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Novo trailer de Gotham City Impostors mostra um Batman e um Coringa “meio amigos”
A Warner e a DC divulgaram um novo e divertido trailer de Gotham City Impostors, o qual exibe as “vidas duplas” dos personagens dentro do jogo. Trata-se na verdade de uma animação muito bacana, em 2D. Muito divertida mesmo, na qual temos como protagonistas um Batman e um Coringa muito engraçados que são até meio que amigos, durante o dia. Durante suas “vidas normais”, digamos. Eles são vizinhos, inclusive.

Ao saírem para o trabalho, pela manhã, eles chegam até mesmo a se cumprimentarem: “- Tenha um bom dia, Frank“. “- Você também, Steve“. O trailer é muito hilário. Gotham City Impostors será distribuído única e exclusivamente via download, e será lançado no começo de 2012, para PC, Xbox 360 e PS3. O game já se encontra em fase beta, aliás.
Trata-se de um jogo que conta com muita maluquice, gráficos muito bonitos e que também permite que o jogador personalize seu personagem com grande liberdade. Dê uma olhada no trailer. É realmente sensacional:
Leia maisCatch the Candy, ótimo puzzle para iPhone e iPad, recebe update gratuito
É um tanto quanto estranho, e até mesmo triste, escrever a respeito de um jogo para dispositivos iOS hoje, um dia após a morte de Steve Jobs. De qualquer forma, não deixa de ser bom lembrar do co-fundador da Apple comentando a respeito de obras criadas para rodarem em dispositivos geniais que sua mente fantástica idealizou. Descanse em paz, Steve.
Bom, vamos lá.
Catch the Candy é um ótimo puzzle para iPhone, iPod touch e iPad, o qual está disponível na App Store por US$ 0,99. O jogo foi desenvolvido pela FedoIT e publicado pela BulkyPix, e recebeu um update gratuito que adicionou ao mesmo, dentre outras coisas, novos níveis, novos achievements e novos puzzles. Catch the Candy é um jogo bem divertido, no qual o jogador controla uma estranha e simpática criatura que utiliza sua língua para quase tudo.

O objetivo, em cada fase, é coletar doces, mas sempre existirá um obstáculo. Sempre existirão puzzles que deverão ser resolvidos antes que o tal doce seja alcançado. A “criatura bola” pula, se agarra, puxa e empurra objetos, sempre utilizando sua longa língua, e ainda tem de evitar buracos no chão, dentre outros obstáculos. O update gratuito lançado para o game melhorou a física do mesmo, aumentou o número de níveis para 80 e adicionou suporte ao Game Center e ao Open Feint. Isto sem contar com o fato do jogo agora ter ficado muito mais bonito no iPhone 4, devido ao suporte à tela retina.
Trata-se de um jogo interessante, barato, divertido e desafiador. Para quem gosta de puzzles, Catch the Candy é uma ótima pedida. Veja abaixo o trailer do game:
Leia maisCity Interactive promete um ótimo Sniper: Ghost Warrior 2 – jogo usará a CryENGINE 3

A desenvolvedora polonesa City Interactive promete um Sniper: Ghost Warrior 2 fantástico, com belíssimos gráficos e novidades muito interessantes. O jogo já está em desenvolvimento, e será lançado no primeiro trimestre de 2012, para PC, Xbox 360 e Playstation 3. Ao contrário do primeiro Sniper: Ghost Warrior, que utilizou a Chrome Engine 4, criada pela também polonesa Techland, Sniper: Ghost Warrior 2 fará uso da CryENGINE 3, da Crytek. A mesma engine utilizada no belíssimo Crysis 2.
Em meu review de Sniper: Ghost Warrior, cheguei a mencionar que o game possuía diversos bons momentos e que não era um jogo de todo ruim. Aliás, no final do review, cheguei a dizer que uma sequência do jogo poderia ser interessante, pois, talvez, esta pudesse explorar diversas boas idéias presentes no mesmo, as quais não foram muito bem utilizadas/aproveitadas.
A City Interactive promete elevar a série a um novo patamar. Ela promete, também, gráficos deslumbrantes, e é óbvio que a CryENGINE 3 será a grande responsável por isto. A desenvolvedora também promete um jogo mais desafiador. Em Sniper: Ghost Warrior 2 o personagem principal será o capitão Cody Anderson, “codename” Sandman. Anderson é um consultor de segurança privada e ex-atirador de elite da Delta Force.
Sandman cresceu no Alasca, onde caçava bastante. Digamos que seu interesse por armamentos começou aí. Após a morte de seu pai no Vietnã ele se alistou na marinha norte americana, onde então recebeu treinamento para o manuseio de rifles de precisão e logo depois entrou para o grupo de elite “Force Recon”, dos Marines. Pode ser que tenhamos um enredo muito mais interessante, em Sniper: Ghost Warrior 2.
Segundo a City Interactive, Sniper: Ghost Warrior 2 contará com mais elementos “stealth”, controles precisos e uma “experiência sniper” bem mais profunda do que aquela fornecida por seu antecessor, além de oferecer ao jogador a possibilidade de utilizar óculos de visão noturna e térmica, quando necessário.
Uma outra novidade mencionada pela desenvolvedora pode ajudar a melhorar ainda mais a experiência proporcionada pelo novo título: existirão trechos de jogo onde o gamer utilizará veículos. O gameplay ocorrerá em diversos e variados locais, incluindo cenários urbanos, florestas, montanhas e tundras. Além disso, melhorias significativas, segundo a empresa, foram realizadas na balística do jogo, a qual será mais realista e levará em consideração a localização e a respiração do personagem, velocidade e direção do vento, e a distância do alvo, por exemplo.
Ou seja, tudo aquilo que o primeiro game da franquia deveria ter apresentado com excelência talvez possa agora ser experimentado em sua sequência. O jogador contará também com a ajuda de NPC’s que lhe fornecerão informações a respeito do alvo em questão, e todos os locais do jogo serão baseados em locais que existem de verdade.
Diversos tipos de armamentos também serão disponibilizados ao jogador, incluindo seis rifles de precisão, três fuzis, metralhadoras pesadas, etc. Aquelas belíssimas animações do primeiro título também estarão presentes aqui, e jogadores que eliminarem os alvos com precisão e silêncio serão “presenteados” com as mesmas.
Desmembramentos também farão parte do novo jogo, dependendo do calibre da arma em questão, e o título terá suporte a partidas multiplayer. Espero que desta vez o multiplayer funcione de verdade, pois não consegui jogar uma partida sequer, no anterior. Duelos entre dois jogadores também farão parte de Sniper: Ghost Warrior 2, vale ressaltar.
Confesso que o primeiro título desta série foi divertido. Ele deixou, entretanto, um gosto amargo na boca, pois falhou justamente no ponto onde deveria oferecer uma experiência excelente. Ao invés de um jogo onde na maior parte do tempo teríamos de agir “na surdina” e matar alvos à distância, Sniper: Ghost Warrior acabou se transformando mais em um FPS genérico.
Talvez (e torço por isto), esta falha seja realmente corrigida em Sniper: Ghost Warrior 2. A utilização da CryENGINE 3, também, não deixa de causar bastante expectativa, e se tudo o que a City Interactive disse a respeito desta sequência se concretizar, teremos mais um belo lançamento no começo de 2012.
Adoro games onde me é dada a oportunidade de utilizar rifles sniper, e um jogo focado justamente nesta experiência, que forneça um gameplay interessante e realista (na medida do possível), gráficos bonitos e que me permita “jogar nas sombras” é algo que eu adoraria ver. Vamos aguardar. Enquanto isso, fique com um trailer de Sniper: Ghost Warrior 2 divulgado hoje pela desenvolvedora:
Leia maisNovo vídeo do game Dungeon Defenders demonstra a “combat phase”
Creio que quem acompanha Dungeon Defenders desde seu anúncio, mal pode esperar pelo lançamento do game, no próximo dia 19 de Outubro, para Xbox 360, através da Xbox Live, e para PC. Este título bastante promissor, desenvolvido pelo estúdio Trendy Entertainment, contará com boas doses de tower-defense, ação e RPG, além de suportar partidas cooperativas locais e online.
Dungeon Defenders também permitirá que o jogador enfrente hordas enormes de inimigos (mais de 100, simultaneamente). É claro que um jogo assim demandará grande atenção e estratégia por parte do gamer, e vale lembrar que o jogo também contará com diversos modos de jogo e níveis de dificuldade.

Seus gráficos são muito bonitos, e eu continuo aqui tentando imaginar como um jogo tão interessante, complexo, bonito e cativante pode ser vendido por menos de 10 dólares. A Trendy Entertainment, empresa sediada na Flórida, divulgou um novo “diário do desenvolvedor” de Dungeon Defenders. Trata-se do terceiro Dev Diary divulgado, e ele contém muitas cenas de gameplay, nas quais a “combat phase” é demonstrada.
Acredito que Dungeon Defenders não ficará “devendo nada” a muitos títulos “AAA” por aí. Dê uma olhada no vídeo:
Leia maisEpic Games anuncia suporte ao Adobe Flash Player 11 na Unreal Engine 3
Tim Sweeney, CEO, fundador e diretor técnico da Epic Games, anunciou que a Unreal Engine 3 possuirá suporte total ao Adobe Flash Player 11. O anúncio foi feito durante a Adobe MAX 2011, evento anual promovido pela Adobe para desenvolvedores, designers e executivos ligados a áreas que possuam algum interesse nas tecnologias da empresa.
Tenho comigo que jogos que rodam em navegadores continuarão a evoluir bastante, e Hellbreed, da Gameforge, é um ótimo exemplo. O que podemos esperar, então, depois deste anúncio? A Unreal Engine 3, uma das mais poderosas do mercado, oferecendo suporte ao novo Flash Player 11? Durante o evento, inclusive, uma demo técnica de Unreal Tournament 3 foi exibida, rodando justamente no Adobe Flash Player 11.
Ambas as empresas não deixaram de mencionar a constante evolução de suas tecnologias, e em relação ao Flash Player 11, vale lembrar que, segundo a Adobe, ele é capaz de rodar games “AAA” desenvolvidos para consoles de última geração ou PC, por exemplo. A Adobe também citou o fato do novo Flash Player possibilitar a renderização de gráficos em 2D e 3D de forma muito mais rápida que o Flash Player 10.

A empresa também mencionou que o novo Flash Player pode realizar esta renderização 1000 vezes mais rapidamente que sua versão anterior. Ainda segundo a Adobe, os desenvolvedores também serão capazes de animar milhões de objetos a 60 FPS. Tudo isto, pelo menos a princípio, significaria talvez a entrega da mesma qualidade que temos em jogos para consoles e PC’s em um jogo rodando em um navegador web.
“Com a UE3 e o Flash, games desenvolvidos para consoles avançados podem agora rodar na web ou como apps para o Facebook, alcançando uma enorme base de usuários. Isto muda totalmente as regras do jogo para desenvolvedores de games que querem distribuir amplamente seus games e ganhar dinheiro com eles“, disse Tim Sweeney.
Emmy Huang, da Adobe Gaming Solutions, também se mostra muito entusiasmada com a novidade: “Estamos muito animados pelo fato da Epic Games estar explorando as mais novas capacidades do Adobe Flash Player 11 para dar mais poder à sua Unreal Engine 3. Ainda é muito cedo para afirmarmos se jogos para navegadores atingirão mesmo o mesmo nível de qualidade e adesão daqueles para consoles e PC.
Mas esta novidade não deixa de ser interessante e abre inclusive diversas novas possibilidades para empresas e desenvolvedores com os mais diversos perfis. Um jogo “AAA” rodando em um navegador web necessitará, claro, de uma máquina bem melhor do que aquela que costuma rodar a maioria dos jogos atualmente existentes no Facebook. De qualquer forma, isto também poderá transformar o PC em uma plataforma de jogos ainda mais interessante, onde títulos “de ponta” rodarão sem necessidade de instalação, oferecendo ao jogador uma “entrega” extremamente mais rápida. Vamos aguardar e ver onde isto tudo vai dar, mas a novidade é muito interessante.
A Epic Games divulgou mais algumas imagens da apresentação. Veja abaixo:
Leia maisParadox Interactive lança atualização gratuita para Sengoku – novo conteúdo incluso

A Paradox Interactive lançou uma atualização gratuita para seu novo jogo Sengoku. A atualização introduz no game uma nova data de início (1551) e uma nova data de término. Além disso, novos personagens e eventos também foram inseridos no game através desta atualização.
Melhorias também foram realizadas em relação à interface do game. Agora, existe um botão “voltar” na “dynastic view”, além de novos ícones para casamento e diplomacia, por exemplo. A construção de estruturas também foi aprimorada, e a inteligência artificial sofreu diversas melhorias, como por exemplo em relação às guerras e ao gerenciamento do clã. Este patch também corrigiu alguns bugs em Sengoku.
A empresa avisa, também, para que os jogadores de Sengoku baixem o patch do mesmo distribuidor digital através do qual compraram/ganharam o game, devido a questões de compatibilidade. Para quem possui o jogo no Steam, é claro, o update é automático.
Acho fantástico, além de extremamente bem vindo e necessário, quando um desenvolvedor presta suporte pós lançamento a seu jogo, ainda mais quando novidades são inseridas e nenhum tostão é cobrado do jogador. Se você ainda não conhece o game, aliás, vale lembrar que existe uma demo do mesmo à disposição.
Leia maisMicrosoft arrebentando: Mass Effect e Lost Planet 2 por R$ 19,00 na Live Brasil

A Microsoft está mesmo arrebentando. Depois de anunciar a fabricação do Xbox 360 no Brasil, com a consequente redução no preço do console, dentre outras coisas, agora a gigante de Redmond colocou diversos games em promoção na Xbox Live Brasil. Mass Effect e Lost Planet 2, por exemplo, estão custando apenas 19 reais, cada um.
Diversos títulos tiveram seus preços reduzidos, e a lista completa pode ser encontrada neste link. Acredito que o site deva estar com alguns problemas, pois não encontrei diversos títulos anunciados, como o Forza Motorsport 3, por exemplo, que custaria R$ 79,00. De qualquer forma, fica aqui a dica, e só o Mass Effect por 19 reais já representa uma fantástica aquisição.
É muito bacana também perceber como a Microsoft está dando atenção ao jogador brasileiro, e minha única ressalva com a empresa neste sentido, por enquanto, é a migração Live USA para Live Brasil, a qual não é completa e não fornece acesso a todos os XBLA’s que já compramos na Xbox Live norte americana. Quem sabe, entretanto, resolvam este problema no futuro.
É isso aí, Microsoft. Vamos que vamos, e preço baixo + jogos de qualidade = jogador satisfeito e não partindo para o “mercado negro”. Ok, nem sempre é assim, mas ajuda.
(Via: dica do GurideApe, Outer Space e Xbox.com Brasil)
Leia mais(Review/Análise) Deus Ex: Human Revolution

Deus Ex: Human Revolution foi um dos games que aguardei com mais ansiedade em 2011. O título, para minha felicidade, não me decepcionou. Ele é belíssimo. Trata-se de um jogo que desde seu início prende o jogador de uma tal maneira que é, sinceramente, difícil não finalizá-lo ou deixar de jogá-lo por um grande período de tempo. O protagonista de Deus Ex: Human Revolution é Adam Jensen, personagem de “fala mansa” e controlada mesmo em momentos de grande tensão.
Não que Adam não sinta e expresse raiva e outros sentimentos similares, mas sua voz, de alguma forma, sempre causa uma impressão diferente e/ou reduz o impacto da situação. Isto é muito interessante e representa uma das facetas mais sensacionais do personagem, pois vê-lo confrontando ou eliminando algum odiado inimigo enquanto sua rouca voz não expressa toda a força e o impacto do momento faz com que enxerguemos o personagem como alguém forte e dono de um auto-controle estupendo. Aliás, vale destacar aqui o nome do ator Elias Toufexis, o profissional que deu voz a Adam Jensen. Elias já trabalhou em diversos games e filmes. Em Assassin’s Creed: Brotherhood, por exemplo, ele dublou o personagem Federico Auditore da Firenze.

O protagonista de Deus Ex: Human Revolution é um ex-membro da SWAT de Detroit, o qual acabou saindo da corporação após uma operação mal sucedida, onde o mesmo relutou em dar a ordem para atirarem em um jovem criminoso “augmented”. A incumbência passou para seu companheiro Wayne Haas, e o resultado foram diversos protestos violentos na cidade. Jensen, logo após deixar a SWAT, entrou para o ramo da segurança privada, e foi parar, então, na Sarif Industries, onde se tornou o chefe de segurança da empresa.
A história ocorre em 2027, e o game começa com alguns figurões discutindo a respeito de uma nova e fantástica descoberta da Sarif Industries, empresa cujo CEO, David Sarif, proporcionará, no decorrer do gameplay, diversos momentos suspeitos ao jogador. Após um breve hiato, entretanto, a empresa sofre um ataque terrorista durante o qual diversas baixas ocorrem. Isto inclui alguém muito caro a Jensen: a cientista Megan Reed, chefe de pesquisas neuro-científicas sobre as “augmentations”. Ela trabalhava em algo muito importante, aliás. Durante o ataque, um Jensen ainda totalmente humano caminha pelos corredores da Sarif Industries e se depara com grande destruição.

O chefe de segurança se depara com diversas pessoas mortas pelo chão, e chega inclusive a observar, do outro lado de um vidro, um grande e poderoso ciborgue matando dois cientistas. Não demora muito tempo para que Jensen seja ele próprio atacado pelos terroristas. Quem o destroça, literalmente, é um dos comandantes dos terroristas, chamado Jaron Namir. É muito interessante prestar atenção em Namir, pois ele proporcionará uma experiência desafiadora e interessante, mais adiante.
Namir deixa Adam Jensen às portas da morte. O chefe de segurança da Sarif Industries sofreu danos severos, e além disso, embora não fosse necessário, o protagonista acabou tendo todos os seus membros substituídos por próteses. Isto ocorreu mediante ordem de David Sarif, e em concordância com termos presentes no contrato de trabalho de Jensen. Adam se tornou, sem querer, um ser extremamente forte e que, muitas vezes, durante o gameplay, demonstra não estar à vontade com sua situação.
Em outras, entretanto, ele se mostra bem confiante e parece aceitar seus “poderes” de forma plena. Observar o lado psicológico de Adam Jensen é extremamente prazeroso, do começo ao fim de Deus Ex: Human Revolution, este prelúdio da série Deux Ex lançado em 2011 felizmente para os consoles da Microsoft, da Sony e também para PC, versão esta que utilizei para analisar o jogo. Jensen parece possuir em sua mente grande parte dos sentimentos conflitantes que rondam o mundo futurista onde ocorre o jogo.

O título da Square Enix nos apresenta a um mundo futurista extremamente coeso. Grandes corporações fazem uso de técnicas muitas vezes ilícitas para chegarem a seus objetivos, e isto inclui tanto a Sarif Industries quanto sua concorrente chinesa Tai Yong Medical, empresa que possui como líder uma mulher chamada ZhaoYun Ru, a qual conduz sua corporação fazendo grande uso das tais técnicas ilícitas. Achei bem interessante, aliás, ter encontrado no prédio da Tai Yong, após “hackear” alguns terminais, uma lista contendo uma relação de alvos que continha uma empresa brasileira, a “Advanced Cybernetics PLC”.
É digno de nota também o fato como Deus Ex: Human Revolution apresenta uma espécie de preconceito vigente entre a sociedade “não melhorada”, em geral. Seres humanos “augmented” são vistos quase sempre como ameaça pelos “normais”, e em muitos momentos do gameplay o jogador pode ser obrigado a fugir ou encarar uma luta devido a este simples motivo. Trata-se de uma espécie de transposição para o futuro, com modificações, é claro, de diversos preconceitos ainda hoje existentes.

É claro que a origem de tais preconceitos podem não ser as mesmas, mas suas consequências são muito similares, senão piores. Grande medo paira sobre as cabeças dos que não possuem nenhuma melhoria cibernética, em relação aos que as possuem. Os “augmented” são muitas vezes vistos como aberrações, e existem até mesmo grupos contrários à tecnologia desenvolvida pela Sarif Industries, por exemplo. Um destes é a “Purity First”, cujo líder, Zeke Sanders, ironicamente chegou a possuir uma prótese no passado. Outro destes grupos é a “Humanity Front”, liderada pelos médicos Isaias Sandoval e William Taggart. Isaias, aliás, possui um irmão que recebeu um implante, e o processo não correu muito bem, resultando em um acontecimento bem desagradável.
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