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Edição especial de Max Payne 3 virá com estátua do personagem
A Rockstar Games anunciou hoje uma fantástica edição especial de Max Payne 3, a qual virá inclusive com uma estátua do personagem com cerca de 25 centímetros de altura. Esta edição especial está em pré-venda a partir de hoje até o dia 15 de Janeiro de 2012, e existem versões para PC, Xbox 360 e Playstation 3.
Encontrei esta belezinha à venda na CD Universe (versão Xbox 360), por US$ 104,05, e sei que esta empresa entrega no Brasil sem problemas. A “Max Payne 3 Special Edition” vem com o jogo, a estátua do personagem, chaveiro em formato de bala, diversos itens in-game e a trilha sonora oficial do jogo.

É uma pena algo assim não ser lançado no Brasil, principalmente em se tratando de um jogo como este, o qual será ambientado em São Paulo. O jogo provavelmente será muito bom, e será o primeiro da série a contar com um modo multiplayer. Esta edição especial do game parece muito tentadora. Alguém tem a intenção de comprá-la?
Leia mais(Playing now) The Elder Scrolls V: Skyrim – matando dragões e outras coisas
Ontem à noite matei meu primeiro dragão em The Elder Scrolls V: Skyrim. O nome da criatura era Mirmulnir, e confesso que a luta foi bem fácil. O impacto e a sensação de felicidade causados pelo acontecimento, entretanto, foram enormes, principalmente porque a partir daí fiquei sabendo (dentro do jogo, é claro), que era um Dragonborn. Mirmulnir estava atacando uma Torre de Vigia em Whiterun, e a missão de matá-lo me foi dada pelo próprio Jarl Balgruuf. Junto comigo vieram alguns soldados e a guarda costas de Balgruuf, Irileth.
Os soldados na torre estavam meio que apavorados, e os rugidos do dragão eram realmente apavorantes. Quando o avistei no céu confesso que meu sangue gelou, e observe que diversos NPC’s dizem que existem dragões ainda maiores e mais perigosos que o “pobre” Mirmulnir. Bastaram algumas flechadas e um pouco de paciência até ele pousar, para logo em seguida cair com tudo em cima do bicho e dar cabo do infeliz com alguns golpes de espada.

Algo interessante, entretanto, ocorreu neste momento. Como um Dragonborn, absorvi algo do dragão. Algo de seus poderes, de sua essência. Digamos que eu tenha começado a aprender a falar na língua dos dragões, e a “Unrelenting Force” foi o primeiro poder que aprendi (Shout), ou melhor neste caso, ganhei.
Confesso que apesar da facilidade deste primeiro embate contra os monstros alados, fiquei abismado com a ambientação (era uma belíssima noite com um céu repleto de nuvens esparsas que teimavam em esconder algumas estrelas) e com o vulto negro pairando no ar, por alguns momentos, e então dando voltas e se aproximando rapidamente. A Bethesda conseguiu realmente criar, digamos, uma série cujos títulos podem ser jogados de forma independente sem nenhum problema. É claro que o jogador, neste caso, perde diversos elementos do universo da série, mas ainda assim a experiência é possível e até extremamente recomendável, eu diria.

Após o primeiro contato (in-game) com a palavra Dragonborn, diversas pessoas em vários locais não param de me saudar e mencionar Tiber Septim, uma das figuras mais famosas em Tamriel e outrora imperador de Cyrodiil, o qual, aliás, deu origem à linhagem dos “Septims”. Até mesmo mercadores e pessoas com as quais me encontro nas ruas mencionam estes fatos, e isto é um tanto quanto curioso, além de algumas vezes engraçado.
Em Whiterun, também, ganhei uma guarda costas: a belíssima Lydia, a qual realmente prestou grande ajuda em momentos de grande necessidade. É extremamente notável como estou conseguindo evoluir mais facilmente na “arte do lockpicking”, algo que para mim, em Oblivion, era um verdadeiro tormento. Bom, não cheguei a jogar Oblivion por muito tempo, também. Mas Skyrim está se mostrando um mundo repleto de atrativos que certamente me manterão a ele ligado por muito tempo.
Minha jornada, juntamente com Lydia, para o monastério dos Greybeards, em High Hrothgar, foi fantástica. Tais monges me forneceram instruções adicionais a respeito dos Dragonborns e me ensinaram também algumas outras coisas. Além da enorme distância que percorremos, pude apreciar a beleza de diversos locais de Skyrim. O amanhecer e o anoitecer sempre são belíssimos, e o encontro com bandidos e criaturas selvagens também são sempre inesperados e muito instigantes.

Existem situações onde você é inclusive ameaçado por bandidos, e pode dar o que eles querem ou então partir para a luta. É claro que jamais dei a bandido algum coisa alguma. Muito pelo contrário, sempre coletei os mais diversos itens de seus cadáveres, após matá-los. Topar com gigantes e mamutes também são momentos impressionantes, vale mencionar. E as montanhas geladas representam outro espetáculo à parte. É possível sentirmos o frio que reina lá em cima. A neve e o vento chegam a atrapalhar nossa visão em muitos momentos, e como se não bastasse, ainda existem os Frost Trolls. Eles são realmente um “osso duro de roer”.
Leia mais(Review) Call of Duty: Modern Warfare 3

Apesar de pertencer a uma série que conta com lançamentos anuais que muitas vezes repetem fórmulas já velhas conhecidas, Call of Duty: Modern Warfare 3 é um jogo interessante e divertido, apesar de tudo. Ele começa exatamente do ponto onde Modern Warfare 2 terminou, e mostra logo de início o Soap, ferido, sendo carregado às pressas pelo Capitão Price e por Nikolai. O soldado não está nada bem, vale ressaltar, e enquanto buscam por um médico, o mundo parece desabar em torno dos 3 soldados.
Modern Warfare 3 não é muito diferente de Modern Warfare 2, quase que em todos os aspectos. Seu valor principal pode, entretanto, estar no fato do título nos apresentar o final da “saga de terror” promovida pelo russo Vladimir Makarov. Isto por si só já deve agradar bastante aos fãs da franquia, principalmente porque a campanha do jogo é repleta de momentos impactantes. Alguns deles verdadeiramente tristes, na verdade.
Não percebi grandes melhorias gráficas no jogo, entretanto, e continuo dizendo, aliás, que prefiro Call of Duty: Black Ops, lançado em 2010, a Modern Warfare 3. Joguei ambos (MW3 e Black Ops) no PC, e chego a dizer até que os gráficos de Black Ops são muito mais bonitos. Isto não quer dizer, entretanto, que o novo título da Infinity Ward e da Sledgehammer Games faça feio. Muito pelo contrário. Em relação à história, podemos dizer que MW3 nos apresenta algo também já conhecido: “vamos todos pegar em armas e salvar o mundo”, basicamente, com alguns detalhes extras bem interessantes, também.

Trata-se de um jogo bonito, o qual não requer uma máquina “parruda” para rodar, e que conta com cenários bem diversificados. Achei muito bonito, aliás, o design das armas do jogo. Todas parecem extremamente realistas, incluindo o som dos disparos. Além disso, quando a ação ocorre na água ou na chuva é impossível não observarmos o espetáculo com atenção. Eu, que presto bastante atenção nestes dois elementos em qualquer game, fiquei vários minutos observando a chuva, em Praga. O céu nada amistoso e os frequentes relâmpagos ajudaram bastante a reforçar o clima de tensão.
Passei por alguns problemas bem chatos com Modern Warfare 3, entretanto. Primeiro foram os travamentos relativos ao executável do game, o iw5sp.exe. Cheguei até a abrir um chamado na Activision, porém, como bem disse o leitor João, a resposta da Activision (solicitando o arquivo .TXT com as informações da Ferramenta de Diagnóstico do DirectX) chegou depois da resolução do problema. E para resolvê-lo, apesar de minha máquina possuir configurações acima das recomendadas para o jogo, tive de alterar as opções gráficas do jogo, de “Extra” para “High“. Não sei o porquê disto acontecer, nem tampouco corri atrás de explicações. Segundo dizem, até, a diferença entre o “Extra” e o “High” em MW3 é mínima e, assim sendo, deixei como estava.

Depois passei por um outro problema que achei um tanto quanto ridículo e que, apesar de tudo, aparenta ser mais um bug sem solução (pelo menos até o momento em que escrevo esta frase). Na fase em Hamburgo o jogo travava sempre no mesmo local. Eu tinha ao meu lado um tanque aliado e um ônibus destruído à frente, o qual também servia de refúgio para soldados russos. Ao tentar avançar pela rua, o erro ”reliable command buffer overflow” ocorria, e o game era fechado. Após algumas pesquisas, descobri que a solução era não avançar pela rua, e sim através de um prédio na lateral direita da rua, quebrando algumas vidraças. Estranho, não?
Problemas “técnicos” à parte, Call of Duty: Modern Warfare 3 é um bom jogo. Há uma certa variedade de personagens jogáveis, como já de praxe na série. Você encarnará o Sargento Derek Frost, o ex-Spetsnaz Yuri, o agente russo Andrei Harkov, o Sargento Marcus Burns, da SAS, e até mesmo o Capitão Price. É interessante o fato de encarnarmos diversos personagens, inclusive alguns personagens “do outro lado”, principalmente porque o game nos faz perceber que a Terceira Guerra Mundial ali representada na verdade aconteceu devido à loucura de poucos homens.
Leia maisCrusader Kings 2: “live action trailer” muito engraçado

A Paradox Interactive divulgou um ”live action trailer“ muito engraçado de Crusader Kings 2. Trata-se, na verdade, do primeiro de uma série. A série demonstrará, digamos, “Os Sete Pecados Capitais da realeza”, e pelo que pode-se perceber já a partir deste primeiro capítulo, tudo será muito engraçado.
O “rei” começa dizendo que todos acordaram naquela manhã como “guerreiros”, e que de noite todos dormirão como lendas. Na verdade, só o pobre rei está animado, e o restante de seu “exército” não parece nem um pouco interessado. Aliás, a noite do “exército” passou bem longe de qualquer grandeza.
O tal do Duque de Winchester, é claro, nem chega a sentir os efeitos do ataque, e sua mensagem final diz que tudo o que o rei precisava ter feito era pedir. Afinal, ele iria obedecer ao rei. O trailer é muito engraçado, e segue abaixo. Crusader Kings 2 será lançado em 07 de Fevereiro de 2012, e Fred Wester, CEO da Paradox Interactive, disse inclusive que a série Crusader Kings é sua preferida dentre os “grand strategy” games da empresa.
“Em um jogo irônico a respeito de nossas percepções, o Rei é uma manifestação de todos nós, enquanto seus servos representam a elite dominante. O fato de suas posições serem invertidas é um reflexo dos tempos modernos. Os trailers são realmente baseados nos sete pecados capitais, por razões muito eruditas para entrarmos em detalhes aqui, mas vamos começar com ‘wroth’. Esta é a velha palavra inglesa para ira. Este é o tipo de coisa que nós conhecemos, aqui na Paradox“, disse Quintin Smith, ex-escritor do site Rock Paper Shotgun e autor dos trailers.
Bom, acho que o Quintin também está sendo bem irônico. De qualquer forma, fique com o divertidíssimo trailer:
Leia mais(Preview) Defenders of Ardania

Defenders of Ardania é um fantástico jogo estilo tower defense desenvolvido pelo estúdio húngaro Most Wanted Entertainment, o qual foi anunciado pela Paradox Interactive no início deste ano. De lá para cá minha ansiedade a respeito do título veio crescendo mês a mês, pois trata-se de um game pertencente a um gênero que gosto muito. Além disso, Defenders of Ardania é um tower defense muito diferente.
No título da Most Wanted Entertainment, o qual é ambientado no universo da série Majesty, temos de lidar tanto com a defesa quanto com o ataque. Ao mesmo tempo em que enviamos nossas unidades contra o inimigo, também temos de construir, reparar e realizar upgrades em nossas torres de defesa. Isto faz de Defenders of Ardania um jogo muito interessante, além de desafiador. Não se engane: o jogo é difícil, como diversos outros da Paradox Interactive. Mas não se preocupe, aqui as coisas são bem mais “light”. Ele não chega ao nível de dificuldade de um Pride of Nations, por exemplo. E seus gráficos são um show à parte: eles são belíssimos, assim como sua trilha sonora.
Sendo ambientado no universo fantástico da série Majesty, é claro que este tower defense nos oferece também algumas ferramentas nada, digamos, comuns. É possível utilizar algumas magias no decorrer do gameplay, e até mesmo nos depararmos com inimigos e unidades que não são lá muito “humanos”. Em Defenders of Ardania, o jogador deve basicamente destruir quaisquer instalações inimigas, além do castelo inimigo.
Este seria um simples jogo de destruição de castelos não fossem os fantásticos extras inclusos no mesmo. O jogador conta com um zoom muito interessante, que permite que a ação seja observada à partir de um plano superior ou então bem próxima do chão. É possível inclusive observarmos nossas unidades se digladiando com as unidades inimigas. Ao mesmo tempo em que escolhemos e enviamos ondas de nossos soldados contra o castelo inimigo, a fim de destruí-lo, também temos de ficar de olho em nossas torres e, se for necessário, vender algumas delas e posicionar novas em locais mais adequados, a fim de dificultar a chegada das tropas inimigas a nosso castelo.

Isto acontece porque Defenders of Ardania possui níveis máximos de unidades e torres que podem estar presentes em campo. Mas tão logo uma unidade seja morta ou chegue com vida ao seu destino, por exemplo, mais espaço é liberado para o envio de mais unidades. É possível ativar-se um “grid” que auxilia bastante no momento de posicionar as torres de defesa. Tal ferramenta é bem interessante porque, além de indicar os locais onde as torres podem ser posicionadas, também mostra os caminhos que serão percorridos por soldados inimigos e pelos nossos próprios.
Leia maisO “Guia oficial de World of Warcraft: Cataclysm” já está à venda, em pt-BR

O “Guia oficial de World of Warcraft: Cataclysm” já está à venda, e totalmente em português do Brasil. O livro contém 496 páginas, e a Editora Europa é a responsável pelo lançamento. Trata-se de um ótimo acompanhamento para a chegada de World of Warcraft em português, no dia 06 de Dezembro de 2011.
O guia contém muito conteúdo voltado também para iniciantes, e sendo WoW um jogo verdadeiramente enorme, um guia destes pode ser de grande valia. O guia já se encontra em pré-venda, e custa R$ 54,90. Ele será lançado, conforme informações no site, no dia 15 de Dezembro. Bom, o envio das encomendas está previsto para esta data, na verdade. De qualquer forma, trata-se de um lançamento bacana, sendo que o guia contém até mesmo mapas.
Jogadores avançados ou iniciantes poderão apreciar bastante esta obra. E acredito até que o simples prazer da leitura fará valer o valor cobrado pelo livro.
Leia maisTrine 2 (Beta) – Vídeo de gameplay
Estou adorando Trine 2. A Frozenbyte não só criou um game ainda mais fantástico que o primeiro Trine. Ela também conseguiu transformar a experiência como um todo em algo ainda mais fascinante. Trine 2 conta com mais humor e interação entre os personagens. Zoya chega a reclamar durante o jogo pelo fato do cavaleiro Pontius ter matado alguns goblins. Ela chega a dizer que não é este o motivo dos 3 “guerreiros” estarem ali.
Mas o fato é que não faria diferença alguma, naquele momento, o personagem no “campo de batalha”. Fosse a ladra, o mago Amadeus ou o cavaleiro, naquele momento, os goblins atacariam de qualquer jeito. Trine 2 também conta com uma física fantástica. Os “physics-based puzzles” do jogo estão sensacionais, e envolvem diversos elementos diferentes. A trilha sonora é ainda mais linda que a do primeiro jogo da série, e como neste último, é sempre possível resolver um puzzle de diferentes maneiras, principalmente porque ainda contamos com 3 personagens jogáveis, cada um deles possuindo diferentes habilidades.

Gravei um pequeno vídeo de gameplay da versão beta de Trine 2 para PC. Este vídeo foi gravado há alguns dias, aliás, mas somente o enviei para o Youtube ontem à noite. Nele, jogo a primeira parte do game. Logo após a devida “apresentação” dos 3 personagens, a qual funciona como uma espécie de tutorial jogável. Logo após os 3 se encontrarem, através do objeto conhecido como Trine.
O Reino está em perigo novamente, segundo Pontius. O cavaleiro quer salvar o reino, Amadeus está preocupado com sua família, e Zoya, é claro, quer buscar novas aventuras e correr atrás de tesouros. Posso dizer que, em Trine 2, os gráficos surpreendentes são parte importantíssima do jogo.
Eles fazem parte da experiência, e transformam nosso “passeio” em algo verdadeiramente inesquecível. O jogo é repleto de grandes e pequenos detalhes que, juntos, chegam a emocionar. O mundo do game é repleto de vida, de cor, de movimento. Efeitos especiais fantásticos parecem comuns ao ambiente, tamanha a criatividade e o esmero da Frozenbyte.
Veja o vídeo, abaixo:
Leia maisSquare Enix licencia Unreal Engine 3 – Mais detalhes em breve
A Epic Games anunciou que a Square Enix licenciou a Unreal Engine 3 para o desenvolvimento de vários jogos, e detalhes a respeito dos mesmos serão divulgados em breve. Os devidos trâmites foram realizados com a Square Enix pela Epic Games do Japão. Fico tentando imaginar quais serão estes novos jogos desenvolvidos com a UE3. Talvez o próximo Tomb Raider, quem sabe.
“É um prazer fornecer à Square Enix uma excepcional engine que irá ajudá-los a trazer novas e emocionantes experiências para legiões de fãs em todo o mundo. Muitos jogos ocidentais têm alcançado grande sucesso com a Unreal Engine, e este marco reflete a confiança da comunidade de desenvolvimento japonesa em nossa tecnologia. Mal podemos esperar para ver como a Square Enix fundirá o poder da Unreal Engine 3 com seus belos personagens, histórias cativantes e fantástico gameplay“, disse Taka Kawasaki, gerente da Epic Games Japão.
Acredito que a Unreal Engine 3 poderia ajudar a criar um novo Tomb Raider fantástico. Aliás, segundo o press release, vários jogos serão desenvolvidos com a UE3. Mas estou aqui entrando no campo das especulações. Vamos aguardar por mais notícias.
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