Semana passada recebi meu convite do OnLive (OnLive Registration Invitation – é, fui um dos 25.000 primeiros inscritos) para me registrar e ganhar um ano de isenção na assinatura e um game grátis, à minha escolha. Bom, fiquei super feliz, na hora, e fui logo tentar fazer o registro. Minha decepção começou quando percebi que não estava disponível nenhum outro país além dos Estados Unidos, no formulário de registro. Entrei em contato com o suporte, e isto me foi confirmado.

Agora, sabemos que o OnLive será lançado também no Reino Unido, mas somente em 2011. Parece que o “serviço de games baseado nas núvens” não marcará aquela presença estrondosa que todos esperavam. Pelo menos, não por enquanto. Apesar de minha empolgação inicial com o serviço, fiquei desapontado, principalmente por não entender o porquê de um serviço que teria tudo para ser um concorrente “quase” à altura do Steam ser lançado de forma tão, digamos, “regional”.

No Steam, pelo que se sabe, poucos games possuem bloqueios por região, mas o serviço em si é aberto ao mundo inteiro. O OnLive já começa limitando sua disponibilidade a um único país. Para um serviço onde um dos principais atrativos é o fato dos usuários não precisarem de uma super máquina para rodarem jogos pesados, o “peso” está sendo jogado justamente no lado mais complicado: “disponibilidade” (estranho falarmos em falta de disponibilidade em cloud computing, mesmo que a questão aqui não seja essa, não?).

Um serviço de “games sob demanda” que já começa restringindo sua utilização a determinada parte do mundo, em minha opinião perdeu parte de seu encanto. 7 anos em desenvolvimento e tudo o que conseguiram foi lançar um serviço tão “mirabolante” apenas nos Estados Unidos da América, inicialmente? Espero que minha decepção com o OnLive se transforme em algo melhor, mas por enquanto: Vida longa ao Steam, que além de seus ótimos recursos não nos proíbe de utilizá-lo!

(Via: Edge-Online)

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