(Preview) LiquidSky: seu próprio PC para games na nuvem, com servidores em São Paulo

(Preview) LiquidSky: seu próprio PC para games na nuvem, com servidores em São Paulo

Recebi acesso a uma conta de imprensa na LiquidSky e tive a oportunidade de testar o serviço durante alguns dias. Utilizei o beta 2.0 do serviço e confesso que fiquei bastante empolgado com o que vi. A LiquidSky oferece algo sonhado por muitos jogadores de PC. Ela oferece algo já prometido por empresas como a finada OnLive, por exemplo (adquirida pelo Sony): a possibilidade de rodar jogos eletrônicos pesados, com gráficos de última geração, em computadores modestos, equipados com placas de vídeo menos poderosas ou até mesmo com vídeo onboard. Estamos falando aqui a respeito da possibilidade de rodar games atuais, modernos, desenvolvidos para rodar apenas em PCs parrudos, em máquinas mais modestas, em um daqueles “PCs da Xuxa”, por exemplo. A LiquidSky Estamos falando em uma espécie de “Netflix dos games”, em uma espécie de serviço de streaming de jogos A LiquidSky conta com datacenters em diversos locais do mundo, e se propõe a oferecer soluções para alguns dos problemas enfrentados pelo OnLive: altíssimas latências e catálogo reduzido. De fato, a LiquidSky oferece um serviço extremamente diferenciado. Não há um catálogo limitado. Muito pelo contrário: a limitação do catálogo depende do usuário. Tal limitação é imposta apenas pelo tamanho da biblioteca deste último. O serviço roda qualquer jogo, salvo raras exceções, de várias lojas, DRMs e serviços: Steam, Origin, uPlay, GOG, Nuuvem, Battle.net/Blizzard, etc. Ou seja, não estamos falando a respeito de uma loja, com as consequentes limitações. Não se trata de uma plataforma, ou algo do tipo. É, também, algo bem diferente do OnLive, por exemplo. Aqui, você instala/utiliza sua plataforma preferida. Você acessa e utiliza um...
(Preview) F1 2014

(Preview) F1 2014

Mais um ano, mais uma versão da franquia de simulação de Formula 1 da Codemasters. F1 2014 será lançado para PC, Xbox 360 e Playstation 3 no próximo dia 17 de Outubro. Uma outra versão (F1 2015) deve ser lançada no próximo ano. Esta será a primeira para sistemas de última geração (incluindo o PC, claro).

Recebemos um build do jogo para testes (PC), e aqui vão nossas impressões.

(Preview) The Last Tinker: City of Colors

(Preview) The Last Tinker: City of Colors

Pense em um jogo colorido ao extremo, repleto de personagens carismáticos e ambientado em um mundo vibrante, no qual você utiliza as cores para resolver puzzles e combater seus inimigos. Um jogo repleto de puzzles, diga-se de passagem, com belos gráficos, personagens desenhados à mão e uma história muito cativante. Tive a oportunidade de jogar um build de The Last Tinker: City of Colors. Algo bem curto, devo dizer, mas que conseguiu me deixar muito animado e com muita vontade de conferir o trabalho na íntegra. Em desenvolvimento pelo estúdio alemão Mimimi Productions, temos aqui um jogo com elementos de plataforma, aventura e ação. O simpático e bonito game já ganhou diversos prêmios, aliás, mesmo antes de seu lançamento, em demonstrações e eventos ao redor do mundo, como por exemplo o “Best Game in Show, Audience Choice“, na conferência “Casual Connect 2014”, em Amsterdã. A história acontece em um lugar chamado Colortown, e temos como protagonista um menino que vive nas ruas, chamado Koru. O próprio universo no qual Colortown e seus habitantes estão inseridos é bem singular: tudo pode e é criado a partir de papel, cores e cola, e é mencionado que o protagonista terá os poderes necessários para interagir com as cores básicas e, assim, ser capaz de curar, atacar, assustar e interagir de diversas formas com o mundo e com os personagem à sua volta. A aventura já começa com a indicação de que existem conflitos em andamento. Conflitos entre as cores e seus devidos simpatizantes, digamos assim. Uma cor começa a odiar a outra, e distritos são então criados, com fins de separação, claro, devido a brigas e...
(Preview) Lifeless Planet: um planeta distante e… Guerra Fria

(Preview) Lifeless Planet: um planeta distante e… Guerra Fria

É, e este já é o segundo texto com temática espacial (o primeiro você pode ler aqui) que publico durante esta semana. Bem, se você está em busca de uma experiência diferente, única, repleta de mistérios e, por incrível que pareça, que une a Guerra Fria (de uma maneira ainda não explicada), os Soviéticos, claro, e o espaço (representado aqui por um conjunto de fatores, incluindo a presença humana em um planeta distante), dê uma olhada em Lifeless Planet, jogo que se encontra atualmente no programa “Early Access” do Steam, custando atualmente R$ 25,99. Desenvolvido por um exército de um homem só (diga-se de passagem, um cara bastante talentoso e criativo), David Board (cuja “razão social” é Stage 2 Studios), Lifeless Planet foi desenvolvido em Unity. Ou melhor, ele se encontra em desenvolvimento. Felizmente, também tive a oportunidade de obter acesso antecipado a esta mesma versão que se encontra no Steam, e fiquei muito impressionado. Muito bem impressionado. O jogo: esqueça tutoriais, até mesmo porque você, pelo menos por enquanto, não precisará deles: tudo é muito, muito intuitivo. O jogo também não conta com diálogos, salvo um ou outro impropério do solitário protagonista sem nome. Ah, mas existe áudio originário de audio logs, em russo, os quais você vai encontrando pelo caminho (além de frases proferidas por uma curiosa mulher que deixa pegadas verdes), mas nada temas: tudo está devidamente traduzido, em inglês, em nosso PDA. Começamos o jogo meio que perdidos. No papel de um astronauta cuja nave sofreu sérias avarias após uma aterrissagem ruim, tudo o que temos a fazer, a princípio, é explorar. Andar, andar, e andar. Aquele é...
Evolve: um dia da caça, outro do caçador

Evolve: um dia da caça, outro do caçador

Anunciado oficialmente no mês passado, o novo shooter cooperativo dos mesmos criadores de Left 4 Dead vem ganhando novos detalhes interessantes à medida que o título é apresentado à imprensa. Caso você não se lembre, Evolve colocará cinco jogadores em um planeta alienígena: quatro assumirão o papel de caçadores e um será a caça, controlando um monstro gigantesco que deve evoluir até ser capaz de derrotar seus caçadores (ou ser derrotado por eles).

Betrayer, dos criadores de F.E.A.R, tem muita aventura e mistério

Betrayer, dos criadores de F.E.A.R, tem muita aventura e mistério

É interessante a maneira como alguns estúdios independentes têm lançado seus jogos, ultimamente. Sem finalizá-los, disponibilizando no mercado versões alfa ou beta que, muitas vezes, carecem de bastante conteúdo, de novas ideias e até mesmo de sentido (este não é o caso, de Betrayer, entretanto). Não podemos nos esquecer também de que o Steam Early Access é um serviço e uma ferramenta bastante útil, nestes casos, ao colocar desenvolvedores e jogadores em contato de maneira mais direta ou, no mínimo, permitindo que muitos novos e interessantes trabalhos vejam a luz do dia de forma muito mais simplificada e rápida. Permitindo, quem sabe, que muitos desses projetos cheguem a seu estágio final, estágio este que talvez não fosse alcançado de outra maneira. Tudo bem que existem casos em que o acesso antecipado a um jogo eletrônico pode ser danoso tanto para os estúdios de desenvolvimento quanto para os jogadores, mas em outros não (a Bohemia Interactive com Arma 3 que o diga). Betrayer é um game em desenvolvimento pela Blackpowder Games, empresa que é composta em grande parte por profissionais que trabalharam na Monolith e que foram responsáveis pela criação do primeiro F.E.A.R. e do FPS No-one Lives Forever. Trata-se de um jogo de ação e aventura em primeira pessoa com grandes doses de suspense e terror. Um título bastante interessante, repleto de mistério e com gráficos pra lá de charmosos. Betrayer conta com grande parte dos gráficos em preto e branco. Além disso, o vermelho é utilizado de forma bem forte em diversos momentos e elementos, quase sempre para destacar algo importante em meio à vastidão muitas vezes monocromática....
(Preview) Brothers: a Tale of Two Sons

(Preview) Brothers: a Tale of Two Sons

Todo ano, a Microsoft faz uma promoção envolvendo alguns jogos em destaque, a Summer of Arcade. Entre os jogos deste ano estão o remake de Flashback e um novo jogo das Tartarugas Ninja (TMNT). Ainda que Flashback seja compra certa para mim (já que sou fã), o título que mais me chamou atenção foi Brothers: a Tale of Two Sons. Conferi o demo e a seguir deixarei minhas primeiras impressões. A primeira notícia que li sobre o jogo, era de um site bem humorado de games que dizia “O jogo dos brothers, que ironicamente, é single-player”. E é bem isso mesmo. O jogo da desenvolvedora sueca Starbreeze Studios aposta num clima de aventura e cooperação de dois irmãos, mas com uma jogabilidade inédita: com analógico e gatilho esquerdo, você controla o irmão maior, com analógico e gatilho direito, o irmão menor. Jogos single-player recheados de puzzles não são novidade: há muito tempo, tivemos a excelente franquia The Lost Vikings (que a Blizzard parece ter abandonado) e, mais recentemente, Trine. Porém, em ambos os jogos citados, o controle de mais de um personagem não é em tempo real (no modo single player), mas sim alternando entre eles. Em Brothers, temos a possibilidade de controlar os dois irmãos em tempo real, inclusive com cada um atuando em locais diferentes do mapa. Quem aí nunca brincou alguma vez de tentar controlar sozinho 2 personagens num jogo beat ’em up ou 2 naves num shoot ’em up, usando 2 controles ao mesmo tempo? 🙂 Pressionei Start e comecei a jogar. Quando deixo o irmão maior do lado esquerdo da tela e o menor...

Race the Sun: um viciante endless-runner para PC com mundos procedurais

[PREVIEW] Algumas vezes somos surpreendidos com jogos extremamente inovadores, diferentes, divertidos e viciantes. Jogos que, apesar disto tudo, não contam com gráficos de ponta, milhões de polígonos e histórias extremamente elaboradas. Bem, Race the Sun não possui nem mesmo uma história. Ele é um endless-runner, um jogo com ação infinita. Um jogo de “corrida” com ação infinita. Ainda em fase beta, Race the Sun, entretanto, é perfeitamente jogável. E digo mais: totalmente capaz de nos viciar. Seus poucos problemas podem ser totalmente desconsiderados se você focar na diversão e na beleza do jogo, o qual é extremamente minimalista e consegue nos entreter por horas e horas a fio. Em desenvolvimento pelo estúdio independente Flippfly, o qual é composto por apenas 2 irmãos, o endless-runner tem muito a nos oferecer. Muito mais que inúmeros títulos “AAA” por aí. O que temos é um jogo de corrida ambientado em mundos gerados de forma procedural. Além disso, temos um novo mundo todos os dias, e isto se reflete inclusive nas leaderboards. Ou seja: seu fator replay é altíssimo, e além disso, temos um editor que permite aos jogadores criarem e compartilharem seus próprios mundos (mais detalhes abaixo). Temos um novo mundo todos os dias, e temos também, é claro, novas leaderboards e campeões a cada 24 horas. A ideia em Race the Sun é competir pelas maiores pontuações. Testar nossos limites. Nele, pilotamos um veículo movido a energia solar, e o pôr do sol está sempre à espreita. Deu para entender a proposta do jogo, não? O sol tem influência direta sobre nosso veículo e sobre o próprio gameplay em si, vale também ressaltar....
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