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Novo e surpreendente trailer de Wargame: European Escalation mostra forças da OTAN em ação
A Focus Home Interactive divulgou um novo e surpreendente trailer do jogo de estratégia em tempo real Wargame: European Escalation, desenvolvido pela Eugen Systems. Este novo trailer mostra as forças da OTAN em ação, e foi criado totalmente com cenas in-game.
O trailer conta com cenas muito interessantes e bonitas, e também exibe alguns dos 361 tipos de unidades que estarão disponíveis no jogo. O trailer exibe uma emboscada criada pelas forças do Pacto de Varsóvia e a espetacular batalha que se segue, quando as unidades da OTAN chamam reforços. O trailer é realmente belíssimo, e mostra um pouco de um RTS que contará com mapas enormes, que poderão chegar a 150 quilômetros quadrados.

Tais mapas, aliás, poderão exibir mais de 100 milhões de objetos, além de centenas de unidades: tanques, infantaria, helicópteros, etc. Esta engine IRISZOOM parece ser extremamente poderosa, e este novo título da Eugen Systems, pelo que parece, proporcionará ao jogador uma experiência totalmente inédita e realista. Aliás, R.U.S.E., também da Eugen Systems, foi um ótimo jogo. Talvez ali tenham sido iniciados os planos para este novo jogo, que já me impressiona há tempos, apenas com trailers, imagens e informações.
Wargame: European Escalation será lançado em Fevereiro, para PC, via lojas varejistas e distribuição digital, e é um dos jogos de estratégia que também atiçam minha curiosidade em 2012. Profundo, belíssimo e complexo, pelo que parece, Wargame: European Escalation talvez possa se tornar item obrigatório na coleção de quem aprecia RTSs.
Assista abaixo ao fantástico novo trailer:
Leia mais(Review) Serious Sam 3: BFE

Ultimamente temos observado o lançamento de alguns jogos que tentam trazer de volta aqueles bons e velhos tempos dos antigos First Person Shooters, onde o jogador tinha de suar a camisa e lutar contra inimigos os mais diversos sem toda a parafernália de ajuda que existe nos FPSs e TPSs atuais, como por exemplo sistema de cobertura, regeneração automática de energia vital, doses calculadas de inimigos em cada fase, etc.
Serious Sam 3: BFE, da Croteam, é um destes jogos. Ele pertence a uma série que já possui cerca de uma década de existência, e que chegou a receber remakes em HD (Serious Sam HD: The First Encounter e Serious Sam HD: The Second Encounter). Serious Sam 3: BFE, entretanto, é um título que não deixou as raízes da franquia de lado. Os desafios continuam grandes, o protagonista, Sam “Serious” Stone, continua sendo um brutamontes de poucas palavras e arma sempre em punho, e os inimigos estão presentes quase que o tempo todo, e quase sempre em grande quantidade. Ação stealth, então? Esqueça.

Serious Sam 3: BFE mostra acontecimentos anteriores a Serious Sam: The First Encounter. Trata-se de uma espécie de prólogo. O jogo é ambientado no Egito, e nele o jogador lidará com hordas de inimigos alienígenas enviados pelo também alienígena e misterioso inimigo Mental. O título inicia com uma bela animação, a qual exibe a descoberta de um artefato que, apesar de parecer muito antigo, demonstra ser dotado de grande tecnologia. Esta mesma animação também cita a invasão alienígena, e a partir daí o jogador já é transportado diretamente para o Egito, para a missão “Summer in Cairo”, durante a qual Sam acaba entrando em ação não exatamente da maneira planejada.
Vale destacar também o cuidado que a Croteam teve com o protagonista: além dos belos trabalhos de dublagem e modelagem, o Sam que vemos, controlamos e ouvimos novamente é um cara durão, forte, violento, e que solta uma ou outra piadinha de vez em quando. Ele também possui grandes dificuldades em receber e seguir conselhos ou ordens, e um dos momentos mais loucos do game é quando ele simplesmente explode um grande e belíssimo monumento para acessar um portal localizado embaixo do mesmo.

Ele não teve muita paciência para aguardar alguma possível segunda alternativa que poderia ter sido sugerida pela sua companheira de equipe, Quinn. A resposta do Sam à “bronca” é a seguinte: que mandem a fatura para ele. São momentos verdadeiramente surreais e que mostram que a franquia Serious Sam continua firme, forte e nada séria, fornecendo ação ininterrupta e muitos momentos engraçados, além de inimigos para “dar e vender”.
O forte da franquia, aliás, não é seu enredo. Isto acontece com Serious Sam 3: BFE, também. Aliás, quem precisa de história quando uma horda assustadora de alienígenas está em seu encalço, te forçando a correr sem parar e disparar sua arma como louco, ao mesmo tempo em que seus olhos buscam por mais medkits, munição e pontos “quase seguros”?
Logo no início do game o jogador terá de encarar uma fêmea Gnaar e poderá inclusive arrancar um de seus olhos. Arrancar olhos e cabeças, aliás, é uma das “habilidades” do gentil protagonista de Serious Sam 3: BFE, diga-se de passagem. Trata-se de um jogo onde a ação é extremamente frenética, onde muitas missões e momentos chegam a causar desespero no jogador, devido à enorme quantidade de inimigos em tela, os quais atiram e correm de encontro ao jogador como loucos.
Leia maisCD Projekt RED divulga Carta Aberta sobre a pirataria

A CD Projekt RED está cansada da pirataria. Aliás, quem não está? Diversos fatores fomentam este “mercado negro”, e muitas vezes a culpa de determinadas ocorrências relacionadas pode contar com raízes mais profundas e complexas do que aquilo que aparece na superfície. Combater este mal, então, é algo impossível.
Recentemente, a empresa polonesa mencionou que seus advogados já estariam agindo, e hoje a proprietária do GOG.com divulgou uma Carta Aberta à Comunidade de Jogadores, a respeito da pirataria.
Seu conteúdo integral segue abaixo:
“No começo de Dezembro, um artigo foi publicado, a respeito de uma empresa de advocacia agindo em nome da CD Projekt RED, entrando em contato com indivíduos que tinham baixado The Witcher 2 ilegalmente e buscando por uma compensação financeira por violação de direitos autorais. As notícias sobre nossa decisão de combater a pirataria diretamente, ao invés do uso de DRM, se espalharam rapidamente e com elas vieram uma série de preocupações da comunidade. Repetidamente, jogadores assim como você têm dito que nossos métodos podem erroneamente acusar pessoas que nunca violaram nossos direitos autorais, e manifestaram sérias preocupações sobre nossas ações.
Ser parte de uma comunidade é um processo que envolve dar e receber. Nós somente tivemos êxito porque vocês têm fé em nós, e nós temos trabalhado arduamente ao longo dos anos para construir esta confiança. Ficamos tristes ao ver que muitos jogadores sentiram que nossas ações não respeitam a fé que eles depositaram na CD Projekt RED. Nossos fãs sempre foram e continuam sendo nossa maior preocupação, e nos orgulhamos do fato de que vocês todos sabem que nós ouvimos vocês e levamos suas opiniões a sério. Enquanto estamos confiantes de que ninguém que possui legalmente um de nossos jogos foi obrigado a nos compensar por violação de direitos autorais, nós valorizamos nossos fãs, nossos apoiadores e nossa comunidade de maneira muito forte para incorrermos no risco de acusar falsamente mesmo um único indivíduo.
Então, decidimos que iremos cessar imediatamente a identificação e o contato com os piratas.
Vamos deixar isto claro: nós não apoiamos a pirataria. Ela nos fere, os desenvolvedores. Ela fere a indústria como um todo. Apesar de sermos firmes oponentes do DRM, porque não acreditamos que ele tem qualquer efeito na redução da pirataria, nós ainda não perdoamos a cópia ilegal de games. Estamos fazendo nossa parte para manter nosso relacionamento com vocês, nosso público de jogos, algo positivo. Ouvimos suas preocupações, ouvimos suas vozes, e estamos respondendo a elas. Mas você precisa nos ajudar e fazer a sua parte: não seja indiferente à pirataria. Se você ver um amigo jogando uma cópia ilegal de um game – qualquer game – diga a seu amigo que ele está minando o possível sucesso do desenvolvedor que criou o game que ele está apreciando. A menos que você apoie os desenvolvedores que criam os games que você joga, a menos menos que você pague por esses games, nós não seremos capazes de produzir novos e excelentes títulos para você.
Continue jogando,
Marcin Iwinski
Co-fundador
CD Projekt RED”
E é isto. Mais uma vez simpatizo bastante com esta empresa. Trata-se de uma das poucas empresas no mercado que ouve seus clientes, pelo menos quando falamos a respeito da indústria de jogos eletrônicos. A CD Projekt RED é capaz de voltar atrás, algo que muitas empresas do mesmo ramo não conseguem, muitas vezes por se acharem grandes e/ou importantes demais.
Acredito que a carta aberta da CD Projekt RED é totalmente clara, e eu concordo com todos os seus termos. Também concordo com as ações que a empresa começou a tomar em Dezembro, devo dizer. Mas, como sempre, podemos dizer que a conscientização é uma das melhores armas quando se lida com a pirataria.
Leia maisKalypso Media revela data de lançamento e novo trailer para Jagged Alliance: Back in Action
A Kalypso Media revelou hoje a data de lançamento do jogo Jagged Alliance: Back in Action. O título será lançado em 14 de Fevereiro de 2012, para PC, e conta com suporte a Steamworks. Este jogo bastante promissor, mistura de estratégia em tempo real com estratégia em turnos juntamente com boas “pitadas” de RPG conta com um sistema de combate muito interessante, chamado Plan & Go.
Tal sistema de combate oferecerá aos jogadores uma ampla variedade de possibilidades no momento de lutar contra a tirania de Deidranna, na ilha fictícia de Arulco. Além disso, Jagged Alliance: Back in Action conta com unidades que podem ser evoluídas, e é um trabalho em conjunto da Kalypso e da bitComposer, ambas empresas alemãs.
O jogador, em Back in Action, comandará uma organização militar privada que foi contratada justamente para depor Deidranna. Um trabalho que deverá ser realizado aos poucos. Setor a setor. Metro por metro, Arulco deverá ser retomada, e para isto, muita habilidade tática será necessária.
Dê uma olhada no sensacional novo trailer de Jagged Alliance: Back in Action:
Leia maisKing Arthur II – The Role-playing Wargame: mais informações sobre magias e locais
King Arthur II – The Role-playing Wargame é um título fantástico. Uma fantástica mistura de estratégia em tempo real e RPG oriunda das mãos da Neocore Games e da Paradox Interactive. O título será lançado em 27 de Janeiro de 2012, para PC, e a Paradox Interactive continua escondendo Steam keys para o mesmo, em seu site oficial. Mas corra: esta brincadeira vai somente até amanhã.
Complexidade e beleza são dois elementos que não faltam a King Arthur II, jogo no qual podemos até mesmo utilizar magia no campo de batalha. Futuros heróis da Britânia devem dominar a magia, neste jogo. Ou, pelo menos, utilizá-la de maneira tal a obter os melhores resultados possíveis.

Este novo título conta com uma novidade em relação a seu antecessor. Trata-se de uma espécie de escudo mágico que ajuda os jogadores a se defenderem dos ataques de seus oponentes que também utilizarem magia. Além disso, em King Arthur II, diversos locais estratégicos podem ser encontrados e capturados durante cada batalha, e eles ajudam bastante no fortalecimento das defesas do jogador.
A magia e todo o mistério, a ciência e o poder que ela pode muitas vezes carregar consigo implícita ou explicitamente, principalmente nos games, é algo que torna King Arthur II – The Role-playing Wargame um jogo ainda mais fantástico. As maiores dificuldades que o jogador poderá encontrar neste título começam quando ele começa a liderar suas tropas para o campo de batalha.
As batalhas acontecem em belíssimos mapas em 3D, e milhares de soldados podem ser visualizados. O jogador pode observar magias sendo lançadas e inúmeras ações táticas sendo tomadas pelos oponentes. Digamos que a missão final do jogador será livrar totalmente a Britânia de toda a escória que ele combate agora (ou quando o jogo for lançado). E a magia possui papel importantíssimo aqui, e devemos nos lembrar de que o inimigo também a utiliza.

Também existem inúmeros locais estratégicos em cada mapa, os quais serão de grande valia. A posse destes locais fornece ao jogador diversos bônus que podem ser utilizados no mapa inteiro. Bem, isto não é totalmente verdade: os bônus poderão ser utilizados enquanto o local estratégico estiver em posse do jogador. Tais pontos estratégicos podem fornecer os mais diversos bônus: aumentar a força do escudo mágico, aumentar o nível de alcance das magias, fornecer novas e poderosíssimas magias, etc.
Algo também deve ser levado em consideração, aqui. A própria desenvolvedora menciona o fato de que os guerreiros da Britânia não são guerreiros comuns. Cronistas já louvaram suas habilidades e ações incomuns. Seu vigor incrível. A maneira como eles lutam ferrenhamente. Muitos, aliás, realizando ações que se parecem com verdadeiros milagres. Magos, quem sabe.
Os jogadores poderão contar com magias passivas, em King Arthur II – The Role-playing Wargame. Estas sempre permanecerão ativas e/ou fornecendo vantagens, mas também custarão mana. Temos, em King Arthur II, magias com efeitos instantâneos e também magias que requerem um certo tempo para serem conjuradas. Todas, aliás, possuem uma espécie de “tempo de recarga”, isto é, você somente poderá utilizá-las novamente após este tempo se esgotar.
Algumas das mais poderosas magias requerem um longo tempo para entrarem em “funcionamento”, e não podem ser lançadas enquanto o personagem em questão estiver envolvido em algum tipo de combate corpo a corpo. Isto pode representar um problema temporário que, no entanto, exigirá do jogador grande dose de estratégia ao lidar com todos os elementos pertinentes.
Magias inimigas também podem ser quebradas, o que é sensacional. Mas isto vale somente para magias não instantâneas. Vale lembrar que todos os exércitos começarão todas as batalhas com um escudo mágico. Ele cobrirá todas as forças, inimigas ou não. Magias diferentes também contam com diferentes taxas de penetração, e estas taxas podem dizer ao gamer se determinada magia que ele tem em mente poderá ou não quebrar o escudo do inimigo. Algo bacana, entretanto, é que mesmo no caso de uma falha, isto é, no caso de você lançar uma magia que não consiga quebrar totalmente o escudo mágico do inimigo, algum dano ela causará a ele, reduzindo, assim, a força do tal escudo.
Combos de magia também podem ser utilizados em King Arthur II, e isto representa uma grande vantagem em um título como este. Este jogo é espetacular, e pode ser um verdadeiro must have para quem aprecia jogos de estratégia belíssimos, profundos e instigantes. Além do mais, King Arthur II foi desenvolvido pelo mesmo estúdio que desenvolveu o primeiro título da série, em 2009. Ou seja, os caras sabem muito bem com o que estão lidando.
Aguarde. Dia 27 de Janeiro está chegando.
Leia mais(Playing now e vídeo de gameplay) Saints Row: The Third – voando com estilo
Este parque de diversões em forma de jogo eletrônico chamado Saints Row: The Third é realmente sensacional. A princípio pode-se pensar que se trata de um jogo sério. Um jogo do mesmo estilo até, quem sabe, de um GTA. É claro que muitos elementos são comuns a ambas as séries, mas em Saints Row: The Third a Volition resolveu esculachar. No bom sentido. E com muito bom gosto. Muita gente pode até mesmo tentar perceber algumas críticas sociais em Saints Row: The Third.

A maneira como a STAG, grupo enviado pelo governo para reduzir a violência provocada pelas gangues em Steelport, chega com tudo na cidade, não se preocupando com a morte de civis durante suas ações. Personagens caricatos e estranhos que podem lembrar, de repente, alguém do mundo real. A corrupção e o crime que permeiam toda a cidade e que, no entanto, podem ser utilizados pelo jogador para se divertir em missões não lá muito sérias. Chefões de organizações criminosas que mais se parecem com personagens circenses. Liberdade total fornecida ao jogador para fazer o que bem desejar, sofrendo, é claro, as devidas consequências caso infrinja as “leis”.
Aliás, nem sempre o braço da lei alcança o jogador, vale lembrar. Já realizei algumas ações ilícitas em diversas partes da cidade sem que qualquer policial tentasse pelo menos me abordar. Em outros casos, entretanto, uma simples passagem de raspão em um veículo da polícia foi o suficiente para que uma perseguição fosse iniciada, sendo que mais adiante um grande acidente de trânsito havia acontecido e nenhum tipo de suporte estava sendo prestado aos motoristas.

Este tipo de situação, este tipo de contradição, quem sabe, foi introduzida em Saints Row: The Third de forma magistral pela Volition. O jogador pode até mesmo passar por situações de grande stress que são rapidamente transformadas em motivo de piada, devido a algum comentário e/ou ação por parte de algum NPC.
Ontem à noite, aliás, joguei a missão “Live! With Killbane”, e ela é extremamente engraçada. O chefão dos Luchadores dá uma entrevista a uma rede de televisão primeiramente esculachando os Saints. Depois, ele assume um ar totalmente inocente, e diz que não é um criminoso, etc e tal.
Leia maisConheça o ganhador do game The Haunted: Hells Reach

Bom, meus caros, acabei de realizar o sorteio do game The Haunted: Hells Reach, da KTX Software. Peço desculpas pelo atraso na divulgação do resultado, e gostaria de dizer, portanto, que o sorteado foi o BFD_Elessar.
Parabéns, meu caro. Já estou te enviando um e-mail, e fico no aguardo de sua resposta, para enviar em seguida sua Steam key. Obrigado a todos pela participação, e abaixo segue o vídeo do sorteio:
Leia maisShoot Many Robots: os inimigos são robôs, e o jogo está chegando à PSN e à Xbox Live

Shoot Many Robots é o primeiro game da Demiurge Studios, e será publicado pela Ubisoft. O título será lançado em breve, na Playstation Network e na Xbox Live, e foi desenvolvido com a Seoul Engine, uma engine proprietária. Trata-se de um título cooperativo para até 4 jogadores, que também conta com alguns elementos de RPG.
Shoot Many Robots apresentará ao jogador uma espécie de “apocalipse robô”. Grupos de quatro jogadores poderão enfrentar hordas imensas de robôs dos mais variados tipos e força. O trabalho em equipe é essencial, mas cada jogador também deverá se esforçar para obter o melhor desempenho, pois recompensas serão fornecidas a cada um conforme sua atuação, ao final de cada missão. Quanto mais robôs forem destruídos por cada jogador, individualmente, melhor. Para o grupo e para ele.
Os jogadores vão ganhando XP conforme matam robôs, e os resultados disto são claros. Além disso, vale sempre lembrar que existe uma certa variedade de robôs, e cada um deles conta com habilidades diferentes e perigosas. A Demiurge Studios criou um vídeo muito interessante, o qual se chama “Render This”.
Através deste vídeo é possível observarmos os vários modos de renderização utilizados durante o desenvolvimento do game, para as devidas detecções de bugs. Esta é uma das funcionalidades da Seoul Engine, aliás. O vídeo também exibe, é claro, os “gráficos normais” de Shoot Many Robots, os quais são muito bacanas. Está aí. Mais um jogo cooperativo, possivelmente barato, dotado de belos gráficos e desenvolvido por um estúdio independente que chamou a atenção de uma grande publisher. Cada vez mais a linha tênue que separa os ditos “AAA” dos “não AAA” vai se enfraquecendo, e jogos criativos e bonitos vão chegando ao mercado.
Assista abaixo ao interessantíssimo vídeo:
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