Lançamentos da Paradox Interactive para 2012
Este ano a Paradox Interactive lançou ótimos jogos com uma frequência muito boa. Magicka e o “4x game” Sword of the Stars II são apenas alguns sensacionais exemplos. E 2012 já se mostra muito promissor, pelo menos no tocante aos títulos desenvolvidos e/ou publicados pela empresa sueca. Os lançamentos relativos a 2011 ainda não acabaram, vale ressaltar. Em Dezembro teremos o lançamento do espetacular tower defense Defenders of Ardania, para PC, iPad, PS3 e Xbox 360.
Escrevendo agora a respeito dos títulos que serão lançados em 2012, em 10 de Janeiro teremos King Arthur II: The Role-playing Wargame, título que mistura RPG e estratégia em tempo real, sequência de King Arthur – The Role-playing Wargame, de 2009. Ainda em Janeiro, no dia 24, teremos o lançamento de Victoria 2: A House Divided, primeiro pacote de expansão para o game Victoria 2, o qual será focado na Guerra Civil Americana.

Em fevereiro, mais precisamente no dia 7, teremos o lançamento de outro título de estratégia. Mais um “grand strategy game”: trata-se de Crusader Kings II (aproveitando, assista a este engraçadíssimo “live action trailer“). Agendados para o primeiro trimestre de 2012, também temos outros 3 jogos: Magna Mundi: A Europa Universalis Game, Gettysburg: Armored Warfare, jogo que mistura FPS com RTS e que colocará o jogador no meio de uma versão alternativa da Guerra Civil Americana, e a Mount & Blade Collection (pacote com Mount & Blade, Mount & Blade: Warband e Mount & Blade: With Fire & Sword).
Já para o segundo trimestre de 2012, temos agendados os seguintes títulos: Warlock: Master of the Arcane, título de estratégia em turnos ambientado no fantástico universo da série Majesty, Naval War: Arctic Circle, um RTS marítimo, e War of the Roses, game da mesma desenvolvedora de Lead and Gold: Gangs of the Wild West. Finalmente, no terceiro trimestre de 2012, teremos o lançamento do interessantíssimo MMORPG Salem.
Temos aí, portanto, mais de 8 novos jogos da Paradox com lançamento previsto para diversas datas de 2012. E isto por enquanto, pois nunca se sabe, não é? Acredito que 2012 também será um ano muito interessante em relação a títulos publicados pela Paradox Interactive, publisher e desenvolvedora que costuma lançar jogos de altíssima qualidade. Vamos ficar de olho.
Leia maisMais Black Friday: diversos jogos da Paradox Interactive em promoção

A Paradox Interactive não poderia ficar de fora da Black Friday, é claro. Diversos jogos da publisher sueca estão em promoção, com descontos que chegam a até 60%. Os títulos da Paradox estão sendo vendidos com preços muito bacanas, em diversos sites de distribuição digital, além da própria loja da empresa.
Serviços como, por exemplo, Steam, Impulse, Amazon e GamersGate também estão oferecendo vários games da empresa com descontos muito bacanas. Dentre os jogos e coleções em oferta, podemos mencionar, por exemplo, Magicka, Cities in Motion, Mount & Blade: With Fire and Sword, Hearts of Iron III, Europa Universalis III Complete e King Arthur: The Roleplaying Wargame.
Temos aí, talvez, games para todos os gostos. Um título que mistura aventura, RPG e humor, um simulador, um RPG de ação, estratégia, etc. Além disso, todos os títulos desenvolvidos ou publicados pela Paradox possuem grande qualidade, e esta empresa possui jogos de estratégia realmente com “E” maiúsculo.
Além disso, os pacotes “Magicka Collection” e “Cities in Motion Collection” já foram lançados. Ainda não consegui, entretanto, encontrar a Hearts of Iron III Collection, mas acredito que seu lançamento deva estar próximo, uma vez que já foi anunciado pela Paradox. É, estas comemorações servem mesmo para esvaziar os nossos bolsos.
Leia maisBlack Friday também no Brasil: Blizzard vende StarCraft II com até 50% de desconto

A Blizzard aproveitou para colocar o jogo StarCraft II em promoção, já em comemoração à Black Friday; a empresa está oferecendo até 50% de desconto no título. Vale ressaltar que os preços especiais valem até a próxima segunda-feira, dia 28 de Novembro de 2011. Para quem quer jogar um dos melhores RTS‘s do momento, esta é uma ótima oportunidade.
A promoção vale tanto para a versão ilimitada de StarCraft II: Wings of Liberty quanto para o upgrade. Diversas formas de pagamento são aceitas, como todos já sabemos, incluindo boleto bancário, e mais detalhes a respeito desta promoção podem ser conferidos no site oficial da comunidade brasileira de StarCraft II.
Me lembro de que quando comprei minha versão ilimitada de StarCraft II, paguei 105 reais. Sendo assim, creio que a mesma, agora, deve estar saindo por cerca de 50 reais. Uma promoção realmente imperdível. É comprar e jogar StarCraft II: Wings of Liberty “para sempre”, sem preocupação com mensalidades ou upgrades.
Leia maisTorne-se o mestre dos céus em SkyDrift, da Digital Reality
SkyDrift, da desenvolvedora e publisher Digital Reality, foi lançado na PSN e na Xbox Live em Setembro, e no dia 21 de Novembro chegou ao PC, através do Steam. Trata-se de um game de corridas e combates aéreos estilo arcade muito interessante, além de bonito. Voar, em SkyDrift, é sempre algo leve e suave, porém rápido. O jogo conta com visuais realmente surpreendentes, e é um “aerial racing game” de primeiríssima qualidade.
A Digital Reality também é responsável, dentre outros, pelo recente Dead Block e pelo ainda em desenvolvimento Sine Mora. SkyDrift é um game que conta tanto com desafios online quanto com desafios offline. O jogo também possui um completo tutorial, o qual deixará o jogador pronto para encarar os desafios que virão pela frente, e também conta com o elemento “corrida”, além de grandes doses de combate aéreo. É simples: se você não conseguir ultrapassar seus adversários, atire neles.

8 aviões estão à disposição dos jogadores, sendo que cada um deles conta com 4 skins diferentes. Além disso, o game requer que o jogador utilize uma certa dose de estratégia no momento de capturar e utilizar diversos power-ups. É preciso adaptar o avião utilizando power-ups, realizando upgrades e descartando os mesmos conforme a situação, lembrando sempre que as corridas podem ocorrer em locais bem diferentes, tais como, por exemplo, Grand Canyon, Alaska e ilhas havaianas. Ou seja, cada um destes locais pode fornecer um nível de dificuldade diferente, bem como oferecer desafios que podem exigir diferentes upgrades e abordagens. SkyDrift também conta com 3 modos de jogo bem divertidos.
O jogo oferece uma experiência extremamente intensa, mantendo um fantástico equilíbrio entre velocidade extrema e táticas de armamento ofensivo/defensivo. Trata-se de um título bem viciante, que conta com gráficos realmente muito bonitos e que possui uma jogabilidade arcade muito bacana.
Cada avião pode até mesmo receber um “boost” temporário ao destruir oponentes, realizar manobras perigosas como voar próximo ao chão, etc. SkyDrift também é um dos games de combate aéreo onde melhor “me acertei” com a manobrabilidade dos aviões. É uma pena que bons títulos como este muitas vezes passem despercebidos pelo público. O jogo custa US$ 9,99, e oferece muita diversão, fazendo com que este valor, no final das contas, se torne irrisório.
Assista abaixo ao trailer de lançamento de SkyDrift:
Leia maisMorrowind e Cyrodiil estão presentes em The Elder Scrolls V: Skyrim
The Elder Scrolls V: Skyrim realmente é um jogo gigantesco, além de belíssimo, imersivo e verdadeiramente viciante. E ele pode ser maior ainda, pois Morrowind e Cyrodiil foram nele inseridas. É como se a Bethesda tivesse deixado muitas coisas escondidas no jogo, elementos que poderiam ser descobertos pelos mais curiosos. E não duvido nada de que muita coisa interessante ainda vai ser descoberta neste último título da série.
Como se já não bastasse o tamanho descomunal de Skyrim, inclusive devido a seu sistema de geração de quests (“Radiant Story System“) que funciona de forma dinâmica e fornece missões conforme as ações do jogador, agora sabemos que há muito mais a ser explorado, além daquilo que imaginávamos. O gigantesco tomou proporções ainda maiores. Descomunais, eu diria.
Um jogador descobriu uma maneira, na versão PC de Skyrim, de ir além daquilo que é oferecido de forma normal pelo jogo, através de uma estrutura que parecia ser uma espécie de portão, a qual está situada no sudoeste do mapa do jogo. O jogador descobriu que ali existia uma parede invisível, mas conseguiu atravessá-la (veja abaixo). O feliz, curioso e paciente rapaz finlandês acabou descobrindo que nada mais nada menos que Morrowind e Cyrodiil, duas províncias de Tamriel já conhecidas através dos dois títulos anteriores da série The Elder Scrolls, estão presentes em The Elder Scrolls V: Skyrim.

O visitante curioso encontrou imagens em baixa resolução, durante a visita. Ele também pôde visualizar alguns detalhes bem interessantes, como a Red Mountain, em Vvardenfell, além da White Gold tower, bem no meio da Cidade Imperial de Cyrodiil. Ou seja, uma parte muito maior de Tamriel está inclusa em Skyrim, além desta última região. Isto abre diversas possibilidades, e nem sei se DLC’s seriam um próximo passo, até mesmo porque o jogo é enorme por si só, e Todd Howard, da Bethesda, já disse que a empresa não lançará muitos para o jogo, e quando o fizer, eles serão “maiores e mais substanciais“.
Entretanto, o fato de DLC’s talvez não serem o próximo passo, não significa que eles não existirão, e nem tampouco isto foi afirmado por Howard. O jogador que fez a descoberta tem duas idéias em mente: estes locais poderiam ter sido introduzidos no game já pensando nos futuros DLC’s ou também pensando na comunidade de “modders”, o que é, para mim, algo muito mais interessante.
Vale lembrar que Morrowind e Cyrodiil somente podem ser acessados/visualizados em Skyrim através da utilização do cheat “No-clip“, o qual permite que o jogador atravesse paredes, voe, etc. Isto é algo realmente sensacional. Quando vejo este tipo de coisa acontecendo com/em jogos eletrônicos fico muito interessado. É como se existisse realmente um mundo, ali, apenas aguardando por viajantes corajosos. Isto reforça ainda mais a grandiosidade de Skyrim, além de, também, assustar determinados jogadores, quando estes pensarem no tamanho do jogo e no que ainda pode vir pela frente.
Mas eu vou é continuar minhas aventuras como um Dragonborn.
(Via: G4TV)
Leia maisBatman: Arkham City e o desrespeito com quem joga no PC
Ontem à noite pude finalmente jogar Batman: Arkham City. Optei pela versão PC do jogo, e todos que fizeram esta opção tiveram de amargar mais de um mês de espera (o game foi lançado para Xbox 360 e Playstation 3 em 18 de Outubro). O jogo é maravilhoso, não nego. Seus gráficos são absurdamente lindos, o “Detective Mode” está ainda mais impressionante, Arkham City é um local repleto de lunáticos disputando o poder, apesar de lindíssimo, e as missões secundárias do título também são muito interessantes.
O próprio modo como Batman entra em Arkham City é fantástico, bem como a maneira como ele consegue entrar em ação de forma, digamos, definitiva. Hugo Strange representa, logo de início, um papel bem interessante e até mesmo estranho, e a trilha sonora do game é fantástica. Parece que a Rocksteady conseguiu mais uma vez criar um belíssimo jogo. Porém, há um problema. Justamente na versão de Batman: Arkham City para PC. E ele está relacionado ao DirectX 11.
Ao jogar, mesmo meu PC estando acima da configuração recomendada, notei diversos travamentos e quedas de framerate. Problemas realmente chatos, principalmente devido à frequência com que eles ocorriam. Realizei uma pesquisa e encontrei este post no fórum do game, no qual um membro da equipe do fórum diz que os problemas relativos à performance da versão PC de Batman: AC já foram detectados, e que eles estão realmente ligados ao DX 11: “Rodar o jogo com o DX 11 está causando os problemas de desempenho“.
A sugestão apresentada é um tanto quanto triste, principalmente porque, apesar do post mencionar que um update já está em desenvolvimento, eles esperam torná-lo disponível “em um futuro próximo“. “Futuro próximo” é algo muito relativo, e esta frase causa mais medo do que tranquilidade. A sugestão apresentada é pior ainda: DirectX 9 ao invés do DirectX 11, meu caro. As instruções estão lá, para quem quiser ver.
Tudo isto é muito triste. Além da versão para PC ter chegado ao mercado um mês após as versões para consoles, ainda temos de lidar com problemas que, em determinados momentos, tornam a jogabilidade um verdadeiro martírio. Creio que quem está jogando no PC e possui a configuração recomendada, sempre irá se sentir frustrado se tiver de realizar modificações que diminuam a qualidade gráfica do jogo. E este “downgrade” para o DX 9, então?
Muitos dizem que o desenvolvimento de Arkham City começou já em 2009, ano do lançamento de Batman: Arkham Asylum. Se isto é verdade ou não, não tenho como afirmar. Entretanto, tenho certeza de que um Batman: Arkham City para PC livre destes problemas poderia muito bem ter chegado ao mercado. Mesmo que tivéssemos de esperar mais um pouco. Afinal, é melhor adiarem o lançamento de um título do que lançarem algo cheio de bugs.

Vários jogos já sofreram adiamentos devido a isto, como Red Orchestra 2: Heroes of Stalingrad, por exemplo. Não há mal algum nisto, nem tampouco é motivo de vergonha para desenvolvedoras e publishers o adiamento do lançamento de um título para que os devidos ajustes e correções sejam realizados.
Vergonha é lançarem um game com problemas, e justamente para a plataforma onde sua beleza poderá ser melhor apreciada. Vergonha é tratarem uma parcela dos jogadores de forma desrespeitosa. Lançar um game que permita pelo menos uma experiência justa é o mínimo que se pode esperar. E quando digo justa, neste caso, quero dizer que o jogo deve permitir que o jogador seja capaz de executar o game utilizando a “força máxima” de seu PC. E “near future” não resolve nada.
Me parece que na pressa por ganhar dinheiro o quanto antes muitas empresas se esquecem de que sua imagem e a de suas franquias podem ser manchadas, muitas vezes de forma irremediável. Chego a supor que a Rocksteady pode nem ser culpada 100% por este problema: acredito também na culpa da Warner, neste episódio. Todos sabemos o quão gananciosas são algumas publishers.
Além do mais, jogar Batman: Arkham City com o DirectX 9 ao invés do DirectX 11, para mim, é algo que soa como uma solução que não me deixará aproveitar o game como eu gostaria. É realmente lamentável tudo isto. Será que não são realizados testes antes do game “ganhar as prateleiras”? Ou será que estas empresas pensam que é melhor lançar como está e acertar depois pois, afinal, “o jogador engole qualquer coisa, mesmo”. Bom, eu não engulo, e creio que, como eu, muita gente deve estar extremamente irritada com este problema.
Espero que este patch saia o quanto antes. Aliás, este já é o segundo game neste final de ano que me causa problemas. Modern Warfare 3 e seus problemas relativos ao “iw5sp.exe” e ao “reliable command buffer overflow“ também foi um osso duro de roer. Mas, pelo menos no caso da franquia da Activision, os prejuízos causados à experiência proporcionada pelo game foram rapidamente resolvidos, e de forma simples (depois que descobri as soluções, é claro).
Já em relação a Batman: Arkham City para pc, dependemos de um patch. E, pessimista que sou, não nego que tenho medo de que tenhamos de aguardar por mais um mês. Ou mais, sabe-se lá.
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