Segundo Casey Hudson, da Bioware, a “ponte” entre Mass Effect 2 e Mass Effect 3 será formada por DLC’s. Ou seja, pacotes de expansão preencherão lacunas e ajudarão os gamers a melhor entenderem a “transição” entre ME2 e ME3. A BioWare já lançou o DLC Kasumi Stolen Memory, por falar em história, DLC este que além de adicionar uma nova integrante ao crew da Normandy, também inclui uma missão de grande importância para a organização Cerberus, dentre outras coisas.

Outro DLC que também não é simplesmente uma adição de equipamentos e/ou personagens é o Overlord, o qual será lançado em Junho. Overlord adicionará 5 novas missões a Mass Effect 2, colocando o Comandante Shepard em contato (e em combate) com uma criatura híbrida resultante de uma experiência científica mal sucedida. Isto tudo durante a investigação dos “porquês” de uma base da Cerberus ter cessado suas comunicações.

Ainda segundo Hudson, a Bioware “pretende lançar um fluxo contínuo de DLC’s“, e a empresa já está trabalhando em uma série de pacotes de expansão, segundo ele. É claro que eles querem ver como os gamers responderão, para então definir a estratégia de lançamento destes próximos e contínuos DLC’s com base em tal resposta.

Mas, particularmente, fico meio que preocupado em relação a isto. É óbvio que estamos caminhando para um futuro onde todos os games serão distribuídos somente de forma digital. Porém, tal “fluxo contínuo” pode se tornar algo bem perigoso, para os gamers, e talvez até mesmo uma maneira das desenvolvedoras distribuírem meros caça-níqueis no mercado.

Não acho que a BioWare vá fazer isto, devido ao seu histórico, etc e tal, mas se juntarmos 7 dólares aqui, 7 dólares ali, etc, ao chegarmos ao oitavo DLC, digamos, teremos gasto o dinheiro suficiente pra comprar um novo game, “em caixinha” (talvez até o próximo Mass Effect).

Eu ainda penso em DLC’s como “conteúdo extra”, e não como conteúdo obrigatório. Essa “ponte” entre um game e sua sequência não será “extra” e/ou adicional, e sim algo obrigatório, caso queiramos entender perfeitamente a história, pegar totalmente o “fio da meada” . Não sei não, mas se isso virar moda, ser um gamer pode se tornar ainda mais caro.

É claro que nada nos diz, pelo menos por enquanto, que será impossível ou difícil entender Mass Effect 3 sem comprar/jogar estes DLC’s, mas eles podem representar pedaços importantes na história, entre uma sequência e outra. Vamos ver onde isso vai dar.

E você, o que acha disso tudo? 🙂

(Via: Rock, Paper, Shotgun e videogamer.com)

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