(Review) As aventuras de um motorista solitário em Bus Simulator 16

(Review) As aventuras de um motorista solitário em Bus Simulator 16

Simuladores. Jogos que permitem a reprodução e/ou a representação, em maior ou menor grau, no mundo virtual, de diversos aspectos da vida real.  Simulação de acontecimentos, papéis, rotinas, profissões e elementos do mundo real. Ocupações, locais inacessíveis por um ou outro motivo, etc. Nos simuladores, muitas coisas se tornam acessíveis, para todos, à distância de poucos cliques. Guardadas as devidas dificuldades e proporções relacionadas às mecânicas, obviamente, ao estilo do jogo, daquilo que está sendo simulado (simuladores de voo costumam exigir bastante do jogador, por exemplo), etc. Simuladores de caminhões, como Euro Truck Simulator 2, por exemplo. são excepcionais. Títulos como Elite Dangerous, que podem ser considerados também como “simuladores espaciais”, também são excelentes exemplos. Mas existem mais tipos de simuladores. Simuladores de voo, de corrida, de vida (The Sims, por exemplo), de navios, de ferrovias, militares (a franquia Arma, por exemplo), de construção e gerenciamento de cidades. A lista pode ser bem longa. Existem simuladores para todos os gostos (e bolsos). E existem simuladores como Bus Simulator 16, um jogo onde você assume o controle de uma empresa de transportes e dirige seu próprio ônibus, podendo chegar a manter diversas linhas em operação, em diversos distritos de uma enorme cidade, contratando vários motoristas, adquirindo e trocando ônibus, gerenciando itinerários, e por aí vai. O jogo foi desenvolvido pela austríaca Stillalive Studios, e tem como publisher a empresa alemã Astragon Entertainment. A Astragon, aliás, possui diversos outros simuladores em seu catálogo, alguns deles bem interessantes, como por exemplo “Dive to the Titanic” e “Construction Simulator”. Sim, existem simuladores para quase tudo, pode acreditar. Voltando a Bus Simulator 16, devo...
(Review) The Vanishing of Ethan Carter

(Review) The Vanishing of Ethan Carter

The Vanishing of Ethan Carter é um espetacular jogo de exploração e investigação. Em meio a vários acontecimentos sobrenaturais, a busca por um garoto desaparecido é iniciada por um detetive dotado de poderes paranormais.

Gráficos lindíssimos e paisagens de tirar o fôlego, além de música e efeitos sonoros de primeira, são ferramentas que ajudam bastante na imersão. A desenvolvedora não segurou a mão, criando um dos títulos mais interessantes, únicos e caprichados dos últimos tempos.

(Review) Wolfenstein: The New Order – o velho e o novo se dão muito bem

(Review) Wolfenstein: The New Order – o velho e o novo se dão muito bem

Wolfenstein: The New Order é o mais novo título da famosa franquia da id software, o primeiro lançado depois do Wolfenstein de 2009, da Raven Software. Desenvolvido pela Machine Games, empresa formada por ex-membros da Starbreeze Studios (Syndicate, The Chronicles of Riddick, The Darkness), o jogo faz uso da engine Id Tech 5, a mesma de RAGE. E, como em RAGE, também fomos “agraciados” pelo problema das texturas que demoram para carregar, principalmente quando movimentamos a câmera de maneira brusca. Este parece ser um problema da própria Id Tech 5, e ao contrario do que aconteceu com RAGE, não consegui resolvê-lo de maneira alguma. Não encontrei nenhum workaround. Nenhum arquivo de configuração ajudou. Nada. Mas vamos ao jogo. Wolfenstein: The New Order nos mostra, como o próprio nome já deixa claro, uma Nova Ordem. Uma Nova Ordem Mundial. O jogo é ambientado em uma realidade alternativa. Uma espécie de versão paralela dos anos 60. Os Estados Unidos, aqui, foram arrasados por um ataque nuclear, os nazistas ganharam a Segunda Guerra Mundial e passaram a dominar o mundo inteiro. A máquina de guerra nazista é fortíssima e conta com soldados muito bem equipados, armas de alta tecnologia, robôs, mechs, drones e uma grande variedade de bestas metálicas, além de aviões que se parecem bastante com caças modernos (sem falar em helicópteros). Tudo isto tem a ver, ou melhor, tem origem, nas pesquisas e criações de uma antiquíssima sociedade secreta chamada Da’at Yichud. Tal sociedade é detentora de um conhecimento avançadíssimo, construiu coisas fantásticas, e os nazistas obtiveram acesso a um de seus locais secretos, roubando, então, armas e segredos que...
(Review) The Walking Dead: Season 2 – Ep. 3 – In Harm’s Way

(Review) The Walking Dead: Season 2 – Ep. 3 – In Harm’s Way

A saga da “pequena” Clementine continua. A menina, outrora protegida por Lee Everett, agora é a protagonista e tem de se virar praticamente sozinha no triste, amedrontador e perigoso mundo de The Walking Dead. Ela acabou se encontrando com um novo grupo, no episódio 1 – All That Remains, teve de lidar com desconfiança, medo e raiva por parte de determinados membros de tal grupo, e também se deparou com elementos de seu passado, amadureceu bastante e caiu nas garras de um novo tipo de perigo, no episódio 2 – A House Divided. Pode-se dizer que o episódio 3 da Season 2 de The Walking Dead, In Harm’s Way, é aquele que bate finalmente o martelo e afirma categoricamente que aquela garotinha não é mais a mesma da primeira temporada. Agora Clem lida com situações mais difíceis, com escolhas mais difíceis, com seres humanos mais difíceis (e também mais perigosos, em alguns casos). O grande vilão do terceiro episódio, William Carver, é alguém que também passa a olhar para a menina com olhos diferentes, passando até mesmo a admirá-la – mas não vamos lidar com spoilers aqui. Isto não o impede, entretanto, de fazê-la sofrer, ou de causar danos a seu novo grupo de amigos. Carver é uma espécie de tirano, líder de um outro grupo de sobreviventes. Alguém que dita todas as regras sem permitir questionamentos e que não hesita em dar um fim em qualquer um que se colocar em seu caminho. É no meio do grupo de Carver que Clementine e seus novos amigos vão parar, e não por livre e espontânea vontade, vale deixar bem...
(Review) Daylight – esforce-se para se assustar

(Review) Daylight – esforce-se para se assustar

Ah, essa indústria de games marota que vez ou outra consegue nos fazer acreditar que um futuro lançamento será realmente imperdível, seja através de trailers criados sob medida e sempre mostrando apenas os melhores momentos, seja através de screenshots capturadas com estremo cuidado, seja através de uma ampla gama de informações divulgadas com cuidado e extremamente filtradas, deixando passar somente o pouco que realmente interessa e/ou vale a pena. Essa mesma indústria também é capaz de nos entregar títulos que não condizem com os trailers (assustadores?) que assistimos, com as excelentes screenshots que admiramos antes e com todas as informações prévias que devoramos, quem sabe, com grande ansiedade. Daylight chegou a ser adiado, falando nisso, e tudo levava a crer que teríamos em mãos outro bom jogo de horror. Tal adiamento, aliás, ocorreu para “torná-lo mais assustador“. Quem sabe, até, um título de terror de verdade, como Amnesia: A Machine for Pigs, por exemplo. Infelizmente, isto não aconteceu, e tudo o que temos não passa de uma coleção de eventos, personagens e ambientações genéricos. Não chego a dizer que o jogo não possui bons momentos. Ele os possui, sim, mas tudo acaba ficando bastante enjoativo dentro de pouco tempo, e se levarmos em consideração o fato de que sua campanha é bastante curta, tudo fica ainda pior. Ficha técnica Título: Daylight Gênero: Terror Desenvolvedora: Zombie Studios Publisher: Zombie Studios Data de lançamento: 29 de Abril de 2014 Plataformas: PC / Playstation 4 Versão analisada: PC Ok, temos a geração procedural, capaz de alterar o layout dos ambientes a cada gameplay. Mas, e daí, se a execução foi falha? Se...
(Review) THIEF – o retorno do ladrão mestre

(Review) THIEF – o retorno do ladrão mestre

Jogos de ação furtiva podem até não representar uma experiência agradável para muitos jogadores. Mas se você faz parte do grupo que gosta do gênero, tudo fica melhor, e é realmente difícil parar de jogar quando se depara com um bom título. Quando você sente prazer em encarar e resolver situações que são verdadeiros quebra-cabeças formados por diversos elementos (incluindo inimigos, claro), quando você consegue se divertir muito fazendo isto. Quando você não reclama por ser obrigado a passar alguns segundos ou minutos aguardando pelo melhor momento. Pelas oportunidades surgirem. Pelas brechas que, fatalmente, uma hora ou outra, serão visualizadas. Andar nas sombras, eliminar inimigos em silêncio, com elegância, com precisão. Fazer da escuridão o seu playground, e a partir daí desencadear o caos, a morte e o medo. Este THIEF lançado em 2014 é um reboot da franquia, franquia esta que começou em 1998, com Thief: The Dark Project, desenvolvido pela Looking Glass Studios. Após um hiato de cerca de 10 anos (Thief: Deadly Shadows foi lançado em 2004), eis que a Square Enix nos brinda com um reboot, apresentando Garret, o ladrão mestre, a uma nova geração. Ficha técnica Título: THIEF Gênero: Ação / Ação furtiva / Aventura Desenvolvedora: Eidos Montreal / Nixxes (versão PC) Publisher: Square Enix Data de lançamento: 25 de Fevereiro de 2014 Plataformas: PC, Xbox One, Xbox 360, Playstation 3, Playstation 4 Versão analisada: PC Ambientado em um mundo fictício no qual podemos perceber nitidamente elementos steampunk e góticos, THIEF é um jogo escuro, em diversos sentidos. A história acontece em uma cidade medieval chamada simplesmente de “The City”, na qual uma doença terrível mata impiedosamente. A doença, conhecida como...
Fúria de titãs e pilotos, em Titanfall

Fúria de titãs e pilotos, em Titanfall

Titanfall foi anunciado durante a E3 2013. Foi anunciado como algo que revolucionaria este já tão saturado gênero que, feliz ou infelizmente, muitos de nós adoram: FPS (First Person Shooter). Sim, os jogos de tiro em primeira pessoa, como os da série Call of Duty, aliás, cujo último lançamento não se deu lá muito bem. Titanfall é também o jogo que marca minha volta (?) aos títulos única e exclusivamente multiplayer. Desde seu lançamento, em 11 de Março de 2013, jogo todos os dias, nem que seja apenas uma meia horinha, à noite. Para ajudar a eliminar o stress, quem sabe. Jogo no PC, mas o título também foi lançado para o Xbox One e deve chegar ao Xbox 360 em breve. Mas o que tem este shooter de tão especial? Por que me vejo jogando continuamente, sem cansar, e me divertindo como há tempos não me divertia? Quando digo que o game é única e exclusivamente multiplayer, não estou mentindo. Até existe um “modo campanha”, mas tal campanha coloca você juntamente com outros jogadores (reais) e outros controlados pela IA no campo de batalha para lutar contra e a favor de duas facções. Algo, entretanto, que não é muito diferente daquilo que se vê nos modos de jogo “verdadeiramente” multiplayer. Ficha técnica Título: Titanfall Gênero: FPS – Multiplayer Desenvolvedora: Respawn Entertainment Publisher: Electronic Arts Data de lançamento: 11 de Março de 2014 (PC e Xbox One) – 08 de Abril de 2014 (Xbox 360) Plataformas: PC, Xbox One, Xbox 360 Versão analisada: PC Uma campanha de mentirinha A campanha do título da Respawn Entertainment nada mais é que algo criado para fornecer...
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