
Amigos, este é um projeto que pretendo dar andamento aqui no XboxPlus. Pretendo fazer pequenos vídeo-reviews, tanto a respeito de jogos para o Xbox 360 quanto a respeito de games para PC. Peço perdão por alguma falha, e espero que apreciem o conteúdo.
O primeiro vídeo review que fiz é sobre o game Machinarium, a respeito do qual até já comentei por aqui. Na verdade, para o vídeo-review utilizei o demo do game, disponível no Steam, pois o Machinarium ainda está em pré-venda no serviço da Valve, e seu lançamento será em 16 de outubro de 2009.
Fiquem com o vídeo e, por favor, críticas, sugestões e comentários são muito bem vindos. Sintam-se à vontade, o espaço é de vocês:
Link direto para o vídeo:

Terminei ontem à noite (30/09/2009) este fantástico game. Foram 5 dias de uma experiência bem legal e envolvente. Já comentei algumas coisas a respeito de Halo 3: ODST por aqui: minhas primeiras impressões e alguns outros detalhes. Agora pretendo passar um pouco mais das minhas impressões do jogo com mais este mini review, da mesma forma que fiz com Shadow Complex.
Sobre o lançamento
Halo 3: ODST era um dos games mais aguardados do ano. Existiu (e ainda existe) um enorme hype em torno do game, e isto se deve a diversos fatores, e dentre eles podemos citar o próprio “nome”, o fato de ser uma franquia de sucesso e o exclusivo mais conhecido e de maior sucesso do Xbox 360, e também o fato de que descreve acontecimentos anteriores ao game anterior da franquia, Halo 3.

Além disso, o jogo possui algumas diferenças em relação a seus predecessores, no tocante a enredo e jogabilidade, principalmente.
Sobre o desenvolvimento
Halo 3: ODST foi desenvolvido pela Bungie, a mesma desenvolvedora dos anteriores. Esta, como sempre, fez um excelente trabalho apesar de nenhuma melhoria significativa nos gráficos poder ser detectada. Trata-se, em suma, de mais um “Halo”, se você se deter apenas aos gráficos. Mas ele é muito mais do que isto, como vamos ver abaixo.
Gráficos e jogabilidade
Os gráficos estão bonitos. Ponto. Nada muito diferente daquilo que podemos ver em Halo 3, mas melhorias podem ser detectadas claramente. Estas melhorias podem ser verificadas na iluminação, principalmente, e também notei um melhor carregamento das texturas em ambientes grandes. Nada muito significativo, entretanto. Como já disse antes, temos de olhar para o “conjunto”, e aí sim, enxergaremos a beleza de Halo 3: ODST.

Sobre os Mini Reviews no XboxPlus
Bom, pessoal, estamos dando início aqui no XboxPlus à utilização/criação de “mini reviews“. Não se trata de nada rebuscado, entretanto. Trata-se, isto sim, apenas de nossas opiniões sobre os jogos a respeito dos quais iremos comentar e que estamos jogando ou que já tenhamos jogado.
Observações sobre o desenvolvimento dos games, curiosidades, jogabilidade, enredo, etc: enfim, é isso. Esperamos que todos apreciem, e o jogo que vai iniciar a série é o fantástico “Shadow Complex“. Iremos testar alguns “modelos” de reviews, no início, até encontrarmos um que se adeque ao que esperamos. Esperamos, também, que todos apreciem.
Sobre o lançamento e o impacto
Shadow Complex foi um daqueles games que aguardei com ansiedade. Eram vídeos e mais vídeos, imagens e mais imagens, notícias e mais notícias, prévias e mais prévias que eu visualizava/lia todos os dias: todos recursos audiovisuais que me faziam compreender que aquele seria, talvez, o XBLA do ano, o mesmo que Braid foi para 2008, ou mais.
Parece que Shadow Complex e Trials HD definiram um novo patamar de qualidade para jogos vendidos na Live, e qualquer coisa abaixo disso, agora, talvez seja difícil de emplacar. O Xbox 360 e sua rede e comunidade careciam (e mereciam) de jogos com tal qualidade, que, à primeira vista, parecem jogos retail, vendidos em caixinha.
Sobre o desenvolvimento
Shadow Complex foi desenvolvido pela “Chair Entertainment” em parceria com a “Epic Games“, a mesma produtora de Gears of War e responsável pelo desenvolvimento da famosa e muito utilizada “Unreal Engine”; aliás, Shadow Complex também faz uso da Unreal Engine.

Todos afirmam que Shadow Complex possui muitas características da série Metroid/Super Metroid. Quando a isto, entretanto, nada posso comentar porque, infelizmente, não tive o privilégio de jogar estes famosos games. Não sei como, mas não escondo o fato.
Mas o fato é que as duas produtoras fizeram um trabalho impecável.
Gráficos e jogabilidade
Shadow Complex está num meio termo entre o 2D e o 3D. Creio que podemos chamar de 2,5D. O cenário é totalmente em 3D, e os inimigos se movimentam também em três dimensões. Entretanto, nosso personagem se movimenta em 2D, ou seja, para frente e para trás, além dos pulos e escaladas. Mas isto não tira a mágica do jogo, nem tampouco prejudica a jogabilidade: muito pelo contrário.
Se determinado inimigo está em um plano diferente do nosso personagem, por exemplo, digamos que ao fundo da tela, basta movimentarmos o analógico esquerdo para cima que a mira será automaticamente direcionada para o tal. Para inimigos no mesmo plano não há segredo. Para cima, para baixo, para frente, etc. Foi executado um trabalho excelente nesta parte, que torna a movimentação e a mira muito fáceis.