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Monte sua própria empresa de transportes. Dirija seu próprio ônibus neste ótimo simulador.

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SUPERHOT - tempos de elegância vermelha e branca em um FPS

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Elite: Dangerous - expandindo horizontes

Mais histórias de um comandante em Elite: Dangerous.

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Elite: Dangerous – exploração e imersão em uma galáxia “recém nascida”

Elite: Dangerous – imersivo, grandioso, belíssimo. Mais uma parte do nosso “diário de bordo”. Mais aventuras, belezas e perigos, além do começo de uma grande exploração.

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(Review) Life Is Strange - Episódio 1: Chrysalis - Escolhas, escolhas...

Life Is Strange é um trabalho realmente sem igual, sensível e inteligente. Um jogo que possui uma uma trama rica e envolvente, com “tentáculos” escuros que vão saindo aos poucos das sombras.

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Elite: Dangerous – exploração e imersão em uma galáxia “recém nascida”

Elite: Dangerous – exploração e imersão em uma galáxia “recém nascida”

Muita coisa aconteceu desde que publiquei meu último “diário” de Elite: Dangerous. Desde que adquiri minha Lakon Type-6 em Wolf 424 e quase a perdi logo após o primeiro salto para o hiperespaço, em LHS 47. Vale ressaltar que sempre tive algo bem firme em minha mente, desde que comecei a jogar o título da Frontier Developments: o caminho da guerra não é para mim. Admiro bastante quem se dedica a caçar recompensas, quem se engaja em combate após combate, etc. Mas para mim o encanto do jogo está em outros elementos. Em muitos outros. E isto chega a ser até engraçado, porque na última noite meio que quebrei esta “regra”, deliberadamente, e senti enorme prazer ao fazê-lo. Mas vamos por partes. Com a Type-6 transportei cargas as mais diversas entre um sistema e outro, entre diferentes estações, de diferentes facções, ganhando muito dinheiro. Me transformei em um mercador espacial, digamos, e neste “caminho” permaneci por algum tempo. Permaneci focado, digamos. Pude ver meus lucros aumentarem dia a dia. Com o uso da ferramenta “Thrudd’s Trading Tools” fui capaz de maximizar meus lucros, e viagens bastante rápidas, coisa de minutos, me rendiam 80, 90, 150, 180 mil CR. Várias viagens assim, em curtos períodos de tempo, me renderam uma boa fortuna in-game. Asp: Nova nave, novas experiências Já faz algum tempo, aliás, que troquei de nave. Vendi minha Type-6 e adquiri uma Asp. Uma ótima nave, tanto para comércio quanto para exploração. Na verdade, a Asp é também muito boa para combates. Trata-se de uma nave muito mais manobrável que a Type-6, com 6 hardpoints para a instalação de armamento...
RPG, tower defense e ação: criadores de Van Helsing lançam Deathtrap

RPG, tower defense e ação: criadores de Van Helsing lançam Deathtrap

Talvez este título tenha passado despercebido pelo seu “radar”. E isto é uma pena, porque trata-se de uma espécie de jogo híbrido muito bacana, o qual oferece uma mistura de vários gêneros: RPG, tower defense, ação, etc. Além disso, trata-se de um spin-off da franquia The Incredible Adventures of Van Helsing, da NeocoreGames. Se você já jogou The Incredible Adventures of Van Helsing e/ou The Incredible Adventures of Van Helsing II, é bem capaz deste novo jogo te agradar imensamente. Deathtrap acaba de ser oficialmente lançado, como um jogo completo, após passar algum tempo no Steam Early Access. Olha aí outro trabalho legal saindo do “Acesso Antecipado”, hein? Deathtrap é um jogo no qual temos de defender um ou mais objetivos contra hordas de criaturas das trevas, contra monstros os mais diversos. Isto se dá principalmente através da construção de várias armadilhas. De armadilhas mortais. Armadilhas que podem ser construídas, atualizadas, melhoradas e destruídas, para então cederem espaço a outras. Tudo isto dentro de uma mesma onda, ou wave. Temos “todo o tempo do mundo” para o planejamento, antes de darmos início a cada onda, e durante estes períodos p0demos estudar o mapa, construir e destruir vários tipos de armadilhas e escolher um local adequado de posicionamento. Durante cada onda, no meio da batalha, também podemos nos movimentar, sem limites, dando cabo dos inimigos com as armas que empunhamos e usando uma série de dispositivos que nos teleportam de um ponto a outro. Nosso personagem participa de toda a ação no campo de batalha (3 classes estão disponíveis). Nós o controlamos livremente tanto durante a fase de planejamento quanto...
Dragon Age: Inquisition – oportunidades, escolhas, consequências e imersão

Dragon Age: Inquisition – oportunidades, escolhas, consequências e imersão

Neste texto quero falar a respeito de minha experiência com Dragon Age: Inquisition. De como estou adorando o título, do quão imersivo ele é, de como ele me lembra de Mass Effect, e de como me apaixonei pelo mais novo trabalho da BioWare. Não sou especialista na franquia, nem de longe; também não vou escrever a respeito (ou o farei bem pouco, se for o caso) de detalhes técnicos e/ou de elementos que muitos de vocês já conhecem, desta ou de outras séries, ou até mesmo de outros RPGs. Evolução de personagens, pontos de experiência, etc. Devo dizer que gostei bastante do sistema de crafting, porém, e o tenho usado bastante. Vou também tentar evitar spoilers o máximo que puder. O que eu gostaria de deixar bem claro desde o início é que este texto narra um pouco de minha jornada em Thedas. Uma jornada, digamos, até que bastante pessoal, cheia de elementos que me fazem deitar à noite e com eles sonhar. Sério, me pego muitas vezes, deitado, pensando em acontecimentos do jogo. Em diálogos. Em combates. Em personagens. Em como me deixo levar pela fantasia. Em situações as mais diversas pelas quais passei durante o gameplay. Nas decisões que tomei. Em como o meu personagem, um Rogue humano, reagiu. Ou melhor, em como eu forcei sua reação. Dragon Age: Inquisition é mais um daqueles jogos grandiosos nos quais podemos nos perder. Deliciosamente. Um RPG com um gigantesco mundo aberto que nos convida à exploração, à leitura de pergaminhos, bilhetes, páginas, notas. No qual nos pegamos explorando determinada região por bastante tempo, sem objetivo, e por incrível que...
Criadora de Space Engineers anuncia Medieval Engineers

Criadora de Space Engineers anuncia Medieval Engineers

A Keen Software House, desenvolvedora do fenomenal Space Engineers, já tem um outro sandbox em seus fornos. Trata-se também de um jogo de construção. De um jogo no qual poderemos dar asas à imaginação. De um título que permitirá que o jogador construa várias coisas. Desta vez, porém, o foco é na idade média. Medieval Engineers é o nome do título, o qual é o segundo “engineering game” da empresa. O primeiro, Space Engineers, ainda em Early Access no Steam, é uma das maiores provas de que o programa também pode dar origem a coisas bacanas. Ele também não se encontra em uma posição ruim no ranking de vendas do Steam (pelo contrário), e conta com uma comunidade extremamente ativa, além de receber uma grande quantidade de atualizações. Falando nisso, alguns trabalhos já existentes no Steam Workshop são espetaculares. O jogo, aliás, já entrou em uma fase mais “serena” no que diz respeito a updates, já se encontra muito estável e com muitos, muitos recursos bacanas. Quem o viu na época de seu lançamento e o deixou de lado, ficará bastante surpreso se começar a jogá-lo hoje. Aliás, em Outubro do ano passado, Space Engineers ultrapassou a marca de 1 milhão de cópias vendidas. Um milhão de cópias em um ano, para um jogo em “Acesso Antecipado”, desenvolvido por um estúdio independente. Veja só. Mas e Medieval Engineers? Também será um jogo de construção, de engenharia. Um título no qual poderemos construir diversas coisas utilizando equipamentos e tecnologia de época. Cidades, fortalezas, castelos, mecanismos, mineração, etc. A empresa menciona que o título será lançado em breve no Steam Early...
O que você está jogando (Dezembro/2014)?

O que você está jogando (Dezembro/2014)?

Bom, pessoal, primeiro de tudo, gostaria de desejar a todos um Feliz Natal (atrasado) e um Ano Novo fantástico! Boas festas! Que em 2015 possamos continuar por aqui, conversando, jogando e dando risadas! Tudo de bom, meus caros! 🙂 Mas, e aí, o que vocês estão jogando? Sugestões? Dicas? Aliás, como vai a “Steam Holiday Sale” de vocês? Gastando muito? Bom, posso dizer que tenho jogado, nos últimos tempos, muito Elite: Dangerous. Este jogo me dominou, tanto é que vocês mesmos podem ver a quantidade de textos que escrevi sobre ele aqui no XBP. Foram até que muitos, já, e no último falo a respeito de uma situação bem desesperadora. 😀 Tenho também jogado Far Cry 4, e tenho gostado bastante. The Crew também está muito legal, falando nisso. E esses dias montei uma lan party em casa, e voltei a jogar o bom e velho Counter Strike com sobrinhos. No iPad voltei a jogar Clash of Clans. Jogo muito bom, tirando o fato de que as IAPs são bem chatas. Mas dá pra jogar sem gastar nada, desde que você tenha paciência. 😀 E...
Aventuras em Elite: Dangerous – da felicidade à quase desgraça entre um salto e outro

Aventuras em Elite: Dangerous – da felicidade à quase desgraça entre um salto e outro

Não há como negar: Elite: Dangerous é capaz de fazer com que um jogador vá rapidamente da euforia extrema ao desespero total (ou quase) em questão de minutos (ou até mesmo segundos). Seu universo persistente não perdoa. Não esquece. O jogo não hesita quando devemos ser punidos ou absolvidos. Aliás, uma das coisas mais bacanas neste tipo de jogo é justamente isto: a sensação de que estamos fazendo algo meio que perene. O medo, a cautela, a ansiedade, as análises cuidadosas que forçosamente antecedem cada decisão. Não temos como “brincar”, achando que bastará, após a bagunça feita, carregar um save anterior e tudo estará bem novamente. Eu jogo Elite: Dangerous realizando anotações no Evernote e, muitas vezes, até mesmo em papel. Mas até mesmo estes perigos e desastres com os quais podemos nos deparar em ED rendem momentos e histórias fascinantes. E, bem: explodiu sua linda e equipada nave, adquirida após saltos e mais saltos transportando mercadorias de um sistema a outro? Aquela nave na qual você gastou mais de 350.000 CR (ou mais), à qual você havia se apegado tanto? Pague o seguro e obtenha outra igual. “Fácil”. Mas, se você não tiver o valor necessário para tal transação em sua conta bancária, terá de amargar um triste recomeço, com uma Sidewinder básica. Terá, praticamente, de recomeçar. Do zero. É justamente devido a isso que eu recomendo sempre: tenha sempre pelo menos o dinheiro do seguro em sua conta. Tenha mais, se puder, é melhor ainda. Bem, por falar em desastres, perigos, etc, algo nestes moldes aconteceu comigo há uns dias atrás. Um quase desastre, felizmente. E apesar...
Entre Korwey e Alpha Centauri – Elite: Dangerous é lançado

Entre Korwey e Alpha Centauri – Elite: Dangerous é lançado

Hoje, finalmente o estupendo Elite: Dangerous, da Frontier Developments, foi lançado. O lançamento da versão 1.0 do jogo “me pegou” no meio de uma viagem que começou no sistema de Korwey e vai “terminar” em Alpha Centauri. Daí, pretendo seguir para o Sistema Solar. Mais um pedaço da história do CMDR Nyhone Maulerant Desde que adquiri minha Cobra Mk. III, falando nisso, fiz muitas coisas. Viajei por diversos sistemas e perdi dinheiro também. Acabei abandonando um pouco minha rota comercial que envolvia os sistemas de Aulin e Styx, e explorei vários outros sistemas, muitas vezes descobrindo novos corpos celestes para depois vender dados à Universal Cartographics. Infelizmente (e voltando à perda de dinheiro), eu acabei cometendo alguns erros e vendendo mercadorias com prejuízo. Acabei, também, destruindo uma Cobra dentro de uma estação espacial, após uma das últimas atualizações Gamma. Não sei bem ao certo o que aconteceu, mas a atualização bagunçou todo o mapeamento de teclas que eu havia configurado. Até percebi que algo estava errado antes de decolar, mas infelizmente resolvi ir adiante, dentro de uma estação Coriolis, e botões errados, além do desespero, fizeram com que minha nave se chocasse com as paredes violentamente, várias vezes, e explodisse. Bem, dos 60 e poucos mil que estavam em minha conta até aquele momento (eu já havia gastado mais de 370 mil na compra da Cobra), tive de gastar cerca de 26.000 para readquirir tudo novamente, todos os módulos que havia instalado (incluindo o preço de uma nova nave). Coisas da vida. A partir daí, comecei a realizar algumas entregas nos sistemas de Asellus Primus, Chi Herculis, LHS 3006,...
Assista ao espetacular trailer de lançamento de Elite: Dangerous

Assista ao espetacular trailer de lançamento de Elite: Dangerous

Quem acompanha o XboxPlus sabe que estou fissurado em Elite: Dangerous. O jogo da Frontier Developments será lançado no próximo dia 16, mas já está sendo jogado por muita gente. Backers do Kickstarter, compradores de uma versão vendida há até alguns dias atrás que fornecia acesso ao beta (atualmente estamos na fase gama), etc. Já fiz diversas coisas na enorme galáxia de Elite: Dangerous. Já aprendi a aterrissar uma simples Sidewinder (acredite, o processo requer treino), já comprei e vendi muitas coisas, já estive em uma longa jornada durante a qual explorei bastante e já adquiri uma nave Cobra MK III e participei de combates. O jogo é fabuloso, podemos viajar livremente através de uma miríade de sistemas solares. São 400 bilhões de sistemas, e estações espaciais funcionam como abrigos temporários quando estamos cansados, bem como servem para realizarmos reparos nas naves, reabastecermos, ficarmos por dentro das últimas notícias da galáxia e, claro, para pegarmos trabalhos, que podem ser desde simples entregas até a eliminação de certos alvos. E hoje a Frontier Developments divulgou o trailer de lançamento de Elite: Dangerous, o qual é realmente espetacular. Para quem está jogando, é sensacional ouvir os sons externos da nave, ou melhor, ouvir os sons do lado de fora, enquanto a opção de câmera externa não é implementada (me pergunto o quão fiel, aliás, este trailer é neste quesito). O trailer começa exibindo um comandante (no caso, um de nós – vamos sonhar) indo de encontro à sua nave. Logo depois aparecem outros. Outras naves, também. Este início parece ser dentro de uma estação Coriolis, e logo em seguida temos cenas...
The Crew e Euro Truck Simulator 2: pistas virtuais em jogos com propostas diferentes

The Crew e Euro Truck Simulator 2: pistas virtuais em jogos com propostas diferentes

Jogos de corrida existem aos montes. Para os mais variados gostos e estilos de jogadores. Temos simuladores, títulos que levam bem a sério detalhes que também são levados a sério na vida real, com carros recém-­lançados e pilotos reais, temos jogos arcade, mais leves, nos quais a diversão impera, acima de tudo (na grande maioria das vezes, pelo menos), e temos também games que misturam estas duas características e/ou permitem que o jogador decida como quer jogar (mais simulação, menos simulação, um meio termo, etc). O prazer de dirigir em pistas virtuais pode ser bem grande. Pode ser um tanto quanto frustrante, é claro. Ou melhor, a experiência pode frustrar, de repente, um jogador que não está acostumado com o gênero. Diversas desenvolvedoras e publishers já investiram (e continuam investindo) neste “nicho”. Pequenas, médias, grandes, indies, etc: as empresas sempre conseguem maneiras criativas de colocar jogadores atrás de volantes virtuais, em pistas virtuais, de alguma maneira, perseguindo objetivos os mais diversos. Neste artigo gostaria de comentar a respeito de dois títulos excelentes porém com propostas diametralmente opostas. Dois jogos que nos colocam em pistas virtuais e que, no entanto, contam com objetivos e jogabilidade muito diferentes um do outro. Em um somos impelidos a correr, a ultrapassar limites. No outro temos de agir com calma, com paciência, respeitando limites de velocidade. The Crew: carros e mundo aberto Recentemente tivemos o lançamento de The Crew, da Ubisoft (leia texto a respeit0). Um jogo de corrida que oferece ao jogador um enorme mundo aberto; na verdade, trata-se dos Estados Unidos da América, “na íntegra”. The Crew é um jogo de corrida no...
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