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Vá para Arulco e teste suas habilidades táticas na demo de Jagged Alliance: Back in Action

Publicado por em Feb 2, 2012 em Demos | Comente agora

A Kalypso Media lançou uma demo de Jagged Alliance: Back in Action, jogo de estratégia desenvolvido em conjunto com a bitComposer. Confesso que gosto muito deste tipo de atitude. O título será lançado dentro de alguns dias, mais precisamente em 14 de Fevereiro de 2012 (para PC), porém, sua demo foi lançada antecipadamente. Isto deveria ser uma prática comum na indústria de games, e empresas que agem desta forma ganham meu respeito e admiração.

Testar um game antes de comprá-lo é uma experiência que supera qualquer review. Conferir seus gráficos, sua jogabilidade, um pouco de seu enredo, etc, fornece ao jogador elementos concretos para que este possa decidir com mais facilidade se irá ou não incluir o título em sua wishlist e/ou comprá-lo. Em relação a lançamentos recentes, a Kalypso fez o mesmo com Airline Tycoon 2 e Tropico 4, vale lembrar.

Jagged Alliance: Back in Action é um jogo que conta com peculiaridades muito interessantes, principalmente no que diz respeito a seu inovador sistema de combate, chamado “Plan & Go“. O jogo também conta com gráficos muito bonitos, e além disso possui suporte a Steamworks.

Invadir a ilha de Arulco, contratar e gerenciar mercenários e derrubar o ditador Deidranna será, digamos, o objetivo principal dos jogadores, no game, os quais atuarão como líderes de uma corporação militar privada. Através da demo de Jagged Alliance: Back in Action, qualquer pessoa poderá tentar conduzir seu esquadrão contra as tropas inimigas. O nível “Orta Laboratory”, presente na demo, representa uma ótima oportunidade para testes com o sistema “Plan & Go”, por falar nisso.

A demo do jogo conta com o já mencionado nível ”Orta Laboratory”, uma missão tutorial e uma equipe pronta de mercenários veteranos armados até os dentes. Temos aí uma ótima oportunidade de experimentar este jogo bem promissor, o qual é uma espécie de remake turbinado de Jagged Alliance 2, lançado na década de 90. Demos não custam nada, nem para o jogador nem para desenvolvedores e publishers, e algumas empresas ainda as oferecem, para nossa alegria. Quem dera mais demos fossem lançadas, em tempos como os atuais, onde uma parte da indústria de games não se importa muito com o que os jogadores querem e pensam.

A demo de Jagged Alliance: Back in Action possui cerca de 350 MB e pode ser baixada através dos seguintes links:

Não deixe de conferir a demo deste ótimo jogo de estratégia.

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Warner e DC anunciam data de lançamento de Gotham City Impostors

Publicado por em Feb 1, 2012 em Anúncios | Comente agora

Hoje a Warner e a DC finalmente anunciaram a data de lançamento de Gotham City Impostors, jogo que era esperado em 10 de Janeiro de 2012. O título, desenvolvido pela Monolith Productions, criadora das séries Condemned e F.E.A.R., dentre outros trabalhos, é um divertido FPS que será distribuído única e exclusivamente via download.

O game será lançado para PC em 07 de Fevereiro de 2012 e para Xbox 360 e Playstation 3 (via Xbox Live e PSN, respectivamente), no dia 08 de Fevereiro. Gotham City Impostors fornece ao jogador grande liberdade para a criação de um personagem bem maluco. Focado no multiplayer, o jogo contará com muito humor, armas e roupas bem malucos, e personagens que poderão, quem sabe, se sobressaírem justamente pela criatividade com a qual foram criados pelos jogadores.

Vilão ou herói? Nada disto importará muito em Gotham City Impostors, e o próprio nome do jogo meio que deixa muitas coisas claras a seu respeito. Durante a fase beta do jogo os participantes puderam trocar tiros em partidas extremamente divertidas, e o produto final certamente proporcionará mais diversão ainda.

Apesar de ser um jogo baseado no universo do Homem-Morcego, Gotham City Impostors não é um título sério: muito pelo contrário. E este é um dos fatores mais legais deste FPS: conseguiram introduzir humor em um jogo criado a partir de um universo que é bem obscuro. Isto sem falar em seus gráficos, os quais são muito bonitos.

Neste novo título da Monolith, até 12 jogadores poderão lutar pelo controle de uma Gotham City desequilibrada pela “invasão” de impostores inspirados no Batman e no Coringa, personagens da DC Comics. Novos trajes para tornar os personagens ainda mais estranhos poderão ser desbloqueados, conforme o progresso dos jogadores. Uma enorme variedade de armas também estará disponível no jogo, e isto inclui também armas nem um pouco convencionais.

Segundo informações anteriores, Gotham City Impostors custará 15 dólares. Vamos aguardar.

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Os DLCs e as práticas e sistemas que podem alterar negativamente o futuro dos jogos eletrônicos

Publicado por em Feb 1, 2012 em Indústria de games | 6 comentários

A inspiração para este texto veio de um excelente artigo escrito pelo C. Aquino, no Retina Desgastada (leitura recomendadíssima). Hoje em dia vivemos em um mundo onde jogos eletrônicos não são mais nossos, quando os compramos. Ok, compramos o direito de utilização, e não o direito de realizar engenharia reversa, modificar o software, etc (mas muitas vezes nem mesmo o direito de utilização nos é dado, após a compra).

Isto é algo que todos sabemos, e que faz parte de nossa “vida de jogador” desde quando jogávamos em velhos consoles como NES, Master System, Mega Drive, etc. Isto é algo, aliás, comum a qualquer software que seja vendido no mercado. A não ser que obtenhamos junto ao desenvolvedor o código fonte e o direito de modificá-lo, temos apenas a licença de uso do mesmo. O mesmo se aplica aos games que jogamos em nossos computadores e consoles.

Melancólica estrada

A indústria de games está caminhando em uma direção muito triste. Sofremos “nas mãos” de DRMs que funcionam apenas para quem pagou pelo jogo. Podemos ficar sem jogar determinado título que adquirimos enquanto jogadores que possuem “versões alternativas” não passam pelo mesmo problema. Podemos sofrer, também, com DLCs que nada mais fazem que desbloquear conteúdo já presente no jogo que compramos, como bem disse o Aquino. E a indústria de games também descobriu que lançar um jogo e entupir as prateleiras (virtuais ou não) de DLCs é uma ótima ideia para encher cofres já bem abarrotados de dinheiro.

Além disso, temos também empresas da área que trabalham com afinco para extraírem tudo o que podem de suas franquias, lançando uma sequência atrás da outra e, muitas vezes, sequências e/ou jogos pertencentes à mesma série que não possuem nenhuma inovação. Nada que faça com que valha a pena comprá-los. Obviamente muitos de nós acabamos sendo pegos nesta armadilha. Seja por gostarmos muito da franquia, seja por termos de analisar o jogo em questão, seja por ingenuidade, seja por [você decide aqui sua motivação, neste caso].

Não existe mais hoje em dia, salvo algumas exceções, aquela preocupação com o jogador que existia antigamente. Podia nem se tratar de preocupação, mas no caso de jogos vendidos em cartuchos, por exemplo, não era possível o lançamento de patchs para corrigir bugs e falhas grotescas que observamos atualmente mesmo em grandes títulos. Desenvolvedoras e publishers, antigamente, tinham de realizar um trabalho bem feito, e nada mais. Tinham de nos entregar nada mais nada menos do que aquilo que esperamos quando compramos um jogo.

É claro que os jogos antigos também não estavam livres de bugs, mas não existia a enorme quantidade de problemas que observamos atualmente (sem falar no desrespeito), como por exemplo a incompatibilidade de Batman: Arkham City com o DirectX 11. Aliás, este problema continua sem solução: o último update foi lançado em 07 de Dezembro de 2011, e nem a Warner nem a Rocksteady se mexeram.

Parece que nos tornamos algo supérfluo para uma indústria gigante que desenvolve apenas para ganhar prêmios, reviews positivos e notas altas no Metacritic. Isto é absurdo, é claro, pois prêmios e boas notas estão relacionados à vendagem, de certa forma. Disse isto apenas para demonstrar a maneira como enxergo o trabalho de muitas desenvolvedoras e publicadoras, que tratam jogadores como um mero número em suas bases de dados.

Hoje vivemos em um mundo conectado, e a internet é parte importantíssima do mercado de jogos eletrônicos. Esta mesma internet é que nos entrega, por exemplo, DLCs muitas vezes desnecessários. Quero deixar bem claro que não possuo nada contra DLCs, desde que possuam conteúdo de verdade. Lair of the Shadow Broker, para Mass Effect 2, é um belíssimo exemplo de um fantástico DLC. Aliás, digo o mesmo do DLC Overlord, mesmo este último não sendo tão grandioso quanto Lair of the Shadow Broker. Até mesmo Arrival foi muito bom.

Mas a verdadeira questão é: seremos para sempre “massacrados” desta forma? Podemos optar entre comprar ou não um DLC, por exemplo, mesmo sabendo que muitas vezes não comprar significa ficar de fora de uma certa parte da brincadeira. Mas DRMs nos são impostos. Franquias consagradas são muitas vezes estragadas pela grande ganância de empresas que não querem qualidade, e sim dinheiro no bolso através de lançamentos constantes.

Não estou dizendo que bons jogos não são lançados. Eles são, é claro. Mas uma grande parte das desenvolvedoras e publishers parece pensar nos jogadores como beta testers. Beta testers, aliás, que pagam para passar raiva. Pré-vendas são realizadas sem que, muitas vezes, nenhum benefício seja oferecido aos compradores. Grandes jogos muitas vezes passam despercebidos pelo grande público, enquanto os “grandes com mais do mesmo” vivem iluminados por holofotes fortíssimos.

Analistas e grandes sites especializados muitas vezes podem até mesmo receber para falar bem de determinados títulos, e se alguém fala mal de um jogo, como aconteceu recentemente com o (infelizmente) sofrível AMY, ainda temos de aguentar as empresas responsáveis dizendo que as notas baixas se devem ao fato do jogo ser difícil, como se este fator tivesse alguma relação com a qualidade ou não de um jogo eletrônico.

O fato é que caminhamos para um futuro que, pelo menos por enquanto, não parece nada promissor. Temos jogos promissores sendo anunciados. Temos bons títulos no mercado. Temos empresas sérias e que respeitam o jogador. Mas tudo isto está inserido em um mercado um tanto quanto podre, e todos sabemos que uma maçã podre pode estragar as outras em seu redor. Mas estamos aqui, e gostamos de games. De uma forma ou de outra, sempre somos afetados por tudo isto, e muitas vezes, até, por livre e espontânea vontade.

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Minecraft World Explorer gratuito por tempo limitado na App Store

Publicado por em Feb 1, 2012 em Notícias, Portáteis/Mobile | Comente agora

A desenvolvedora Robots and Pencils resolveu vender sua App Minecraft World Explorer por um preço muito bacana, na App Store: zero dólares. Isto mesmo: de graça! Mas é por tempo limitado, então, é bom correr. Minecraft World Explorer é uma App para iPhone, iPad e iPod touch que permite que jogadores de Minecraft importem seus games salvos em seus dispositivos iOS.

Os mundos criados em Minecraft podem, através da App, serem importados facilmente em seu smartphone ou tablet. A App Minecraft World Explorer também permite que níveis completos sejam jogados nos dispositivos iOS, e vale lembrar que os controles foram redesenhados com foco no iPhone e no iPad.

Se você é um jogador de Minecraft e gostaria de levar sua criações com você, em seu smartphone ou tablet, Minecraft World Explorer é uma ótima pedida. Principalmente por este “preço” super especial. Além disso, a App da Robots and Pencils também permite que você continue construindo e trabalhando em seus mundos enquanto utilizando seu dispositivo iOS. Corra lá.

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Kinect para Windows é lançado e SDK versão 1.0 já está disponível para download

Publicado por em Feb 1, 2012 em Hardware, microsoft | 4 comentários

A Microsoft lançou hoje, 01 de Fevereiro de 2012, o Kinect para Windows, equipamento que muita gente deve estar aguardando com ansiedade há algum tempo. O preço do novo sensor é US$ 249,00, e a versão 1.0 de seu SDK já está disponível para download. O Kinect para Windows já está começando a ser entregue pelos parceiros de distribuição da gigante de Redmond em 12 países, incluindo os Estados Unidos, é claro, e no final de 2012 o aparelho poderá também ser adquirido por US$ 149. Este preço especial, entretanto, é válido apenas para participantes do Qualified Educational Users.

O novo kit de desenvolvimento do Kinect para Windows conta com diversas melhorias em relação ao beta 2. Dentre elas, podemos mencionar, por exemplo:

  • Suporte para até 4 Kinects conectados ao mesmo computador;
  • Identificação de objetos localizados a pouca distância do sensor (40 centímetros);
  • Maior precisão no reconhecimento de voz;
  • Instalador pronto para uso comercial;

A Microsoft também tem a intenção de lançar updates para o SDK do equipamento entre duas a três vezes por ano, e mencionou que já está trabalhando no próximo lançamento. Infelizmente, não existe ainda previsão de lançamento do produto no Brasil. De qualquer maneira, é agora que eu aposto minhas fichas no Kinect. Empresas criarão os mais diversos softwares com suporte ao sensor, e nos PCs, finalmente, toda esta fantástica tecnologia poderá ser devidamente aproveitada.

Até mesmo jogos para PC poderão, é claro, fazer uso do Kinect para Windows, e muito provavelmente o Windows 8 seja o sistema operacional onde toda esta “mágica” acontecerá. Além disso, a Microsoft já mencionou o “programa comercial do Kinect para Windows”, e as possibilidades são muito grandes. O novo aparelho poderá ser utilizado nas mais diversas áreas: saúde e educação, por exemplo, são áreas que podem contar com aplicativos específicos fantásticos e com suporte ao Kinect.

Empresas como a Toyota, por exemplo, além de “mais de 25 das 500 maiores empresas listadas pela Revista Fortune“, já estão inclusas no programa piloto. É capaz até do sensor da Microsoft ser mais utilizado nos computadores do que no próprio console da empresa, uma vez que saindo do Xbox 360 temos todo um mundo de necessidades e ideias somente esperando por alguma empresa que torne tangível algo que pode fazer muita diferença para muita gente e não ter nada a ver com jogos eletrônicos.

É claro que o Kinect para Xbox 360 também é sensacional. Ocorre que, por enquanto, apenas jogos insossos, infantis e/ou sem graça foram lançados com o suporte a ele, e as tentativas de criar algo maior, até agora, são realmente tristes, vide o suporte a comandos de voz em Mass Effect 3.

Espero sinceramente que o Kinect para Windows mostre a que veio, e que dentro de pouco tempo possamos nos surpreender ainda mais com aplicativos fantásticos que poderão ser utilizados apenas com gestos e fala. E que, também, os jogos eletrônicos não sejam esquecidos.

(Com informações adicionais do Microsoft Insiders Brasil)

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Humble Bundle for Android: pague o quanto quiser em 3 games para Android e PC

Publicado por em Feb 1, 2012 em PC, Portáteis/Mobile | Comente agora

Já está no ar desde ontem, 31 de Janeiro, o Humble Bundle for Android. Através deste novo bundle, você pode pagar o quanto quiser em 3 games para dispositivos Android, sendo que o pacote conta também com as versões de todos eles para Windows, Mac e Linux. Os jogos são os seguintes: Anomaly: Warzone Earth, da polonesa 11 bit studios, Osmos, da Hemisphere Games, e EDGE, da Two Tribes, criadora de Toki Tori.

Caso você pague um valor acima da média, que neste momento está em US$ 5,94, você leva também o sensacional puzzle World of Goo, da 2D BOY. Como sempre, o Humble Bundle permite que você ajude instituições de caridade (Child’s Play Charity e Electronic Frontier Foundation), e além disso, uma das novidades introduzidas nas últimas “rodadas” foi a disponibilização das trilhas sonoras dos games. Você obterá as OSTs de Osmos, Anomaly: Warzone Earth, EDGE e World of Goo independentemente do valor que doar.

Destes jogos todos, o mais impressionante, em minha opinião, é Anomaly: Warzone Earth, um “tower defense ao contrário”, no qual o jogador deve destruir torres de defesa alienígenas. Ou seja, trata-se de um papel contrário àquele com o qual estamos acostumados neste tipo de jogo. Todos os outros jogos são muito bons, também, e se você gosta de games intrigantes e diferentes, Osmos permite que você atue como um organismo que deve absorver a essência de outros organismos para crescer e até mesmo para se movimentar.

Até o momento em que escrevo estas palavras, o Humble Bundle for Android vendeu mais de 78 mil bundles, e já arrecadou mais de 468 mil dólares. Pagar o quando se desejar por um pacote tão bacana de jogos é muito bom, e espero que os próximos Humble Bundles contem com jogos para dispositivos iOS, também. Aliás, grande sacada, esta do pessoal da Humble Bundle, Inc., afinal, jogos para smartphones e tablets “estão em alta”, ultimamente.

De qualquer forma, não consigo deixar de sentir uma certa estranheza em relação à iniciativa. O Humble Bundle está lançando pacotes com uma frequência muito alta. O The Humble Introversion Bundle foi lançado em Novembro de 2011, e o Humble Indie Bundle 4 em Dezembro do mesmo ano, com os jogos Super Meat Boy, Shank, Jamestown, Bit.Trip Runner e NightSky, além de outros que foram inclusos posteriormente.

Já estamos em Fevereiro e temos outro lançamento. Creio que uma frequência tão alta de lançamentos pode descaracterizar este “humilde” projeto que já nos deu a oportunidade de adquirirmos excelentes títulos por preços fantásticos. Obviamente nem todos os jogadores se sentem assim, mas me parece que aqui possa existir uma certa exploração do termo/nicho “indie”, pelo menos no que diz respeito ao comprador/jogador.

Bom, de qualquer forma, se você fosse adquirir todos os jogos do Humble Bundle for Android de outra maneira, contando com suas versões Android e PC/Mac/Linux, gastaria algo em torno de 90 reais. A economia é grande. Bem, você decide, é claro, o quanto vai economizar. Finalizando, não duvido nada de que tenhamos um novo Humble Bundle em Fevereiro ou Março. Assista abaixo ao trailer da promoção:

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“Rift Lite”: agora você pode jogar o MMORPG Rift de graça, até o nível 20

Publicado por em Feb 1, 2012 em Lançamentos, MMOs | Comente agora

O MMORPG Rift, da Trion Worlds, foi lançado em 01 de Março de 2011. Já está quase fazendo aniversário. E sua desenvolvedora lançou hoje o Rift Lite, o qual permite que qualquer pessoa jogue o título gratuitamente, até o nível 20. Trata-se de algo um tanto quanto semelhante à World of Warcraft Starter Edition, porém sem muitas das limitações presentes na versão gratuita do MMORPG da Blizzard.

O Rift Lite pode também funcionar como uma espécie de demo. Qualquer pessoa poderá testar o game e, então, decidir se vale a pena ou não, em sua opinião, pagar a mensalidade do mesmo e realizar o upgrade para sua versão full. O MMORPG da Trion Worlds é muito bacana.

Ele conta com gráficos muito bonitos, quatro classes, e duas facções: “The Guardians” e “The Defiants”. Além disso, o jogo conta com um interessante sistema de Souls, sistema este que fornece aos personagens diversas e úteis habilidades especiais. Rift é ambientado em um mundo chamado Telara, o qual sofre frequentes invasões de seres de outros planos. Isto torna o jogo muito movimentado e dinâmico, pois estas “fendas” podem aparecer em qualquer lugar, os invasores devem ser combatidos e a brecha deve ser fechada.

O plano de origem dos invasores (água, morte, ar, etc) também influencia os ambientes, a cada invasão, o que torna cada um deste acontecimentos algo muito bonito de se ver. Dentre as duas facções existentes no MMORPG, vale ressaltar que os Guardians acreditam serem os escolhidos pelos deuses, e os Defiants (facção interessantíssima) representam algo bem oposto: eles não se importam muito com deidades e dispõem de uma tecnologia muito intrigante.

Rift Lite oferecerá gameplay sem restrições de tempo e gratuito. Basta criar uma conta junto à Trion Worlds, baixar o cliente do jogo e começar a jogar. Claro, é necessário criar seu personagem, antes de qualquer coisa, e depois disso as zonas de Terminus, Mathosia, Freemarch e Silverwood estarão disponíveis. Visitas às capitais das duas facções também serão permitidas através do Rift Lite, aliás.

Nos últimos dez meses, Rift tem evoluído em um ritmo alucinante, através de sete grandes atualizações que estabeleceram novas expectativas para os MMOs, em recursos, em conteúdo e em serviço. Acreditamos que uma edição Lite sem limite de tempo é a melhor maneira dos jogadores verem que experiência surpreendente Rift continua sendo“, disse Scott Hartsman, produtor de Rift e CCO da Trion Worlds.

Juntamente com o Rift Lite, foi lançado outro patch para o título. Trata-se de Carnival of the Ascended, o qual introduz no jogo a possibilidade de casamentos, melhorias nos eventos PvP e a nova River of Souls Chronicle, dentre outros itens. O lançamento deste novo patch, hoje, marca o início de uma série de eventos em Rift, os quais ocorrerão no decorrer das próximas semanas e incluirão diversos prêmios in-game.

Muitas pessoas acreditam que os MMOs P2P (Pay to Play – Pague para Jogar) irão desaparecer, dentro de algum tempo. Principalmente agora, que desenvolvedoras de títulos antes P2P resolvem adotar o modelo F2P (Free to Play – Grátis para Jogar), esta “crença” é compartilhada por muitos jogadores. Isto sem falar na grande quantidade de títulos “grátis para jogar” lançados ultimamente.

Algumas empresas ainda lançam e mantêm MMORPGs onde é preciso pagar-se uma mensalidade, como é o caso de Rift, WoW e Star Wars: the Old Republic, por exemplo. Para muitos executivos da indústria, aliás, SWTOR “será o último MMO a tentar o modelo pago“, conforme dito por John Smedley, da Sony Online Entertainment.

Em alguns jogos pode fazer sentido pagar-se mensalidade, desde que a empresa responsável pelo mesmo mantenha o jogo constantemente atualizado e repleto de novidades. Em outros, o modelo free-to-play pode ser adotado e funcionar muito bem, como é o caso, por exemplo, de The Lord of the Rings Online, que se tornou muito mais lucrativo após se transformar em um título gratuito. É claro que mesmo games F2P não sobrevivem sem constante suporte de suas respectivas desenvolvedoras.

Se o futuro está no modelo F2P ou no modelo P2P, entretanto, ninguém sabe, apesar de tudo indicar que MMOs free-to-play são geralmente bem recebidos e costumam faturar bastante, dependendo do caso. Mas jogos como Rift e World of Warcraft, por exemplo, estão aí para mostrar que nem tudo pode funcionar de acordo com o que dizem executivos e analistas.

E você, vai aproveitar esta oportunidade para jogar Rift? Se sim, não deixe de compartilhar suas impressões.

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NeverDead é lançado e novo trailer exibe combate contra um demônio Panda Bear

Publicado por em Jan 31, 2012 em Lançamentos, Vídeos e imagens | 4 comentários

A Konami lançou hoje o jogo NeverDead, criação do game designer Shinta Nojiri em conjunto com a Rebellion Software, para Xbox 360 e Playstation 3. NeverDead conta com um protagonista imortal, e uma mecânica de jogo bem interessante, a qual a empresa chama, muito apropriadamente, de “mecânica de decapitação”.

Como o imortal Bryce Boltzmann, os jogadores poderão, no novo game, encarnar um protagonista que suportou uma longa e sofrida existência, principalmente devido ao assassinato de sua esposa por Astaroth, o Rei Demônio. Bryce caminha pelo mundo sem grandes expectativas, e luta ao lado de Arcadia, membro da National Anti-Demon Agency (NADA), visando, é claro, exterminar demônios.

Em NeverDead, o braço do protagonista pode ser arrancado e ser lançado com um explosivo contra um inimigo e sua cabeça pode ser arrancada inclusive por vontade própria, para finalidades as mais diversas, dentre outras possibilidades bem interessantes e inusitadas.

O lançamento de NeverDead  é extremamente gratificante e emocionante para a Konami, pois leva o gênero de ação em terceira pessoa a um novo nível de interatividade com o jogador. Em um ambiente destrutível onde até mesmo os pedaços amputados do herói podem ser uma arma, tudo é possível“, disse Tomoyuki Tsuboi, presidente da Konami Digital Entertainment, Inc.

O título também conta com modos de jogo online cooperativos e competitivos, e possui algo que gosto muito em jogos eletrônicos: cenários destrutíveis, como já dito acima. A destruição de prédios, pilares e colunas pode ajudar bastante o jogador em momentos de grande necessidade, e adicionar uma camada extra ao jogo, na qual o jogador pode também utilizar grande estratégia. O preço sugerido para NeverDead é US$ 59,99, e ele já se encontra à venda em sites como a eStarland e a CD Universe, por exemplo.

A Konami também divulgou hoje um novo trailer de NeverDead, o qual exibe um combate entre o protagonista e um demônio chamado Panda Bear. Além da ação intensa, podemos observar Bryce Boltzmann literalmente “perdendo a cabeça”. É claro que ele a coloca novamente em seu devido lugar, mas o vídeo é muito interessante.

NeverDead parece ser um jogo bem interessante, principalmente devido a esta “habilidade” do protagonista, de continuar ativo mesmo se apenas sua cabeça restar. Trata-se de uma habilidade bem inusitada, originária em parte do fato de Bryce ser imortal. Shinta Nojiri, aliás, chegou a explicar que o game tentará mudar a maneira como o jogador encara cada batalha, digamos.

Bom, deve ser muito hilário utilizar partes do próprio corpo como arma, e este fato, aliado à trilha sonora composta pelo Megadeth e a todas as outras peculiaridades mencionadas acima, pode fazer de NeverDead algo realmente excepcional. Assista abaixo ao trailer de gameplay que exibe o sensacional combate:

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