Artigos mais recentes
Star Wars: the Old Republic – números impressionantes e dúvidas no ar
A Electronic Arts revelou alguns dados bem interessantes a respeito do MMORPG Star Wars: the Old Republic. Segundo a empresa, mais de um milhão de pessoas passaram o feriado em frente a seus PCs, jogando o título e lidando com Cavaleiros Jedi, Siths e Sabres de Luz. Segundo a BioWare, o número de novas assinaturas não pára de crescer, e os servidores do game continuam recebendo enormes multidões de novos jogadores.

Star Wars: the Old Republic, que já ganhou mais de 105 prêmios, incluindo o de “Best Multiplayer Game of 2011″, da MSNBC, conta, certamente, com muitos fãs da série Star Wars ajudando a compor estes grandes números. O título foi lançado em 20 de Dezembro de 2011, e já acumula alguns dados extremamente expressivos:
- Mais de 60 milhões de horas in-game;
- Mais de 850.000 mil guerreiros Sith e 810.000 Cavaleiros Jedi criados;
- Mais de 260 milhões de quests completadas;
- Mais de 44 milhões de batalhas PvP (Player versus Player);
- Mais de 9 milhões de missões de combate espacial completadas;
- Mais de 3 bilhões de NPCs mortos;
Tudo isto é fantástico, sem dúvida. Só não sei se o MMORPG conseguirá se manter por muito tempo com tão grande força. Trata-se de um jogo online onde é necessário pagar-se uma assinatura para se jogar, e estamos bem no meio de uma verdadeira onda de MMO’s gratuitos. É claro que este fato por si só não quer dizer muita coisa. World of Warcraft e Rift, mesmo com um ou outro problema, continuam por aí, cobrando suas assinaturas mensais e com grande número de jogadores.
Mas Star Wars: the Old Republic é oriundo de uma série que possui grande quantidade de fãs pelo mundo todo, série esta que além disso conta com um universo e uma profundidade imensos. Será que pelo menos metade dos participantes dessas mais de 44 milhões de batalhas PvP conhecem algo do universo Star Wars? Será que eles sabem que o MMORPG que estão jogando se passa milhares de anos antes da série de filmes que todos conhecemos?
Será que eles pelo menos sabem quem é Anakin Skywalker, Obi-Wan Kenobi, e Jabba the Hutt, só para citar alguns personagens da obra de George Lucas? Não se trata, é claro, de exigir um “teste de conhecimentos gerais em Star Wars” antes de aceitar um jogador. Estou tentando imaginar se algo não imersivo terá força suficiente para se manter no mercado, tendo sido baseado em algo extremamente profundo e, também, imersivo. Aliás, segundo John Smedley, da Sony Online Entertainment, Star Wars: the Old Republic “será o último MMO a tentar o modelo pago (assinaturas)“.
E você, o que acha?
Leia maisSeres de outros “planos” invadem o banco de dados do MMORPG Rift
Recebi um e-mail do suporte técnico da Trion Worlds alertando a respeito de uma invasão de seres de outros planos a Telara. Bom, isso acontece com frequência no MMORPG. Brincadeiras à parte, o e-mail avisa a respeito de um acesso não autorizado a um banco de dados de Rift.
Segundo a desenvolvedora, o banco de dados em questão continha informações dos jogadores como, por exemplo, usernames, senhas criptografadas, datas de nascimento, e-mails, endereço de cobrança, o primeiro e os quatro últimos dígitos dos números dos cartões de crédito dos clientes e a data de validade dos mesmos. Isto, aliás, me lembrou de imediato a recente invasão ocorrida no Steam.
“Não há evidência, e nós não temos razão para acreditar, que informações completas de cartões de crédito foram acessadas ou comprometidas de qualquer forma. Nós já tomamos medidas adicionais para reforçar nossos sistemas, e juntamente com especialistas em segurança, continuamos a investigar a extensão do acesso não autorizado“, diz um trecho do e-mail.
A Trion Worlds também menciona que todos os usuários serão forçados a trocarem suas senhas (o que é algo sempre recomendável nestes casos), e que os “Autenticadores móveis” terão também de ser reconectados (no caso de usuários que os utilizem). Questões de segurança também terão de ser alteradas, vale lembrar.
Da mesma forma que a Valve, a Trion Worlds também recomenda que todos os usuários fiquem de olho na atividade de suas contas. Como um “prêmio”, todos os jogadores de Rift ganharão 3 dias extras de jogo, tão logo alterem suas senhas e questões de segurança. Um item “in-game” também será concedido: trata-se do Moneybags’ Purse, item que dá uma ajudinha nos saques.
Parece mesmo que a internet será sempre uma terra de ninguém, pelo menos no tocante às brechas de segurança e à exploração das mesmas por indivíduos mal intencionados. Brechas jamais deixarão de existir, é claro, e gente disposta a explorá-las nunca faltará. Punições até podem ocorrer, é claro, dependendo da situação, das empresas e indivíduos envolvidos, dos danos, etc; mas é sempre muito difícil.
Este recente caso da “invasão de Rift” não é muito diferente da “invasão do Steam”, se desconsiderarmos o tamanho e as áreas de atuação de ambas as empresas. Da mesma maneira, jogadores/clientes agora têm de conviver com o medo de, algum dia, abrirem as faturas de seus cartões de crédito e se depararem com gastos que não realizaram, quem sabe.
Infelizmente somos obrigados a conviver, no meio dos jogos online, com diversos problemas, e por mais segurança e precaução que tenhamos em relação às nossas senhas e dispositivos de acesso, o “outro lado”, ou seja, a empresa e seus servidores, sempre são muito mais expostos e visados. Aliás, todos sabemos que sistema algum é inquebrável, e este conhecimento talvez fosse o suficiente para, em outros tempos, manter todas as pessoas isoladas em seus PCs, sem acesso algum à internet. É claro que esta seria uma situação utópica e não condizente com nossas necessidades e anseios atuais. Se assim agíssemos, sofreríamos muito mais, e o tal mundo online talvez seja para sempre um território repleto de zonas e seres “escuros”.

Mas casos como estes, da invasão dos bancos de dados de Rift e do Steam, para não mencionar o apagão da PSN, se tornam cada vez mais comuns, e a única resposta que os usuários podem esperar das empresas que tiveram seus servidores invadidos é esta mesmo. Um aviso (quando muito), um pedido de desculpas, alguns brindes, virtuais ou não, e só. Nada de garantias, e isto está até mesmo devidamente previsto nos respectivos termos de serviço. Os Termos de Uso da Trion Worlds dizem o seguinte, na cláusula 4:
“Embora utilizemos esforços razoáveis para proteger suas informações pessoais, transmissões na ou através da internet e informações pessoais armazenadas em nossos servidores ou nos servidores de terceiros que utilizamos, [os servidores] são vulneráveis a ataques e sua segurança não pode ser garantida“.
É mais do que claro que nenhuma empresa que atue nesta área e em áreas semelhantes pode garantir este tipo de coisa, e isto nos leva, infelizmente, a uma triste realidade: estamos todos à mercê dos invasores. De indivíduos mal intencionados que muitas vezes podem causar estragos tremendos não somente a um indivíduo em especial, mas à própria imagem de uma empresa e de seus produtos.
Se você joga Rift, não se esqueça de seguir as dicas de segurança fornecidas pela Trion Worlds. É o que nos resta, infelizmente.
Leia maisFinal Fantasy XIII-2 chega ao Brasil em janeiro
Ninguém pode negar que a franquia Final Fantasy é uma das mais famosas do mundo. A série, criada por Hironobu Sakaguchi, foi iniciada em meados da década de 80, e de lá para cá já vendeu milhões e milhões de cópias. A distribuidora de jogos eletrônicos Ecogames anunciou que lançará no Brasil, em Janeiro de 2012, o título Final Fantasy XIII-2, para Xbox 360 e Playstation 3.
A Ecogames adquiriu os direitos de distribuição do RPG junto à IDG (International Development Group), empresa que representa a Square Enix no Brasil. Não sabemos ainda o dia exato do lançamento, mas ele ocorrerá em Janeiro do próximo ano. Final Fantasy XIII-2 se inicia 5 anos após os acontecimentos de Final Fantasy XIII, título lançado em 2010 e que vendeu 6 milhões de cópias em todo o mundo.

O novo título tem como protagonistas o garoto NoelKreiss, um misterioso viajante do futuro, e SerahFarron, irmã da desaparecida Lightning. Final Fantasy XIII-2 traz melhorias na mecânica de combate, e o jogador será capaz até mesmo de controlar a dificuldade de cada batalha. Também será possível visitar locais como, por exemplo, a recriada Nova Bodhum e as ruínas do Lago Bresha.
Confesso que o último Final Fantasy que joguei foi o Final Fantasy VIII, de 1999. Nunca fui, digamos, grande fã da série, mas admiro bastante o trabalho realizado pelos criadores e o universo da série. Que Final Fantasy XIII-2 chegue logo ao Brasil, e a um preço bem camarada.
Leia maisUm final de ano maravilhoso a todos – com um lindo vídeo da Wargaming.net
Gostaria de desejar um final de ano maravilhoso a todos os leitores do XboxPlus. Que vocês e suas famílias tenham muitas alegrias, e que o próximo ano seja repleto de sucesso e muita paz. Além de games, é claro. E muito dinheiro no bolso, também, pois o Steam sabe como nos “apertar”.
Foi um enorme prazer passar 2011 junto com vocês, falando sobre games, e espero que em 2012 todos possamos dar uma adiantada em nossas listas de jogos. Bom, um vídeo muito bacana relacionado com o final de ano foi criado pelo pessoal da Wargaming.net. A empresa mencionou que agora também conta com escritórios em Berlim, São Francisco e Paris, e que o número de funcionários aumentou para 700. Cerca de 250.000 pessoas já chegaram a jogar World of Tanks simultaneamente, e o record do Guinness já foi batido pela própria empresa.

Segundo a empresa, World of Warplanes deverá ser lançado em 2012, enquanto World of Battleships “chegará aos mares” em 2013. E se vocês observarem, referências aos 3 jogos da empresa estão presentes no belo vídeo que segue abaixo.
“Nós já atingimos todas as metas estabelecidas para o ano, atingimos marcos enormes durante nosso crescimento e desenvolvimento, e esperamos que o próximo ano seja um sucesso. Boas festas a todos! Que todos seus desejos se tornem realidade em 2012“, disse Victor Kislyi, CEO da Wargaming.net.
E eu também desejo tudo isto a vocês. Que vocês todos atinjam seus objetivos, que seus desejos sejam realizados e que a paz esteja sempre presente em suas vidas. E é isso aí, pessoal. Se eu sumir por um ou dois dias, não estranhem.
Assistam ao vídeo da Wargaming.net:
Leia maisBohemia Interactive lança patch 1.03 para simulador Take on Helicopters

A desenvolvedora tcheca especializada em simuladores Bohemia Interactive lançou hoje o patch 1.03 para o simulador Take on Helicopters. Se você aprecia este estilo de jogo, aproveite para baixar a demo do título, a qual agora está também disponível no Steam. Além contar com gráficos belíssimos, Take on Helicopters é um simulador que conta com um enredo, o que o torna algo bem diferente dos outros simuladores disponíveis no mercado.
Take on Helicopters, aliás, vem sendo muito bem recebido pela crítica. O Patch 1.03 – Bainbridge introduz diversos ajustes, em diversas áreas do game. Diversas melhorias na engine do jogo foram realizadas, muitas solicitações da comunidade de jogadores foram atendidas, incluindo ajustes no tocante à pilotagem, e os personagens nos heliportos agora são animados. Isto inclui até mesmo os briefings de cada missão, os quais agora também contam com animações.

Take on Helicopters agora também conta com uma opção para benchmark, permitindo assim que você realize os ajustes necessários para rodar o game da melhor maneira possível, vale ressaltar. No blog da empresa, aliás, foi publicado um artigo bem interessante, escrito por Jay Crowe, responsável pela área de criação da Bohemia Interactive.
Uma seleção com algumas imagens “behind the scenes” também foi inclusa no site do game, e a empresa menciona que o editor de missões do jogo será, em breve, migrado para uma versão em Java. Segundo os desenvolvedores, isto oferecerá mais poder e facilidade aos criadores.
O novo patch pode ser baixado através deste link, desde que sua versão do jogo não seja Steamworks, pois neste caso a atualização será automática. Estou gostando de ver o trabalho da Bohemia Interactive em relação a Take on Helicopters. O jogo é simplesmente belíssimo e difícil, mas muito interessante.
Leia maisGameloft: Dungeon Hunter 3 é lançado, Gangstar Rio por US$ 0,99 e outras novidades

A Gameloft preparou uma série de novidades para este final de ano. Uma delas é o lançamento do jogo Dungeon Hunter 3, título pertencente a uma das séries mais famosas da empresa. O jogo já está disponível para iPhone, iPad e iPod touch. Em Dungeon Hunter 3, os jogadores terão de enfrentar o Mal que mais uma vez chega à sagrada terra de Gothicus.
Dungeon Hunter 3 possui um esquema de jogo bem similar a Diablo, e jogá-lo em um dispositivo como o iPhone ou o iPad, por exemplo, é uma experiência fenomenal. Além disso, o game conta com muita ação hack ‘n slash, além da possibilidade de escolher a classe de seu personagem e customizar o mesmo. 16 arenas e quatro níveis de dificuldades podem ser experimentados pelo jogador, e o título conta com gráficos muito bonitos, sendo que os efeitos visuais e as texturas são realmente de alta qualidade.
Outra novidade muito bacana da Gameloft é o desconto oferecido em jogos Java e Android. Todos, isto mesmo, todos os jogos da empresa para Java e Android estão sendo vendidos com desconto. Já em relação ao iOS, Silent Ops, N.O.V.A 2 Near Orbit Vanguard Alliance, Iron Man 2, Assassin’s Creed – Altaïr Chronicles, 9mm , Gangstar Rio, BackStab e muitos outros estão sendo vendidos pelo preço muito mais do que bacana de US$ 0,99. Gangstar Rio, aliás, foi lançado recentemente e é um título muito interessante, ambientado no Rio de Janeiro.
Estas promoções e games da Gameloft são muito bacanas. Dungeon Hunter 3 pode ser baixado gratuitamente na App Store, e conta com gráficos belíssimos. Nem parece que estamos falando a respeito de um jogo desenvolvido para dispositivos móveis.
Dê uma olhada no belo trailer de Dungeon Hunter 3, e veja mais algumas screenshots do game:
Leia maisWarlock – Master of the Arcane: estratégia no universo da série Majesty
Warlock – Master of the Arcane é um jogo de estratégia em turnos que está sendo desenvolvido pela Paradox Interactive em parceria com a Ino-Co Plus. Trata-se de um game ambientado no fantástico universo da série Majesty, série esta que também já emprestou diversos de seus elementos para o vindouro tower defense Defenders of Ardania.
Recebi uma cópia para preview de Warlock – Master of the Arcane, a qual possui por enquanto diversas limitações. Nenhum preview propriamente dito, aliás, pode ser publicado antes de determinada data especificada pela publisher sueca. Gostaria, entretanto, já com a autorização da Paradox, de mencionar alguns pontos muito interessantes a respeito do título. O jogo começa impressionando desde o início, com sua bela trilha sonora introdutória, que nos acompanha até mesmo quando vamos escolher o tamanho do “mundo do jogo”, o “tipo do mundo” (ilhas, continentes, super continente e grande terra), etc.
O jogo, mesmo neste estágio, digamos, inicial, nos apresenta uma interface muito bonita e efeitos sonoros extremamente interessantes. Sendo um jogo baseado na série Majesty, é possível pesquisarmos magias e as utilizarmos posteriormente. Oferecendo ao jogador um campo de jogo dividido em hexágonos, Warlock – Master of the Arcane apresenta um interessante conceito de movimentação baseado em “movement points”. Creio que muita coisa ainda deverá mudar em relação a esta mecânica, mas, por enquanto, cada turno encerrado fornece novos ”movement points”, sem os quais suas unidades são incapazes de se movimentarem.

O mapa de jogo é encoberto por uma névoa que vai desaparecendo conforme você avança com suas unidades, seja para exploração seja para combates. Cada vitória fornece a possibilidade de pilhagem, e a movimentação das unidades inimigas quando um turno é finalizado é muito interessante. Sendo o jogo baseado em uma série que lida com magia, existem também diversas magias que podem ser pesquisadas e utilizadas, além de diversos tipos de unidades. Através da “city view”, é possível obter-se uma “geral” de suas forças: número e tipo de unidades e construções, dinheiro em caixa, nível de mana e pontos de ciência, etc.
Você vai evoluindo, durante o jogo, e pode, então, escolher algumas perks. Fortalezas, torres mágicas, e as mais diversas construções também podem ser escolhidas. Eliminando os protetores dos castelos de cidades inimigas, você as toma para si. A partir daí, suas próprias unidades podem ser posicionadas no tal castelo.

A missão do jogador, em Warlock – Master of the Arcane, é construir um grande império, no papel de um grande mago. Expansão de fronteiras, pesquisa, gerenciamento de recursos e conquistas fazem parte do gameplay. Dezenas de magias podem ser pesquisadas e conjuradas, e diversas combinações podem ser realizadas. Isto me lembra até mesmo de Magicka, outro game da Paradox.
3 raças distintas podem fazer parte de suas forças, e existem diversas maneiras de se atingir os diversos objetivos propostos pelo jogo. Grandes exércitos podem chegar a marchar pelo campo de batalha, e o domínio das habilidades dos vários tipos de unidades é essencial durante as batalhas.
O jogo ainda vai melhorar bastante, é claro, mas confesso que gostei bastante do que vi até agora. Warlock – Master of the Arcane será lançado no segundo trimestre de 2012, para PC, e custará US$ 19,99. O jogo herda os elementos chave comuns a todos os grandes jogos de estratégia em turno, e apresenta ao jogador algo muito bacana de se ver. Temos um game onde, em suma, também teremos de nos tornar “mestres em nosso próprio reino, exército e magia“. Vou parando por aqui, afinal, este não é nem o preview do game.
Veja abaixo um teaser trailer do game:
Leia maisTrine 2 já está disponível na Xbox Live (Brasil e USA) e na Playstation Network

A ATLUS anunciou que o espetacular game Trine 2, da Frozenbyte, lançado para PC em 07 de Dezembro de 2011, já está disponível na Playstation Network, na Xbox Live USA e na Xbox Live Brasil. Agora, donos dos consoles da Sony e da Microsoft também poderão experimentar esta fantástica aventura, que mistura plataforma, physics-based puzzles e muita beleza.
Trine 2, dentre outras novidades, conta com suporte a co-op online, o que pode aumentar ainda mais a diversão para muita gente. Trine 2 apresenta aos jogadores que se deixarem levar pela experiência um fantástico mundo repleto de cores vibrantes e muito cativante. Jogue como o mago, a ladra ou o cavaleiro, e obtenha experiência diferentes dependendo de diferentes necessidades em vários momentos do jogo.
A missão primária dos jogadores em Trine 2 será derrotar um misterioso elemento mágico que conseguiu transformar diversas plantas em algo muito maligno. Puzzles não faltam, no título, assim como momentos repletos de ação. Até 3 jogadores podem jogar de forma cooperativa, e aí a diversão pode ser mais interessante ainda, pois os puzzles poderão ser resolvidos em conjunto. Muita bagunça também poderá acontecer, é claro, caso algum dos jogadores não domine totalmente o personagem que controla. Mas, afinal de contas, a diversão é o que conta, e Trine (1 e 2) não é um título difícil de se aprender.
Trine 2 é um título fantástico. Melhor e maior que seu antecessor. Uma experiência fantástica através de um mundo maravilhoso criado pelos finlandeses da Frozenbyte.
Leia mais
























