(Preview) The Last Tinker: City of Colors

Pense em um jogo colorido ao extremo, repleto de personagens carismáticos e ambientado em um mundo vibrante, no qual você utiliza as cores para resolver puzzles e combater seus inimigos. Um jogo repleto de puzzles, diga-se de passagem, com belos gráficos, personagens desenhados à mão e uma história muito cativante.

Tive a oportunidade de jogar um build de The Last Tinker: City of Colors. Algo bem curto, devo dizer, mas que conseguiu me deixar muito animado e com muita vontade de conferir o trabalho na íntegra. Em desenvolvimento pelo estúdio alemão Mimimi Productions, temos aqui um jogo com elementos de plataforma, aventura e ação.

The Last Tinker: City of Colors

O simpático e bonito game já ganhou diversos prêmios, aliás, mesmo antes de seu lançamento, em demonstrações e eventos ao redor do mundo, como por exemplo o “Best Game in Show, Audience Choice“, na conferência “Casual Connect 2014”, em Amsterdã.

The Last Tinker: City of Colors

A história acontece em um lugar chamado Colortown, e temos como protagonista um menino que vive nas ruas, chamado Koru. O próprio universo no qual Colortown e seus habitantes estão inseridos é bem singular: tudo pode e é criado a partir de papel, cores e cola, e é mencionado que o protagonista terá os poderes necessários para interagir com as cores básicas e, assim, ser capaz de curar, atacar, assustar e interagir de diversas formas com o mundo e com os personagem à sua volta.

A aventura já começa com a indicação de que existem conflitos em andamento. Conflitos entre as cores e seus devidos simpatizantes, digamos assim. Uma cor começa a odiar a outra, e distritos são então criados, com fins de separação, claro, devido a brigas e ao tal ódio.

The Last Tinker: City of Colors

A arte de The Last Tinker: City of Colors é muito bonita. Temos realmente a impressão de estarmos observando cenários feitos de papel pintado. Mesmo agora, com este pequeno build que tenho em mãos, senti que o jogo tem tudo para se transformar em uma aventura sensacional.

Dentre os eventos que pude participar, vale destacar uma grande corrida, na qual um personagem vermelho chamado Bolzo trapaceia. Isto dá início a uma série de eventos que levam inclusive a combates corpo a corpo, e para minha surpresa, pude perceber que Koru é muito bom de briga. Esquiva, socos, combos, saltos, etc: está tudo lá, e podemos até treinar, antes disso, em uma espécie de academia (é dito que Koru é um grande lutador, aliás).

The Last Tinker: City of Colors

Koru tem em suas mãos (mesmo ainda não sabendo), uma grande tarefa: salvar o mundo. Infelizmente, a versão que recebi não me permitiu testar os “poderes coloridos” de Koru. Trata-se de algo bem curto, realmente, que finalizei em cerca de 50 minutos (e isto porque enrolei um pouco, observando os belos cenários). Pude experimentar alguns puzzles, porém, e gostei bastante, sem falar que deslizar rapidamente sobre cordas estendidas entre penhascos é uma experiência divertida ao cubo.

The Last Tinker: City of Colors

Creio que The Last Tinker: City of Colors tem um enorme potencial. Quando for lançado, e Koru obter os poderes das cores (verde, azul e vermelho), sendo capaz assim de interagir mais profundamente com o mundo à sua volta, bem como resolver os puzzles, aí sim tudo ficará muito, muito melhor.

Quando pudermos realmente fazer com que Koru combine diversos elementos durante suas aventuras, para resolver um puzzle, digamos, ou para criar algum objeto útil às suas necessidades. Pude experimentar também diversas situações bem engraçadas, durante os diálogos com os simpáticos (algumas vezes nem tanto) NPCs, vale lembrar.

É incrível, mas The Last Tinker: City of Colors me lembra bastante de LittleBigPlanet, devido ao seu visual. Jogos da famosa franquia Zelda também me vêem à cabeça, além de Max & the Magic Marker, título cuja sequência, vale lembrar, será lançada dentro de pouco tempo.

The Last Tinker: City of Colors

Passear por  Colortown e observar os belíssimos cenários, as montanhas ao longe, a água cristalina e a vibrante vida de seus cidadãos é extremamente instigante, e diversos NPCs podem ser abordados para conversas que, muitas vezes, são capazes de resultar em boas risadas.

As cores do jogo são fortes, vibrantes, como já mencionei. A ideia de uma guerra entre cores também me parece sensacional, e o fato de Koru, um simples menino, ter o poder de manipulá-las, mais adiante, inclusive combinando diversos elementos, faz com que tudo pareça realmente extremamente interessante. A vontade de colocar as mãos no jogo completo é enorme.

The Last Tinker: City of Colors

Vale lembrar que este jogo foi revelado em 2011, e era então chamado de Tink. Sua publicação está à cargo da Unity Games, publisher cuja proprietária é a Unity Technologies, responsável pela famosa engine Unity. The Last Tinker: City of Colors será lançado para PC, Mac e Linux no Steam, durante o nosso inverno, e seu preço ainda não foi revelado.

The Last Tinker: City of ColorsTopar com essa imagem me deixou bem triste

Vale lembrar também que a versão final do jogo contará com mais de 8 horas de gameplay, incluindo combates e puzzles, suporte total ao controle do Xbox 360 e DualShock 3 no Mac, Steam trading cards, medalhas e emoticons. Jogo bacana demais, este.

Fique com seu teaser trailer:

Poderá gostar também

Trackbacks/Pingbacks

  1. O que você está jogando (Abril/2014)? - […] Também tive a oportunidade de testar um jogo muito bacana, chamado “The Last Tinker: City of Colors”.Na verdade, foi…

Submit a Comment

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Pin It on Pinterest