(StarCraft II) Patch 1.1: aprimoramentos no editor e muitas outras novidades

A Blizzard não dorme em serviço, e o resultado é que StarCraft II: Wings of Liberty continua recebendo updates, com consequentes melhorias e novidades. O mais novo patch para o game, o 1.1, será lançado em meados de setembro, e trará diversas novidades. Dentre elas, podemos destacar a opção para teclas de atalho em inglês para canhotos e destros, suporte ao kit 3D Vision da nVIDIA e melhorias no editor.

Vale ressaltar que a Blizzard também adicionará rochas destrutíveis ao mapa “Oásis no Deserto”, sem contar que realizará alterações no mesmo que provocarão o estreitamento de sua área central. Diversas alterações para unidades também estão previstas, como por exemplo o aumento no tempo de produção dos exterminadores, que agora passa a ser de 45 segundos, contra os 40 anteriores.

Aliás, existem novidades relacionadas aos Zergs, aos Protoss e aos Terranos, o que sem dúvida agrega ainda mais valor a este patch. É por isto que eu digo sempre: não basta fazer, tem que saber fazer. E a Blizzard está demonstrando muito cuidado para com os fãs. Prova disso é a quantidade de patchs que já foi lançada em pouco mais de um mês após o lançamento do game, e este novo patch prometido para Setembro, o qual será o maior de todos já lançados.

StarCraft II está ficando cada vez melhor. Aliás, veja que bacana o vídeo abaixo, onde alguém muito bem humorado, através do editor de SC II, criou uma coreografia com as hidras Zerg dançando Thriller, de Michael Jackson:

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(Review) Kane & Lynch 2: Dog Days – Jamais guarde sua arma

Kane & Lynch 2: Dog Days, sequência de Kane and Lynch: Dead Men, de 2007, é um título “explosivo”. Desenvolvido pela IO Interactive, com disbribuição a cargo da Square Enix e lançado em 17 de Agosto de 2010 para PC, Xbox 360 e Playstation 3, o game representa, em minha opinião, uma experiência muito diferente e estranha. Mas nem por isso deixando de ser divertida e positiva. Apesar de alguns reviews negativos por aí, meu review de Kane & Lynch 2: Dog Days é positivo. Como todo game, ele tem suas falhas, mas também possui qualidades. E muitas.

Para escrever este review utilizei a versão para PC do título, e posso dizer que o game me surpreendeu. Gráficos que seguem um padrão meio que de “filme caseiro”, em alguns momentos, sem que no entanto este fato signifique que eles sejam ruins, mesmo porque esta foi a intenção da IO Interactive desde o início, momentos extremamente hilários, um gameplay onde é impossível permanecer por 30 segundos, digamos, sem disparar um tiro, e dois personagens que são muito engraçados, principalmente o Lynch: Kane & Lynch 2: Dog Days é uma ótima opção em game de tiro em terceira pessoa, se você deseja um título divertido, bonito, repleto de momentos que provocam boas gargalhadas e um multiplayer sensacional.

História

Pode-se dizer que a históia de Kane & Lynch 2: Dog Days seja um fator secundário. Ela conduz o gameplay mas não é profunda nem tampouco permite que o gamer obtenha detalhes precisos do que o cerca enquanto no game. Posso dizer que Kane & Lynch 2 é um game onde a história é até mesmo que dispensável, pois tanto faz se você joga prestando atenção na mesma ou não. Não existem caminhos errados a serem tomados, não existem escolhas erradas ou certas. Aliás, escolhas são feitas pelos protagonistas, e quase sempre elas são erradas (e o Lynch é campeão nesta parte), mas estas escolhas são sempre tomadas em cut scenes, ou seja, você não escolhe.

Basicamente, o Kane e o Lynch se meteram em uma enrascada em Xangai após cometerem o erro de matar a filha de um chefão do crime. O cara, chamado Shangsi, também é membro do governo. Corrupto, é claro, como não poderia deixar de ser, e passa a perseguir os dois “pobres bandidos” com toda a força que sua posição lhe permite, pois até mesmo a polícia está em suas mãos. A morte da filha de Shangsi é a premissa para que os dois amigos comecem a fazer de tudo para escapar de Xangai. Até mesmo problemas entre duas facções que antes mantinham um “acordo de paz” os dois caras conseguem provocar, e o Lynch, sempre rápido no gatilho e “esquentadinho”, não ajuda em nada com sua atitudes impensadas.

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Demos deveriam ser obrigatórias: a de Civilization V será lançada junto com o game

A Firaxis afirmou, apesar de ter dito anteriormente que a demo de Sid Meier’s Civilization V seria liberada antes do lançamento do game, em Setembro, que a mesma será disponibilizada no dia do lançamento da sequência de CIV IV. Mesmo assim, não posso deixar de comemorar o fato. Ainda segundo a desenvolvedora, não foi possível finalizar a demo em tempo hábil.

Acredito que todo game, obrigatóriamente, deveria contar com uma demo. Reviews não são o bastante para que formemos uma opinião a respeito de um game, sejam feitos por sites pequenos ou grandes, escritos por quem quer que seja. Não há nada melhor do que “colocar a mão na massa”, do que jogar um pouco do game, e ver se ele lhe agrada, mesmo quando se trata de grandes e consagradas franquias, pois nada nem ninguém está imune a problemas.

Pode ocorrer de alguém que idolatra uma franquia simplesmente não gostar do último título da mesma. É meio que difícil, mas pode ocorrer. Um game como Civilization 5 merece uma demo. Os fãs da série merecem uma demo. Versões de demonstração de um jogo muitas vezes também servem para alavancar suas vendas, pois é muito bom testar um produto antes de comprar, e se ele for bom, a compra é certa. Pode não ocorrer na hora, mas a intenção de compra já foi despertada no comprador.

Games novos, principalmente, deveriam sempre oferecerem uma demo. Muitas vezes vejo novos títulos no mercado, principalmente games para PC, que são lançados sem que a desenvolvedora disponibilize uma demo. Posso estar enganado, mas agindo assim os desenvolvedores e/ou distribuidores estão perdendo ótimas oportunidades.

(Via: Joystiq)

Blacklight: Tango Down recebe patch e continua com seus problemas

O game Blacklight: Tango Down recebeu um novo patch. Agora é possível modificar botões para algumas ações, o tempo de duração da demo foi aumentado para 20 minutos (particularmente, detesto demos limitadas desta forma), a versão para PC vendida no Steam (bloqueada, infelizmente, enquanto em outros locais está liberada) agora possui suporte a Achievements, uma nova configuração de controle foi implementada, é possível agora mudar de time em partidas privadas e mais algumas coisas. A lista completa contendo todas as novas funcionalidades e bugs corrigidos pode ser conferida aqui.

Eu não sei quanto a você, mas eu possuía uma expectativa enorme em relação a este game. Porém, após jogá-lo, minha empolgação inicial caiu bastante (estou sendo otimista). O título é focado no multiplayer. Aliás, ele é um título exclusivamente multiplayer. Não que isto seja algo negativo, em minha opinião. Temos ótimos títulos totalmente voltados ao multiplayer, e um belíssimo exemplo é Lead and Gold: Gangs of The Wild West, título que fez e faz enorme sucesso, além de ser divertidíssimo. Ocorre que o desenvolvimento de Blacklight: Tango Down sofreu alguns problemas, em minha opinião, devido ao fato da Zombie Studios ter focado no quesito “um título AAA distribuído via download”.

Aparentemente, focaram tanto na parte gráfica do jogo que se esqueceram de que um game não é feito somente de gráficos. Minha impressão ao jogar Tango Down é a de estar perdido. Sem direção. Sem noção do “porquê” de estar ali, vestindo aqueles belíssimos trajes, empunhando aquelas belíssimas armas que podem ser customizadas de milhares de maneiras diferentes conforme você progride no game, e atirando.

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Deep Black: um shooter aquático e terrestre

Se existe um gênero de game que muitas vezes sofre com mesmice é o de games de tiro. Constantemente vemos shooters, em primeira ou em terceira pessoa, que nada mais são do que “mais do mesmo”. Games que jogamos e do qual não extraímos nada de novo. Nada de chamativo. Podemos perceber este triste fato tanto em títulos AAA quanto em títulos menores.

Mas no início de 2011 será lançado um título para PC que, em minha opinião, será algo inovador. Trata-se de Deep Black, um game em desenvolvimento pelo estúdio russo BIART. Deep Black é um game de tiro em terceira pessoa que possuirá “momentos aquáticos” e “momentos terrestres”.

No título da BIART haverá um ótimo balanço entre ação dentro d’água e ação fora d’água. Um líder de um grupo baseado nas profundezas do oceano (o gamer, no caso) deverá tentar rechaçar o ataque de alguns bioterroristas que estão tentando expandir suas atividades em direção aos mares.

A história do jogo é muito interessante e cheia de missões que ocorrem debaixo d’água. Equipamentos de altíssima tecnologia não são difíceis de se ver em Deep Black, e o game fornece uma grande liberdade ao jogador. Combates corpo a corpo também serão possíveis, e a utilização de armas especiais de alta tecnologia também será, digamos, meio que uma constante. Os gráficos do game são belíssimos, e o título da BIART contará com 30 níveis, os quais serão ambientados em um mundo fictício repleto de espionagem, caos e luta pela dominação (ok, isto é meio que um clichê, mas sabemos que muitos excelentes títulos também são repletos de clichês).

Em Deep Black, ciborques, submarinos e robôs gigantes serão uma constante, e o jogo possuirá três níveis de dificuldade, sendo indicado tanto a novatos quanto a experts em shooters. A BIART desenvolveu uma engine própria que garantirá extremo realismo em relação à água e às ondulações, distorções e iluminação. Com a ajuda de tecnologia da NVIDIA, Deep Black também oferecerá suporte a 3D.

Particularmente, aprecio bastante títulos que lidam com a água. Estou que não me aguento de ansiedade por Hydrophobia, e Deep Black acaba de entrar na minha wishlist. Inovar em shooters é algo um tanto quanto difícil, e a água é um elemento que, quando bem empregado/implementado, pode muito bem fazer com que tanto os gráficos quanto o gameplay sejam, além de mais “fluídos”, mais interessantes.

Um shooter em terceira pessoa que permitirá combates aquáticos e terrestres, com a presença de submarinos e personagens atirando uns nos outros utilizando trajes de mergulho não é algo que vemos todos os dias. Pelo menos, não tão bem feito. Vamos aguardar, pois o lançamento mundial de Deep Black ocorrerá em 2011.

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