O que você está jogando (Dezembro/2014)?

Bom, pessoal, primeiro de tudo, gostaria de desejar a todos um Feliz Natal (atrasado) e um Ano Novo fantástico! Boas festas! Que em 2015 possamos continuar por aqui, conversando, jogando e dando risadas! Tudo de bom, meus caros! 🙂

Mas, e aí, o que vocês estão jogando? Sugestões? Dicas? Aliás, como vai a “Steam Holiday Sale” de vocês? Gastando muito?

Bom, posso dizer que tenho jogado, nos últimos tempos, muito Elite: Dangerous. Este jogo me dominou, tanto é que vocês mesmos podem ver a quantidade de textos que escrevi sobre ele aqui no XBP. Foram até que muitos, já, e no último falo a respeito de uma situação bem desesperadora. 😀

videogame

Tenho também jogado Far Cry 4, e tenho gostado bastante. The Crew também está muito legal, falando nisso. E esses dias montei uma lan party em casa, e voltei a jogar o bom e velho Counter Strike com sobrinhos.

No iPad voltei a jogar Clash of Clans. Jogo muito bom, tirando o fato de que as IAPs são bem chatas. Mas dá pra jogar sem gastar nada, desde que você tenha paciência. 😀

E vocês?

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16 Comments

  1. Eu tô tocando o terror em Mordor, no melhor Assassin’s Creed do ano. =D

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  2. Depois de ter testado Priston Tale (eu. me. odeio.), comecei Firefall e até agora estou curtindo: jogo bem bonito e dinâmico.

    Também estou jogando Sang-Froid: Tales of Werewolves e é uma sensacional combinação de estratégia e ação em tempo real, banhada em folclore canadense e com uma arte muito bacana. Mas é um título difícil, não sei se conseguirei chegar ao final.

    Ao lado do meu filho, desbloqueamos todos os personagens de Sonic & All-Stars Racing Transformed em uma jornada de mais de 40 horas, centeneas de corridas, milhares de risadas. É muito divertido e outra bola dentro da Sega no campo das “corridas de kart”.

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    • Olha, Aquino, depois de ler tudo o que você escreveu sobre o Sang-Froid, já até instalei o jogo. Quero realmente jogar, porque me pareceu muito bom, pelo que vocÊ disse. 😀

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  3. Comentando de novo só para me cadastrar nas respostas…

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  4. Bom, dei uma de maluco nessa Holiday Sale e acabei gastando mais do que deveria. Então senta que lá vem história.

    Castle Crashers – Peguei após indicação do Aquino via twitter. Gostei. Jogabilidade boa, engraçaralho e colorido. Apesar que a sensação de profundidade é tão confusa que minha visão fica extremamente cansada após 20 minutos de jogatina. Bom que minha sobrinha também gostou bastante e sempre pede pra jogar.

    CloudBuilt – Platformer em 3ª pessoa muito bom. E rápido. Muito rápido. Tem vezes que nem eu entendo como consegui passar de certas partes do mapa. No jogo, você reage muito mais do que age. Parece que as coisas se resolvem mais na memória muscular dos seus dedos. Enfim, recomendo.

    Distance – Muito bom! Mesmo ainda em early acess, dá pra tirar infinitas horas de diversão com as pistas oficiais e as pistas criadas pelos jogadores no Workshop. Sem contar com uma surpresa: numa pista específica, através da ambientação e sonorização (não há música nesta pista específica) muito bem executadas, um jogo de corrida foi capaz de me deixar apreensivo. Não vou spoilar nada, mais achei um suspiro de criatividade sensacional fazer o jogador sentir algo, além da conhecida frustração, num jogo de puramente corrida.

    Elite: Dangerous – Jogo também sensacional, mas que acabou ficando meio de lado. Enquanto esperava o release do jogo e as ferramentas de trade serem atualizadas, a Holiday Sale chegou e, com tantos jogos novos, Elite foi sendo espremido num canto. Apesar de tudo, minha nova Hauler está num raio de 20 anos-luz do nosso sistema solar, esperando seu vôo inaugural.

    Firefall – Sigo o jogo desde 2010 e, após várias decepções, larguei de vez. Por curiosidade, voltei esses dias para ver como está. E que grata surpresa encontrar um jogo muito, mas muito melhor que o dos tempos do beta. Bem mais estável, mais balanceado entre os battleframes e com o mundo bem mais interessante, cheio de eventos por todos os lados. Além de tudo, é grátis e não há nada na cash shop que você realmente precise. Comodidades como planadores e motocicletas são conseguidas jogando e sem um grind absurdo. Recomendo.

    Lichdom: Battlemage – A proposta é boa e os efeitos das magias são mesmo muito bons. E é tudo que dá pra se dizer do jogo. A história é risível e todos os lugares são corredores quase retos. E esses corredores sempre são apenas conexões entre salas de chefões. Não que não seja muito divertido ver seus inimigos explodindo em cacos congelados ou sendo sugados por uma singularidade, mas só isso não sustenta o jogo inteiro.

    Never Alone – Platformer 2D e documentário sobre tribos do Alaska. Não é pra todo mundo, mas pra quem gosta de conhecer coisas novas e povos novos, esse jogo é recomendadíssimo! Não falarei mais nada para não spoilar. Essa experiência deve ser só sua.

    RAGE – Detestei. E pelo que pode ser considerado besteira também. A física dos veículos é tão absurda que não consegui prosseguir. A parte shooter também deixa um pouco a desejar. Todo protagonista de FPS tem uma leve dose de parkinson que faz a mira dançar, principalmente no começo. Na maioria dos jogos, a mira tem a decência de dançar num padrão específico que torna possível você compensar e atirar certo. Em RAGE, a mira dança de forma aleatória. É muito difícil compensar. Esses problemas, apesar de serem considerados bestas, não permitiram a história me agarrar. Enfim, não recomendo nem de graça.

    Sonic All-Stars Racing Transformed – A SEGA ainda pensa que está fazendo jogos para o Dreamcast e se recusa a evoluir, se se julgar a lentidão da interface, menus e etc. Apesar disso, o jogo é muito divertido. Outro que minha sobrinha sempre pede pra jogar. Mesmo que, para ela, vencer a corrida seja secundário. A maior diversão dela é atingir os outros corredores com armas. Ela ri de rolar no chão.

    Worms Clan Wars e Worms Reloaded – Esses sim são, de longe, os preferidos da minha sobrinha. Sempre disputamos e rimos demais com nossos times de minhocas se explodindo. Peguei primeiro o Clan Wars por ser mais novo e bem mais bonito. E é verdade que muitas coisas foram melhoradas nele, mas deixaram de fora algo essencial: os comentários engraçaralhos no final de cada partida.
    Quando uma partida acaba, as estatísticas eram apresentadas em comentários engraçados sobre cada time e/ou minhoca espefícica. No Clan Wars, as estatísticas são secas como “Worms1 matou 2”. E, lembrando dos meus tempos de Worms Armageddon, era sempre bom rir da cara um do outro com aquelas piadinhas. Então peguei o Reloaded que ainda mantêm essa parte.
    Agora, o que mais nos mata de rir são os replays. Quando uma das minhocas faz algo que causa muito dano ou mata muitas minhocas ao mesmo tempo, o replay é ativado e repassa, em câmera lenta, a vergonha pela qual você ou seu oponente foi submetido. A Holy Hand-Grenade quase sempre gera uma dessas, quando bem colocada.

    Dragon Age: Inquisition – Comprei ontem e ainda estou bem no começo, mas estou gostando bastante. Tá certo que é a Bioware e esse é o terceiro título da franquia, mas DA: Inquisition tem muito cara de Mass Effect 3. Até as músicas são um tanto parecidas. Também achei bem justo a criação do Dragon Age Keep (https://dragonagekeep.com/en_US/), através do qual você pode montar sua história através dos DAs anteriores e seus DLCs, mesmo que não os tenha na sua conta Origin. Quer dizer, você pode dar uma passada na Wikia dos DAs anteriores, ler a história dos jogos e DLCs por alto e enriquecer sua experiência no DA: I com suas escolhas mesmo assim. Deveriam ter feito algo parecido com Mass Effect.

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    • Então, Bruno, Castle Crashers é realmente muito divertido, não? Joguei há bastante tempo atrás, ainda no Xbox. 😀

      Dos outros que você citou, preciso dar uma nova chance ao CloudBuilt. Lembro que na época ele não tinha suporte a controles, e isso me desanimou. Acho que é essencial nesse tipo de jogo. O Distance ficou um tempo parado, aqui, mas esses dias joguei novamente.

      Elite Dangerous estou jogando praticamente todos os dias, ainda mais agora que adquiri um scanner mais avançado e um fuel scoop ótimo. Não gasto mais nada com combustível, e dá pra fazer muitas descobertas com esse novo scanner. Mas falando no Inquisition: QUE JOGO! Se importar com personagens, com a história, pensar antes de responder (bem): como estava sentindo falta de um RPG assim. Que jogo maravilhoso!

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  5. Olá Marcos!

    Feliz ano novo atrasado!

    Comprei o Metal slug 3 e estou ainda no Resident Evil revelations no modo raide…esperando o lançamento do RE revelations 2 🙂

    Far cry 3 ainda não comecei.Também estou jogando uns jogos que finalizaei só para ganhar as conquistas.

    Abraço!

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    • Olá Rafael!

      Feliz ano novo pra você também, e desculpe pelo atraso. 😀

      Poxa, sério?

      Mas então, o Far Cry 3 (e o 4 também, além dos anteriores…rsrs), é muito bom. Megal Slug ando sentindo falta de jogar. Estava jogando no Vita, há uns tempos atrás, mas dei uma parada.

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  6. Eu estou jogando bastante Skyrim e de vez em quando o Rogue Legacy 🙂

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  7. Que este ano seja muito bom pra você e pra família, com muita saúde e prosperidade!
    Não tenho comentado muito sobre o que estou jogando porque estou sempre nos mesmos jogos multiplayer mas esse mês quis dar uma variada – jogar títulos antigos que já joguei é variar? – e continuo no onipresente World of Tanks, reinstalei Outcast pra ver como ficou a atualização 1.1 ( a do Steam saiu primeiro que a minha do GOG) , Bioshock ( jogo sensacional, mas as vezes parece que estou jogando Dead Space por conta da narrativa idêntica) e pra fechar o saudoso MDK.Sobre este quero dizer que fiquei espantado como um jogo que está prestes a completar 20 anos! ainda têm a mecânica e a jogabilidade tão atuais! E uma coisa que que percebi só agora pois na época não dei muito valor é a trilha sonora excelente! Não que ele não tenha sido valorizado , pelo contrário, a crítica lhe foi favorável, mas eu diria mais: é um jogo que estava á frente do seu tempo.Vejo isso de forma mais nítida hoje! É um clássico dos jogos!apenas mais um detalhe: pra não ficar com “dor de corno” ao compra-lo no GOG , pois já tenho ele original da revista BIG MAX , aproveitei o pacote que continha o MDK2. Talvez com o DOSBOX ele rodasse mas acho que me daria um certo trabalho.

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    • Fala Marcos! Desculpe pela demora, também. 🙂

      Pra você também, e sua família. Um 2015 cheio de paz, alegrias e sucesso!

      Poxa, continua jogando World of Tanks? Que legal! Chegou a testar algum dos outros da Wargaming?

      BioShock é realmente muito bom. Eu adoro, assim como Dead Space (pena que ainda não tive coragem de finalizar o 3). Ou melhor, na verdade, de avançar além do início…rsrsrs

      MDK é uma das minhas falhas, ainda não joguei. Preciso corrigir isso urgentemente. Bacana tudo isso que você falou.

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  8. Sim , já experimentei o World of Warplanes mas toda a movimentação típica de aviões me deixou com náuseas e desisti.Falta o World of Warships.Confesso estou viciando nos multiplayer online.A expectativa de interagir com outras pessoas e a competitividade gerada por essa modalidade me instigam a continuar jogando.Por mais que os mapas sejam os mesmos, a variedade de caminhos á tomar e a quantidade de conclusões diferentes em uma partida – apesar de ser vitória ou derrota – me arrebatam de uma forma que os jogos single player não fazem mais, com raríssimas exceções. Ás vezes fujo dos multiplayer , até porque tudo enjoa, mas acabo voltando.Mas acho firmemente que devo experimentar mais jogos além dos multiplayer.
    Quanto á Dead Space 3…sinceramente desisti.Não me instigou como o 1 (sublime!) ou o 2 (muito bom!) fizeram. Tornaram ele um jogo comum.

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    • Entendi, Marcos. 🙂

      Olha, o último jogo de combate aéreo que testei foi justamente o World of Warplanes, mas por um período de tempo curtíssimo. Antes dele, havia jogado um bem simples, bem rapido, mas muito mais “amigável”, além de divertido, o “Jane’s Advanced Strike Fighters”. Dá uma olhadinha quando puder.

      Sobre multiplayer, partidas competitivas, etc, eu confesso que senti algo bem semelhante ao que você diz, durante o ano passado, com o Titanfall. Foi como um vício, mesmo, jogando todos os dias, me divertindo muito, fazendo de tudo pra aumentar o nível do personagem, etc. Pena que na época eu estava com a NET, e havia um problema de roteamento que fazia com que o ping dos servidores brasileiros fosse muito mais alto que os de fora. Vê se pode.

      Mas é bacana mesmo esse lance da interação, de resultados diferentes em diversas partidas (só espero um dia não viciar em nenhum MOBA, se bem que estou doido pra testar aquele da CD Projekt RED, baseado na franquia The Witcher 😀 ). Além do World of Tanks, quais outros títulos multiplayer você está jogando?

      Olha, vou te dizer uma coisa, há tempos eu sentia vontade de pegar novamente um jogo exclusivamente singleplayer que me arrebatasse, e acabei sentindo isso com o Dragon Age: Inquisition. Sabe, aquela vontade maluca de jogar um bom RPG, novamente. E o DA:I está conseguindo me prender bastante. Está sendo muito bacana, a experiência. Acabamos jogando tantas coisas, muitas vezes ao mesmo tempo (eu pelo menos sinto isso), que dá pra ficar bem saturado. Eu mesmo, alguns dias, abro o Steam, fico olhando a biblioteca, a fila, etc. Abro um game, fecho. Abro outro, jogo pouco, fecho. E assim por diante. É muita coisa…rsrs

      Já em relação a Dead Space, concordo com você em gênero, número e grau quanto à qualidade dos dois primeiros. Já o terceiro, bem, joguei pouquíssimo. Mas ainda quero terminá-lo, já que o possuo. 😉

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    • Complementando aqui, já que você mencionou que sentiu náuseas ao jogar o World of Warplanes. Esses dias estava imaginando como deve ser a experiência (se é que algum título do gênero possui suporte, né) de jogar algo assim com o Oculus Rift…rsrs Sei que o Elite: Dangerous possui suporte. Deve ser no mínimo estranho, pelo menos no ínício.

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