A Microsoft afirmou, durante a CES 2010, que não há necessidade de lançar um novo console. A empresa pretende manter o Xbox 360 no mercado por, talvez, mais cinco anos, mediante a utilização de upgrades de hardware (como o Projeto Natal, por exemplo) e software. Segundo David Hufford, diretor senior de gerenciamento do produto Xbox, “atualizações de software e hardware irão ajudar a dar vida nova ao console existente“.

Lançado em 2005, o Xbox 360 é um console que tem construída em torno de si a mais poderosa e lucrativa rede online de jogos da atualidade, onde se vende desde acessórios e animais de estimação para avatares até excelente conteúdo para download. Além disso, a Xbox Live, apesar de paga, é a melhor e mais bem estruturada rede para partidas multiplayer dos três atuais consoles de última geração.

Hufford ainda complementa, dizendo que “o Xbox 360 foi projetado para uma vida longa“, e que ele “nem sabe se estamos na metade ainda” (do ciclo de vida do console). Não posso deixar de mencionar, entretanto, o quanto acho engraçado ouvir esse pessoal dizer que (supostamente) projetaram um console de longa durabilidade, uma vez que pelo que se sabe, as 3 RL’s continuam aí, rondando e assombrando a todos os donos de um 360.

O que o futuro nos reserva?

Bom, logo mais abaixo ele menciona a “garantia sem precedentes” que a Microsoft oferece a quem compra o console (pelas vias oficiais), e isto é verdade, realmente, mas não elimina o problema das 3 luzes vermelhas, apenas o ameniza. Mas, de qualquer forma, não deixa de ser um fato extremamente louvável.

De qualquer forma, é muito bom sabermos que a empresa pensa desta forma, e que teremos pelo menos, quem sabe, mais 5 anos de Xbox 360, com atualizações de hardware e software sendo lançadas. É muito bom sabermos que ainda teremos mais cinco anos para aproveitar o alto investimento que fizemos em um caríssimo console de última geração. Fico aqui imaginando também quais mais acessórios, além do Projeto Natal, serão lançados nestes próximos 5 anos.

Mas, é muito bom termos pelo menos a esperança de que nossas coleções de caixinhas verdes não virarão peças de museu tão cedo. 🙂

(Via: Edge-Online)

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