“Enviro”: um fantástico passeio pelo mundo pós-apocalíptico de Afterfall: InSanity
Afterfall: InSanity é um jogo que cada vez mais me parece interessante. A Nicolas Games divulgou hoje um novo trailer do jogo, chamado ”Enviro“, e através dele podemos passear um pouco pelo mundo pós-apocalíptico do título. Afterfall: InSanity será lançado no dia 25 de Novembro de 2011, para PC, e sua demo já está disponível, através deste link.
O título da Nicolas Games é uma espécie de survival horror com grandes doses de ação. Ele conta com um protagonista que, na verdade, é um “mero” psiquiatra. Trata-se de Albert Tokaj, um homem que apesar de ter como uma de suas obrigações acompanhar a saúde mental da população (confinada após uma hecatombe nuclear), também experimenta diversas sensações estranhas, além dos horrores exteriores que vivencia.

Este novo trailer de Afterfall: InSanity, ”Enviro”, é também uma espécie de preparação para o lançamento do game. No trailer, podemos observar toda a desolação, toda a tristeza e toda a devastação causadas pela guerra infeliz que destruiu o mundo. O trailer também exibe uma misteriosa cidade escondida, a qual, é claro, oferecerá diversas oportunidades (terríveis, é claro), ao jogador. Diversas oportunidades para ação e muitos sustos, é óbvio.
O trailer também mostra, apesar de tudo, o quão inseguras podem ser as saídas dos abrigos, e exibe muita beleza. Trata-se de um jogo desenvolvido com a Unreal Engine 3, e seus gráficos são muito bonitos. Eu diria até que eles são diferentes. A cor do sol amarelado e tristonho que ilumina as ruas desertas parece ter tomado conta da paleta de cores utilizada no game como um todo (nos “momentos iluminados”, é claro). Linda também é a trilha sonora do trailer, composta pelo autor da trilha sonora do próprio jogo. Trata-se do compositor português Pedro Macedo Camacho, o qual já trabalhou em Zeno Clash, por exemplo.
“Os jogadores que compraram AfterFall durante a pré-venda irão receber a trilha sonora como um presente, independentemente de atingirmos a marca de 10 milhões ou não. Esta é a nossa maneira de enfatizar que as regras do mercado mudaram. Conteúdo adicional e addons para os games costumavam ser gratuitos, mas agora eles custam muito mais e estes valores são continuamente elevados. Vemos uma oportunidade para ajudar o mundo ao mesmo tempo em que damos uma experiência de jogo de qualidade aos jogadores, a um preço razoável“, disse Patryk Hamerlak, da Nicolas Games.
Independentemente deste confuso esquema de pré-venda, ainda continuo apostando na qualidade de Afterfall: InSanity. Torço para que o game chegue ao mercado com aprimoramentos e que consiga vender muitas cópias. Além disso, torço para que o título nos proporcione uma experiência interessante.
Dê uma olhada em ”Enviro”, o novo trailer de Afterfall: InSanity:
Leia maisReal Warfare 2: Northern Crusades: estratégia em tempo real na idade média
Hoje, 18 de Novembro, é o dia de lançamento de um espetacular jogo de estratégia em tempo real. Trata-se de Real Warfare 2: Northern Crusades, título extremamente realista. Real Warfare 2 apresenta aos jogadores a oportunidade de observar diversos eventos chave na história da Ordem Teutônica, ordem esta que foi fundada para ajudar os cristãos que desejavam realizar peregrinações até a Terra Santa mas que também foi uma força militar durante as “santas” Cruzadas.
O jogo mostra, por exemplo, as ações dos Cavaleiros Teutônicos tendo em vista a conquista da Prússia, e o jogador encarna um cavaleiro chamado Komtur, o qual então reviverá as batalhas da Ordem e a forte resistência dos pagãos. É interessante observar também que todas as batalhas em Real Warfare 2: Northern Crusades fazem parte de uma única e coesa campanha. O protagonista não participa única e exclusivamente das batalhas, também. O mapa estratégico permite que o gamer navegue em tempo real pelo ambiente de jogo, o nível de zoom é sensacional e pode exibir as batalhas com detalhes muito bacanas.

O jogo foi desenvolvido pela Unicorn Games Studio, e é distribuído pela 1C Company. É muito interessante o fato de que também é possível contarmos com liberdade total de movimentos, mesmo fora das batalhas, e inclusive é possível conversar com habitantes locais. Os exércitos do jogador ganham experiência conforme vão participando de batalhas, e o game possui um sistema moral fantástico, o qual leva em consideração diversos elementos do jogo e avalia a situação no campo batalha constantemente, a fim de fazer com que o comportamento dos soldados seja o mais próximo possível da realidade.
Cada batalha pode contar com mais de 10.000 unidades em campo, e cercos e defesas de castelos e cidades também fazem parte do gameplay, sendo que muitas vezes “máquinas de guerra” gigantes são utilizadas. Real Warfare 2: Northern Crusades também conta com suporte a partidas multiplayer, e seus gráficos são belíssimos. Ao utilizarmos o zoom para nos aproximarmos ao máximo do campo de batalha, é sensacional observar as armaduras, os cavalos, as armas e os próprios rostos dos cavaleiros. Isto sem contar com a vegetação e as construções.
Este é um grande lançamento. Um título fantástico para quem aprecia RTS’s, principalmente devido ao fato da presença de diversos elementos históricos. Real Warfare 2: Northern Crusades já está à venda em diversos sites de distribuição digital de games, como por exemplo Steam, GamersGate e Direct2Drive. Mas é claro que o D2D, “muito gentilmente”, bloqueou o jogo para o Brasil enquanto o libera para diversos países, como por exemplo Bahamas, Bolívia, Camboja, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Jamaica, Venezuela, etc. Acho que o pessoal do D2D não deve gostar do Brasil, mesmo.
De qualquer forma, Real Warfare 2: Northern Crusades é um ótimo lançamento. Assista abaixo a um trailer deste fantástico jogo:
Leia maisGOG.com anuncia planos para incluir jogos mais novos em seu catálogo

O GOG.com anunciou algo que me deixou muito feliz. Teremos mais um concorrente no nicho da distribuição digital de games para PC. O GOG também é um serviço de distribuição digital, é claro, mas ele, por enquanto, exceto pelo lançamento de The Witcher 2, vende apenas games antigos. Ele vende “Good Old Games”, mas isto vai mudar.
A empresa polonesa, cuja proprietária é a CD Projekt, divulgou seus planos para 2012 e 2013 (isto se tais planos não forem prejudicados pelo fim do mundo em 2012 – brincadeira). O GOG continuará com seu belíssimo trabalho na área de games antigos, e todos podemos ficar despreocupados neste sentido, pois jogos clássicos e/ou antigos continuarão sendo adicionados ao catálogo do serviço, juntamente com todos os extras bacanas que já conhecemos, a ausência de DRM, etc.
No entanto, o GOG começará a trabalhar também com jogos mais recentes, além de buscar oportunidades exclusivas com determinados desenvolvedores. Isto é muito bacana, e creio que tão logo o “Good Old Games” passe a contar com “Good New Games” os sites de distribuição digital de jogos para PC deverão se empenhar mais ainda para oferecer vantagens aos consumidores, dependendo das ações do serviço da CD Projekt. É como sempre digo: concorrência é sempre saudável, tanto para o vendedor quanto para o comprador. Mais vantagens oferecidas pelo vendedor se refletem em mais clientes e mais vendas, e assim por diante.
Guillaume Rambourg, diretor do GOG, disse o seguinte a alguns investidores e jornalistas:
“O GOG.com tem funcionado muito bem nos últimos três anos, como já mencionamos anteriormente nas conferências da CD Projekt e em eventos como a ‘London Games Conference’, na última semana. Temos um plano audacioso para os próximos dois anos, para continuar a história de sucesso do GOG.com, e ele depende de três coisas.
Primeiro, iremos adicionar jogos mais novos ao catálogo, em 2012. Tradicionalmente, o GOG.com tem procurado por grandes clássicos que possuem mais de 3 anos de idade, ou ainda mais antigos. Iremos continuar a adicionar games clássicos, é claro, mas estamos trabalhando ativamente para buscar novos títulos, agora. É claro, estes novos títulos terão de chegar a uma nova e mais alta faixa de preços, mas nosso foco principal será permanecer sempre com os valores principais que fizeram o GOG.com ir muito bem até agora: games completamente livres de DRM, preços baixos no mundo todo e conteúdo extra para nossos fantásticos clientes.
Segundo, o GOG.com tem crescido de maneira consistente desde que nós o lançamos, em 2008. Foi uma grande história de sucesso. O negócio foi rentável desde seu primeiro mês, e o fato de que nós viemos do nada e conseguimos atrair mais de um milhão de jogadores que apreciam games clássicos a nosso site, a cada mês, além de mais de seis milhões de games baixados, prova que os jogadores querem uma alternativa aos habituais distribuidores digitais. Queremos continuar com este crescimento, e temos um plano para isto: mais de 400 produtos em nosso catálogo até o final de 2012, combinado com novos parceiros, mais franquias, e melhorias contínuas para tornar o GOG.com um website melhor. Tudo isto irá nos ajudar a atingir este objetivo.
Finalmente, nós queremos trabalhar em estreita colaboração com ambiciosos desenvolvedores e publishers independentes que tiverem afinidade com aquele “velho bom espírito” que o GOG.com possui. Graças ao sucesso comercial de The Witcher 2 no GOG.com, mais e mais pessoas percebem que nossos valores são universais. Elas estão vindo para o GOG e perguntando se podemos trazer seus títulos. Fizemos do GOG.com o destino para games clássicos para PC, mas agora é a hora de levar isso ao próximo nível e emergir como a melhor plataforma alternativa de distribuição digital para todos os jogos para PC”.
É, o GOG não está brincando não. E eu desejo sinceramente que jogos mais novos sejam lançados no serviço, o qual, apesar de um certo “problema de brincadeira” no passado, é fantástico. Após este “problema” que mencionei, resolvi continuar apostando na qualidade do serviço do site, e não me arrependo. Cada game que compramos no Good Old Games geralmente vem com diversos extras sensacionais: trilha sonora, manuais, artbooks, ringtones, wallpapers, etc. Meu The Witcher 2, aliás, foi comprado no GOG, e não me arrependo nem um pouco.
Como podemos perceber, através das palavras de Guillaume Rambourg, todos estes elementos que tornam o GOG extremamente atrativo serão mantidos mesmo quando o serviço começar a vender jogos mais recentes/novos, o que é fantástico. Além disso, o GOG manterá sua política atual no tocante a não trabalhar com DRM, o que demonstra mais uma vez que pirataria não se combate com DRM’s e sistemas que, no final, acabam penalizando somente quem pagou pelo jogo.
Creio que estamos observando o início de uma ótima alternativa aos atuais sites de distribuição digital de games que trabalham com títulos novos. Uma alternativa que poderá até mesmo fazer, quem sabe, com que a concorrência como um todo corra bastante em busca de cativar mais ainda seus clientes. Claro: todos seremos beneficiados.
Leia maisTake On Helicopters, da Bohemia Interactive, usa interessante sistema anti-pirataria
O simulador Take On Helicopters, da Bohemia Interactive, utiliza um interessante sistema anti-pirataria, o qual, de certa forma, não impede o “pirateiro” de jogar. Bom, só joga quem for muito desleixado, mesmo. Lançado em 27 de Outubro, este novo jogo representa uma grande mudança para a desenvolvedora e publisher tcheca. Além de “fugir” da linha de jogos militares já tradicionais, a empresa lançou um fantástico game que, além de ser um simulador, também conta com uma interessante narrativa.
A empresa chega a mencionar todo o longo processo de trabalho que resultou em Take On Helicopters, e é claro que podemos deduzir, a partir disto, que muito dinheiro também foi gasto no desenvolvimento do título. A Bohemia Interactive também menciona sua preocupação em, ao mesmo tempo, proteger seu trabalho e não causar nenhum mal estar e/ou problemas entre aqueles que pagaram pelo jogo.
Essa questão da pirataria é muito complicada. As pessoas parecem não enxergar o real valor de um jogo eletrônico, muitas vezes pensando: “- Ah, é só um DVD ou um arquivo”. Muita gente não pensa em um jogo eletrônico como o fruto de um trabalho como outro qualquer; um trabalho comercial que deve ser vendido e comprado, e não obtido gratuitamente através de meios ilícitos. Já vi muita gente gastar 200 reais em uma balada e comprar games piratas, afirmando que é um absurdo pagar pelos mesmos.
Gostaria de saber onde está a lógica deste pensamento, se tanto uma experiência quanto a outra proporcionará diversão, sendo que um jogo eletrônico proporciona muito mais benefícios, diversão, imersão, etc, que uma noite de bebedeiras. É claro que, também, esquemas de DRM absurdos e que penalizam somente os jogadores pagantes devem ser abolidos, pois além de tudo, representam uma afronta a quem justamente deveria ser carregado nos braços pela desenvolvedora/publisher, digamos.
O trabalho da Bohemia Interactive com sistemas anti-pirataria já vem de longe, desde Operation Flashpoint: Cold War Crisis, de 2001. Quem realizou download ilegal do jogo não foi impedido de jogá-lo, mas teve de sofrer (muito merecidamente) com um jogo capado e que sofreu uma degradação gradativa, principalmente em relação à sua performance. E felizmente, mais uma vez, a empresa implementou um sistema anti-pirataria similar em seu recente Take On Helicopters.
Versões piratas do novo jogo também sofrem degradação, e seus belíssimos gráficos sofrem com diversos problemas, como imagens borradas, por exemplo. Um usuário, aliás, chegou a relatar o problema nos fóruns da empresa, e foi atendido por Marek Spanel, CEO da empresa. É claro que o usuário não apresentou as tais provas de compra solicitadas, e foi inclusive banido do fórum. Este é um esquema de DRM, se é que podemos chamá-lo assim, muito interessante.
O jogo funciona, mas funciona repleto de problemas. O problema não ocorre com cópias legítimas, e usuários que pagaram pelo game jogam numa boa. A pirataria é um grande problema, e não só para a Bohemia Interactive, a qual inclusive mencionou que uma demo de Take On Helicopters já está a caminho.
Fico aqui tentando imaginar a cara destes “jogadores” que se depararam com as tais imagens borradas. Fico tentando imaginar, aliás, a quantidade deles que se indignou com o fato. É claro que muitos devem ter ficado “aborrecidos”. Mas que bom, não?
Leia maisAfterFall: Insanity e seu concurso de fotos pós-apocalípticas
O game AfterFall: Insanity será lançado em 25 de Novembro de 2011, e a Nicolas Games resolveu promover, até lá, um “concurso de fotos pós-apocalípticas”. Apesar de sua estranha pré-venda (aliás, foram vendidas até agora cerca de 18 mil cópias do jogo), AfterFall: Insanity é um título bem interessante.
Trata-se de um survival horror em terceira pessoa, desenvolvido com a Unreal Engine 3, e cujo protagonista é um psiquiatra pertencente a um grupo de cientistas que monitora os níveis de sanidade da população, a qual, após a Terceira Guerra Mundial, foi forçada a viver em escuros e claustrofóbicos subterrâneos. Este é mais um jogo desenvolvido por um estúdio polonês, terra esta que já provou contar com um cenário de desenvolvimento de jogos eletrônicos fantástico.
A Nicolas Games deu início a um concurso bem interessante, e para participar é muito simples. Basta curtir a página de AfterFall: Insanity no Facebook e enviar sua “fotografia pós-apocalíptica” através de uma App criada especificamente para esta finalidade (clique no link “Enter Contest). A fotografia deve conter alguma cena desoladora, por exemplo. Algo que nos remeta de alguma forma a um cenário pós-apocalíptico. Casas abandonadas e/ou em ruínas, velhas fábricas, etc.

“Existem muitos lugares abandonados ou destruídos que refletem perfeitamente uma atmosfera pós-apocalíptica. Muitos deles já foram descobertos, outros continuam aguardando por sua perpetuação. A fotografia também nos dá uma oportunidade de mostrar a realidade de uma maneira completamente nova. Esperamos que através deste concurso você consiga olhar de maneira um pouco diferente para sua cidade e seus arredores“, disse Patrick Hamerlak, diretor de marketing da Nicolas Games.
Os trabalhos devem ser submetidos até o dia 25 de Novembro de 2011, e já confirmei com a assessoria de imprensa da Nicolas Games que pessoas do mundo todo podem participar. As melhores fotos serão escolhidas através de votação dos fãs, no Facebook, até o dia 05 de Dezembro, e os vendedores serão anunciados no dia 06.
3 pessoas serão escolhidas, e além de uma edição limitada do jogo, elas também ganharão alguns gadgets temáticos (não foram mencionados quais, entretanto). O valor dos prêmios, segundo a Nicolas Games, é de 100 dólares, sem contar com a edição limitada de AfterFall: Insanity a qual, espero, contenha coisas bem bacanas. As regras do concurso podem ser conferidas através deste link.
O vídeo abaixo fornece uma amostra dos diversos ambientes do jogo, muitos deles extremamente claustrofóbicos e desolados. Dê uma olhada:
Leia maisRochard: um side-scroller com muita ação, humor e puzzles está chegando ao PC
Nem só lançamentos de grandes empresas fazem a alegria dos jogadores. Em 15 de Novembro de 2011 será lançado para PC, via Steam, um game chamado Rochard, o qual é muito interessante. Trata-se de um jogo desenvolvido pelo estúdio finlandês Recoil Games, o qual foi inicialmente lançado na PSN, em Setembro.
Rochard é um side-scroller repleto de ação e puzzles, além de humor. O título custará US$ 9,99, e contará com a possibilidade de manipulação da gravidade e também com muitos mistérios alienígenas em seu enredo. O game contará a história de um mineiro espacial chamado John Rochard, o qual, juntamente com sua equipe, acaba descobrindo uma estranha e antiga estrutura em um asteroide. Seria a primeira prova para a humanidade, talvez, da existência de vida extraterrestre.
A equipe de Rochard acaba se perdendo e, para piorar as coisas, piratas espaciais atacam a mina. Desconfiando de que há algo estranho e perigoso em ação, o mineiro acaba decidindo utilizar sua descoberta em proveito próprio. Rochard (o jogador, na verdade), deverá utilizar bastante astúcia e sarcasmo, além de suas ferramentas de mineração, para ao mesmo tempo salvar sua vida e a dos membros de sua equipe, e descobrir a verdade a respeito da antiga estrutura.

Os jogadores serão capazes de “alterar a gravidade” através da utilização de uma ferramenta chamada “G-Lifter”, a qual poderá inclusive receber upgrades. Tais alterações gravitacionais serão necessárias, muitas vezes, para a resolução dos diversos puzzles apresentados pelo jogo, puzzles estes que muitas vezes terão o ambiente como um de seus componentes. O ”G-Lifter” também permitirá a elevação e a manobra de caixas e objetos pesados, e será realmente uma ferramenta imprescindível durante o gameplay.
“Rochard é uma experiência original e divertida, desenvolvida para testar o talento e a coordenação dos jogadores. Estamos incrivelmente animados por trazer este game para os usuários de PC, já que ele se ajusta de forma natural tanto nos consoles quanto no PC. Mal podemos esperar para ver os PC gamers conduzirem Rochard através de sua aventura e observar as divertidas maneiras como eles usarão a mecânica do game para manipular a gravidade e resolver todos os desafios e puzzles“, disse Samuli Syvähuoko, fundador da Recoil Games.
Adoro puzzles, e jogos que misturam este gênero com ação, além de humor, são sempre bem vindos. Rochard fez muito sucesso na PSN, e possivelmente fará muito sucesso também no PC. É bacana também notarmos a grande quantidade de títulos em 2D que estão sendo lançados ultimamente, grande parte deles possuindo grande qualidade e oferecendo enormes doses de diversão. Rochard, aliás, parece possuir gráficos muito bonitos.
Veja abaixo mais algumas screenshots de Rochard, bem como 2 trailers do game:
Leia mais























