No início deste ano a Bethesda lançou uma espécie de concurso, através do qual o ganhador ganharia uma Steam key vitalícia que forneceria acesso a todos os games desenvolvidos pela empresa e por outras sob as asas da ZeniMax. Esta Steam key seria válida tanto para jogos já lançados quanto para futuros lançamentos. Para ganhar este prêmio, no entanto, o(s) pai(s) deveriam batizar o(s) filho(s) com o nome Dovahkiin, e o nascimento deveria ocorrer na data de lançamento de The Elder Scrolls V: Skyrim, ou seja, 11 de Novembro de 2011.

Bom, já temos um Dragonborn entre nós (sem ofensas à mamãe e ao papai, ok?). Dovahkiin Tom Kellermeyer nasceu no último dia 11/11/11, filho de Megan e Eric Kellermeyer, e a devida documentação comprobatória já foi apresentada à Bethesda. Fico aqui imaginando a vida desta criança na escola. Não que o nome em si seja feio: eu até o acho bonito. É algo diferente, em nosso “mundo real”. No entanto, principalmente para quem não conhece sua origem, ele pode soar um tanto quanto estranho, sem contar que pode soar ridículo para algumas pessoas, e aí tanto o infante Dovahkiin quanto o adulto Dovahkiin poderão passar por maus bocados.

Brincadeiras promovidas por quem conhece a origem do nome também poderão ser um tanto quanto chatas, principalmente se envolverem menções a dragões, esposas, e coisas do gênero. De qualquer forma, o casal Kellermeyer deve estar muito feliz, e fica aqui a dúvida: será que tanto a Sra. Megan quanto o Sr. Eric usufruirão do prêmio? Ou será que somente o feliz papai irá aproveitar os benefícios de uma Steam key vitalícia para jogos da Bethesda?

Além disso, será o prêmio capaz de provocar brigas entre família e fazer parte de heranças? Só o que sei é que é preciso ser muito maluco corajoso para registrar seu filho com um nome destes, mesmo que nós, jogadores, saibamos a respeito do jogo, de seu universo, do contexto, etc. Acho que deveria existir uma espécie de compensação neste caso. Outra Steam key vitalícia deveria ser doada a Dovahkiin Tom Kellermeyer, assim que ele atingisse a idade necessária. Tanto para evitar brigas quanto para, de certa forma, compensá-lo pelos “problemas”. E caso o garoto no futuro não se interesse por jogos eletrônicos, creio que ele merece pelo menos um prêmio em dinheiro. Vai saber se o rapaz precisará de tratamento psicológico.

Brincadeiras à parte, eu tinha certeza de que teríamos Dovahkiins no mundo real. O Dragonborn “fugiu” para nossa realidade. Acredito que poucos jogos eletrônicos possuem apelo tão grande quanto Skyrim, ao ponto de fazer com que pais batizem seus filhos utilizando nomes de personagens. Esta é a minha opinião, é claro. Eu jamais teria um Dovahkiin como filho. Outras pessoas com certeza pensam de forma diferente.

Tudo poderia ser pior, entretanto. Seria bem mais estranho toparmos com um Paxton Fettel, por exemplo.

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