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(Playing now e vídeo de gameplay) Diablo III – Beta – Em busca de Deckard Cain
Estou jogando o beta de Diablo III, inicialmente com um personagem pertencente à classe Demon Hunter, e gravei outro vídeo de gameplay, com cerca de 13 minutos de duração. Meu vídeo anterior pode ser conferido através deste link. Neste trecho que gravei, participo de uma missão em busca do velho Deckard Cain.
Também tenho a “felicidade” de me deparar, durante esta gravação, com o Skeleton King e seus guardas. O jogo como um todo está muito bacana, aliás. Sons e trilha sonora estão muito de acordo com a ambientação, e alguns elementos destrutíveis mostram que a física do game está “tinindo”. A destruição de uma velha construção de madeira, por exemplo, representa um espetáculo muito bacana de se ver.

A variedade dos ambientes também começa a mudar bastante, conforme se vai progredindo no jogo, e Diablo III continua tendo aquele ar sinistro de seus antecessores. É uma pena não termos ainda uma definição em relação à data de lançamento do game, e pelo que parece, ele não será lançado tão cedo ou, pelo menos, não tão rápido como gostaríamos.
A Blizzard é uma empresa muito perfeccionista, e a notícia de que Steven Parker, produtor do game, deixou a empresa, causa ainda mais ansiedade. Chego a me perguntar, aliás, se veremos o lançamento do título ainda no primeiro semestre de 2012. De qualquer forma, estou adorando a experiência, e gostaria de ir compartilhando com vocês alguns trechos da mesma.
Abaixo segue o novo vídeo de gameplay que gravei:
Leia mais(Rumor) Novo Xbox será 6 vezes mais poderoso que o atual, com placa de vídeo de 2011

Não costumo, aliás, não gosto muito de publicar a respeito de rumores. Mas alguns deles são tão interessantes, estranhos e [insira aqui seu adjetivo preferido] que acabo não resistindo. Segundo o mais recente rumor a respeito do próximo Xbox, ele será lançado até o final de 2013. Tal rumor também menciona um novo Xbox 6 vezes mais poderoso que o atual Xbox 360.
Ao contrário do que se espera, entretanto, fontes do site IGN afirmam que o novo console virá equipado com uma placa de vídeo pertencente à série 6000 da AMD. Mais precisamente, algo equivalente à Radeon HD 6670, lançada em 2011. Ou seja, se tudo isto for mesmo verdade, teremos no final de 2013 um novo Xbox que utilizará uma placa de vídeo lançada em meados do ano passado. Um console da próxima geração com uma GPU com mais de 2 anos de idade.
A Radeon HD 6670, aliás, é uma placa cuja interface de memória é de 128 bits. Hoje podemos encontrar placas de 256 bits, por exemplo, por cerca de 250 dólares, como é o caso, por exemplo, da NVIDIA GTX 460 1GB. Vale lembrar que a Radeon HD 6670 pode ser encontrada por menos de 100 dólares, mas não consigo acreditar que a escolha, aqui, se deva à questão “menor preço”, lembrando sempre que estamos lidando com suposições.
A HD 6670 conta com suporte a DirectX 11, é claro, e possui versões com 512 MB e 1 GB de memória RAM. As diferenças entre estas duas placas, aliás (NVIDIA e ATI/AMD), é bem grande, e não consigo realmente crer que a Microsoft iria lançar um novo console com uma placa de vídeo que em 2013, principalmente, já estará um tanto quanto ultrapassada, pelo menos no que diz respeito ao mundo dos jogos eletrônicos e em relação à eterna “briga” entre fabricantes de consoles.
O próximo Xbox, aliás, teria um desempenho cerca de 20% superior ao do Nintendo Wii U, e aqui é que as coisas complicam mais um pouco. Será que a Microsoft seria tão infantil, no mínimo, ao ponto de manter tão pouca distância de sua concorrente japonesa no tocante ao poder gráfico de seu novo Xbox? Obviamente não foi oferecendo gráficos de ponta que o Nintendo Wii vendeu horrores, mas tanto a Sony quanto a Microsoft criaram suas bases de usuários com base na capacidade gráfica de seus consoles, dentre outros motivos. Ainda é mencionado que desenvolvedores poderiam começar a receber kits de desenvolvimento para a nova máquina já a partir de Agosto deste ano.
Tudo isto me parece um tanto quanto estranho. O site Fudzilla, aliás, menciona que o System on a Chip (SoC) do tal novo Xbox (Xbox 720 sempre me pareceu um nome horrível) começou a ser produzido em Dezembro de 2011, e que algumas fontes (fontes anônimas, sempre elas) mencionaram que seu codename seria Oban. As empresas responsáveis pelo desenvolvimento do novo chipset seriam a IBM e a Global Foundries.
Acho mesmo é que nada disto pode ser aceito como verdade, principalmente agora. Ainda falta um certo tempo até o tal hipotético lançamento do próximo Xbox, e seria um tanto quanto triste se ele fosse mesmo lançado com uma GPU como a HD 6670. A placa não é ruim, pelo menos não agora. Mas neste exato momento já existem placas melhores no mercado, inclusive da própria AMD, como é o caso, por exemplo, da nova série 7000 (Southern Islands).
Continuo aguardando por informações mais concretas a respeito dos outros componentes do próximo Xbox. Aliás, continuo aguardando por informações mais concretas também a respeito de sua GPU.
(Via: Edge Online)
Leia maisCarrier Command: Gaea Mission – uma reimaginação de um clássico dos anos 80
Carrier Command é um jogo lançado na década de 80, para diversas plataformas, dentre elas o Commodore Amiga. Muito elogiado na época, sendo que até hoje muitos jogadores contam com o título em sua lista de preferidos, Carrier Command era uma espécie de RTS onde o jogador deveria expandir sua própria rede de abastecimento e, neste meio tempo, capturar diversas ilhas, além de derrotar o inimigo, o qual, aliás, iniciava o jogo em ampla vantagem, possuindo 8 ilhas enquanto o jogador possuía apenas uma. Isto sem falar na maior velocidade obtida pelo carregador do inimigo.
Já está em desenvolvimento, por falar nisso, o jogo Carrier Command: Gaea Mission, o qual será lançado para “todas as principais plataformas” no segundo trimestre de 2012, conforme a previsão da desenvolvedora. A desenvolvedora de Carrier Command: Gaea Mission, aliás, é a Bohemia Interactive, empresa sediada na República Checa e muito conhecida através de sua série Arma, dentre outros títulos, incluindo o recente simulador Take On Helicopters.
Carrier Command: Gaea Mission também será ambientado no universo do Carrier Command original, e representará uma espécie de reimaginação next-gen do título de 1988. A história do novo game se focará em uma equipe que acorda após um período de hibernação de 30 anos, bem no meio de uma enorme guerra que se iniciou na Terra e conseguiu atingir a primeira colônia humana fora do Sistema Solar.

A colônia Taurus é o campo de batalha principal na guerra travada entre a United Earth Coalition (UEC) e a Asian Pacific Alliance (APA). Os oceanos de Taurus estão repletos de ilhas que escondem, além de diversos mistérios, enorme quantidade de recursos cobiçados por ambos os grupos, e o jogador, no papel de um comandante de um porta-aviões futurístico extremamente poderoso, deverá participar desta guerra, em um jogo que combinará ação em primeira e em terceira pessoa com estratégia em tempo real.
Carrier Command: Gaea Mission, além disso, contará com um sistema dinâmico que cuidará da simulação climática e também das variações entre o dia e a noite. Tempestades furiosas poderão ocorrer a qualquer momento, e ilhas cobertas de gelo poderão ser encontradas pelo jogador. Períodos com tempo nublado e ilhas com clima temperado também poderão ser experimentados pelo jogador. Taurus contará, aliás, com um arquipélago com 32 grandes ilhas.
O jogador deverá tentar se estabelecer nas mesmas, as quais estarão ocupadas por inimigos, e segundo a Bohemia Interactive, existirão ilhas de diferentes tamanhos e tipos, as quais estarão espalhadas por 6 zonas climáticas. Cada missão poderá ser abordada pelos jogadores da maneira que eles desejarem, e esta liberdade será algo bem interessante em um jogo como este, que conta uma história extremamente interessante e oferece ao jogador uma mescla de estilos bem única. Isto sem falar na variação climática que poderá ser percebida em diferentes locais da ilha de Taurus.
“Estamos trabalhando arduamente para colocar todos os pilares do game no lugar. Agora tudo está vindo junto, e estamos animados por transmitir a experiência de Carrier Command e compartilhar o nosso entusiasmo pelo game. Com a finalidade de fazer com que os jogadores consigam desfrutar de uma experiência de jogo suave, precisamos identificar o ponto ideal entre a captura de ilhas, o gerenciamento de recursos e o alcance de metas na campanha do game. Isto demanda um alto nível de precisão de nossa parte“, disse Jan Kunt, produtor executivo de Carrier Command: Gaea Mission.
Não espero nada menos que sensacional deste novo jogo da Bohemia Interactive. Os simuladores desenvolvidos pela empresa são fenomenais, e Carrier Command: Gaea Mission certamente será também um título a ser levado em alta consideração, em 2012. A empresa divulgou 11 novas screenshots do título, e o restante delas você pode conferir abaixo, juntamente com um trailer do game
Leia maisJogo “Warp” será teletransportado para jogadores de consoles e PC
O Xbox Live Arcade House Party, série de lançamentos promovida pela Microsoft que em 2011 contou, por exemplo, com o lançamento de Torchlight, da Runic Games, para o Xbox 360, este ano será iniciado com um jogo muito interessante, o qual, aliás, será lançado também para PC e Playstation 3.
Trata-se de Warp, game desenvolvido pelo estúdio independente canadense Trapdoor, o qual será publicado pela EA Partners. Warp será lançado inicialmente na Xbox Live, e custará 800 Microsoft Points (10 dólares). Trata-se de um jogo que mistura ação stealth e puzzles, e que colocará o jogador no controle de um personagem chamado Zero.
Zero é um pequeno alienígena que foi capturado e estudado por alguns cientistas, e que agora tentará escapar das instalações que se transformaram em sua prisão, bem como dos cruéis cientistas que ali trabalham. O protagonista possui habilidades extremamente mortais e interessantes, e os jogadores poderão escolher como se dará a fuga de Zero.

É possível jogar de forma, digamos, violenta, fazendo com que Zero se vingue de todos os cientistas, e também é possível tentar fugir “na surdina”, planejando cada passo de forma tal que nenhuma morte ocorra e tudo aconteça “nas sombras”. Warp, segundo sua desenvolvedora, conta com inúmeras combinações de habilidades e upgrades, e os jogadores poderão utilizar diversos estilos de jogo para escaparem e resolverem os diversos puzzles apresentados pelo título. Ah, existem também algumas challenge rooms, em Warp.
“Estamos muito animados pelo fato de Warp iniciar o Xbox LIVE Arcade House Party da Microsoft, um evento que destaca o trabalho de desenvolvedores independentes. Warp entrega uma experiência que é única, original e que permite que os jogadores desafiem as tradicionais regras dos videogames, deixando-os jogarem o game do seu modo. Estamos muito orgulhosos do que fomos capazes de realizar, e esperamos que os jogadores também o apreciem“, disse Ken Schachter, fundador da Trapdoor.
Aparentemente, teremos aí outro game bem interessante para Xbox 360, PC e Playstation 3. Warp será lançado na Xbox Live USA no dia 15 de Fevereiro de 2012, na PSN USA e para PC no dia 13 de Março de 2012, e na PSN européia no dia 14 de Março. Não se sabe ainda onde a versão PC do game será vendida, entretanto. De qualquer forma, o jogo parece ser muito interessante e divertido, principalmente devido a estas duas abordagens oferecidas ao jogador.
Eu, que gosto bastante de ação stealth, fiquei bem curioso com o que foi anunciado, e acredito que Warp poderá agradar a muita gente. Por falar nisso, o Xbox Live Arcade House Party contará com outros lançamentos muito interessantes. Na semana seguinte ao lançamento do jogo da Trapdoor será lançado Alan Wake’s American Nightmare, da Remedy, para a alegria dos fãs do game do escritor que resolveu passar uma temporada na “pacata” cidade de Bright Falls.
Teremos também um lançamento que eu, particularmente, estou no aguardo. Trata-se de I Am Alive, da Ubisoft, jogo ambientado em um cenário pós-apocalíptico que promete desafiar os jogadores tanto através dos inimigos quanto através do próprio ambiente. Vamos aguardar, e enquanto isto, dê uma olhada no interessante trailer de Warp:
Leia maisAtari lança “Breakout: Boost+” na App Store, com 100 novos níveis
Quem nunca jogou algum game estilo Arkanoid ou Breakout? Jogos onde você tem de destruir blocos coloridos fazendo com que uma bola rebata em seu paddle e tome direções as mais variadas, dependendo do ponto de impacto e de uma série de outros fatores?Trata-se de um estilo de jogo que eu, particularmente, aprecio bastante. Shatter, exclusivo para PC, é um belíssimo exemplo deste tipo de jogo.
A Atari criou a série Breakout ainda na década de 70, para os arcades, e além de dispositivos móveis, mais recentemente, houve o lançamento de um jogo da série para o Jaguar, o Breakout 2000. Hoje a empresa lançou na App Store o game Breakout: Boost+, o qual é uma app universal, ou seja, roda no iPhone, no iPod touch e no iPad. O título custa apenas US$ 0,99, e conta com 100 novos níveis em relação à sua versão gratuita, a qual foi baixada mais de 2 milhões de vezes durante o seu mês de lançamento.

Breakout: Boost+ é muito bonito e divertido. O jogador pode ajustar a velocidade da bola manualmente, existem diversos upgrades para a bola, partidas em progresso podem ser pausadas e salvas a qualquer momento, e além disso o jogo conta com suporte ao Game Center e ao OpenFeint.
“Rebater bolinhas” pode parecer algo um tanto quanto simples, mas este tipo de jogo, além de ser muito relaxante, representa meio que uma volta ao passado. Ainda me lembro do arcade de Arkanoid, com seu estranho controle em forma de botão giratório. Além disso, muita agilidade é necessária quando, por exemplo, diversas bolas estão em jogo.
Veja abaixo o trailer de Breakout: Boost+:
Leia maisTrailer do mod “Rising Storm”, para “Red Orchestra 2″, exibe um pouco do mapa “Iwo Jima”

A Tripwire Interactive e a equipe Rising Storm divulgaram hoje um novo teaser trailer para o mod Rising Storm, para Red Orchestra 2: Heroes of Stalingrad, o qual exibe cenas do mapa ”Iwo Jima“. Este mapa contará com diversas praias e túneis que ajudaram a fazer desta ilha japonesa o palco de uma das mais ferozes batalhas da Segunda Guerra Mundial, e a lista de coisas bacanas presentes no mod inclui até mesmo o monte Suribachi, um dos primeiros objetivos dos Marines na ilha.
A Tripwire Interactive, que lançou recentemente o SDK para Red Orchestra 2, menciona que está contratando pessoal, e os interessados podem entrar em contato através do website da empresa. A desenvolvedora, aliás, sempre possuiu uma ligação bem forte com a comunidade de modders, desde Red Orchestra: Ostfront 1941-45 e Killing Floor. Acho tudo isto muito bacana, e os resultados estão ficando cada vez mais fantásticos.
O beta de Rising Storm será iniciado em Março, e as inscrições já estão abertas. Admiro bastante o trabalho desta desenvolvedora, cujo primeiro jogo, Red Orchestra: Ostfront 41-45, foi lançado no início de 2006. A empresa foi fundada em 2005, aliás, e é fantástico saber que eles começaram suas carreiras da mesma maneira que o pessoal que hoje desenvolve mods para seus títulos. Seus fundadores fazem parte da equipe de modders que, em 2004, ganhou o concurso “$1,000,000 Make Something Unreal”.
Red Orchestra: Ostfront 41-45, vale ressaltar, ganhou diversos prêmios no ano de seu lançamento, incluindo “FPS do ano” e “Game Multiplayer do Ano”. Red Orchestra 2: Heroes of Stalingrad representa uma evolução e tanto em relação a seu antecessor, e esta interação da empresa com os modders pode torná-lo com certeza um jogo ainda melhor.
Dê uma olhada no novo trailer de Rising Storm:
Leia maisNovo Indie Royale já está no ar, com altas “doses” de Serious Sam

Um novo Indie Royale está no ar, e neste exato momento o preço mínimo é de cerca de 3 dólares. O novo bundle foca única e exclusivamente em jogos que possuem o protagonista da franquia Serious Sam. O Serious Sam Lightning Pack conta com os seguintes títulos: Serious Sam: The Random Encounter, o ótimo side-scroller Serious Sam Double D, da Mommy’s Best Games, Serious Sam: Kamikaze Attack e um pacote com os clássicos Serious Sam: The First Encounter e Serious Sam: The Second Encounter.
Ainda é mencionado um jogo desbloqueável, Serious Sam: The Greek Encounter, e este novo Indie Royale permanecerá no ar por quatro dias. Existem jogos que podem ser ativados tanto no Desura quanto no Steam, mas alguns podem ser ativados apenas em um ou outro serviço, como é o caso de Serious Sam: Kamikaze Attack (Desura) e Serious Sam: The First Encounter e Serious Sam: The Second Encounter (Steam).
Olha só que bacana. Por menos de 10 reais você pode comprar quatro jogos muito legais e fazer com que sua coleção de games sem jogar, no Steam e/ou no Desura, aumente ainda mais. Brincadeiras à parte, a promoção é muito bacana. Vale muito a pena.
Leia maisOrigin começa a vender (poucos) jogos de outras publishers, mas não no Brasil
Parece mesmo que o Brasil, pelo menos por enquanto, está fora dos planos da EA quando o assunto é seu novo “serviço de distribuição digital” Origin. A empresa anunciou hoje que já iniciou um processo para adicionar jogos de 11 publishers ao catálogo do serviço, incluindo a Trion Worlds, desenvolvedora do MMORPG Rift, e a Robot Entertainment, criadora do ótimo Orcs Must Die!
A EA menciona que mais 9 publishers terão seus jogos adicionados ao catálogo do Origin, muito em breve, e Rift, aliás, já se encontra disponível, em duas versões: a Ashes of the History Edition e a Standard Edition, por US$ 29,99 e US$ 19,99, respectivamente. Entretanto, o título não está disponível no Origin Brasil, da mesma maneira que Star Wars: The Old Republic.
Acho isto um tanto quanto estranho, para não dizer outra coisa. Se a Electronic Arts deseja mesmo criar um serviço de distribuição digital competitivo (é o que se espera, com gigantes como o Steam no mercado, por exemplo), porque dificultar as coisas desta maneira? Acesse o Origin.com através de qualquer proxy e você verá tanto Rift quanto SWTOR à venda.
Aliás, duvido muito destes “muito em breve” mencionados pelo pessoal da EA. Em Outubro de 2011 a empresa anunciou a transformação do Origin, digamos, em algo mais amplo. Warner, THQ e Capcom foram mencionadas. No entanto, o que foi incluído até agora no serviço é muito pouco. Poucos jogos destas publishers podem ser encontrados no Origin, mesmo fora do Brasil, e as palavras de David DeMartini, vice-presidente sênior do Origin, naquela ocasião, fazem agora menos sentido:
“Desde o lançamento, tivemos um apoio esmagador, tanto das publishers quanto dos desenvolvedores em toda a indústria de jogos eletrônicos, os quais reconheceram o Origin como uma oportunidade para entregar mais de seus grandes conteúdos diretamente para os consumidores em todo o mundo.” Bom, outros serviços também não fazem o mesmo, e o fazem melhor? Onde está a inovação e os recursos que, necessariamente, teriam de ser inclusos em algo que pretende concorrer com o Steam? Cloud saving apenas não basta. A EA está demorando demais.
Confesso que não possuo mais qualquer tipo de restrição em relação ao serviço Origin, mas estas atitudes da EA são extremamente irritantes, e podem fazer com que muita gente realize boicotes, principalmente em casos de jogos que também estão disponíveis em outros lugares, como é o caso do MMORPG da Trion Worlds. Tive boas surpresas, aliás, com o suporte técnico da empresa, nos últimos dias. Fui muito bem atendido, consegui adicionar à minha conta junto ao Origin todos os games da EA que possuía no Steam, e inclusive ganhei diversos cupons de desconto. O que não consigo entender é esta falha em atender a demanda, por exemplo, de muitos brasileiros que certamente gostariam de ter comprado Star Wars: The Old Republic diretamente “da fonte”.
Uma olhada rápida no Origin através de um proxy mostra que até mesmo Saints Row: The Third, da THQ, será adicionado ao serviço, e títulos como Batman: Arkham Asylum, Dead Rising 2: Off The Record e Bastion já se encontram disponíveis para download. Se esta indisponibilidade na loja brasileira é temporária ou não, ninguém sabe. Só o que sei é que não existe nenhum motivo para que isto ocorra, muito pelo contrário.
É justamente devido a isto, a estes bloqueios ridículos, que hoje utilizo o Direct2Drive apenas para baixar os jogos que infelizmente comprei lá. Como a EA quer, por exemplo, competir com o Steam, demonstrando medo, removendo seus títulos da loja da Valve e não lançando novos títulos por lá?
Quando veremos (se é que veremos) o Origin inovador e cheio de conteúdo exclusivo anunciado por John Riccitiello, que disse o seguinte: ”Ao longo do tempo, o Origin irá crescer com novas funcionalidades e novo e único conteúdo, o qual os consumidores não conseguirão obter em nenhum outro lugar”? Este “ao longo do tempo”, talvez, pode significar uma ou duas encarnações.
A empresa de John Riccitiello também menciona que as seguintes empresas terão seus jogos inclusos no Origin, no decorrer dos próximos meses: CD PROJEKT RED, Freebird Games, Recoil Games, Autumn Games, 1C Company, inXile entertainment, Paradox Interactive, Core Learning Ltd. e N3V Games. Do jeito que as coisas andam, é óbvio que não veremos tudo isto no Origin Brasil. Mas, e daí? Outras lojas os vendem sem qualquer restrição.
“O Origin é focado no fornecimento de escolhas para os consumidores e os games que eles jogam. Desde grandes franquias até títulos independentes de alta qualidade, estamos trazendo o melhor conteúdo da indústria para um lugar. Estamos muito animados por receber novos parceiros e uma variada nova linha de títulos para o Origin hoje“, disse Craig Rechenmacher, vice presidente de desenvolvimento de negócios e marketing do Origin.
Estranhas palavras, principalmente quando percebemos que o catálogo do serviço oscila em torno de 100 games, sendo que o Brasil, por exemplo, “está fora da jogada”. Um dos grandes problemas disto tudo, aliás, é o fato de que a EA possui em suas mãos grandes franquias adoradas por muita gente, como por exemplo Mass Effect, Battlefield, Dead Space, Need for Speed, etc. Mass Effect 3 para PC, aliás, não será lançado no Steam, o que forçará os fãs da série a utilizarem o Origin, de uma forma ou outra.
Não consigo entender também o entusiasmo de Jim Butler, diretor de marketing global da Trion Worlds, quando ele diz o seguinte:
“O Origin se estabeleceu como um destino para os melhores títulos disponíveis atualmente no mercado digital em evolução, então, ele definitivamente é um lugar que a Trion quer estar“. Estas palavras denotam, para mim, uma grande “puxação de saco”, e nada mais, infelizmente.
Aliás, que “escolhas” são essas que Craig Rechenmacher menciona? “Algo pré-formatado”?
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