Vou jogar na mega sena. Dentre meus palpites para o nome da sequência de Batman: Arkham Asylum, palpites estes escolhidos a partir da lista de domínios que a Warner Bros. registrou em Julho, citei ArkhamCity.com. E não é que o nome da sequência de Batman: Arkham Asylum será Batman: Arkham City?
A sequência será lançada no outono de 2011 (primavera no Brasil), para PC, Xbox 360 e Playstation 3, e isto me lembrou de que tenho mais ou menos um ano para terminar o game. Já estou com mais ou menos 46% concluídos, portanto, tenho tempo de sobra. Parece que o Duas Caras fará parte do “time de inimigos” que o Batman enfrentará, e até mesmo um certo romantismo em relação à Mulher Gato pintará.

Batman: Arkham City se passará em uma espécie de mini cidade fortificada dentro de Gotham City, e só o que posso dizer é: que ansiedade! Arkham Asylum está me divertindo bastante, e se este já é fenomenal, e foi um dos poucos games baseados em filmes que não sofreu nenhum dos problemas comuns a este tipo de produção, o que podemos esperar de Arkham City? Com certeza será um game fenomenal.
O site do jogo já está no ar, aliás, e nele já existe até um pequeno e belíssimo trailer, onde podemos verificar que o Coringa está ainda mais dantesco.
(Via: Joystiq)
Segundo estimativa da Amanita-Design, desenvolvedora do fantástico point-and-click Machinarium, apenas 5 a 20% dos jogadores de Machinarium pagaram pelo game. Isto significa, em contrapartida, que mais ou menos 80% dos jogadores de Machinarium utilizam cópias ilegais do game. Isto é, além de triste, revoltante, principalmente porque o game vale, com certeza, os US$ 19,99 normalmente por ele cobrados, e não possui nenhum tipo de DRM. Isto mesmo, você compra o game e junto com o mesmo não vem nenhum tipo de sistema que evite a cópia e a distribuição ilegal do trabalho. Mas mesmo assim o pessoal insiste, e prefere “ir pelo lado mais fácil”.
Bom, fácil para quem vai por este lado, pois garanto que para a desenvolvedora não é fácil criar uma maravilha como Machinarium, um game que, aliás, já esteve em promoção em diversos sites de distribuição digital de games, dentre eles o Steam. A Amanita-Design dá um “tapa com luva de pelica” em quem “pirateou” seu game (muito bem dado, aliás), e diz o seguinte em seu blog:
“Todos as pessoas que baixaram o nosso game ilegalmente (de graça) têm agora uma chance de redimir a si próprios e obterem a última versão do jogo (Windows + Mac + Linux) e sua fantástica trilha sonora por apenas US$ 5,00 (ao invés de US$ 20,00).“
Ou seja, todos tem agora a chance de comprar Machinarium por míseros 5 dólares, o que não representa nem 10 reais. E além disso, a trilha sonora vem no pacote, o que torna a oferta mais valiosa ainda.

É, foi oferecida a anistia, e agora, todos precisam aproveitar. Até mesmo quem é contra a pirataria e comprou o game legalmente, como eu. Comprei Machinarium no Steam, durante sua pré-venda, porém a versão lá vendida não conta com a trilha sonora. Acredito que 5 dólares seja um valor muito mais do que justo por tão belo trabalho, não é?
E, além disso, iniciativas como esta da Amanita mostram que o caminho para acabar com a pirataria não está na repressão nem tampouco na utilização de DRM. Este caminho passa pela conscientização, pela educação e pela valorização da obra. Parabéns, Amanita Design.
Agora, até o dia 12 de Agosto, todos poderão comprar Machinarium por 5 dólares.
(Via: IndieGames.com)

Agradeço ao Henrique pelo aviso do price drop no game Battlefield: Bad Company 2, o qual já estava na minha wishlist há algum tempo. De US$ 49,99 o preço do game foi reduzido para US$ 29,99, tanto no Steam quanto no Direct2Drive. Esta foi a deixa para que eu comprasse este título que já no primeiro minuto de gameplay me deixou abismado com sua qualidade.
Alguns podem achar estranho um “Hands on” escrito a respeito de um game que comprei há dois dias atrás, game este que joguei por mais ou menos 30-40 minutos, até agora. Entretanto, a experiência que este título me proporcionou em tão pouco tempo, a emoção, a sensação de guerra e a beleza, foram tão grandes, que não consegui segurar minhas mãos, e aqui está o resultado.

Possuo Modern Warfare 2 para o Xbox 360, e comprei Battlefield: Bad Company 2 para PC. É claro que quase sempre, dependendo da situação, a versão para PC de um game supera a dos consoles no quesito “gráficos”, e tenho total certeza de que isto ocorre com BBC 2. O game possui gráficos tão lindos, os personagens apresentam expressões faciais tão realistas e as CG’s são tão fluídas e bem feitas, que é impossível jogar por 20 segundos sem soltar um sonoro “- Uau!”.
As texturas são de altíssima qualidade. A jogabilidade não possui nada de anormal, e só de saber que é possível dirigir veículos terrestres, aeronaves, etc, minha ansiedade em jogar este game só aumenta. O que Modern Warfare 2 tem de urgência, Battlefield: Bad Company 2 tem de calmaria. Não estou querendo dizer que o game é um marasmo, muito pelo contrário. Me refiro ao fato de que, pelo menos até a parte onde joguei, e pelo que ouço muitas pessoas dizerem, o game prima bastante pelo trabalho em equipe, por ações na “surdina” e por planejamento tático.

Myst e sua sequência, Riven, ambos desenvolvidos pela Cyan Worlds, são dois games, em minha opinião, históricos. Qualquer pessoa que já tenha jogado e finalizado um dos dois pode espalhar aos quatro ventos que realizou uma grande façanha. Além de belíssimos para a época em que foram lançados (e até para os dias de hoje), possuem puzzles que fazem qualquer pessoa quebrar bastante a cabeça. Seguindo o estilo point-and-click, Myst iniciou a série de forma magistral, em 1993. Foi lançado para diversas plataformas, inclusive o Playstation e o saudoso Sega Saturn. Aliás, cheguei a jogá-lo neste último console.
Nunca me esqueço da abertura do game, com o protagonista caindo, e da ilha e seus mistérios. Uma das partes mais marcantes para mim, nesta primeira fase, foi a do piano, onde você deve encontrar a partitura e então executar a pequena sequência de notas. Fantástico. A viagem pelas diversas eras era sempre fenomenal, principalmente devido ao que experimentávamos nas mesmas. Muitos games beberam nesta fonte, sem sombra de dúvidas. Riven, a sequência de Myst, lançado em 1997, foi outro game fantástico, cuja história continua a de seu antecessor. Puzzles, estilo point-and-click, gráficos belíssimos, etc: está tudo lá, também.
Eu cheguei a comprar Mist III: Exile, e tenho até hoje minha bela versão em caixa, cuja foto está neste link. Esta é uma relíquia que guardo com muito carinho. Bons tempos aqueles, quando a criatividade estava em alta e os games eram extremamente desafiadores. Não que hoje isto não exista, mas temos de convir que naquela época a tecnologia à disposição não chegava nem perto da de hoje, então, criatividade em excesso (e muito bem vinda) era primordial.
Bom, o Steam adicionou Myst e Riven ao seu catálogo. Em relação a Myst, trata-se de Real Myst, uma versão remasterizada que permite movimentação em 360 graus e conta com cenários em 3D. Cada uma destas maravilhas está saindo por US$ 4,99, por tempo limitado. Depois da promoção, o preço sobe para US$ 5,99, ainda assim, um valor muito mais do que justo. Vale lembrar que os dois títulos também estão disponíveis no GOG.com, por US$ 5,99.
O Steam também colocou à venda o Cyan Complete Pack, por US$ 19,99, pacote que contém os títulos Cosmic Osmo and the Worlds Beyond the Mackerel, Manhole Masterpiece, realMYST, Riven: The Sequel to MYST, Spelunx and the Caves of Mr. Seudo e URU: Complete Chronicles.
Finalmente, o maior site de distribuição digital de games incluiu em seu acervo estas obras primas.

A Runic Games anunciou o lançamento de Torchlight 2 para a primavera (no nosso caso, outono) de 2011. Portanto, a sequência deste RPG que conta com Erich e Max Schaefer no time de desenvolvimento (trabalharam em Diablo e Diablo II) será lançada em alguma data compreendida entre os meses de Setembro a Dezembro de 2011.
Se o primeiro Torchlight já é fantástico, com sua visão em perspectiva isométrica bem similar à de Diablo, sua jogabilidade fantástica, seus gráficos belíssimos e toda a experiência fora de série que ele proporciona, o que poderemos esperar de Torchlight 2? Bom, segundo a Runic, Torchlight 2 terá a marca registrada da empresa na parte gráfica, e além disso, conterá algo novo: multiplayer.
Sim, a sequência de Torchlight contará com suporte a co-op online. Além disso, o game contará com personagems customizáveis e uma versão atualizada do TorchEd, o editor incluso no jogo, sendo que melhorias foram inclusas nesta parte. Qualquer grupo de jogadores poderá baixar o mesmo mod, por exemplo, e jogarem juntos. Melhorias na interface do game também foram anunciadas pela Runic, e o que podemos esperar disto tudo é um game ainda mais imersivo e divertido.
Lançado em 2009, Torchlight é um RPG que vendeu bastante e caiu nas graças de muitos gamers, principalmente dos fãs da série Diablo, que aguardam ansiosamente pelo lançamento de Diablo III. O título já esteve presente em muitas promoções no Steam, e até hoje continua marcando presença nas mesmas, vez ou outra.
Agora, é aguardar mais ou menos um ano até que possamos colocar as mãos nesta vindoura maravilha.
(Via: BigDownload)