A cópia de Assassin’s Creed Odyssey utilizada neste review foi gentilmente cedida pela Nuuvem, a maior loja de jogos digitais para PC da América Latina. Lá você pode encontrar não apenas AC: Odyssey, mas também uma série de outros games, incluindo muitas ofertas bacanas.

O catálogo da loja é enorme, e inclui inclusive jogos ativáveis no Steam e no Uplay. Além disso, comprando seus games na Nuuvem através de nossos links (acima), você ajuda bastante o XboxPlus, nós agradecemos imensamente, e nada muda para você. Dê uma olhada!

Obs: confira todas as análises de Assassin’s Creed Odyssey já publicadas aqui no XboxPlus através dos links abaixo:

A franquia Assassin’s Creed teve lá seus altos e baixos. Após um começo interessantíssimo com o assassino Altair durante a Idade Média, tivemos a fantástica trilogia ambientada na Renascença, tendo como protagonista o italiano Ezio Auditore da Firenze. A seguir, tivemos lançamentos realmente sofríveis e/ou cheios de problemas e bugs diversos, como por exemplo Assassin’s Creed III e Assassin’s Creed Unity.

Assassin's Creed Odyssey

Tudo mudou, felizmente, com Assassin’s Creed IV: Black Flag, em 2013, principalmente devido à introdução dos navios como um elemento extremamente marcante. Podíamos pela primeira vez explorar os mares livremente e nos engajarmos em batalhas navais empolgantes e divertidíssimas, mesmo que o protagonista do jogo, Edward Kenway, não ligasse muito para o Credo dos Assassinos e seus ditames.

Assassin’s Creed Rogue também foi um excelente título, nos colocando, desta vez, na pele de um Assassino que muda de lado, se transformando em um Templário que passa a caçar seus antigos companheiros. O título, lançado em 2014, também contava com batalhas navais e algumas melhorias nas mecânicas a elas relacionadas, o que, obviamente, foi muitíssimo bem vindo. Depois disso, podemos também mencionar o morno Assassin’s Creed Syndicate, com seus dois personagens principais, Jacob e Evie Frye, em 2015.

Assassin's Creed Odyssey

E finalmente tivemos, após um hiato de um ano, o maravilhoso Assassin’s Creed Origins, a respeito do qual também já escrevi aqui no XboxPlus. Origins representou uma mudança drástica na franquia, uma guinada de 180 graus, digamos. Ele trouxe  mecânicas diferentes, o sistema de combate, que já estava ficando um tanto quanto cansativo e chato, foi drasticamente alterado, e foram introduzidos pela primeira vez na série elementos de RPG. Isto sem falar no excelente protagonista, Bayek de Siuá, o melhor desde o assassino florentino.

E para deixar os fãs da franquia ainda mais felizes, em 2018 fomos agraciados com uma maravilha chamada Assassin’s Creed Odyssey, fruto do trabalho em conjunto da Ubisoft Quebec e diversos outros estúdios de propriedade da desenvolvedora e publisher francesa.

Um jogo, aliás, que esteve em desenvolvimento durante cerca de 3 anos, tempo este suficiente para que a Ubisoft nos entregasse um produto de altíssima qualidade, capaz de causar enorme assombro naqueles jogadores mais desavisados e/ou que não jogaram Origins (o que não recomendo de maneira alguma), dada sua grandiosidade e ambição.

Odyssey é fruto do aprendizado da Ubisoft com a franquia ao longo dos anos. Ele coroa todo o trabalho árduo da empresa ao longo de um período de mais ou menos 11 anos (tudo começou em 2007). Todos os deslizes, todos os problemas, todos os acertos, tudo isto contribuiu para que a Ubisoft chegasse até Odyssey. Todo o aprendizado se condensa, no novo título, em um enorme amálgama de elementos grandiosos, interessantíssimos e profundos ao extremo.

Assassin's Creed Odyssey

Temos aqui um jogo cujas mecânicas não se sobrepõem, cuja narrativa é intensa e profunda, cujos protagonistas são muitíssimo bem construídos e críveis, e temos também fortes elementos de RPG, além dos diálogos e das escolhas que podemos fazer, elementos que marcam presença pela primeira vez na história da série, com suas devidas consequências. Eu diria até que Assassin’s Creed Odyssey é um grande RPG de ação com elementos de ação furtiva e aventura.

Podemos evoluir os personagens e adquirir as habilidades que mais se adaptam ao nosso estilo de jogo, podemos aprimorar armas e armaduras e também fazer uso de habilidades ativas que são muito bem vindas em diversas ocasiões, podemos conversar com NPCs (de maior ou menor importância dentro da história) e optar por determinadas linhas de ação que nos levarão a resultados diferentes, para o bem ou para o mal, e podemos também entalhar itens diversos em nossos equipamentos de maneira tal a obter benefícios bônus durante a utilização dos mesmos.

Isto sem falar no fato de que nossas escolhas durante os diálogos são capazes de alterar o rumo da história, de diferentes maneiras, para o bem ou para o mal. Trata-se realmente de um título imperdível para quem aprecia o gênero RPG, além da tomada de decisões com impactos diversos na narrativa.

Assassin's Creed Odyssey

Eu resolvi dividir o review de Odyssey em vários artigos dada a magnitude do game. Dada a minha necessidade por detalhes, e também devido ao fato, obviamente, de que estamos falando a respeito de um jogo imenso, o qual possui o maior mapa já criado para um título da famosa franquia.

A história de Odyssey acontece durante a Guerra do Peloponeso, travada entre Atenas e Esparta (um conflito que durou quase 30 anos). Como protagonistas, temos os irmãos Kassandra ou Alexios, porém, diferentemente daquilo que acontece em Syndicate, aqui não é possível alternar entre ambos ao nosso bel prazer: a escolha é feita logo no início, tão logo Layla Hassan (a mesma de Origins) deita no Animus pela primeira vez no jogo. Uma vez feita a opção, jogaremos com o protagonista escolhido até o fim do game.

Assassin's Creed Odyssey

No meu caso, optei por Kassandra, após ler bastante na internet a respeito da personagem, e apesar também de grande parte do marketing do jogo ter se focado em Alexios (uma pena). Kassandra é forte, destemida, inteligente, e a atuação de Melissanthi Mahut (que também atuou em papeis menores em Origins) está realmente impecável (mas o título também conta com dublagem em pt-BR, não se esqueça).

Kassandra é uma mercenária espartana, separada de sua família ainda muito pequena. Durante sua infância e até o início de sua fase adulta, ela teve como cuidador um grego chamado Markos, o qual na verdade é também uma espécie de comerciante. Tudo começa na ilha de Cefalônia, e a história do jogo inteiro é ambientada na Grécia Antiga.

Temos até de fazer uma pequena reflexão, aqui, e nos atentarmos para o nome do jogo em si: Assassin’s Creed Odyssey. Odisseia, palavra que, além de dar nome a um poema do poeta grego Homero, narrando as aventuras do herói Odisseu, significa também uma grande viagem, repleta de aventuras grandiosas.

Assassin's Creed Odyssey

E o novo título da Ubisoft é justamente isso: ele dá ao jogador a possibilidade de empreender sua própria Odisseia, repleta de aventuras, de drama, de perigos, de desventuras, e de momentos extraordinários.

Assassin's Creed Odyssey

O jogo até mesmo faz a devida separação entre as distintas narrativas, deixando bem claro quais missões fazem parte da Odisseia empreendida por Kassandra ou Alexios, quais são missões secundárias, quais fazem parte da luta contra o Culto do Cosmo (falarei mais a respeito de tal culto adiante), e assim por diante.

Assassin’s Creed Odyssey pegou tudo aquilo que funcionou em Assassin’s Creed Origins e aprimorou. Quem jogou este último fatalmente estará familiarizado com vários dos sistemas e mecânicas, além do sistema de combate, nada “automatizado” (e chato) dos títulos anteriores (jogue Syndicate e você entenderá o que eu estou dizendo – “prompts” eram exibidos em tela avisando o jogador quais botões apertar em quais momentos, e assim por diante).

Assassin's Creed Odyssey

O combate em Odyssey, assim como em Origins, requer muito mais cuidado e habilidade por parte do jogador. Uma das diferenças entre ambos os títulos, entretanto, é que no último capítulo da franquia somos incapazes de empunhar escudos (como Bayek o fazia), e isto abre, por outro lado, espaço para muito mais improvisação e estratégia por parte do jogador.

Devemos aprender a nos esquivar nos momentos certos, a aparar os golpes nos momentos devidos, e também a utilizar ataques fortes ou fracos dependendo da situação, do número de inimigos em tela e do espaço onde estamos lutando, uma vez que podemos nos deparar com maior ou menor gasto de “stamina” por parte do personagem, o que se refletirá na maior ou na menor velocidade de recuperação necessária para o próximo golpe.

Assassin's Creed Odyssey

Como em Origins, existe uma barra de adrenalina, a qual vai se acumulando paulatinamente conforme acertamos golpes, conforme nos esquivamos devidamente, e também conforme aparamos. Existem várias habilidades ativas que são fortalecidas pela adrenalina, além de várias que a exigem. Utilizar tais habilidades consome “blocos” de adrenalina, e para preenchê-los novamente, devemos repetir todo o processo já acima descrito.

O combate, em Odyssey, é bastante dinâmico, e lembra até mesmo um pouco daquilo que já vimos em The Witcher 3, principalmente quando reparamos nas inúmeras habilidades ativas (sem falar no benefício das passivas, obviamente). Existem diversos tipos de armas, de curto, médio e longo alcance, como por exemplo adagas, espadas, machados, lanças, maças, etc. Cada arma pode ser devidamente aprimorada nos ferreiros espalhados pelo mundo do jogo, e também é possível nelas incrustar inúmeros elementos de maneira tal a fornecer benefícios bônus, como por exemplo mais dano crítico, mais dano em ataques de assassinato, dano de fogo ou veneno, etc.

Assassin's Creed Odyssey

As armas, assim como o/a protagonista, podem ser evoluídas, e isto é essencial para obtermos um bom desempenho ao longo do gameplay. Estarmos bem equipados, com armadura, equipamentos e armas de acordo com o nível de nosso personagem, é essencial para encararmos o brutal e lindíssimo mundo do jogo, onde existem inimigos de diversos níveis, muitos dos quais, em algumas regiões, não devem ser encarados enquanto não atingirmos o nível adequado para tanto (podemos conferir todos os níveis facilmente).

Kassandra ou Alexios, além disso, também contam com uma “águia de reconhecimento”, similar à Senu de Bayek, em Origins. Trata-se Ikaros, a qual é capaz de realizar verdadeiras varreduras sob nosso controle, identificando padrões de movimentação de inimigos, destacando-os em nosso campo de visão, encontrando tesouros, papiros e outros elementos coletáveis, etc.

Pela primeira vez na franquia, além disso, não contamos com a Visão de Águia (ou Eagle View). Quer dizer, no início do jogo não contamos com tal recurso/habilidade. Mas ele existe, e deve ser adquirido como uma habilidade especial, através do gasto de pontos de experiência obtidos quando o personagem evolui. Estou falando da Visão de Atena, a qual é idêntica à Visão de Águia, com o diferencial de poder ser evoluída, de maneira tal a que seu raio de ação seja expandido.

Assassin's Creed Odyssey

Diversas habilidades, aliás, tanto ativas quanto passivas, contam com diferentes níveis de progressão, sendo que podemos nelas investir mais ou menos, dependendo de nossa abordagem, de nosso modo de jogar, de nossas necessidades.

Talvez muitos jogadores pensem que a Ubisoft de desviou bastante daquilo que poderíamos chamar de um “Assassin’s Creed verdadeiro”, devido a tantas mudanças drásticas, mas em minha opinião o que temos aqui é uma espécie de reboot, o qual foi iniciado em Origins e que continuou no presente capítulo.

Um reboot, aliás, muito bem vindo e muito bem alicerçado, de maneira similar, talvez, ao que a Square Enix e a Crystal Dynamics (além da Eidos-Montréal) fizeram com a franquia Tomb Raider no Tomb Raider de 2013, em Rise of the Tomb Raider e em Shadow of the Tomb Raider (a respeito deste, aguarde por uma análise em breve aqui no XboxPlus).

Digamos que a Ubisoft reinventou esta grande franquia, removendo aquilo que não mais estava funcionando e adicionando elementos novos e instigantes. Temos aqui um RPG praticamente completo, com as evoluções pertinentes em diversos sentidos, com as decisões morais tão amadas por grande parte dos jogadores (e que caíram muito bem em Odyssey), com a árvore de habilidades passivas e ativas dividida em 3 seções distintas (“caça”, “combate” e “assassinato”), com os equipamentos e armas que podem ser evoluídos, etc.

Assassin's Creed Odyssey

Isto sem falar no enorme mundo aberto e nas diversas ilhas e locais que podem ser visitados, dependendo, é claro, do nível de nossa Kassandra ou de nosso Alexios (tentar enfrentar um inimigo, digamos, 10 níveis acima do seu, é suicídio). Sem falar, também, no navio que possuímos no jogo, o Adrasteia, com o qual podemos viajar entre diversas ilhas gregas e apreciar o belíssimo Mar Mediterrâneo. Tal navio, aliás, também pode ser devidamente evoluído, no tocante às armas, aos remadores, aos demais membros da tripulação, e também no que diz respeito à incorporação de diversos tenentes que resultam em benefícios bônus os mais diversos (como maior dano com flechas flamejantes, por exemplo).

Acredite: é uma delícia assumir o leme do Adrasteia e navegar em busca de navios piratas e pilhagem. De vez em quando, além disso, somos alertados a respeito de ruínas submersas perfeitamente acessíveis, as quais escondem tesouros os mais diversos. Mergulhar em busca de relíquias se transforma então em uma atividade extremamente prazerosa (e perigosa, se existirem tubarões na área), além de render diversos itens de loot, como por exemplo armas e equipamentos raros e lendários.

Assassin's Creed Odyssey

Uma das novidades mais bacanas de Assassin’s Creed Odyssey, além disso, diz respeito a uma maior necessidade de exploração por parte do jogador. Funciona mais ou menos assim: tão logo entramos no Animus, podemos optar pelo modo guiado, já conhecido por todos e que aponta exatamente a localização dos objetivos no mapa, ou então pelo modo exploração.

O modo exploração é o que a Ubisoft sugere, aliás, que seja escolhido. É o modo como o jogo deve ser desfrutado, segundo a empresa. Com ele, somos forçados a deduzir a localização dos objetivos com base em informações fornecidas por NPCs, e também com base na exploração pura e simples. É como se o jogo largasse nossa mão e nos deixasse por nossa própria conta.

Assim, quando estamos rastreando algum objetivo, colhemos informações conversando com as pessoas e à partir daí obtemos informações não muito precisas a respeito do local exato. Por exemplo, somos informados de que o objetivo em questão se encontra à noroeste da colina X, próximo ao forte tal, dentro da caverna Y. Isto requer, obviamente, mais cuidado e atenção aos detalhes por parte do jogador, e torna a experiência muito mais gratificante. É realmente muito bacana.

A respeito do Culto do Cosmo, vale ressaltar que ele é uma ameaça a Kassandra e à sua família, e tal culto, aliás, tem lá suas similaridades com os Templários no que diz respeito às suas visões de mundo e à necessidade de poder e controle. Uma das linhas narrativas de Odyssey, aliás, tem tudo a ver com tal grupo: devemos caçá-los e assassiná-los, basicamente.

Assassin's Creed Odyssey

O jogo também conta com a presença de artefatos e instalações “Daqueles que vieram antes”, também conhecidos como “Precursores”. Não temos mais, por outro lado, as hidden blades, mas não se preocupe: contamos com a lança do lendário Rei Leônidas, a qual possui quase que a mesma funcionalidade no jogo e é, inclusive, parte ativa da interação entre Kassandra ou Alexios e os artefatos dos Precursores.

Vale também a pena mencionar aqui como o jogo começa: você participa de uma batalha majestosa na pele de ninguém menos que Leônidas. O local? Justamente nas Termópilas, ao lado dos 300 espartanos (lembra do filme?), lutando contra o exército persa. É arrepiante, de tão lindo e instigante.

Odyssey me pegou de jeito. O jogo é lindo, imersivo, conta uma história que é realmente digna de nota, e coloca o jogador no centro de uma trama que vai pouco a pouco envolvendo mais e mais personagens, inclusive diversos personagens reais e históricos, como por exemplo Péricles, Anaxágoras, Sócrates, Eurípedes e Heródoto. Diálogos com todos eles também acontecem, e são sempre extremamente produtivos, além de interessantes.

Há também a presença de romances, todos eles originados nos diálogos que travamos com diversos NPCs. Meu personagem já se envolveu com mulheres e homens, mais de uma vez, mas é importante ressaltar também que tais romances são superficiais.

Creio que faltou, por parte da Ubisoft, um pouco de coragem, para que tivéssemos pelo menos algo nos moldes daquilo que vimos em Mass Effect. Os romances são rápidos, nada vemos, e tudo o que temos são alguns diálogos mais chamativos e sensuais, indicando o rumo que a narrativa tomará.

Após tudo decidido, o ato em si acontecerá às escondidas: observamos os personagens envolvidos entrando em casas ou em quartos e depois deles saindo, como se nada tivesse acontecido. É uma pena, principalmente para quem esperava pela mesma profundidade dos romances na franquia da BioWare.

Assassin's Creed Odyssey

Ainda estou no início, digamos, da minha “Odisseia particular”, com minha Kassandra. Estou quase chegando no nível 20, com cerca de 25 horas de jogo. Há muito ainda a ser explorado. Existem ainda muitas ilhas gregas para visitar, valendo também a pena dizer que já cheguei até Atenas, a qual é realmente lindíssima. Edifícios, templos e palácios representam verdadeiros espetáculos visuais, e é difícil não utilizarmos o modo fotografia com frequência e capturarmos dezenas de screenshots.

Aguarde por mais textos sobre Assassin’s Creed Odyssey. Escreverei conforme for jogando, porém não sei quantos textos ainda serão publicados a respeito dele. Pretendo condensar tudo em cerca de 2 ou 3 textos. Mas ainda não tenho certeza.

Obs: confira todas as análises de Assassin’s Creed Odyssey já publicadas aqui no XboxPlus através dos links abaixo:

Ficha técnica

Título: Assassin’s Creed Odyssey

Gênero: aventura, ação, mundo aberto, RPG

Desenvolvedora: Ubisoft Quebec

Publisher: Ubisoft

Data de lançamento: 05 de Outubro de 2018

Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One

Versão analisada: PC

A cópia de Assassin’s Creed Odyssey utilizada neste review foi gentilmente cedida pela Nuuvem, a maior loja de jogos digitais para PC da América Latina. Lá você pode encontrar não apenas AC: Odyssey, mas também uma série de outros games, incluindo muitas ofertas bacanas.

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