Elite: Dangerous – expandindo horizontes, continuando a jornada

Olá novamente, caros amigos. Ou, pelos menos, dada a ausência de postagens por tanto tempo, olá novamente, quem quer que você seja, você que porventura está lendo este texto. Leitor que acompanha o site há algum tempo ou novo leitor. Seja muitíssimo vem vindo!

Já faz muito tempo desde que publiquei a respeito de Elite: Dangerous aqui no XboxPlus. O último texto a respeito foi publicado há cerca de 10 meses atrás, mas, não, não parei de jogar E:D durante este período. Tenho muitas histórias para contar, muita coisa aconteceu ao Comandante Nyhone Maulerant na galáxia criada pela Frontier Developments durante este tempo.

Elite: Dangerous - Horizons

Passei inclusive por momentos de puro terror, digamos, durante os quais fui de pacato e desconhecido piloto a criminoso indesejado em vários sistemas. Iniciei uma jornada ao centro da galáxia (Sagittarius A), a qual foi interrompida após cerca de 6000 anos-luz de “estrada”, devido a um acontecimento bastante especial.

Tal acontecimento, bem, foi o lançamento da primeira expansão do jogo. Elite Dangerous: Horizons foi lançado durante o último mês de Dezembro, e trouxe consigo algo que praticamente toda a comunidade de jogadores aguardava com enorme ansiedade: a possibilidade de aterrissar em planetas (a tão falada “Planetary Landings”).

O que temos no jogo agora, através da Horizons, é algo espetacular. Tenho comigo, desde seu lançamento, que trata-se de um sonho de infância finalmente realizado. Imagine ser capaz de pegar sua nave, escolher um ponto qualquer, um sistema qualquer, nele entrar e então escolher um planeta qualquer, aleatoriamente, quem sabe, e ir para lá sabendo que poderá nele pousar. Que poderá conferir sua superfície bem de perto. Que poderá perambular à vontade pelo solo, à bordo de um estranho porém eficaz veículo, e explorar, inclusive “restos” de naves caídas.

Elite: Dangerous - Horizons

Imagine a aproximação. Imagine o planeta aumentando de tamanho na tela, com novos recursos, sistemas e funções sendo ativados no momento exato, com a devida resposta dos e nos controles, incluindo as devidas alterações no modelo de voo. Imagine passar pelos diferentes estágios durante a entrada, pelo orbital flight, pelo glide, tudo isso enquanto a nave responde de forma maravilhosa em suas mãos.

Enquanto, pouco a pouco, você observa a superfície planetária aumentando na tela. Crescendo. Crateras, antes meras “manchas”, aparecendo cada vez maiores, com bordas que vão sendo delineadas pouco a pouco.

Vales, montanhas e canyons deixam de ser pequenos riscos e pontos à distância, e surgem em toda a sua beleza, convidando o piloto ao pouso, e, acredite em mim, são muitos, muitos os planetas e tipos de superfície que você encontrará.

Elite: Dangerous - Horizons

Todos os planetas acessíveis a partir de agora através da Horizons são gerados de forma procedural, e nunca encontraremos uma superfície, um planeta, igual a outro. Todos, também, estão em full-scale, 1:1. É tudo muito grande, é tudo muito vasto. Não dá pra enjoar.

No entanto, tudo tem sua razão de ser, tudo respeita as regras que regem nosso universo, e a este respeito, aliás, Matt Dickinson, chefe de arte técnica da Frontier Developments, disse o seguinte:

Nós tentamos entender a formação dos planetas, as camadas que são construídas e os processos que acontecem, a geologia, e como podemos replicar isso“.

Elite: Dangerous - Horizons

O próprio ato de aterrissar pode representar também uma experiência ímpar. Diferentes planetas irão tornar o processo mais ou menos difícil, mais ou menos complicado. Uma das experiências mais “marcantes” que tive nos últimos dias foi aterrissar em um planeta com algo em torno de 8 vezes a massa da Terra. A gravidade era bem maior, e eu quase me esborrachei no solo devido ao descuido.

É aquela coisa, passamos tanto tempo jogando e nos acostumando com controles e mecânicas, que muitas coisas acabam se tornando automáticas, e acabamos nos sentindo confiantes em excesso e não prestando atenção a “detalhes” que podem fazer toda a diferença.

Bem, sei que quando olhei para o indicador de velocidade em minha tela, a algumas centenas de metros do chão, e percebi uma velocidade acima do normal, velocidade esta que a minha Anaconda jamais seria capaz de atingir, pelo menos naquela situação, quase tive um treco. Restaram bem poucos para segundos para reduzir a velocidade, com 4 pips nos sistemas, zero nos motores, propulsores em reverso, etc, etc. Ufa.

Elite: Dangerous - Horizons

Com o lançamento de Elite Dangerous: Horizons, o jogo meio que assumiu novos ares, para mim. Deixar a nave em algum canto de algum planeta e sair dirigindo o SRV é delicioso, por exemplo. Os sensores do veículo terrestre são também capazes de procurar diversos tipos de elementos nos planetas, lembrando também que diferentes planetas oferecem diferentes tipos de elementos que podem ser coletados, além de diferentes superfícies e paisagens (planetas rochosos, gelados, metálicos, e por aí vai).

São tantas as paisagens que encontramos, em meio a depressões, elevações, montanhas enormes, crateras gigantescas, que fica difícil dizer, realmente, qual foi a melhor experiência até hoje, neste sentido.

Chego ao ponto de dizer que simplesmente “passear” pelos planetas à bordo da nave é também algo verdadeiramente inesquecível, que pode ser repetido à exaustão sem que o cansaço se apresente. Pilotar próximo à superfície, acompanhando o curso de algum canyon, por exemplo, provoca uma sensação indescritível, única. Você olha para todos os lados, usa o headlook a todo momento, captura screenshots e mais screenshots, e ainda assim, acha que nunca capturou ou gravou o suficiente.

Elite: Dangerous - Horizons

Voltando aos veículos terrestres, ao Scarab propriamente dito (o qual é um SRV =  Surface Recon Vehicle), a coleta de materiais que fazemos com ele tem razão de ser, e a Frontier pretende também expandir o sistema de crafting em Elite Dangerous de maneira muito bacana. Por enquanto, vale ressaltar que podemos fabricar diversos compostos, o que também é muito legal.

Dentre tais compostos, temos alguns que podem ser injetados no frame shift drive para aumentar o alcance de salto da nave, e outros que podem ser utilizados para a síntese de diversos tipos de munição.

Também existem outros que podem ser criados para reparar o SRV e também para fabricar combustível para ele. São coisas aparentemente pequenas, mas que se pensarmos bem podem ser de grande ajuda (logo de cara me vem à cabeça a questão da falta de combustível eventual). E a Frontier ainda pretende expandir e aprimorar bastante este quesito, vale lembrar.

Posso dizer que Elite: Dangerous, com a expansão Horizons, me deu mais motivos para jogar. E não, eu não estava jogando pouco, antes de seu lançamento. Talvez eu tenha finalmente encontrado o meu “destruidor de produtividade”, algo que para muitos jogadores reside nos MMOs. E Elite: Dangerous, de certa forma, também é um MMO, não é?

Elite: Dangerous - Horizons

A galáxia do jogo está abarrotada de Comandantes, de jogadores reais que assumem papéis os mais distintos. Temos piratas, comerciantes, combatentes, contrabandistas, griefers, infelizmente, exploradores, etc. Temos jogadores aliados a alguns dos poderes introduzidos com o Powerplay, temos Comandantes não afiliados com nada nem ninguém (o meu caso), etc.

Aliás, as diferentes facções dentro de Elite: Dangerous, os diferentes grupos, poderes maiores e menores, estes últimos afiliados ou não a outros, representam uma das facetas mais interessantes, complexas e, claro, perigosas do game. Praticamente tudo o que você faz afetará tais elementos, existem “pesos” que são retirados e colocados na balança, e dependendo da situação, a forma como determinada facção enxerga você pode ser alterada drasticamente.

Os momentos de “puro terror” que mencionei no início deste texto estão certamente ligados a tudo isto, e na época meu desespero foi maior, obviamente, devido ao fato de não conhecer muito bem como tais elementos funcionavam.

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Como me tornei um criminoso na galáxia

No caso, estava eu começando a participar de combates (apenas contra NPCs, que fique bem claro), quando me vi em uma situação bem complicada. Na verdade, talvez devido à falta de conhecimento na época, os problemas acabaram sendo piorados, e eu acabei demorando mais tempo para resolvê-los.

O fato é que me tornei uma espécie de criminoso, um alvo, alguém que não era bem visto pela Federação. Como tudo começou? Posso dizer que não sei bem ao certo, mas certamente começou em meio aos combates nos quais me envolvi (mais uma vez, ressalto: me atrevi até hoje apenas a combater NPCs – contra comandantes/jogadores reais, nos casos de interdição, por exemplo, sempre preferi dialogar, fugir, etc, etc).

Voltando ao assunto, comecei a me empolgar com aqueles combates, com as recompensas que coletava, e devo ter acabado, sem querer, abatendo ou atirando em algum alvo que não era procurado dentro do sistema, ou algo parecido.

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Houve um piloto que abati que também estava sendo procurado pela Federação, e na verdade, participei deste combate juntamente com uma nave dos federais, e sinceramente não sei se acertei um ou alguns tiros neles, sem querer. Provavelmente devo ter acertado.

Investiguei também algumas transmissões de sinal que me levaram a combates, e é bem provável que eu não tenha prestado atenção nos inimigos todas as vezes, pelo menos no sentido a verificar se eles estavam como “wanted” ou não naquele sistema. Até de uma zona de conflito de média intensidade cheguei a participar, e aqui o resultado foi triste: fui abatido por uma Vulture pilotada por um jogador silencioso bem rapidamente. Foi triste, realmente.

Em meio à empolgação por participar em combates, me peguei também contrabandeando itens entre diversas estações (o mercado negro pode ser também bem lucrativo, falando nisso). Sei também que em meio a algumas destas viagens fui pego nos scans ao entrar nas estações, tendo de pagar algumas multas (sim, infelizmente, fui descuidado a este ponto, muitas vezes, não fazendo nada em tais situações para reduzir a assinatura de calor da nave).

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Alguns community goals em Lugh, finalmente, creio eu, acabaram por pregar o último prego em meu caixão, na época. Ali, havia a necessidade de transportar armas, e, bem, eu também fui descuidado ao ponto de transportar tais cargas para cima e para baixo sem nem ao menos verificar se nas estações nas quais entrava com meu cargo hold abarrotado com diferentes itens elas eram proibidas.

Sim, foi uma sucessão bastante infeliz de erros e descuidos, que custaram bem alto para mim. Existe um balanço delicado entre as diversas facções e poderes em Elite: Dangerous, e hoje, por falar nisso, você pode até mesmo conferir como vai sua reputação frente a esta ou àquela facção de forma, digamos, gráfica.

Hoje existe uma espécie de barra de progresso que nos informa visualmente como estamos em relação à todas as facções e poderes (e também é exibido um percentual). Mas, na época, não existia nada disso, e tudo o que fiz para consertar minhas besteiras foi meio que na base do desespero, também sem saber ao certo “se” e “como” minhas ações estavam surtindo efeito.

O fato é que fui de “neutral” a “unfriendly” e logo depois a “hostile”, em relação à Federação. Muitos jogadores nem esquentam muito com isso, e convivem com tal “problema” numa boa. Depende muito também do seu “role”. E eu poderia ter convivido também, bastava desaparecer, por exemplo, dos espaços controlados pela Federação (a Aliança e o Império estão por aí, também). Mas não, em meu desespero, apenas pensei que minha vida pacata de comerciante das estrelas havia terminado, e eu não poderia mais entrar em estação alguma controlada pelos federais.

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Pensando melhor, atualmente, percebo que eu poderia ter agido de forma bem diferente, mas como eu disse, tudo aquilo foi uma sucessão infeliz de erros e descuidos, além de desespero, claro. E apenas fazendo uma pequena observação, por outro lado, tudo isto também me ajudou a pensar em Elite: Dangerous de uma maneira diferente, como um jogo onde realmente existem consequências para tudo o que fazemos, para o bem ou para o mal. Tudo isto é, na verdade, fascinante.

Bem, estando como “hostil” em relação à Federação, eu não podia pousar em nenhuma de suas estações, e eu estava transportando carga bem no meio de espaços controlados por eles. Após pesquisar em alguns fóruns, percebi que eu podia tentar utilizar apenas os outposts, instalações menores, para o comércio.

Pelo que entendi na época, pelo que parecia, tais estações menores não contavam com as torres de defesa que iriam certamente atirar em mim tão logo minha situação (hostile) aparecesse nos scanners da sala de controle.

Ainda bem que, na época, eu estava pilotando uma Python, uma nave que possui um certo tamanho mas que ainda assim pode aterrissar em tais instalações. E, de fato, consegui realmente aterrissar em alguns outposts.

Mas, na grande maioria deles me era dito pelos comunicadores que minha presença ali era indesejável, que eu era um criminoso, e que eu deveria me afastar ou então aguentar as consequências. Eu até conseguia permissão para pouso, quase sempre. Mas geralmente, pelos arredores, existiam naves de apoio, fazendo a segurança, as quais começavam a disparar em mim.

Imagine, então, pousar e decolar nestas situações, com quase toda a energia sendo desviada para manter os escudos, e debaixo de muitos, muitos tiros. Foi assim, tendo de lidar com tal situação, que comecei a trabalhar para tentar melhorar meu lado com a Federação.

Obs: imagine também meu “desespero” quando sofria alguma interdição e percebia que era alguma nave de segurança da Federação.

Havia, é claro, algumas estações Coriolis, Orbis e outposts independentes dentro de sistemas controlados pela Federação, e nestes eu era bem vindo, podendo aceitar missões inclusive de facções aliadas à Federação, o que também certamente foi de grande ajuda.

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E eu também podia, obviamente, ir até sistemas e estações não aliados à Federação para realizar reparos, trocar de naves, etc. Aliás, relembrando: ao término de um destes pousos dramáticos, meu casco estava em 11%. Tente imaginar a situação, os gastos constantes com reparos, a impossibilidade de pousar em qualquer lugar, etc. Ah, e uma vez fui também abatido, infelizmente, não teve jeito.

Em E:D, tudo o que você faz em um sistema influencia sua reputação. Community goals são um bom exemplo de como os jogadores podem influenciar elementos do jogo. Sistemas podem ter sua economia alterada através do comércio mantido pelos jogadores. Sistemas podem entrar em guerra, o apoio dos jogadores pode ajudar determinada facção a atingir ou não o poder. E assim por diante.

Atualmente é bem mais fácil entender e acompanhar este sistema dentro do jogo. Você percebe, por exemplo, ao comprar e vender carga, que as barras de progresso vão subindo ou descendo, representando a “ajuda” que você forneceu para a facção em questão. O trabalho que você realiza em relação a uma destas facções secundárias, aliada, por exemplo, à Federação, também influencia a sua barra de progresso com a Federação, e assim por diante.

Foi assim que trabalhei, basicamente, para melhorar minha situação, justamente através daquilo que estava fazendo anteriormente: comércio. Quer dizer, o comércio foi a principal atividade. E mesmo não sendo muito bem visto por eles no momento, comecei a negociar mercadorias em outposts aliados à Federação, a realizar missões de e para facções secundárias aliadas à Federação, etc. Foi um trabalho bem longo e cansativo, que certamente teria sido menor se eu não tivesse feito tantas besteiras e se também conhecesse mais a respeito.

Comecei também a aceitar missões de grupos aliados à Federação, e também doei dinheiro (algumas vezes altas quantias – cheguei uma vez a doar 4 milhões de créditos). Tudo para facções aliadas à Federação. E sempre sendo mal recebido nas estações, sob uma “saraivada de balas” ao chegar e ao sair. Com o tempo (e não me lembro mais quanto tempo demorou, só sei que demorou muito), fui de “hostile” para “unfriendly”, novamente, e aí tudo mudou. Tudo melhorou. Ufa.

Elite: Dangerous - Horizons

Em meio a tudo isso, fui também para sistemas controlados pelo Império, e troquei de nave algumas vezes, pensando sempre no comércio. Passei por uma Type 6 e também pela gigantesca e com um cargo hold enorme Type 9. Eu tinha urgência, e quanto mais vendia, mais rapidamente meu status junto à Federação iria mudar. “Simples” assim.

Obs: duas naves que realmente odiei pilotar foram a Type 6 e a Type 9. Pesadonas, lentas, difíceis de manobrar.

Finalizando

Elite: Dangerous é o único game para o qual tenho um caderno inteiro no Evernote. Anoto tudo: uma espécie de diário de bordo, rotas de comércio mais lucrativas, pontos de interesse, corpos celestes notáveis, etc.

Anoto também as histórias, os acontecimentos, os encontros com outros personagens dentro do jogo (controlados por jogadores reais ou pela IA). Anoto tudo aquilo que vivo dentro do universo de Elite: Dangerous, e sempre me surpreendo com alguma coisa.

Tal caderno é enorme, e é a ele que recorro atualmente para retirar informações para esta série de artigos aqui no XboxPlus. Existem ainda diversas outras histórias, vários dramas, várias belezas que preciso relatar, e tudo vai crescendo bastante à medida em que jogo, à medida que continuo evoluindo no jogo.

Elite: Dangerous - Horizons

O jogo é imenso, e com a expansão Horizons tudo ficou ainda melhor, mais imersivo, mais fantástico. Como eu disse, existem ainda mais motivos para jogar, atualmente. Não me canso deste título, e não me lembro de ter dito isto a respeito de nenhum outro em meus 40 anos de vida.

E apenas a título de curiosidade, minha “frota” atualmente compreende as seguintes naves:

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10 Comments

  1. Parabéns, texto de tirar o fôlego, li com o máximno de atenção, tentando extrair cada gota de conhecimento para não me meter na mesma enrascada.
    Ainda não comprei minha cópia do E:D, mas se o jogo um dia permitir construir objetos como nos MMORPG’s da vida aí eu me rendo a esse fascinante universo.

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    • Olha Hideki, em relação à construção, por enquanto não tem nada. Quer dizer, nos community goals os jogadores podem trabalhar, por exemplo, para construção de estações, e coisas do tipo. Não diretamente, sabe.

      Agora, como você gosta de comprar e vender itens, tem muito espaço pro comércio (e pro contrabando…hehehe) no Elite. Você se perde, certamente…rsrs 🙂

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  2. Belíssimo texto Marcos. Depois de lê-lo, minha vontade de jogar (que já era grande) triplicou, quadruplicou.
    Essa expansão aumentou a imersão de uma maneira incrível. E, pelo que leio nas newsletters, tem muito mais por vir. A possibilidade de pousar nos planetas com escala natural é algo que me deixa maravilhado e ansioso para experimentar.
    Enfim, não vejo a hora de comprar o joystick para poder voltar a jogar.

    Abraço e continue escrevendo esses textos tão bons de ler.

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    • Valeu meu caro! Mas, você já deve estar jogando, correto? 🙂

      Você aprecia fazer mais o que, no Elite? Combates, exploração, trading?

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  3. Fala Marcos,
    tenho ótima notícia! Comprei um joystick! E melhor ainda! Foi um X52 Pro! Usado, mas em boas condições. Agora é só esperar chegar e mergulhar fundo no game.
    Abraço.

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    • Que ótima notícia, Gustavo! 🙂

      E que joystick, hein! Quanto pagou nele?

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      • Paguei 780! Barbada! Comprei de um cara de uma comunidade do facebook. Ele já postou no correio e agora é só contar os dias. Essa é pior parte, a espera. Mas, já que não temos os drones da Amazon para entrega relâmpago, temos que esperar hehehehe.
        Marcos, ainda não estou jogando. Mas meu estilo favorito é trading, embora que, agora com esse joystick vou me aventurar em alguns combates. Lógico que, primeiro, tenho que me adaptar com ele, memorizar todos os controles.
        Próximo passo, será adquirir um TrackIR. Acredito que isso adicionará uma imersão maior ainda. Mas uma coisa de cada vez.
        Abraço.

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        • Que ótimo! Está aí um ótimo joystick, pelo que ouço falar. O meu é mais simples, mesmo, e, infelizmente, faltam botões nele pro meu gosto…rsrsrs 🙂

          Sei como é essa espera. Um dos problemas de comprar pela internet, se bem que, infelizmente, no Brasil, não achamos esse tipo de produto em lojas físicas facilmente. Olha, também adoro comércio, se bem que às vezes me sinta meio entediado. Agora, exploração, principalmente depois do Horizons, ficou show de bola. Me aventurei pouco em combate até hoje, e vou te ser sincero, no PvP o bicho pega, e só levei a pior (fugindo sempre, quando possível…rsrs).

          Olha só, TrackIR é um negócio que acho muito interessante, quem sabe no futuro!

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          • Boa noite Marcos, tudo bem?
            Voltando depois de um tempinho hehehe. Ja tive tempo pra me acostumar com o controle, e posso te dizer: é fantástico! Consigo jogar sem tirar as mãos do joystick (um hotas, realmente XD).
            Acredito ter evoluído relativamente bem. Depois de fazer alguns combates com minha pequena Sidewinder, consegui dinheiro para comprar uma Diamondback Scout, e com dinheiro das bounty, comprei uma Type 6, na qual tenho me dedicado ultimamente à mineração. Tenho feito um bom dinheiro, mas ta começando a ficar chato. Vou voltar pra minha Scout e caçar um piratas hehehehe.

          • Olá Gustavo, boa noite, tudo joia, e você?

            Que ótimo! Bom saber! Olha, e vou te dizer uma coisa, bounty hunting é algo que nunca fiz, acredita? Talvez por eu ser meio temeroso em relação aos combates…rsrs

            Mas que bom que está gostando do joystick. Conseguiu configurar, mapear, tudo ao seu gosto, certinho?

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