(Preview e vídeo de gameplay) Vessel: um jogo onde a água é essencial

A desenvolvedora independente Strange Loop Games me forneceu acesso a seu game Vessel (ainda não lançado), e confesso que fiquei muito, muito entusiasmado com o que vi. Vessel nos apresenta uma mistura de physics-based puzzles com aventura, em um título em 2D no qual a água possui papel importantíssimo. Se em outros jogos eletrônicos a água representa o papel de mero coadjuvante, em Vessel ela é essencial. E justamente aqui está um dos muitos elementos charmosos do game da Strange Loop.
No título, o inventor Arkwright consegue dar vida à água. Ele cria criaturas chamadas Fluros, as quais são também parte importantíssima do gameplay. O jogo impressiona logo desde o início, com sua bela trilha sonora e seus gráficos extremamente bonitos. Vessel é um jogo repleto de puzzles, e é fantástico o modo como os Fluros podem ajudar o protagonista a resolvê-los.
Eles também podem atrapalhá-lo, é claro, e fica nas mãos do jogador decidir quando e qual Fluro deve, por exemplo, ser eliminado. É importante destacar que muitos Fluros, meio que fora de controle, começaram a se espalhar por todos os lados e a destruir várias máquinas de seu inventor, e uma das incumbências do mesmo será recuperá-las.

O game conta com perspectiva lateral, e a câmera, dinâmica, realiza um trabalho fantástico, se aproximando ou se afastando do protagonista e/ou de outros pontos de interesse conforme o momento e a necessidade. O jogador é introduzido no mundo de Vessel já contando com a ajuda de um Fluro, o qual consegue abrir uma porta bloqueada. É interessante também o fato de Arkwright se mostrar espantado com o comportamento dos Fluros, e vale mencionar que muitas vezes existem diversos deles em jogo.
Vessel conta com efeitos de iluminação fantásticos, os quais ajudam a transformar a experiência em um espetáculo visual, espetáculo este bastante incrementado pela presença de diversos e diferentes puzzles que sempre possuem a água como elemento principal. A física do jogo é extremamente sofisticada. Alguns objetos espalhados pelo cenário caem e se quebram de tal maneira que percebemos claramente o impacto que seus diferentes tamanhos, formas e pesos causa em seu deslocamento.

Além disso, o elemento “água” se mostra bastante convincente e reage de maneira muito bacana, também respeitando a física sensacional do game. Jatos d’água podem inclusive impedir o avanço do protagonista, de acordo com a pressão do fluxo, e em alguns momentos do jogo temos de lidar com mecanismos que disparam água, sendo que a altura do jato pode ser regulada e também influenciará na resolução do puzzle.
Em algumas partes de Vessel parece que estamos jogando um game cooperativo. Com os tais Fluros. Eles chegam a atuar em conjunto com o protagonista, e até aguardam que este realize a próxima ação antes de prosseguirem. Existem momentos em que mais de um Fluro pode ser criado pelo jogador, através de algumas máquinas espalhadas pelo jogo. Estes diversos Fluros também podem ajudar na resolução dos problemas, ativando switches, alavancas, etc.
A criatividade demonstrada no jogo como um todo é realmente notável. Por exemplo, para abrir caminho em determinado momento, o jogador deverá fazer com que um balde de madeira cheio d’água tombe. Assim que isto acontece, a água começa a escorrer sobre um mecanismo mais abaixo, e sua força faz com que o mesmo comece a se movimentar. O resultado disto é a abertura de mais uma porta, e a consequente “permissão de acesso” para Arkwright.
Leia maisThe Darkness II – Demo – Impressões e vídeo de gameplay
O jogo The Darkness II será lançado em 07 de Fevereiro, para PC, Xbox 360 e Playstation 3. Trata-se do sucessor de The Darkness, lançado em 2007 e desenvolvido pela Starbreeze Studios, empresa que é responsável também pelo excelente “The Chronicles of Riddick Assault on Dark Athena”. The Darkness é baseado em uma série de quadrinhos criada pelo norte-americano Marc Silvestri, e conta com um protagonista chamado Jackie Estacado, o qual é um chefão do crime que possui ligação com uma força demoníaca chamada justamente “The Darkness”.
The Darkness II foi desenvolvido pela canadense Digital Extremes, e é um FPS extremamente empolgante, principalmente devido ao fato de Estacado contar com grande ajuda da escuridão, incluindo braços monstruosos que podem destroçar inimigos com extrema facilidade. Ele também pode utilizar armas de fogo, mas o espetáculo e a ajuda proporcionados pelos tais braços que se parecem com duas cobras gigantes é algo fora de série.

Jackie agora conta também com a presença constante (pelo menos na demo) de seu companheiro Darkling, um pequeno demônio muito engraçado, até, e que inclusive chega a atacar os inimigos (além de realizar algumas ações bem engraçadas). Em The Darkness era preciso chamarmos a criatura, mas no novo título da franquia ele estará sempre ao lado do protagonista. Há a questão da luz, também, que afeta tanto Jackie quanto o Darkling. Atirar em luminárias e outras fontes de luz é sempre necessário.
A combinação da utilização dos braços demoníacos de Estacado juntamente com armas de fogo é muito bacana, e você pode utilizar os braços inclusive para utilizar objetos como proteção, como portas de carros, por exemplo. The Darkness II também permite que você evolua o personagem, sendo possível adquirir upgrades que serão muito úteis e também aumentarão o espetáculo mortal proporcionado por Jackie Estacado.
O início da demo é muito bonito, aliás. Em um restaurante, machucado, Estacado reluta em utilizar seus poderes novamente, enquanto a escuridão o tenta. Entretanto, a única maneira de sair com vida dali é justamente liberando a escuridão, o que acaba ocorrendo de maneira espetacular. A demo de The Darkness II é extremamente empolgante. Cheia de ação, mesmo, e ainda nos mostra que os gráficos do jogo estão muito bonitos.
A mistura de FPS com elementos sobrenaturais é algo que aprecio bastante, e me parece que The Darkness II será um ótimo jogo. Sua demo é curta, porém fantástica. Os tentáculos podem ser utilizados para as mais diversas interações com o ambiente, até mesmo para comer o coração de inimigos mortos, o que ajuda a restaurar a energia vital do personagem principal.
Este é um jogo muito promissor. É sempre bom contarmos com lançamentos que fogem do tradicional e nos oferecem uma experiência diferente e marcante. Pelo menos, essa foi a impressão que a demo de The Darkness II deixou em mim. Aliás, o jogo está em pré-venda na Nuuvem por um preço muito bacana, e vale lembrar que se trata de um título Steamworks.
Gravei um vídeo de gameplay, aliás, o qual segue abaixo (versão PC):
Leia maisKingdoms of Amalur: Reckoning – Trailer de lançamento, vídeo de gameplay e primeiras impressões
Baixei a demo de Kingdoms of Amalur: Reckoning para PC, e confesso que o jogo me impressionou positivamente. O RPG será lançado em 07 de fevereiro de 2012, para PC, Xbox 360 e Playstation 3, e foi desenvolvido pela 38 Studios em conjunto com a Big Huge Games. O jogo conta com uma equipe de “estrelas” por trás de seu desenvolvimento, como por exemplo o desenhista Todd McFarlane, Ken Rolston, designer que já trabalhou em diversos jogos, incluindo The Elder Scrolls III: Morrowind, e o escritor R. A. Salvatore, autor de livros de fantasia.
Isto sem contar com o fato de que o dono da 38 Studios é Curt Schilling, um ex jogador de baseball e apreciador de MMOs. A demo de Kingdoms of Amalur: Reckoning dura 45 minutos, mas quando você está navegando pelo inventário ou conversando com algum NPC o timer é pausado. A demo permite que você crie seu personagem e escolha uma das quatro raças disponíveis no título: Ljosalfar, Dokkalfar, Varani e Almain. O processo é muito simples, aliás.

A interligação da animação de introdução com o gameplay e a criação do personagen é muito bacana e natural, e o mundo de Amalur é colorido e muito bonito. Em alguns momentos, ele lembra um pouco World of Warcraft, mas aqui as cores são mais vibrantes, por exemplo, e as criaturas que habitam as florestas por onde passei são bem diferentes das do MMORPG da Blizzard.
Conforme você caminha por Amalur, percebe que a demo também possui limitações no tocante a onde você pode ir. Diversos caminhos estão bloqueados, e você é avisado de que o acesso aos mesmos é possível somente no jogo completo. De qualquer forma, deu para ter uma boa ideia do RPG de ação que será lançado daqui a 05 dias. O mundo de Amalur conta com 10.000 anos de história, e a interação do jogador com os NPCs é bem interessante.
Durante os diálogos, é possível escolhermos diversas opções, de maneira muito similar a Mass Effect. Só não consegui entender ainda qual serão os efeitos das escolhas realizadas no jogo. O protagonista sofreu uma espécie de processo de renascimento. É possível, na demo, vê-lo sendo carregado, aparentemente morto, e logo depois acordando em uma pilha de cadáveres. O game insere o jogador em um mundo hostil no qual diversos inimigos, como os Tuatha Deohn, por exemplo, farão de tudo para destruí-lo.
É bem interessante, aliás, o fato de que “novas criaturas” não são bem vindas em Amalur. Aqueles que foram trazidos à vida através de algum processo mágico ou alquímico, como o que trouxe o protagonista, por exemplo, são exterminados tão logo sejam avistados pelos Tuatha. Claro, é possível lutar e sobreviver, mas o jogo conta com esta interessante peculiaridade.
O sistema de evolução do jogo é bem interessante, também, e tem a ver com o destino de seu personagem. Um dos NPCs na demo, aliás, menciona coisas bem estranhas a respeito do destino do protagonista. O destino que o jogador escolhe para o personagem, aliás, influencia em suas habilidades de combate, e o jogo também permite que você ative o modo stealth para matar inimigos de forma sorrateira.
Escudos e armas primárias e secundárias podem ser utilizados, bem como magias as mais diversas. Um medidor de “fate”, quando cheio, permite que você lance um ataque devastador, e os combates em Kingdoms of Amalur: Reckoning são extremamente movimentados, e dão até a impressão de que estamos jogando um hack ‘n slash. Não vejo isto como um problema, entretanto. O título da 38 Studios parece contar com grande profundidade, e talvez uma ou outra falha no sistema de combate seja obscurecida por tal elemento.
Mas é bem interessante lutar, em Kingdoms of Amalur: Reckoning. Armado com espadas, adagas, escudo e magia, você é capaz de se defender, se esquivar, desferir golpes arrasadores e correr. Tudo isto é tão fluido e natural que você acaba gostando do jogo como um todo, e os combates frenéticos, muitas vezes, acabam sendo digeridos normalmente (pelo menos, creio eu, por grande parte dos jogadores).
O protagonista é capaz de finalizar inimigos com grande estilo, e tais finalizações, além de empolgantes, são muito bonitas. Tudo isto, aliás, pode ser visto no vídeo de gameplay que gravei e que segue abaixo.
Leia mais(Playing now e vídeo de gameplay) Diablo III – Beta – Em busca de Deckard Cain
Estou jogando o beta de Diablo III, inicialmente com um personagem pertencente à classe Demon Hunter, e gravei outro vídeo de gameplay, com cerca de 13 minutos de duração. Meu vídeo anterior pode ser conferido através deste link. Neste trecho que gravei, participo de uma missão em busca do velho Deckard Cain.
Também tenho a “felicidade” de me deparar, durante esta gravação, com o Skeleton King e seus guardas. O jogo como um todo está muito bacana, aliás. Sons e trilha sonora estão muito de acordo com a ambientação, e alguns elementos destrutíveis mostram que a física do game está “tinindo”. A destruição de uma velha construção de madeira, por exemplo, representa um espetáculo muito bacana de se ver.

A variedade dos ambientes também começa a mudar bastante, conforme se vai progredindo no jogo, e Diablo III continua tendo aquele ar sinistro de seus antecessores. É uma pena não termos ainda uma definição em relação à data de lançamento do game, e pelo que parece, ele não será lançado tão cedo ou, pelo menos, não tão rápido como gostaríamos.
A Blizzard é uma empresa muito perfeccionista, e a notícia de que Steven Parker, produtor do game, deixou a empresa, causa ainda mais ansiedade. Chego a me perguntar, aliás, se veremos o lançamento do título ainda no primeiro semestre de 2012. De qualquer forma, estou adorando a experiência, e gostaria de ir compartilhando com vocês alguns trechos da mesma.
Abaixo segue o novo vídeo de gameplay que gravei:
Leia mais(Hands on e vídeo de gameplay) Diablo III – Beta – Classe Demon Hunter
O beta fechado de Diablo III foi iniciado em 21 de Setembro de 2011. Nesta ocasião, Mike Morhaime, CEO e co-fundador da Blizzard, disse que o “objetivo é criar a melhor experiência de RPG de ação feita até hoje“. Recebi uma beta key da empresa, a qual me autorizou a divulgar informações, screenshots e vídeos de gameplay aqui no XboxPlus. Gravei um vídeo de gameplay com o primeiro personagem que criei no jogo, pertencente à classe Demon Hunter.
Esta classe foi revelada pela Blizzard durante a BlizzCon 2010, e resolvi então iniciar minhas experiências no jogo com um personagem pertencente a esta classe. Os eventos em Diablo III acontecem 20 anos após a destruição da Worldstone, evento ocorrido na expansão Diablo II: Lord of Destruction. Comecei a jogar o beta de Diablo II há alguns dias atrás, e estou simplesmente encantado. Tenho plena confiança nas palavras de Mike Morhaime quando do anúncio do closed beta do RPG, e o que vi por enquanto foi fantástico.

A tradicional visão isométrica continua, e os gráficos do jogo são simplesmente espetaculares. O jogo será lançado no Brasil totalmente em pt-BR, entretanto, durante o beta fechado é disponibilizada apenas a versão em inglês. Mas isto não atrapalha a diversão. Nem um pouco. Quatro classes estão à disposição: “Demon Hunter”, “Barbarian”, “Monk”, “Witch Doctor” e “Wizard”. O jogador pode escolher entre personagens masculinos ou femininos, e a interface do game é belíssima.
Os ambientes, além de bonitos, são muito detalhados, e os efeitos de iluminação e sombras tornam tudo mais cativante ainda. A luz acompanha o personagem de maneira soberba, mesmo em momentos de tensão onde a princípio pensaríamos que a escuridão fosse vencer. A própria vegetação de New Tristam, por exemplo, parece viva, apesar do ambiente tenebroso, e apresenta grande variedade de nuances. Skills podem ser equipadas facilmente, e jogadores veteranos não sentirão dificuldade alguma em Diablo III.
Partidas podem ser públicas, abertas a amigos ou privadas, de forma tal que outros jogadores somente acessem o seu jogo mediante convites. Detalhes relativos ao personagem que está sendo utilizado podem ser consultados de forma extremamente rápida, e o mesmo ocorre com as quests e o journal.
O trabalho de dublagem em Diablo III é realmente primoroso, e o áudio como um todo é realmente um trabalho magistral, ajudando bastante a criar climas profundos e sinistros. Sons de tiros, o personagem caminhando e barulhos emitidos pelos Quill Fiend e pelos Risen, por exemplo, são fantásticos. Estes cadáveres ambulantes, aliás, morrem muito facilmente, e representam, no início do jogo, uma ótima maneira de treinar pontaria e manuseio de armas e habilidades.
Existem também alguns objetos interativos e/ou destrutíveis, como espantalhos, barris, etc. O clima do jogo é muito bacana, e oferece uma grande e rica experiência. Dizer que Diablo III é imersivo é desnecessário. A Blizzard manteve, como já era de se esperar, o coração da série intacto, e o jogo certamente agradará a veteranos e também a quem está conhecendo a série agora. A jogabilidade é ótima, e pode-se dizer inclusive que o título, pelo menos neste quesito, lembra bastante Diablo II.
O game não é pesado, e pode inclusive rodar em máquinas menos parrudas. Entretanto, é possível também “colocar tudo no máximo”, caso você possua uma máquina melhor, e desfrutar, então, de toda a beleza de Diablo III. Diablo III certamente será um dos maiores lançamentos de 2012, pelo menos no que diz respeito a RPGs, e digo isto com base em uma fantástica versão beta, a qual é extremamente estável, aliás. E se você está interessado em participar do beta do RPG, crie uma conta junto ao Battle.net e crie também seu perfil beta. A partir daí, é torcer e aguardar.
Vou gravar mais alguns vídeos e escrever mais alguns artigos a respeito do jogo, mas enquanto isto, assista abaixo ao primeiro vídeo de gameplay que gravei, o qual mostra os meus primeiros momentos no game:
Leia mais(Playing now e vídeo de gameplay) Saints Row: The Third – voando com estilo
Este parque de diversões em forma de jogo eletrônico chamado Saints Row: The Third é realmente sensacional. A princípio pode-se pensar que se trata de um jogo sério. Um jogo do mesmo estilo até, quem sabe, de um GTA. É claro que muitos elementos são comuns a ambas as séries, mas em Saints Row: The Third a Volition resolveu esculachar. No bom sentido. E com muito bom gosto. Muita gente pode até mesmo tentar perceber algumas críticas sociais em Saints Row: The Third.

A maneira como a STAG, grupo enviado pelo governo para reduzir a violência provocada pelas gangues em Steelport, chega com tudo na cidade, não se preocupando com a morte de civis durante suas ações. Personagens caricatos e estranhos que podem lembrar, de repente, alguém do mundo real. A corrupção e o crime que permeiam toda a cidade e que, no entanto, podem ser utilizados pelo jogador para se divertir em missões não lá muito sérias. Chefões de organizações criminosas que mais se parecem com personagens circenses. Liberdade total fornecida ao jogador para fazer o que bem desejar, sofrendo, é claro, as devidas consequências caso infrinja as “leis”.
Aliás, nem sempre o braço da lei alcança o jogador, vale lembrar. Já realizei algumas ações ilícitas em diversas partes da cidade sem que qualquer policial tentasse pelo menos me abordar. Em outros casos, entretanto, uma simples passagem de raspão em um veículo da polícia foi o suficiente para que uma perseguição fosse iniciada, sendo que mais adiante um grande acidente de trânsito havia acontecido e nenhum tipo de suporte estava sendo prestado aos motoristas.

Este tipo de situação, este tipo de contradição, quem sabe, foi introduzida em Saints Row: The Third de forma magistral pela Volition. O jogador pode até mesmo passar por situações de grande stress que são rapidamente transformadas em motivo de piada, devido a algum comentário e/ou ação por parte de algum NPC.
Ontem à noite, aliás, joguei a missão “Live! With Killbane”, e ela é extremamente engraçada. O chefão dos Luchadores dá uma entrevista a uma rede de televisão primeiramente esculachando os Saints. Depois, ele assume um ar totalmente inocente, e diz que não é um criminoso, etc e tal.
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