualquer forma, o casal Kellermeyer deve estar muito feliz, e fica aqui a dúvida: será que tanto a Sra. Megan quanto o Sr. Eric usufruirão do prêmio? Ou será que somente o feliz papai irá aproveitar os benefícios de uma Steam key vitalícia para jogos da Bethesda?
Além disso, será o prêmio capaz de provocar brigas entre família e fazer parte de heranças? Só o que sei é que é preciso ser muito maluco corajoso para registrar seu filho com um nome destes, mesmo que nós, jogadores, saibamos a respeito do jogo, de seu universo, do contexto, etc. Acho que deveria existir uma espécie de compensação neste caso. Outra Steam key vitalícia deveria ser doada a Dovahkiin Tom Kellermeyer, assim que ele atingisse a idade necessária. Tanto para evitar brigas quanto para, de certa forma, compensá-lo pelos “problemas”. E caso o garoto no futuro não se interesse por jogos eletrônicos, creio que ele merece pelo menos um prêmio em dinheiro. Vai saber se o rapaz precisará de tratamento psicológico.
Brincadeiras à parte, eu tinha certeza de que teríamos Dovahkiins no mundo real. O Dragonborn “fugiu” para nossa realidade. Acredito que poucos jogos eletrônicos possuem apelo tão grande quanto Skyrim, ao ponto de fazer com que pais batizem seus filhos utilizando nomes de personagens. Esta é a minha opinião, é claro. Eu jamais teria um Dovahkiin como filho. Outras pessoas com certeza pensam de forma diferente.
Tudo poderia ser pior, entretanto. Seria bem mais estranho toparmos com um Paxton Fettel, por exemplo.
Leia maisModern Warfare 3 vende mais de 6 milhões de unidades no primeiro dia

Call of Duty: Modern Warfare 3 vendeu cerca de 6,5 milhões de unidades no dia de seu lançamento, segundo algumas estimativas. E isto somente nos Estados Unidos e no Reino Unido. É bem provável que este número seja bem maior, o que não é de se duvidar, pois estamos falando de uma das mais renomadas franquias de jogos eletrônicos do mundo. O pessoal da Activision deve estar dando pulos de alegria, é claro.
Este números tornam MW3 o maior lançamento de um produto voltado a entretenimento de todos os tempos, e vale lembrar que o game já bateu o recorde de Call of Duty: Black Ops, o qual inseriu nos cofres da Activision e das demais empresas envolvidas 360 milhões de dólares no “day one” (Modern Warfare 3 rendeu 400 milhões).
A franquia vem batendo um recorde após o outro e o hype sobre cada novo lançamento e/ou anúncio relativo à mesma é sempre enorme, o que com certeza ajuda bastante. Enquanto isto, Battlefield 3 parece ter perdido a “batalha”, e vendeu durante sua primeira semana muito menos que Black Ops, em 2010. Isto tudo pode, quem sabe, ser explicado pelo fato de que BF3 é muito mais vantajoso, principalmente graficamente, no PC.
A enorme beleza de seus gráficos somente pode ser experimentada em toda sua plenitude em computadores, e computadores que atinjam a configuração recomendada, é claro. Já ouvi inclusive relatos a respeito do fato da versão para consoles de Battlefield 3 ser um tanto quanto feia (infelizmente não pude comprovar este fato).
Juntemos a isto a campanha não muito profunda e curta do título da DICE/EA, e temos aqui mais um dos fatores que podem explicar esta vitória da Activision. Modern Warfare 3 parece contar com uma campanha mais envolvente, e isto conta bastante para muitos jogadores. Ao mesmo tempo, isto é bem estranho, pois grande parte, senão a maioria dos jogadores, comprou estes dois jogos com foco no multiplayer, e neste aspecto, Battlefield 3 é muito superior. Mas, esta é a minha opinião, é claro, e a opinião de alguém que joga muito pouco partidas multiplayer, apesar de ter gostado muito do lado online do jogo da DICE.
De qualquer forma, o nome conta muito aqui. A marca. Call of Duty é uma franquia renomada que, apesar das falhas, dos problemas e de muitos momentos “mais do mesmo” ainda consegue empolgar e divertir muita gente, mesmo se nos restringirmos apenas a seu modo solo. Aliás, por falar em problemas, Modern Warfare 3 me proporcionou “momentos únicos”.
Fiquei 2 dias sem poder jogar o game, após finalmente descobrir que, apesar de minha máquina (a mesma onde rodei BF3 com tudo no máximo, 60 FPS, etc) poder rodá-lo sem problemas, eu deveria reduzir as configurações gráficas do título de “Extra” para “High”. Não sei dizer qual a extensão deste problema, quais sistemas e/ou possíveis serviços ou softwares são incompatíveis com MW3, nem tampouco se é um bug ou não, principalmente pelo fato de que o suporte da Activion fornece respostas somente na próxima encarnação, e tanto a Infinity Ward quanto a Sledgehammer Games parecem possuir certa aversão a abrirem canais de comunicação com os jogadores.
Só o que sei é que finalmente estou jogando a campanha de Call of Duty: Modern Warfare 3. Sem inovações, sem os gráficos estonteantes de BF3, etc. Mas estou gostando.
(Via: Gamesindustry)
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