Finalmente uma boa notícia a respeito do atrasado lançamento de Assassin’s Creed: Brotherhood para PC. Segundo a Ubisoft, esta versão não conterá aquele infeliz esquema de DRM implantado em Assassin’s Creed II (e em outros games da empresa), o qual obrigava os jogadores a permanecerem constantemente conectados à internet, mesmo enquanto jogando o modo campanha do game.

Em Brotherhood, “apenas” uma autenticação inicial será necessária. Já é um avanço, é claro, e a Ubisoft parece ter aprendido a lição, após tantos problemas experimentados principalmente por quem comprou AC2 para PC. Aliás, quem sabe a desenvolvedora francesa não esteja chegando à conclusão de que a maioria dos DRM’s restringe os direitos de quem justamente não deveria. A Ubisoft também anunciou a data de lançamento de Assassin’s Creed: Brotherhood para PC: 22 de Março de 2011 – cerca de 4 meses após o lançamento do game para o PS3 e o Xbox 360. Um atraso e tanto, não?

Muitas empresas ainda possuem grande receio em relação ao lançamento de games para PC. Isto é mais evidente no “campo” das gigantes, as quais agem muitas vezes sempre meio que na “defensiva”, introduzindo “dispositivos” nas versões PC de seus jogos que na maioria das vezes se tornam inúteis com o decorrer do tempo, devido à ação de hackers, e que acabam prejudicando o usuário que gastou, digamos, 50, 60 dólares em um game muitas vezes comprado de forma digital, onde, teoricamente, tudo deveria ser mais fácil.

Vale ressaltar que não estou aqui misturando a forma de distribuição com a questão dos DRM’s, mas temos de levar em conta o impacto negativo que estes atrasos, estes DRM’s, estas atitudes ridículas por parte de desenvolvedoras e publishers causam ao jogador. Infelizmente, os únicos prejudicados são os PC gamers, neste caso, que ou se submetem às “regras” ou ficam sem o seu jogo preferido. Seria ótimo se o mercado desse uma resposta vingativa a estas empresas, simplesmente não comprando. Mas todos sabemos que isto é meio que impossível. E, infelizmente, em muitos casos, muitos gamers partem para a pirataria. Assim sendo, portanto, percebemos que grande parte das medidas que visam evitar a pirataria acaba alimentando este “mercado negro”.

(Via: Joystiq)

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