(Review) Castlevania: Lords of Shadow 2

(Review) Castlevania: Lords of Shadow 2

Na pele de Drácula, o Príncipe das Trevas, temos, em Castlevania: Lords of Shadow 2, uma sensacional aventura, a qual merece ser experimentada. Temos aqui um jogo extremamente divertido e que consegue nos manter presos até seu final, apesar deste último não ser bem aquilo que eu esperava. Poderia ser um jogo melhor, claro. Muito melhor. Mas não posso dizer que a experiência de jogar o último título da MercurySteam foi ruim. Muito pelo contrário. O último Castlevania tem lá seus problemas, como qualquer outro título, mas também tem suas (muitas) qualidades. Drácula acorda após um longo sono. Séculos e séculos se passaram, e seu “velho amigo” (veja no primeiro Castlevania: Lords of Shadow), Zobek, precisa de sua ajuda. Satã, derrotado por Gabriel Belmont, agora Drácula, no jogo anterior da franquia, está retornando, e diversos acólitos estão em meio aos preparativos para sua chegada. Satã também deseja vingança, e Zobek alerta Drácula a respeito do sofrimento eterno e terrível reservado a eles dois, caso tudo dê certo para o demônio. Zobek, sim, aquele mesmo do primeiro LoS, também faz uma oferta irrecusável ao vampiro: a morte, o descanso eterno que ele tanto deseja, através do uso da Vampire Killer, a Cruz de Combate uma vez utilizada por Gabriel. Ficha técnica Título: Castlevania: Lords of Shadow 2 Gênero: Ação e Aventura Desenvolvedora: MercurySteam Publisher: Konami Data de lançamento: 25 de Fevereiro de 2014 Plataformas: PC, Xbox 360, Playstation 3 Versão analisada: PC Drácula acorda em um mundo sombrio, no qual acólitos de satã operam grandes empresas e instituições, incluindo várias indústrias e organizações financeiras, além de estarem infiltrados na política e na religião. Tudo faz...
(Review) Metal Gear Rising: Revengeance – PC

(Review) Metal Gear Rising: Revengeance – PC

Aquilo que conhecemos hoje como Metal Gear Rising: Revengeance foi primeiramente demonstrado por Hideo Kojima durante a E3 2009. O projeto, que chegou a ser conhecido como Metal Gear Solid: Rising, faz parte de uma das mais icônicas franquias de jogos eletrônicos de todos os tempos. Passou por períodos conturbados de desenvolvimento na Kojima Productions e finalmente a Platinum Games (Bayonetta, Vanquish ) entrou na área, em 2011, sendo que o jogo foi finalmente lançado em 19 de Fevereiro de 2013, para Xbox 360 e Playstation 3. Felizmente, apesar do atraso (quase um ano), Metal Gear Rising: Revengeance chegou ao PC, acompanhado de todos os DLCs lançados anteriormente para os consoles (Jetstream, Blade Wolf e VR Missions); também podemos desfrutar da resolução de 1920 x 1080. Os eventos em Revengeance acontecem após aqueles de Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots. O protagonista é o ciborgue Raiden e a ação stealth foi aqui deixada de lado (salvo algumas exceções) em detrimento da ação desenfreada, de carne, metal e concreto sendo fatiados, de combates frenéticos e muita ação e adrenalina. Ficha técnica Título: Metal Gear Rising: Revengeance Gênero: Ação em terceira pessoa Desenvolvedora: Platinum Games / Kojima Productions Publisher: Konami Data de lançamento: 19 de Fevereiro de 2013 (consoles) / 09 de Janeiro de 2014 (PC) Plataformas: PC, Xbox 360, Playstation 3 Versão analisada: PC Raiden é membro de uma EMP (Empresa Militar Privada), e o jogador, no início, tem a missão de proteger o primeiro ministro de uma nação africana. Tudo começa a dar errado muito rapidamente, a missão falha e Raiden acaba levando uma bela de uma surra de um personagem que, particularmente,...
(Review) BioShock Infinite: Burial at Sea – Episode One

(Review) BioShock Infinite: Burial at Sea – Episode One

Depois de fritar neurônios com sua sequência final diferente de tudo o que você já viu ou era capaz de imaginar, BioShock Infinite está de volta para encerrar o ano com chave de ouro — e debaixo do oceano. Burial at Sea é o segundo pacote de expansão prometido para a obra de arte da Irrational Games e, ao contrário de Clash in the Clouds que resolveu jogar a história para escanteio, expande ainda mais o leque de teorias quânticas do complexo universo da franquia. Descrito pelo criador Ken Levine como uma “carta de amor aos fãs”, o primeiro episódio da narrativa Burial at Sea abandona os edifícios flutuantes de Columbia e mergulha fundo até as profundezas geladas de Rapture, a utopia submarina que serve de cenário para os dois primeiros jogos da série. Seria esta viagem nostálgica ao glorioso passado da franquia capaz de trazer algo realmente novo? Bom, é melhor preparar seu escafandro, would you kindly? Ficha técnica Título: BioShock Infinite: Burial at Sea – Episode One Gênero: Ação em primeira pessoa Desenvolvedora: Irrational Games Publisher: 2K Games Data de lançamento: 12 de novembro de 2013 Plataformas: PC, Mac OS X, Xbox 360, Playstation 3 Versão analisada: PC Preço: R$ 24,99 (Steam) Booker e Elizabeth estão de volta, mas não da maneira como você viu em Infinite. Assumimos novamente o papel do ex-detetive que aparece atuando em sua antiga profissão num escritório de investigação particular em Rapture, a cidade submarina fundada pelo libertário purista Andrew Ryan. Como em um bom filme noir, Booker recebe a visita de uma moça que pede ajuda para encontrar uma garota recentemente desaparecida. A tal moça é...
(Review) The Wolf Among Us – Ep. 1: Faith

(Review) The Wolf Among Us – Ep. 1: Faith

Confesso que quando ouvi falar a respeito de The Wolf Among Us pela primeira vez fiquei com bastante medo. Me parecia que após o fantástico The Walking Dead seria muito difícil me surpreender com algo vindo da Telltale. Em minha cabeça, era como se aquele espetacular adventure representasse o ápice criativo da empresa, e de maneira um tanto quanto estranha, passei a acreditar que nenhum outro jogo lançado por ela fosse capaz de me surpreender, emocionar e cativar com tanta força. Ledo engano, felizmente. Não estou dizendo que o mais novo jogo da criadora de Monkey Island seja tão espetacular quanto o GOTY de 2012. Mas, convenhamos: entre o péssimo e o espetacular podemos enumerar várias classificações, e também existe muita relatividade. E se The Wolf Among Us não é algo tão fenomenal quanto The Walking Dead, ele ainda assim consegue ser muito, muito bom (e note que por enquanto temos só o primeiro capítulo em mãos, Faith). Tudo é bastante promissor. Mais uma vez temos um adventure vendido em capítulos. Serão 5, no total, e o jogo é baseado na HQ Fables (ou Fábulas), do selo Vertigo. Se você não conhece nada da série, como eu, pode ficar tranquilo, pois o jogo exibe acontecimentos anteriores aos dos quadrinhos (e eu posso também antecipar que após jogar você sentirá uma vontade enorme de conhecer aquele universo). Ficha técnica Título: The Wolf Among Us – Episódio 1 – Faith Gênero: adventure Desenvolvedora: Telltale Games Publisher: Telltale Games Data de lançamento: 11 de Outubro de 2013 Plataformas: PC / Xbox 360 / Playstation 3 Versão analisada: PC A história parte de uma premissa que pode até parecer boba. Como...
(Review) Saints Row IV – Um enorme parque de diversões virtual

(Review) Saints Row IV – Um enorme parque de diversões virtual

Jogos de mundo aberto são muitas vezes fascinantes e perigosos. A oportunidade de imergirmos em um universo virtual repleto de atividades, onde sempre há o que se fazer, em um ambiente onde nos é fornecida enorme liberdade (sendo que algumas vezes temos poderes ilimitados) é algo muito chamativo. Muitos jogadores podem até mesmo chegar ao ponto de relegar suas “vidas reais” a segundo plano, enquanto em tais jogos permanecem ativos por horas e horas a fio (ou dias). Jogadores “fuçadores”, então, podem até mesmo se verem em maus lençóis, dependendo do enredo do jogo em questão, da proposta, das mecânicas e do nível de liberdade ofertado pelo título. No caso de Saints Row IV, vale ressaltar que gozamos de enorme liberdade e temos muito, muito o que fazer. E é aí que mora o perigo (ou não). O game é SENSACIONAL, já vou avisando. Não posso negar que estou morrendo de vontade de jogar Grand Theft Auto V, e o jogo só não está em minhas mãos ainda porque não foi lançado para minha plataforma preferida, o PC. Existe esperança, entretanto, e temos muitos motivos para sermos otimistas. Mas também não posso negar que um outro jogo de mundo aberto tem me divertido bastante, nos últimos tempos. Saints Row IV é um enorme parque de diversões virtual, lançado para os consoles da Sony, da Microsoft e, felizmente, para PC. Com Saints Row: The Third a Volition provou que era capaz de sair totalmente da sombra de GTA. De criar algo novo, único, dotado de personalidade própria. Saints Row: The Third deixou de lado a seriedade e nos entregou um parque de diversões virtual capaz...
(Review) Tom Clancy’s Splinter Cell: Blacklist

(Review) Tom Clancy’s Splinter Cell: Blacklist

O prazer de jogar um título de ação furtiva pode ser imenso, principalmente se você gostar da sensação de agir como um “anjo da morte nas sombras” e entrar com tudo na pele do personagem, encarando todos os desafios apresentados como se eles fossem, quem sabe, ameaças à sua própria vida. O prazer proporcionado pelo ato (em um jogo eletrônico, que fique bem claro 😉 ) de eliminar alvos sem que eles sequer percebam o início do conjunto de ações que os levará à morte pode fazer com que joguemos uma mesma missão inúmeras vezes, motivados apenas pelo desejo de fazer melhor, de atirar melhor, de agir com mais letalidade. Utilizar armas brancas em silêncio, em meio à escuridão, ou então pistolas equipadas com silenciadores, é algo já até que comum neste gênero. Mas “brindes” como, por exemplo, pequenas cutscenes que exibem a morte dos inimigos de maneira cinematográfica nunca são demais. Eles nos encantam. Podem fazer com que a produção de adrenalina em nosso organismo chegue a níveis assustadores. E funcionam como elementos motivadores, claro. E o melhor de tudo: nós gostamos disso. Bem, pelo menos quem aprecia franquias como Hitman, Deus Ex, Metal Gear, Thief, etc. E, claro, não podemos nos esquecer da espetacular série Splinter Cell, da Ubisoft, cujo último lançamento, Splinter Cell: Blacklist, deve ser jogado obrigatoriamente por qualquer pessoa que aprecie ação stealth. O sucessor de Splinter Cell: Conviction nos apresenta agora um protagonista mais “poderoso”. O novo Sam Fisher agora está no comando de um grupo de operações especiais. Um novo grupo, o Fourth Echelon, o qual tem por objetivo lutar contra um...
(Review) Alan Wake: The Signal e The Writer (PC)

(Review) Alan Wake: The Signal e The Writer (PC)

Anteriormente, no XboxPlus Games: Marcos, no longínquo ano de 2010, fez o “Hands On” de Alan Wake. Jogo que, na época, era exclusivo do console Xbox 360. Sua produtora, a finlandesa Remedy, havia deixado a franquia Max Payne nas mãos da Rockstar para se dedicar integralmente a sua nova propriedade intelectual, que levou um bom tempo para ser concluída e lançada. O autor que vos escreve, não comprou o jogo de Xbox 360, mas tinha como certa sua compra e fez a aquisição antecipada dos DLCs “The Signal” e “The Writer”, se aproveitando de uma promoção de fim de ano da Xbox Live. O que não esperava, era que o jogo fosse lançado para PC e que o pegaria por um preço irrisório, versão completa, com ambos os DLCs + a continuação (American Nightmare). Confesso que, no início, a campanha do jogo principal me cansou um pouco. Demorei um pouco a compreender sua jogabilidade e que, em alguns momentos, a melhor coisa a fazer era correr em direção à luz. Principalmente pelo fato de alguns mapas com Takens (possuídos) que não param de surgir, caso você fique explorando o mesmo local durante muito tempo. Irei dar uma pincelada em alguns detalhes do jogo principal, mas o foco deste review serão os DLCs. Ficha técnica Título: Alan Wake – DLCs The Signal e The Writer Gênero: Ação, Aventura Desenvolvedora: Remedy Entertainment Publisher: Remedy Entertainment Plataformas: Xbox 360 e PC Versão analisada: PC Easter Eggs Desde que me foi explicado o conceito do que eram os Easter Eggs, sempre me senti atraído por este tipo de coisa. O primeiro foi um...
(Review) Amnesia: A Machine for Pigs – Boa noite e boa sorte

(Review) Amnesia: A Machine for Pigs – Boa noite e boa sorte

Eu me senti como naqueles filmes onde o arqueólogo aventureiro, ao tentar desvendar um mecanismo antigo no interior de uma tumba, liberta sem querer uma terrível maldição. Fornalhas foram abastecidas com carvão e então, ao estalar das alavancas e zumbir das chaminés, uma imensa máquina retorna à vida. Tamanha energia para alimentar suas gigantescas engrenagens faz com que as poucas lâmpadas ao meu redor apaguem. Enquanto a escuridão toma conta, a máquina ruge debaixo dos meus pés. A luz da minha lanterna perfura o escuro e vê, ao final da plataforma metálica, vultos — pistões colossais ascendem e mergulham na escuridão. O atrito do aço e o exalar do vapor ensurdecem. A satisfação de ter desvendado o mecanismo antigo, porém, é interrompida por sons que sugerem que a máquina não foi a única coisa a despertar lá embaixo. Estrondos. Metais indo ao chão. E, finalmente, roncos e passos, como se um exército estivesse marchando. “Quem estaria aí?”, eu me pergunto. No meio da completa escuridão, permeada apenas pelo som ensurdecedor de máquinas, vultos começam a me cercar. Não são mais os colossais pistões, mas algo menor, sorrateiro, sedento. Seus vultos formam contornos perturbadores. O rugir das engrenagens camuflam os passos das monstruosidades que me cercam. Sei que não estou sozinho naquele breu, mas não consigo sequer ouvir. Estou completamente congelado. Minhas pupilas dilatam e meu coração dispara. Munido apenas de algumas doses de coragem, esta última finalmente se esgota. Chega, é hora de fechar o jogo. Ficha técnica Título: Amnesia: A Machine for Pigs Gênero: Survival horror em primeira pessoa Desenvolvedora: The Chinese Room Publisher: Frictional Games Data de lançamento: 10...
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