A EA divulgou um novo trailer de Medal of Honor. Identificado como “The MoH Experience: Part One: Fallen Angel: Multiplayer”, o trailer mostra imagens de gameplay do modo multiplayer do novo título, o qual será lançado em Outubro deste ano. O que se vê no vídeo é muito bonito, e tudo isto mostra mais uma vez que a Electronic Arts manda muito bem quando se trata de games de guerra.

É impossível não nos lembrarmos de Battlefield: Bad Company 2 ao assistirmos a este trailer. E para quem acaba de terminar a campanha deste último e ainda tem suas imagens muito frescas na cabeça, assistir a “The MoH Experience: Part One: Fallen Angel: Multiplayer” é uma experiência e tanto.
Não dá para não se surpreender com o realismo da névoa (lembrando BBC 2), a beleza e a impressão real e metálica que todas as armas transmitem, o efeito muito bonito das explosões e o “mapa gelado” e claro que ajuda a tornar tudo mais impressionante ainda.
Medal of Honor continua sendo um game muito aguardado por mim, apesar de sua extrema semelhança com Bad Company 2. Fiquem com o trailer:
A importação e as vendas do PS3 Jailbreak na Austrália estão proibidas até 31 de Agosto de 2010, e todos os lojistas, importadores, etc, que possuírem o pendrive/modchip em estoque, deverão entregar o mesmo a representantes da Sony, caso solicitado. Vale ressaltar que a Sony Austrália vai tentar transformar a proibição temporária em algo definitivo, pelo menos na Austrália.
Não vou entrar aqui em muitos detalhes porque sei que este é um assunto muito “polêmico para um sábado”, mas se a Sony conseguir o que pretende, ou seja, se a justiça australiana decidir por manter a proibição, isto abrirá um enorme precedente para que o mesmo ocorra em outras partes do mundo. E eu sou totalmente a favor.
Também sem entrar em detalhes, temos de convir que pagar por este modchip não significa que o resultado que será obtido através de sua utilização será sempre algo “legal”.
(Via: Edge Online)
Vou dizer uma coisa a vocês: não sou muito chegado em futebol, e nem mesmo gosto de games de futebol (não possuo nenhum em minha coleção). Mas Super Trick, da Lighthouse Games Studio, é um indie game para Xbox 360 que conseguiu me fazer bater uma bolinha.
O jogo é muito bacana, e acaba de ser lançado pela desenvolvedora independente. Trata-se de um game onde você terá que, resumindo, executar embaixadinhas. O protagonista é o seu avatar, e os controles são simples: a dificuldade fica por conta de sua habilidade ou não com a bola.
O analógico esquerdo move o personagem (você), e o direito serve para executar os movimentos. Dependendo da pressão com que você movimenta o analógico direito nos sentidos diagonal (para baixo) esquerdo ou direito, o chute é mais ou menos forte. Se você movimentar o mesmo botão para cima, você executa cabeçadas. É muito divertido, e os cenários que se vê ao fundo são muito bonitos.
Existem dois modos de jogo offline. World Tour, onde você joga contra o relógio e visando ganhar medalhas, e World Challenge, onde sua pontuação é comparada com a de outros jogadores no mundo todo. Existe também um modo multiplayer disponível, e deve ser muito divertido jogar contra um amigo.

Super Tricky conta com um tutorial e 8 cenários: América, Brazil, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Japão e Espanha. O game custa 240 Microsoft Points, ou seja, 3 dólares, e é ótimo para relaxar.
Se existe um gênero de game que muitas vezes sofre com mesmice é o de games de tiro. Constantemente vemos shooters, em primeira ou em terceira pessoa, que nada mais são do que “mais do mesmo”. Games que jogamos e do qual não extraímos nada de novo. Nada de chamativo. Podemos perceber este triste fato tanto em títulos AAA quanto em títulos menores.
Mas no início de 2011 será lançado um título para PC que, em minha opinião, será algo inovador. Trata-se de Deep Black, um game em desenvolvimento pelo estúdio russo BIART. Deep Black é um game de tiro em terceira pessoa que possuirá “momentos aquáticos” e “momentos terrestres”.

No título da BIART haverá um ótimo balanço entre ação dentro d’água e ação fora d’água. Um líder de um grupo baseado nas profundezas do oceano (o gamer, no caso) deverá tentar rechaçar o ataque de alguns bioterroristas que estão tentando expandir suas atividades em direção aos mares.
A história do jogo é muito interessante e cheia de missões que ocorrem debaixo d’água. Equipamentos de altíssima tecnologia não são difíceis de se ver em Deep Black, e o game fornece uma grande liberdade ao jogador. Combates corpo a corpo também serão possíveis, e a utilização de armas especiais de alta tecnologia também será, digamos, meio que uma constante. Os gráficos do game são belíssimos, e o título da BIART contará com 30 níveis, os quais serão ambientados em um mundo fictício repleto de espionagem, caos e luta pela dominação (ok, isto é meio que um clichê, mas sabemos que muitos excelentes títulos também são repletos de clichês).
Em Deep Black, ciborques, submarinos e robôs gigantes serão uma constante, e o jogo possuirá três níveis de dificuldade, sendo indicado tanto a novatos quanto a experts em shooters. A BIART desenvolveu uma engine própria que garantirá extremo realismo em relação à água e às ondulações, distorções e iluminação. Com a ajuda de tecnologia da NVIDIA, Deep Black também oferecerá suporte a 3D.
Particularmente, aprecio bastante títulos que lidam com a água. Estou que não me aguento de ansiedade por Hydrophobia, e Deep Black acaba de entrar na minha wishlist. Inovar em shooters é algo um tanto quanto difícil, e a água é um elemento que, quando bem empregado/implementado, pode muito bem fazer com que tanto os gráficos quanto o gameplay sejam, além de mais “fluídos”, mais interessantes.
Um shooter em terceira pessoa que permitirá combates aquáticos e terrestres, com a presença de submarinos e personagens atirando uns nos outros utilizando trajes de mergulho não é algo que vemos todos os dias. Pelo menos, não tão bem feito. Vamos aguardar, pois o lançamento mundial de Deep Black ocorrerá em 2011.
Chime é um puzzle musical desenvolvido pela Zoё Mode que possui um lado social muito bacana: uma parte das vendas é doada a duas instituições de caridade. Ele foi lançado na Xbox Live Arcade em 03 de Fevereiro de 2010, e é um título muito interessante, pois é meio que um “Tetris musical”. Um game onde você tem que encaixar blocos ao som de música.
Chime será lançado no Steam em 06 de Setembro de 2010, e apesar de nenhuma informação a respeito de seu preço ter sido fornecida, é muito provável que o título não custe muito caro. Se pensarmos na diferença de valor entre o XBLA Winterbottom e sua versão Steam, é bem provável que tenhamos um Chime para PC com um preço bem bacana. É claro que nada disto (valores) está confirmado, então, vamos aguardar.

Da mesma forma que a versão para Xbox 360, a versão para PC de Chime também ajudará a caridade. Aproximadamente 5% do valor arrecadado em vendas no Steam será doado para a caridade, e a distribuidora da versão PC do game também fará o mesmo, pelo menos por um tempo.
Particularmente, acho as duas coisas fantásticas. Games ajudando causas sociais, mostrando mais uma das ótimas facetas do jogos eletrônicos e de seus compradores e desenvolvedores, e a ida de um game antes exclusivo de um console para os PC’s. Vida de gamer não é fácil, realmente, mas ela se torna melhor quando observamos este tipo de coisa.

A Futuremark lançou uma Premium Edition de seu fantástico FPS em gravidade zero Shattered Horizon, um game que além de contar com gráficos belíssimos e ser focado no multiplayer, ainda proporciona ao jogador a sensação de lutar em pleno espaço, em gravidade zero. Trata-se de um ótimo shooter, com partidas sempre muito desafiadoras e nas quais obtemos sempre grandes doses de diversão e raiva (quando morremos e nem vemos de onde veio o tiro
).
Este tipo de notícia sempre nos faz passar vontade, poir é claro que uma edição dessas, em caixa, etc, jamais será lançada por aqui, e importá-la é meio que inviável. A Premium Edition de Shattered Horizon contém todos os pacotes de expansão lançados para o game, uma cartela de adesivos, um manual colorido e um belo e também colorido teclado impresso, com todos os comandos do game.
Bem que a Futuremark poderia lançar esta versão também de forma digital, e aí então dispensaríamos a caixa e os adesivos pelo manual e teclado (arquivos .PDF cairiam muito bem), juntamente com o game e todos os seus DLC’s, incluindo o pacote Firepower. É claro que o Firepower já foi disponibilizado gratuitamente para todos que possuem Shattered Horizon, e foi inclusive incorporado ao game.
Mas é muito interessante observarmos que, mesmo em “tempos de distribuição digital”, o pessoal se interessa em lançar versões de games em caixa. O apelo dos ítens palpáveis ainda é muito grande, e não sei se um dia o deixará de ser. Talvez cheguemos a um tempo onde o “principal” seja entregue digitalmente e os adicionais, “físicos”, via correio.
Mas ainda temos um grande caminho a percorrer até que a distribuição digital se firme, e para que este hipotético modelo “digital + físico” chegue um dia a existir (se é que chegará um dia a existir, pois estou aqui apenas levantando uma hipótese) a distribuição digital de games deverá ser muito mais forte e acessível do que é hoje.