Fúria de titãs e pilotos, em Titanfall

Titanfall foi anunciado durante a E3 2013. Foi anunciado como algo que revolucionaria este já tão saturado gênero que, feliz ou infelizmente, muitos de nós adoram: FPS (First Person Shooter). Sim, os jogos de tiro em primeira pessoa, como os da série Call of Duty, aliás, cujo último lançamento não se deu lá muito bem.

Titanfall é também o jogo que marca minha volta (?) aos títulos única e exclusivamente multiplayer. Desde seu lançamento, em 11 de Março de 2013, jogo todos os dias, nem que seja apenas uma meia horinha, à noite. Para ajudar a eliminar o stress, quem sabe. Jogo no PC, mas o título também foi lançado para o Xbox One e deve chegar ao Xbox 360 em breve.

Titanfall

Mas o que tem este shooter de tão especial? Por que me vejo jogando continuamente, sem cansar, e me divertindo como há tempos não me divertia? Quando digo que o game é única e exclusivamente multiplayer, não estou mentindo.

Até existe um “modo campanha”, mas tal campanha coloca você juntamente com outros jogadores (reais) e outros controlados pela IA no campo de batalha para lutar contra e a favor de duas facções. Algo, entretanto, que não é muito diferente daquilo que se vê nos modos de jogo “verdadeiramente” multiplayer.

Ficha técnica

Título: Titanfall

Gênero: FPS – Multiplayer

Desenvolvedora: Respawn Entertainment

Publisher: Electronic Arts

Data de lançamento: 11 de Março de 2014 (PC e Xbox One) – 08 de Abril de 2014 (Xbox 360)

Plataformas: PC, Xbox One, Xbox 360

Versão analisada: PC

Uma campanha de mentirinha

A campanha do título da Respawn Entertainment nada mais é que algo criado para fornecer suporte à tudo o mais que veremos durante as batalhas futuras. Duas facções estão em luta, a Milícia e a IMC, e você fará parte delas, posteriormente, durante as partidas. Jogará a campanha das duas, também, em sequência. A campanha do FPS é uma espécie de suporte àquele universo todo. Um modo de explicar algumas coisas. A existência dos titãs, dos Espectros, das próprias facções, dos pilotos. Um “pano de fundo”, digamos, mas não espere por profundidade, aqui.

Titanfall

Esta tal campanha é rasa, e tanto a Milícia quanto a IMC também lutam por recursos e contam com “velhos amigos” trocando farpas. Mas eu recomendo firmemente que você finalize as duas campanhas, pois só assim você terá acesso aos 3 chassis para os seus titãs, para uso em loadouts customizados.

E, bem, elas também são muito divertidas. Algo disto, destas conversas, poderá ser conferido mais adiante, quando você encarar o multiplayer de verdade. Sim, tanto durante a campanha quanto durante, vamos dizer, uma simples partida mata-mata, você contará com diálogos, contatos e indicações de objetivos fornecidos via rádio por membros da equipe que não se encontram no front.

Isto é muito bacana. Estes contatos, essa comunicação, está presente no jogo como um todo (de forma mais forte na campanha, claro), e posso dizer que tudo isto torna as partidas ainda mais bacanas. Tudo parece mais vivo, mais vibrante. Alguém, em outro local, se importa com os soldados em campo, com você, com os pilotos.

Titanfall

Haverá gente dizendo pelo rádio (vez ou outra pequenas telas também aparecem, como se fosse uma espécie de vídeo conferência) que só existem mais dois titãs inimigos para serem derrotados, ou então incentivando a equipe.

Ou, então, você poderá ouvir coisas como “você está se aproximando do ponto de controle B – cuidado”. Ou: “ponto de controle tomado, mas estou detectando inimigos nas proximidades”. Você também ouve pedidos de ajuda, gritos solicitando “backup”, e por aí vai.

NPCs que valem a pena

Existem NPCs em Titanfall, falando nisso. Cada partida suporta até 06 jogadores de cada lado. Seis jogadores “reais”, quero dizer. Mas existem mais em campo. Cada time conta com outros “soldados”. Estes, controlados pela IA. Temos os Milicianos e os soldados da IMC, além de Grunts, os já acima citados Espectros, os simpáticos “MRVN Automated Assistants“, etc.

Soldados da milícia ou da IMC ajudam a compor o restante de sua equipe (e da dos inimigos), e é aqui que entra em cena uma das grandes sacadas da Respawn Entertainment. Sendo estes inimigos controlados pela inteligência artificial, eles são mais fáceis de matar, muito mais, algo que é de grande valia a jogadores pouco experientes em jogos de tiro online, claro.

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Isto fornece uma imensa ajuda a quem, por exemplo, anda enferrujado em shooters online, joga pela primeira vez, etc. Claro, estes inimigos controlados pela IA ajudam a todo mundo, matando e morrendo. E não se esqueça, ao serem mortos, eles também rendem XP. Titanfall é um jogo para todos, já ouvi muita gente dizer, e posso dizer que isto é totalmente verdadeiro.

Uma arma quase pensante

Existe também no jogo uma arma chamada Smart Pistol Mk5. Essa arma pode ser por muitos odiada e por muitos amada. Trata-se de uma pistola que pode ser utilizada no modo convencional, ou seja, se você mirar, vai ter que se virar com sua habilidade.

Titanfall

Mas, sem mirar, ela permanece no modo automático, ou  “inteligente”. Sempre que ela detecta um alvo em potencial, ela imediatamente tenta travar a mira nele. Ela também pode travar em mais de um alvo, e o resultado disto pode ser uma série de mortes, em cadeia.

Assim que você observar em seu HUD a palavra “Locked”, dentro de um retângulo laranja, aperte o gatilho. Não importa quantas vezes, o alvo já está condenado. Os projéteis buscarão o alvo, rápida e certeiramente, desde que ele esteja dentro do alcance.

Eles farão as curvas necessárias, etc, não se preocupe. Mas, veja bem. Tudo isto tem um preço. Você não pode estar longe dos alvos para que a Smart Pistol trave a mira, e isto pode acabar também sendo um grande problema: demora alguns segundos para o tal travamento (“linhas e círculos” vão aparecendo em tela, marcando o alvo, e existe uma “linha” e um “círculo” final), e inimigos mais espertinhos ou já de olho em você podem te crivar de balas.

Titanfall

Mas é o que eu digo: neste tipo de jogo, crie vários loadouts, vá usando todos eles e veja qual melhor se adapta ao seu modo de jogar. E faça isso sempre, pois, claro, você vai melhorando, então, uma arma hoje inadequada ao seu estilo e/ou nível de experiência amanhã pode ser, quem sabe, imprescindível e matadora.

A dura vida de piloto: habilidades, cartas, etc

No jogo somos pilotos, pois somos os caras que pilotam os robôs gigantes, os titãs. Além de nossa arma primária, contamos com uma segunda e também com uma arma anti-titã: é, também podemos tentar dar cabo das máquinas gigantes sem estarmos embarcados em uma similar. Algo muito bacana, também, e que foi traduzido muito apropriadamente como “rodeio”, é saltar sobre um titã inimigo.

Titanfall

Ao fazer isso você já ganha pontos de imediato, só por “montar”, devido ao tal rodeio (devem ter pensado em bois, sei lá). E, lá em cima, começa então o seu trabalho. Remova a tampa do reator do bicho e comece a disparar.

Você pode inutilizar e destruir o robô, desta forma, e mortes de titãs contam em separado, dependendo do modo de jogo. Obviamente, o piloto dentro do titã pode acabar com a sua festa, desde que ainda haja tempo suficiente e ele tenha armamento em seu ombro, o qual pode então ser disparado.

Também contamos com habilidades especiais e firulas interessantíssimas. Logo de cara o que mais chama a atenção são os jetpacks. Jamais morreremos em um salto, independentemente da altura. Saltos enormes, saltos duplos, correr pelas paredes, etc: tudo isto é possível, em Titanfall.

Os mapas são bonitos e amplos, e além disso, existe aquela coisa do parkour. Andar e correr sobre telhados, pular de um edifício ao outro, saltar para pontos mais altos, pular sobre caixas e subir pelas paredes até alcançar janelas: você irá se deliciar.

Titanfall

Parkour como você nunca viu

Todas as partidas são muito frenéticas. Você vê constantemente pilotos saltando de um lado a outro, mortes ocorrendo em pleno ar e titãs tendo de lidar com inimigos em suas costas, os quais, por sua vez, acabam sendo também, vez ou outra, alvejados por aliados do titã.

O “balé” que se observa (ou se participa), em alguns momentos, quando do embate entre dois pilotos tentando um acertar o outro com chutes (fatais) é divertidíssimo, e que dizer, então, das execuções: você pode, por trás, virar com força o pescoço do piloto ou soldado à sua frente (confesso: quem morre desta maneira sente bastante raiva).

Titanfall

Digamos que este não é um jogo adequado para campers e/ou jogadores que preferem permanecer escondidos à espera da oportunidade perfeita para o tiro perfeito. Não, tudo é muito rápido, e muitos objetivos só são acessíveis após muitos pulos. Após grandes doses de parkour. Após algumas correrias malucas em paredes metálicas ou rochosas. São 15 mapas, no total. E em todos eles o gameplay pode se tornar bem verticalizado, em maior ou menor grau.

Meus preferidos são Angel City, Lagoon, Demeter, Airbase (o enorme “dinossauro” vivo, caminhando e levando tiros que existe neste mapa, é sensacional), Boneyard e Outpost 207. Cada um deles conta com elementos que podem ser utilizados por jogadores de diversas maneiras.

Tirolesas, janelas em edifícios que podem abrigar um atirador, hangares, naves e diversos veículos que funcionam como cobertura, e por aí vai.

De volta às habilidades

Mas voltando às habilidades e “extras” que possuímos, enquanto pilotos, vale citar, por exemplo, além do jetpack, as habilidades táticas. Aí temos a camuflagem (que nos torna meio que invisíveis, mas é mais eficaz contra os visores dos titãs) e o sonar (este eu uso muito), que permite que enxerguemos através das paredes, o que torna possível a localização mais fácil de inimigos, sejam eles controlados pela IA, titãs ou não.

Titanfall

Também contamos com explosivos comuns, como granadas de fragmentação, e alguns outros mais high-tech, como granadas e minas voltaicas, por exemplo. Temos kits especiais, também, os quais fornecem melhorias permanentes, enquanto ativadas, claro.

Melhorias no parkour, na célula de energia que mantém as habilidades táticas funcionando (sim, estas habilidades se descarregam e recarregam conforme o uso – portanto, fique de olho no mostrador), etc. Tudo isto vai sendo desbloqueado aos poucos, conforme seu progresso.

Desafios, Burn Cards, dinheiro, ops, XP no bolso, etc

Também são dignos de notas os desafios, os quais rendem muitos pontos. Jogue um número X de rodadas e ganhe pontos. Jogue mais, e ganhe mais. Faça rodeio em um titã inimigo X número de vezes, e ganhe, sei lá, depende de seu nível e do quanto progrediu nos desafios, 5000 XP. Ejete de seu titã, e ganhe XP, também. Outro elemento que torna Titanfall um must have, principalmente para quem estava em busca de um FPS inovador e diferente, são as Burn Cards, ou “Cartas de Habilidade”.

Conforme você joga e atinge certos objetivos, você vai ganhando cartas que oferecem habilidades, melhorias e upgrades. Tais cartas são de uso único, e valem até você morrer. Existe um determinado número de slots disponível, e você seleciona as que vai utilizar (e até mesmo descarta algumas que não gosta) antes do início da partida.

Por exemplo, existem cartas que, quando em uso, fazem com que Espectros, titãs em modo automático e torres automáticas (ou seja, tudo controlado pela IA) simplesmente ignorem você. Existem cartas que fazem com que você seja confundido com Espectros, por exemplo (e aí, já deu para imaginar os possíveis desdobramentos, não?).

Também existem cards que fornecem XP em dobro, cards que fornecem armas mais poderosas durante a rodada em que estão sendo utilizadas, etc. É algo muito bacana, e se bem utilizado, pode dar muitas dores de cabeça aos inimigos.

Titãs e modos de jogo

E não vamos nos esquecer daqueles que ajudam a dar nome ao jogo, não é? Em Titanfall temos os titãs, claro. Robôs enormes. Robôs com os quais você pode até mesmo atropelar os inimigos (e receber os devidos pontos por isso, claro). Da mesma maneira que acontece com os pilotos, podemos montar diversos loadouts de titãs.

Podemos escolher dentre 3 chassis (lembre-se, você só terá todos se finalizar a campanha): Atlas (grande e resistente – e o meu preferido), Stryder (extremamente veloz porém frágil) e Ogre (o mais resistente porém o mais lento de todos). Podemos escolher também a arma primária de cada titã, bem como os explosivos que ele utilizará, e podemos definir qual habilidade tática o gigante usará durante os combates. O escudo vórtice, por exemplo, além de proteger o corpo do robô, devolve os projéteis ao inimigo.

Legal não? Já a ejeção nuclear provoca uma explosão enorme assim que você ejeta de seu titã condenado, o que pode eliminar pilotos e titãs que se encontrem próximos. Vale lembrar que armas de pilotos e titãs também podem receber mods, e assim sua eficácia vai aumentando (ou diminuindo, observe sempre os gráficos).

Existem 5 modos de jogo em Titanfall: Exaustão (mate tudo o que se mover, da equipe inimiga, para ganhar pontos e ajudar seu time a vencer), Sobrevivência de titã (este é o modo de jogo dos titãs – a arena é deles, você pode até ejetar, se necessário, mas este modo foi criado para combates entre os gigantes), Ponto de Controle (capture e mantenha os pontos A, B e C, em cada mapa), Captura da Bandeira (esse é clássico) e Caçador de pilotos (creio que este seja o equivalente a um Team DeathMatch).

Aliás, mais modos de jogo serão lançados, e eles serão gratuitos. Foi o próprio Vince Zampella quem disse. Você pode também escolher a opção “Pacote variado”, e aí, participará de uma série de partidas durante as quais o modo de jogo será escolhido aleatoriamente. Trata-se de uma boa maneira de começar, experimentando tudo de bom que o game tem a oferecer.

Titanfall

Voltando a falar nos titãs, estes gigantes de aço podem ser utilizados pelos pilotos, por nós, de diversas maneiras. Vale lembrar que causando danos aos inimigos nos primeiros momentos do jogo, você reduz o tempo de chegada de seu robô, o qual é de 2 minutos, por padrão. Caso seu robô seja destruído no meio de uma partida, um outro será providenciado, mas você terá de aguardar novamente. E como utilizá-los? Neles embarcando e atirando contra pilotos, Espectros, milicianos, soldados e outros titãs, por exemplo. Mas, também é possível colocar nosso titã em modo automático (lembra do que eu comentei acima?).

E podemos fazer isso de duas maneiras diferentes. Podemos fazer com que o titã nos siga constantemente pelo mapa (claro, ele não será capaz de entrar em pequenos edifícios, mas ficará o mais perto possível de você). Fazendo isto, ele poderá eliminar NPCs, pilotos e outros titãs, e, adivinhe: nós seremos os beneficiados. Todos os danos por ele causados contam como pontos para nós, enquanto Pilotos. E, também, podemos colocar nosso titã em modo “Proteger”.

Ele pode proteger um ponto de controle, por exemplo. É possível alternar entre os dois modos muito rapidamente, e você pode entrar e sair do robô quando bem entender. Este conjunto de situações, possibilidades e diferenças envolvendo os robôs e os pilotos não é demais? De minha parte, confesso que adoro colocar meu robô no modo Follow e perceber no HUD, vez ou outra, que ele vai eliminando Espectros e até mesmo pilotos inimigos. Ainda não me sinto muito à vontade para jogar dentro da máquina: me sinto um alvo muito fácil.

Pode ser que isto mude, é claro. E, é bem triste também quando a notícia de que nosso amigão foi destruído chega, pelo rádio. Mas tudo bem, já nos avisam de antemão que outro está sendo preparado. A descida de um destes gigantes pode matar, também. Inimigos que se encontrem no local da queda serão mortos, afinal, são toneladas de aço descendo com tudo.Existe até uma carta de habilidade para dar uma aprimorada nesta manobra.

Finalizando

Podemos considerar este texto o meu review de Titanfall? Creio que sim. Creio que não conseguiria escrevê-lo de outra maneira. O título criado pela Respawn Entertainment, empresa fundada por Vince Zampella e Jason West, ou seja, eram os chefões da Infinity Ward, empresa responsável pela sub-série Modern Warfare da franquia Call of Duty, além dos primeiros COD, é fantástico.

Acessível a iniciantes e a veteranos, sem no entanto se tornar enfadonho para nenhum dos grupos, mesmo após muito tempo de jogo. Os titãs não tornam as partidas desbalanceadas, até mesmo porque “simples” pilotos podem dar cabo de um deles com o devido armamento e técnica.

Tudo é muito rápido. Alguns mapas permitem que atinjamos alturas enormes; saltar de um prédio a outro é algo comum, e cada mapa é bem extenso, sendo que fica claro que eles foram pensados na movimentação dos titãs e dos pilotos. A oferta de objetivos e metas por parte do jogo também é grande. Burn Cards e Challenges podem também nos transformar em “caçadores de melhorias”, o que, claro, nos manterá jogando por mais tempo e fará com que nosso desempenho melhore ao longo do tempo, de forma bastante natural.

A verticalização de tudo, aqui, a qual é opcional, veja bem, também é um ponto extremamente positivo. Mas tome cuidado: este “opcional” depende do quanto você deseja progredir. Permanecer preso ao chão, como em outro FPS qualquer, além de ser bastante chato, te transforma em presa fácil de máquinas gigantescas e pilotos sedentos por sangue.

Não fazer uso das novidades que o game nos oferece é inadmissível, penso eu. Se eu fosse citar falhas em Titanfall, estas estariam relacionadas aos poucos modos de jogo disponíveis (e isto já está na mira da Respawn, conforme mencionei acima), à impossibilidade de renomear os loadouts, na inexistência de um sistema para votação nos próximos mapas, e ao matchmaking. Mas tudo bem, participar de partidas com jogadores com mais experiência e melhores equipamentos nem sempre é um problema, pelo menos para mim. Mas este jogo é fora de série.

Uma revolução no gênero FPS? Provavelmente. Só espero não ver um Titanfall a cada ano, ainda que já se fale em um Titanfall 2.

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4 Comments

  1. Parabéns pelo review, Marcos! Acrescentou muito para mim, agora estou mais por dentro do que realmente se trata o jogo. Uma dúvida: no PC, qual é a plataforma que o jogo roda? A parte social é prática e dinâmica como a Xbox Live dos consoles?

    Achei interessante o fato de ter “bots” mesclados, pelo menos no sentido de dar uma chance aos menos habilidosos (eu, hehe) de abaterem alguns alvos. Porém, não sei qual seria minha sensação em saber que estou enfrentando um bot, não gostava muito disso antes, talvez eu mude de opinião.

    Essa alternância entre jogar “a pé” e com robôs, somado ao fato dos cenários servirem bem à ambos, me pareceu bem legal também.

    Também gostei muito dessa funcionalidade de mandar o robô seguir, por exemplo.

    Fiquei bem interessado em jogar. Mas, como é apenas multiplayer, fica difícil tirar o “escorpião do bolso”. Pois comprei o BF3 na época que foi lançado, até joguei bastante, mas hoje ele pega poeira, pois a galera não joga mais. Valeu, Marcos!

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    • Valeu Diego!

      Como assim, parte social? Comunicação? Não vi nada novo em relação a isso, não, se for a isso que você se refere. Texto, voz, etc.

      Mas esses bots algumas vezes surpreendem, viu. Já fui pego por alguns. E, além disso, ajudam o time. E, tem as Burn Cards, por exemplo. Algumas delas tem a ver com esses bots. Uma, por exemplo, permite que você se camufle como um deles. Já imaginou, né? hehehehe

      Olha, nos últimos dias tenho treinado bastante jogar dentro dos robôs, e conforme você vai ganhando mais experiência, equipamentos, etc, vai ficando mais fácil. E, claro, natural. O modo no qual só robôs combatem é bem legal. Engraçado que aí, se seu robô ir pro saco, você pode ejetar, claro. Se tiver a habilidade “ejeção nuclear”, ainda pode causar algum estrago e continuar jogando, como piloto. E, claro, ainda ajudar seu time. Pode, por exemplo, ativar torres de defesa automáticas, que dispararão contra os inimigos. Muito bacana.

      Olha, eu tenho até o BF4. E já desinstalei. Problema em cima de problema (um novo divulgado ontem, parece), etc. E o Titanfall é MUITO dinâmico. Você não enjoa. Ainda mais se lá no matchmaking pegar o “pacote variado”. Vai trocando os modos de jogo, você vai experimentando todos, etc. Muito bom. Recomendo, viu. 😀

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      • Valeu, Marcos!

        Sobre a parte social, me refiro a grupos (parties), como os da Xbox Live. Você está jogando “sozinho” ou costuma fazer um grupo para joar com alguns amigos e conhecidos? Pois, assim como costuma acontecer no Halo (e até no BF3), gosto de formar um “squad” para jogar com os amigos no mesmo time e fazer táticas, estratégias. Na época em que eu jogava o CS, até conseguia jogar com o microfone da sessão de jogo aberta, porém nesses jogos de console, costuma ter muita zona, muitos pivetes, muita barulheira e xingamentos, hehehe.

        Um abraço!

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        • Ah, sim. Agora entendi, Diego. Não, por enquanto não tem nada disso. Infelizmente.

          Até ouvi falar que vão melhorar essa parte, mas, por enquanto nada. 🙁

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