MMO APB: Reloaded chega ao Brasil em português

Se você sempre teve vontade de jogar o MMO de ação free-to-play APB: Reloaded (infelizmente ainda bloqueado no Steam), uma oportunidade bem bacana está chegando. O jogo será lançado no Brasil, em breve, totalmente traduzido para o português, e as inscrições para o closed beta já começaram.

APB: Reloaded

Vale lembrar, aliás, que temos aqui mais um título antes pago que migrou para o modelo F2P. O caso aqui foi até mais complicado. Os servidores do MMO chegaram a ser desligados, em 2010, e uma outra empresa então adquiriu o jogo. O game, então, conseguiu seu lugar ao sol, e chega ao Brasil agora através das mãos da desenvolvedora e publisher catarinense Hoplon Infotainment.

APB: Reloaded foi idealizado por David Jones, criador da série GTA, e é um MMO de ação que conta com mais de 3 milhões de jogadores no mundo, segundo a GamersFirst, empresa que o distribui internacionalmente. Ambientado na grande cidade de San Paro, cidade esta dominada pelo crime e na qual o poder público já perdeu o controle da situação, APB: Reloaded conta com duas facções, os Justiceiros e os Criminosos.

APB: Reloaded

Nosso objetivo é propiciar a melhor experiência de jogo aos brasileiros, diminuindo o ping com a utilização de um servidor brasileiro. Além disso, estamos muito orgulhosos de representar este título e uma empresa do porte da GamersFirst no Brasil“, disse Guilherme Loureiro, Gerente de Publicação da Hoplon Infotainment.

O MMO também conta com mais de 30 armas totalmente personalizáveis e 27 veículos pilotáveis, além de ser o primeiro MMOTPS sandbox. Existe também um estúdio de música virtual dentro do jogo, o qual permite que os jogadores criem suas próprias composições, as quais podem inclusive tocar nas rádios durante o jogo.

Novidade muito bacana, não? Além disso, o fato de contarmos com servidores localizados no Brasil facilitará bastante as coisas, como todos sabemos. Inicialmente, mil pessoas serão escolhidas, dentre os inscritos, através de um sorteio. Segundo a Hoplon, entretanto, este número pode ser ampliado, conforme a demanda. E aí, vai se inscrever para o beta fechado do jogo?

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4 Comments

  1. Fiz minha inscrição para beta tester quando o jogo se chamava APB mas não fui selecionado.

    Quando o jogo foi relançado como APB: Reloaded, por outra empresa, é que eu consegui finalmente criar minha conta e jogar.

    Gostei da dinâmica do jogo mas faltavam pessoas para jogar, em algumas partidas era um contra um e acabei deixando de lado.

    O fato de utilizarem servidores no Brasil e traduzirem para o PT-BR vai ajudar bastante, pena que seja um título pay-to-win.

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    • @Hideki T,

      Realmente, pelo pouco que joguei, deu pra ver que tinha esse problema do P2W. Mas é um jogo legal, gráficos legais, mundo aberto, etc. Vamos ver agora, com esses servidores nacionais, se algo muda (se bem que acho que não). Engraçado que enquanto foi um jogo pago se deu mal, né? Como os F2P estão crescendo. Tem horas em que chega a dar medo disso, principalmente com gigantes da indústria citando pirataria, etc, e dizendo que “o F2P é o caminho”. Como vão ficar nossas amadas campanhas singleplayer, nestes casos? :(

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  2. @Marcos A.T.Silva, engraçado esse seu comentário sobre a pirataria no PC, sei que você está se referindo às declarações da Ubisoft e seus métodos pouco eficientes de controle, pois hoje mesmo estava lendo uma reportagem do criador do Super Meat Boy e o quanto a Steam ajudou nas vendas, estamos falando do mesmo mercado?

    Ao meu ver, a pirataria no PC é algo mais cultural do que uma necessidade, claro que existem exceções mas, com tantos títulos e métodos de aquisição disponíveis, só se copia para bancar o espertalhão ou por ideologia.

    Se o consumidor não tem os 50 dólares para comprar um lançamento, pode muito bem esperar o preço cair e comprar o mesmo título com 75% de desconto em alguma promoção, coisa que eu faço, inclusive com filmes.

    Claro que existem os adolescentes que dependem de mesada e os desempregados, para o segundo grupo eu aconselho parar de jogar e procurar um emprego, com relação aos jovens não há muito o que fazer, todos nós já passamos por essa fase rs.

    O que não vale é uma empresa com ótimos títulos no catálogo, dificultar a vida de quem compra jogos originais impondo restrições absurdas e depois ficar reclamando que a pirataria no PC é de 95%, incentivem a compra do original com vantagens ao invés de tentar dificultar a cópia.

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    • @Hideki T,

      Estava me referindo a ela mesma…rsrs Olha, Hideki, esse negócio de pirataria é algo bem complicado, mesmo. Mas também depende de boa vontade, digamos, dos dois lados. A própria Ubisoft acaba incentivando tudo isso, com aquele DRM draconiano que, felizmente, ela parece estar abandonando. Mas, também, falando agora em experiências pessoais, tenho muitos amigos que não se importam, por exemplo, em gastar 200-300 reais em uma noite só, em uma balada, mas compram game pirata pra caramba e ainda dizem que não “acham justo” pagar 50 dólares em um jogo.

      Caramba, um jogo, algo que, de repente, vai proporcionar diversão a eles por muito tempo e, além de tudo, não vai destruir o fígado deles? rsrsrs Mas tem muito de questão cultural, também. No Brasil, acostumou-se a “dar-se um jeitinho”. E aí, já viu.

      E concordo com você, se a pessoa não pode pagar os tais 50 dólares, pode esperar, etc. E temos o Steam, com suas promoções malucas, e nem a desculpa de “não ter cartão internacional” vale muito, mais, pois agora tem aí a Nuuvem, por exemplo. Mas essas empresas que dificultam a vida de quem gastou os 50 dólares e que agora vão partir pra um caminho que pode tanto ser legal pra nós quanto não, deveriam aprender com outras do mesmo mercado (Valve, CD Projekt, diversas independentes, etc).

      Mas, sei lá. Algo que me irrita bastante é quando vejo alguém comprar um GTA, um Crysis, etc, no camelô da esquina, por “10 reau”, e falar que trata-se de algo que não vale 100 reais. Cada caso é um caso, mas pra mim, trata-se de um produto, também, não é? :)

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