Finalmente.  E que finalmente! Como geralmente ocorre quando um título antes exclusivo dos consoles chega à nossa querida plataforma “tudo em um”, Metal Gear Rising: Revengeance chegou ao PC com diversos extras, além de gráficos muito mais bonitos (para nossa alegria, temos lá um menu com opções gráficas, e podemos “brincar” e desfrutar, por exemplo, do anti-aliasing). Além disso, pode-se também atingir (dependendo da configuração em questão, claro) 60 frames por segundo.

O título, desenvolvido pela Kojima Productions e pela Platinum Games (Bayonetta, Vanquish), foi lançado inicialmente para Xbox 360 e Playstation 3, em Fevereiro de 2013. Agora, no PC, o pacotão conta com 3 DLCs, incluindo o Blade Wolf, que nos coloca na pele do cão cibernético.

Também no PC (para nossa alegria), contamos com diversos extras, como por exemplo a possibilidade de visualizarmos todas as cutscenes e definirmos quantos cortes o Raiden pode realizar com sua lâmina (ZANGEKI – e ainda quero conferir como isto funciona).

Ah, também é possível jogarmos apenas as batalhas contra os chefões. Além disso, Metal Gear Rising: Revengeance chegou ao PC por um excelente preço. R$ 49,99 no Steam BR (sendo que o preço sugerido pela Konami é de US$ 29,99 – e considerando a cotação do dólar de hoje, chegamos ao valor de R$ 70,17), com suporte a Steam Cloud e Achievements. Bacana, não?

Metal Gear Rising: Revengeance

Eu já havia jogado este jogo no Xbox 360, e confesso que ao iniciá-lo no PC a surpresa foi bem grande. Os gráficos estão muito, muito bonitos. O game, apesar de fazer parte da franquia Metal Gear, do honorável Hideo Kojima, é bastante diferente de todos os anteriores. O que temos aqui é ação, pancadaria, lâminas se movendo quase que à velocidade da luz (ok, exagero), inimigos sendo fatiados.

No comando do ciborgue Raiden (de Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty e Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots), temos de cumprir missões em diversos lugares do mundo. É bastante interessante um determinado combate logo no início do jogo, falando nisso, onde Raiden sobre um “duro golpe”. Os eventos logo depois são, então, muito bacanas, e envolvem, vale lembrar, o lado robótico do ninja. Ele fica bem mais poderoso.

O jogo é muito dinâmico, e apenas sua câmera ficou um tanto quanto estranha, justamente quando estamos próximos aos inimigos ou enquanto utilizamos o modo katana. A ação praticamente não pára, e um dos recursos mais bacanas do jogo é o zan-datsu: Raiden pode fatiar seus inimigos e, durante este processo, extrair suas células de energia, em benefício próprio, claro.

Metal Gear Rising: Revengeance

Infelizmente, um fantasma quase assombrou os jogadores após seu lançamento no PC. Parecia que um DRM Always-on estava assombrando o título.  Felizmente, a Konami logo informou que se tratava de um bug, o qual, pelo que parece, já foi corrigido.

De qualquer forma, Metal Gear Rising: Revengeance é um título fora de série. O início do jogo já deixa qualquer um boquiaberto. Em um país africano, Raiden é o segurança do primeiro ministro, e o grupo sofre um ataque de terroristas que também contam com ciborgues em suas fileiras, obviamente.

A batalha contra o boss logo em seguida é surpreendente. O inimigo é gigantesco, e a batalha é épica. Aliás, os mesmos dizeres e elogios podem ser ditos a respeito dos outros chefões. É realmente fenomenal. Se você está procurando um ótimo Metal Gear para PC, dê uma olhada neste.

Metal Gear Rising: Revengeance é adrenalina pura. E se você ficou longe da franquia porque não é fã de ação stealth, pode ficar sossegado.

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